Desde maio deste ano está em vigor a lei que prevê atendimento médico às presas grávidas. A mesma lei garante à presa o direito de ficar com o filho até os sete anos de idade. Para isso, os presídios femininos devem ter berçários e creches. Mas, até agora, a lei está só no papel. A situação nos presídios não melhorou para as mães e nem para as crianças. Audiência Pública da Comissão de Seguridade Social da Câmara discutiu o que pode ser feito para que a lei seja colocada
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