quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Hoje no Congresso...

CCJ aprova criação de cadastro nacional de empresas impedidas de contratar com o setor público

Proposta aprovada nesta quarta-feira (8), pela
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), prevê a instituição de cadastro nacional em que passariam a ser enquadrados os fornecedores temporariamente proibidos de participar de licitações e contratar com a administração pública direta e indireta em todo o país. O projeto (PLS 500/07), de autoria do senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), foi acolhido na forma do texto substitutivo apresentado pelo relator, o senador Antonio Carlos Júnior (DEM-BA). A matéria estabelece que o cadastro seja informatizado e acessível pela Internet, podendo ser consultado a qualquer momento por órgãos ou entidades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Seriam feitos convênios entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, com o fim de integrar os cadastros criados e formar o cadastro unificado em todo o território nacional.
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Aprovada proposta que regulamenta atividades do Conselho da Justiça Federal

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (8) projeto de lei (PLC 129/08), originário do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que redefine a composição e competências do Conselho da Justiça Federal (CJF). Esse órgão foi criado pela Constituição e, por força da Emenda Constitucional 45, ganhou poder correcional, para fiscalizar a atuação de seus membros.
A matéria, que ainda será analisada pelo Plenário do Senado, foi relatada pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Ele optou pela manutenção do texto na forma com veio da Câmara dos Deputados, onde o substitutivo aprovado promoveu a inclusão dos presidentes do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e da Associação dos Juízes Federais do Brasil como participantes do conselho, sem direito a voto, a exemplo do que já ocorre no Conselho Nacional de Justiça.
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CCJ aprova parecer a projeto que altera normas de fixação de penas

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Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (8) parecer do senador Virgínio de Carvalho (PSC-SE) a projeto oriundo da Câmara dos Deputados que tem por objetivo permitir que a Justiça, quando o infrator cometer delitos na fase adulta, possa tomar conhecimento que, durante a adolescência, o mesmo infrator cumpriu medida socioeducativa de internação por ato infracional correspondente ao crime pelo qual está sendo sentenciado. Esses antecedentes deverão ser observados pelo juiz no momento de fixação da pena. A proposta (PLC 82/08) acrescenta parágrafo ao artigo 59 do Código Penal (decreto-lei nº 2.848/1940) no qual são estabelecidas as regras que devem nortear o juiz para a fixação da pena.
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Crise econômica adia votação de proposta que cria novos cargos públicos

A crise que abala as economias de todo o mundo, com potenciais reflexos negativos nas finanças do país, levou, por acordo, os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) a adiarem nesta quarta-feira (8) a votação do projeto de autoria do Poder Executivo (PLC 130/08) que cria 2.400 cargos efetivos nas estruturas da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O adiamento ocorreu mesmo após o presidente da CCJ, senador Marco Maciel (DEM-PE), alertar para o fato de que a matéria já consta da ordem do dia do Plenário do Senado da próxima terça-feira. O senador Valter Pereira (PMDB-MS) chegou a sugerir que o governo, diante da atual crise, reveja todas as propostas que venham a criar despesas.
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CCJ da Câmara aprova criação do Fundo Soberano por 33 votos a 2


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou hoje o Projeto de Lei
3674/08, do Poder Executivo, que cria o Fundo Soberano do Brasil (FSB). A oposição se manifestou contra o projeto e, para evitar a aprovação, pediu votação nominal e entrou em obstrução. Mesmo assim, o projeto foi aprovado com 33 votos a favor e 2 contra. O projeto do Fundo Soberano tramita em regime de urgência e tranca a pauta do Plenário. O FSB será vinculado ao Ministério da Fazenda e, segundo o governo, vai funcionar como um fundo de estabilização. De acordo com o projeto, os recursos do fundo serão aplicados em ativos, como moedas estrangeiras e títulos (ações e debêntures) de empresas brasileiras com atuação no exterior. O patrimônio do FSB será composto, em princípio, por duas fontes, uma fiscal (que inclui recursos oriundos do excesso de superávit primário) e outra financeira (ações de estatais que ultrapassarem o percentual necessário para a manutenção do controle público). A CCJ aprovou o parecer favorável do relator, deputado Tadeu Filippelli (PMDB-DF). A comissão rejeitou um destaque para votação em separado (DVS) apresentado pelo PPS.
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Convocação de Mantega e Meirelles é transformada em convite

O presidente Arlindo Chinaglia informou aos deputados que, em reunião na tarde desta quarta-feira, os líderes decidiram transformar em convites os requerimentos de convocação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, para virem à Câmara discutir a crise financeira internacional. Eles virão à Casa em data a ser definida depois de voltarem dos Estados Unidos, na próxima semana, quando participarão de encontro do chamado "G-20" sobre a crise e as medidas adotadas pelos bancos centrais dos países desenvolvidos. O G-20 reúne as principais economias do mundo.Inicialmente, os líderes pensaram em receber Mantega e Meirelles no colégio das lideranças, mas Arlindo Chinaglia disse que levará em consideração uma sugestão do deputado Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP) de realizar o encontro no Plenário, para que todos os deputados possam participar. Esse debate deverá acontecer, entretanto, em um dia para o qual não estejam marcadas votações.
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Líderes decidem não elevar valor de emendas individuais ao Orçamento

Os representantes dos partidos na
Comissão Mista de Orçamento decidiram hoje que não haverá aumento no valor das emendas individuais à proposta orçamentária (PLN 38/08). Permanecerá o mesmo montante do ano passado, ou seja, R$ 8 milhões por deputado e senador.A decisão de manter o valor foi tomada por causa dos efeitos da crise financeira internacional. Com a possibilidade de retração econômica em 2009, haverá menos receita disponível para atender as emendas. No total, os parlamentares poderão acrescentar até R$ 4.752 bilhões à proposta orçamentária, sendo que cada um dos 594 congressistas pode apresentar até 25 emendas.
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Senado Federal


Projeto de Papaléo torna crime induzir menor de 14 anos a presenciar atividades libidinosas

O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) apresentou projeto de lei que altera o Código Penal com o intuito de criminalizar o ato de induzir menores de 14 anos a presenciarem atividades libidinosas. Papaléo anunciou a apresentação do projeto em pronunciamento nesta quarta-feira (8), argumentando que a proposta vai corrigir uma lacuna da norma legal.
- Esclareço que, apesar de todo o relacionamento sexual com pessoa não maior de 14 anos ser classificado como estupro [artigo 23 do Código Penal] ou atentado violento ao pudor, não se tipifica o crime quando o agente induz pessoa menor de 14 anos a presenciar atos de libidinagem. Então, esse é o objetivo da proposta: preencher essa lacuna do Código Penal - afirmou.
O projeto, segundo ele, vem ao encontro do que prevê o artigo 227 da Constituição, segundo o qual é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
Papaléo destacou que a pena de seis a dez anos de reclusão, constante no projeto, visa a estabelecer isonomia e proporcionalidade com a gravidade do crime de atentado violento ao pudor.

Eleições

O senador fez ainda um relato das eleições municipais do último domingo no Amapá, salientando que transcorreram com tranqüilidade, com exceção, conforme afirmou, de falsas notícias publicadas por um jornal e de boatos que teriam prejudicado Rosemiro Rocha. O candidato da coligação PTB/PSDB ficou em segundo lugar, com 34% dos votos, na disputa pela Prefeitura de Santana, o segundo maior município do estado.
O senador registrou ainda que pela primeira vez será realizado segundo turno em Macapá, tendo em vista que só agora o município ultrapassou a marca de 200 mil habitantes. Nos municípios com 200 mil habitantes, para ser eleito em primeiro turno, o candidato tem de receber 50% mais um dos votos válidos. Caso contrário, os dois mais votados disputam o segundo turno.
Da Redação / Agência Senado

Defesa do Consumidor

Ação Coletiva contra venda casada de seguros no SFH


O IBEDEC - Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo - entrou com uma Ação Coletiva contra a Caixa Econômica Federal, visando proibir a venda casada de seguros em todo o Brasil, para os mutuários do SFH. A CAIXA vem praticando a venda casada de financiamento e seguro habitacional, compelindo os mutuários a contratar o seguro habitacional com sua seguradora, a Caixa Seguros. Ocorre que tal prática é abusiva de acordo com o Código de Defesa do Consumidor e já foi inclusive objeto de análise pelo STJ em agosto/08, quando se reconheceu a ilegalidade da prática para uma mutuaria de Minas Gerais. “A idéia é estender o entendimento do STJ em um caso particular, para todos os mutuários da CAIXA”, informa Tardin, presidente do IBEDEC. Outra prática abusiva que o IBEDEC detectou e que também é objeto da ação, é a propaganda enganosa quanto a obrigatoriedade dos seguros no SFH. Por força de Medida Provisória vigente desde 24/08/2001, hoje só é obrigatório ao mutuário contratar um seguro por Morte e Invalidez Permanente. Só que além deste seguro, o mutuário acaba contratando também um seguro de Danos Físicos no Imóvel, que não é obrigatório. Juntos, estes dois seguros representam mais de 15% do valor da prestação mensal do “sonho” da casa-própria. “Queremos que o mutuário tenha o direito de escolher a seguradora com melhores preços e que só contrate os seguros obrigatórios por lei. Enganar o mutuário, fazendo-o contratar um seguro que não é obrigado e ainda pagar mais caro por um produto que o mercado tem por preços mais acessíveis, além de ilegal é imoral. É uma vergonha que um banco público tenha condutas que vão contra os interesses de seus clientes, muitos deles com poucos recursos e que penam para pagar as prestações de sua casa-própria”, acrescentou Tardin. Quem já tem contrato em andamento também poderá ser beneficiado, pois a ação pede também que estes consumidores tenham direito de migrar a apólice do seguro habitacional para outra seguradora. “Em geral há no mercado apólices de seguro com preços de 20 a 30% mais baratas que as da CAIXA e com a mesma cobertura, o mutuário tem o direito de escolher a mais barata”, finalizou Tardin.Todos os mutuários da CAIXA, em todo o Brasil, serão beneficiados com o sucesso da presente ação.

Veja também:


IBEDEC - Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo
CLS Quadra 414, Bloco “C”, Loja 27 – CEP: 70.297-530 – Asa Sul – Brasília/DF
Fones: 61 - 3345.2492 – 9994.0518
Site: www.ibedec.org.br – E-mail: consumidor@ibedec.org.br

Greve Geral

Bancários paralisam atividades no Amapá

Os bancários realizaram durante 24 horas uma greve em oposição à proposta apresentada pelos banqueiros de 7,5% de reajuste salarial no mês de setembro.

Na última segunda-feira (29) o presidente do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá, Anastácio de Melo se reuniu na sede da entidade em uma assembléia geral para esclarecer se a classe aceitaria a proposta. O sindicalista disse que a classe foi contra a proposta apresentada e revelou que a seria realizada uma assembléia na tarde da última terça-feira (30), caso os bancários neguem a proposta dos banqueiros, a classe irá grevar por tempo indeterminado, o que acarretaria vários transtornos para a população. " O que foi apresentado foi uma vergonha, queremos apenas o nosso direito e que a classe tenha seus direitos adquiridos. Essas reivindicações é a nível nacional, todos unidos por melhores condições salariais e mais respeito com a classe" , afirmou.
Para Anastácio, a campanha não se limita a melhores condições salariais e de trabalho, mas busca também o atendimento de qualidade para os clientes lembrando a campanha da Fenaban " Mais Bancários, Menos Filas" .
Ontem no centro da cidade, cerca de 50 bancários protestaram em frente dos principais bancos, acompanhados de um carro som. Várias fachas de protestos eram erguidas a frente das agências bancárias anunciando o motivo da paralisação.
O funcionário público Antônio Vargas disse que os bancos não deveriam paralisar totalmente devidos os juros das contas atrasadas que os bancos cobram, acarretando grandes transtornos ao consumidor. " Eu não tenho nada contra a paralisação, eles estão no seu dever, mas deveria ficar pelo menos metade dos funcionários nas agências, quem perde somos todos nós" , disse.
No Banco do Brasil as filas eram somente nos caixas eletrônicos.
A campanha salarial da categoria está sendo discutida há quatro meses, e após essa discussão foram abertas assembléias para os funcionários decidir qual proposta aceitar.
As principais reivindicações dos bancários é um reajuste de 13,23%, piso salarial de R$ 2.074, Plano de Cargos e Salários, fim dos meses abusivos e do assédio moral, PLR de três salários mais R$ 3.500, contratação de mais funcionários, cesta alimentação de um salário mínimo e vale-refeição de R$ 17,50, auxílio educação, ratificação da Convenção 158 e cumprimento da jornada de seis horas.
"O movimento Sindical reivindica 16% de reajuste, que é uma composição entre o IPNC do período de 12 meses, mais a variação do PIB no mesmo período e um aumento real na ordem de 3% o que dá 16%, porém os bancos estão oferecendo 7,5%" , afirmou Anastacio.


Matéria de Franck Figueira, do
Jornal do Dia

Veja também:

Greve dos bancários paralisa 261 locais de trabalho em SP, diz ...
Greve dos bancários atinge mais 12 mil trabalhadores JB Online

Turismo

Congresso Amapaense promove o setor

Com aproximadamente 90% de sua área preservada, o Estado do Amapá ganha destaque no cenário nacional por possuir uma grande biodiversidade. Em algumas regiões do estado, existem comunidades que utilizam a floresta de forma sustentável; preservando o meio ambiente e explorando seus recursos de forma artesanal.

A utilização de forma consciente dos recursos naturais e do ecoturismo do Amapá será debatida no primeiro Congresso Amapaense de Turismo promovido pela Faculdade Seama. O evento acontece nos dias 16 e 17 de outubro e acontece no Sesi a partir das 19h.

Nos dois dias, serão promovidas palestras e mini-cursos visando o aprimoramento da atenção ao turismo amapaense. Como palestrantes foram convidados Diney Adriana Nogueira(doutora em turismo) e Álvaro Couto (doutor em biomedicina). Álvaro irá explanar o tema “Os impactos potenciais das doenças tropicais na atividade ecoturística” e Diney, irá falar sobre “Marketing e Turismo Sustentável”.

Segundo o coordenador do Curso de Turismo da Seama Francisco Bacato a sociedade amapaense tem um grande potencial turístico para ser explorada de forma harmoniosa. “Queremos discuti e analisar as atividades turísticas do Amapá, considerando-as como fonte geradora de renda, expondo o potencial das atividades no estado dos recursos naturais”, explica.

Inscrições

Quem deseja participar do Congresso pode fazer a inscrição na Central de Atendimento ao Aluno (CAA) na Faculdade Seama. Os alunos do ensino médio que estão em fase de conclusão podem se inscrever no vestibular da Seama para o curso de Turismo, de forma gratuita.

Submissão de trabalhos

Os pesquisadores e acadêmicos que desejarem compartilhar seus conhecimentos através de pesquisas e artigos podem submeter seus trabalhos para avaliação da coordenação do evento até o dia 10 de outubro. As pesquisas devem estar relacionadas ao turismo, sustentabilidade e ecoturismo. Mais informações no edital de submissão de trabalhos, que você pode baixar
aqui ou Clique aqui para baixar o arquivo]


Mais informações, acesse Congresso Amapaense de Turismo

Manchetes do Dia


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Quarta-feira, 08 de outubro de 2008


Jornais do Amapá

Tribuna Amapaense




As capas aqui expostas são dos jornais que as atualizaram online

Jornais de outros estados

TRIBUNA DA IMPRENSA

Lula diz que vai seguir o PT

Partido deve anunciar hoje apoio ao candidato do PMDB, Eduardo Paes

Valeu a pena o esforço do PMDB do Rio por uma aproximação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o candidato do partido à prefeitura, Eduardo Paes. Um dia depois de avisar que não participaria do segundo turno no Rio, Lula foi menos contundente ontem. O presidente disse que vai esperar a decisão do PT fluminense e cogitou a hipótese de fazer campanha. O PT do Rio deve formalizar hoje o apoio a Paes, aliado do governador Sérgio Cabral. O peemedebista disputa a prefeitura com Fernando Gabeira, candidato do PV em aliança com o PSDB. Cabral conseguiu um encontro de Paes com o presidente, que aconteceu durante almoço com oficiais na base aérea de Santa Cruz, Zona Oeste da capital. Falaram de eleições, mas Lula não assumiu nenhum compromisso de engajamento no segundo turno carioca.

Metade dos "fichas-sujas se reelegem
Eleitores de João Pessoa, Porto Alegre, Curitiba, Porto Velho e Recife "limpam" suas Câmaras. Levantamento da ONG Transparência Brasil mostra que metade dos vereadores "fichas-sujas" que concorriam à reeleição em 19 capitais conseguiu se reeleger. Segundo a entidade, dos 75 parlamentares com pendências judiciais, 37 mantiveram seus mandatos. De acordo com a ONG, em Belo Horizonte, Fortaleza, Palmas, Cuiabá e Boa Vista, todos os candidatos com pendências na Justiça eleitoral ou sanção no Tribunal de Contas foram reconduzidos ao cargo. Na capital mineira, três foram reeleitos e nas outras capitais só um era "ficha-suja".

MONITOR MERCANTIL

Dinheiro em bolsa supera reservas

De acordo com o economista Dércio Garcia Munhoz, ex-presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), é difícil dimensionar a demanda mundial por dólares. No caso brasileiro, alertou, que há US$ 360 bilhões aplicados na bolsa e outros US$ 140 bilhões passíveis de sair do país sem qualquer restrição, a qualquer momento. O valor é quase o dobro das reservas do país: "A demanda potencial é de US$ 500 bilhões, mas, se houver agravamento da situação no exterior (falta de liquidez) ou queda acentuada no valor das ações, não há computador que calcule", disse. Favorável ao câmbio administrado, ele acrescentou que o câmbio também pode ser um incentivo à fuga de capitais: "Esse é o preço de um liberalismo estúpido. Não há necessidade de jogar risco financeiro ligado ao câmbio nas operações comerciais. Não haveria problemas, se o Brasil mantivesse o sistema que vigorou até 1989: o governo definia o preço, levando em conta a taxa de paridade", recordou.

Valor dos bancos já derreteu US$ 111 bi

Em menos de 6 meses, cotação do setor financeiro nas bolsas encolheu em 44% . Desde o pico da alta da Bovespa, no fim do primeiro semestre, até o final de setembro, o valor de mercado das instituições do setor financeiro brasileiro já encolheu US$ 111 bilhões, recuando de US$ 250 bilhões para US$ 149 bilhões. Entre as maiores quedas, estão as ações dos bancos brasileiros de pequeno e médio porte. Na média, os papéis mais líquidos dessas instituições desabaram cerca de 60% no ano até terça-feira. O maior tombo do período foi registrado pelo Banco Cruzeiro do Sul: 81,6%, de US$ 1,58 bilhão para US$ 290 milhões. Foi seguido pelo Pine: 76,9%, de US$ 1,18 bilhão para US$ 273 milhões. O derretimento do mercado de ações se estende por todo o mundo. Até o Fundo Monetário Internacional (FMI), cuja atuação na crise vem sendo quase imperceptível, elevou sua projeção para perdas do mercado financeiro para US$ 1,4 trilhão, contra a estimativa anterior de US$ 945 bilhões.

O GLOBO

Dólar chega a R$ 2,31 e Lula recomenda manter consumo

O dólar fechou a R$ 2,31 ontem, com alta de 5,4%. Nem os leilões do Banco Central conseguiram segurar a cotação. A disparada da moeda americana está levando indústrias e comércio a rever seus planos para o Natal. A maioria das empresas de eletrodomésticos, como Semp Toshiba, suspendeu temporariamente as vendas. Fabricantes de brinquedos prevêem altas de 15% a 25% dos importados para o fim do ano. A Abras, associação de supermercados, também aposta na necessidade de renegociar contratos fechados para o Natal. Com a crise se agravando na Europa e nos EUA, a Bovespa caiu 4,66%. O presidente Lula, no entanto, pediu que a população não reduza o consumo: "Continuem fazendo as mesmas coisas que vocês faziam." (págs. 1, 25 a 31, Míriam Leitão, Elio Gaspari, Roberto DaMatta e editorial "Travessia")

Lula recebe Paes, sem direito a foto
Longe da imprensa e sem que o compromisso constasse de sua agenda, o candidato do PMDB à prefeitura, Eduardo Paes, encontrou-se ontem com o presidente Lula na base Aérea de Santa Cruz. Após o encontro, Paes foi reticente sobre o apoio de Lula. "Não estou pedindo ao presidente que venha para cá pedir voto. Disse a ele que estava procurando o partido dele", afirmou Paes, que hoje receberá o apoio do PT do Rio, que tem cargos no governo Sérgio Cabral. Quando era relator adjunto da CPI dos Correios, Paes chamou Lula de "chefe de quadrilha". Já Fernando Gabeira (PV) manteve a estratégia de obter apoios isolados e recebeu a adesão do prefeito eleito em Niterói, Jorge Roberto Silveira, uma das estrelas do PDT fluminense, que também deve fechar com Paes. Gabeira cobrou do TRE a punição dos autores de panfletos apócrifos contra ele e forneceu o endereço da gráfica. (págs. 1, 3, 4 e editorial "Sombra nas urnas")

Petrobras pode deixar Equador
O presidente Lula disse ontem que a Petrobras poderá encerrar suas operações no Equador, se não houver acordo entre a estatal brasileira e o governo de Rafael Correa sobre o modelo de exploração e produção de petróleo a ser adotado no país vizinho. (págs. 1 e 31)

FMI: US$ 12,3 tri estão sob risco
O pacote de US$ 700 bilhões não será suficiente. Quem diz é o FMI, lembrando que hoje há US$ 1,4 tri em créditos podres nos EUA e o risco é bem maior: pode chegar a US$ 12,3 tri, contando empréstimos a empresas e consumidores. (págs. 1 e 29)

BB e CEF também socorrerão bancos
Além do Banco Central, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal também foram convocados pelo governo para ajudar a socorrer instituições pequenas. Já foram às compras para arrematar carteiras de crédito duvidoso. (págs. 1 e 26)

Europa amplia garantias para depósitos bancários
Numa reunião extraordinária em Luxemburgo, os países da União Européia decidiram subir para €50 mil o limite de garantia de depósitos bancários. O Reino Unido deve anunciar hoje um pacote de, no mínimo, 50 bilhões de libras. (págs. 1 e 30)

Partidos governistas avançam no Nordeste
O novo mapa do poder mostra que PT, PSB e PDT tiveram crescimento expressivo no Nordeste, região em que o DEM teve sua maior perda política: queda de 63% no número de prefeituras. O PSDB, porém, manteve a liderança no Sudeste e ganhou o comando de 381 cidades no domingo. (págs. 1 e 11)

Servidores vão pagar imposto sindical
Sem alarde, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, regulamentou, na semana passada, a cobrança de imposto sindical do funcionalismo público, informa Ilimar Franco no Panorama Político. Serão arrecadados R$ 450 milhões com o desconto de um dia de salário dos 7,4 milhões de servidores federais, estaduais e municipais (do Executivo, do Legislativo e do Judiciário). (págs. 1 e 2)

Incêndio terá taxa cobrada duas vezes
O Corpo de Bombeiros decidiu cobrar, ainda este ano, a taxa de incêndio de 2008, o que só deveria ocorrer no ano que vem. Com isso, os contribuintes fluminenses terão que pagar a taxa duas vezes este ano. O Ministério Público vai abrir inquérito civil público. (págs. 1 e 24)

Vistos para os EUA valerão por dez anos
O governo americano deve aumentar de cinco para dez anos o prazo de validade dos vistos para brasileiros, num esforço para aumentar o ingresso de turistas. Até a década de 90, eles valiam por dez anos. O prazo fora reduzido a pedido dos EUA. (págs. 1 e 12)

Neotucano
Com apoio oficial do PSDB e de José Serra, Gilberto Kassab brinca com máscara: "Hoje é o dia em que eu viro tucano". (págs.1 e 10)

FOLHA DE SÃO PAULO

Governos ampliam socorro, mas não seguram mercados

As autoridades dos EUA e da Europa tomaram novas medidas para tentar domar o pânico nos mercados financeiros, com distribuição de recursos e garantias, mas não animaram as Bolsas. A União Européia propôs elevar de 20 mil euros para 50 mil euros (de R$60 mil a R$150 mil) a garantia para depósitos bancários e decidiu ajudar instituições que estiverem em risco. O Banco Central Europeu duplicou para 50 bilhões de euros os recursos destinados a bancos. Já o Reino Unido divulgou um pacote de até US$ 87 bilhões para comprar ações de grandes bancos. Ben Bernanke, presidente do Fed, anunciou que vai emprestar dinheiro a empresas, sinalizou corte nos juros e disse que a crise tem “dimensões históricas”. “Se a intervenção estatal acontece só quando a maioria das instituições financeiras estão insolventes, os custos para restaurar o sistema são muito maiores”, disse. Apesar das medidas, o Dow Jones teve o segundo maior recuo do ano. O dólar subiu para R$2,311. (págs. 1 Dinheiro)

Índex / Dinheiro
Crédito nos EUA registra a maior queda desde 1943. (págs. 1 e B4)Medo faz a instabilidade se acentuar, diz Scheinkman. (págs. 1 e B10) Vinícius Torres Freire avalia estatização das finanças. (págs. 1 e B4) BC precisa mudar, afirma Paulo Rabello de Castro. (págs. 1 e B2)

Embaixada dos EUA promete agilizar vistos
A Embaixada dos EUA está fazendo um mutirão para reduzir o tempo de espera dos brasileiros para obtenção de visto. Mais funcionários tentam agilizar o processamento de pedidos. Segundo a embaixada, a demanda cresceu. O embaixador Clifford Sobel afirma que a meta é baixar o prazo médio para 30 dias. (págs. 1 e C5)

Editoriais
Leia "Guerra financeira", sobre ação coordenada contra crise; e "Inércia municipal", acerca de vereadores eleitos. (págs. 1 e A2)

O ESTADO DE S. PAULO

BC age, mas dólar dispara 5,09% e atinge R$ 2,31

Em novo dia de nervosismo internacional, o dólar subiu ontem 5,09% no Brasil, fechando a R$ 2,312, apesar da intervenção do Banco Central. Para analistas, empresas estão comprando dólares para reverter perdas com apostas na valorização do real, a exemplo do que aconteceu com a Sadia. A Fazenda teme que a alta do dólar, que atinge 48% desde agosto, pressione a inflação. Nos EUA, diante da provável queda da atividade econômica, o Fed indicou que poderá reduzir os juros, hoje em 2%, mas o aceno não evitou que a Bolsa de Nova York caísse 5,11%. A Bovespa, por sua vez, recuou 4,66%. Na Europa, a UE adotou um pacote anticrise, mas a criação de fundo de emergência fracassou. O FMI recomendou a capitalização de bancos em dificuldade, a liquidação dos inviáveis e a compra de títulos podres. (págs. 1, B1 a B10 e B14)

E a crise? - Lula na festa de batismo da plataforma P-51, em Angra dos Reis: "Não temos o direito de aceitar a socialização da desgraça" (pág.1)

Governo já gastou R$ 75,2 bi
O governo federal desembolsou até agora R$ 75,28 bilhões para conter a crise financeira. Esse é o valor das medidas tomadas de duas semanas para cá. O gasto poderá ser maior, pois há iniciativas cujo valor total não está estimado e outras ainda em estudo, a serem adotadas se necessário. (págs. 1 e B6)

Agricultura pede ajuda urgente
Com o início do plantio da safra coincidindo com a crise global, a agricultura precisa, "com urgência", de pelo menos R$ 10 bilhões para garantir a produção em 2009, diz o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Os recursos seriam rateados entre bancos privados e tradings do agronegócio. (págs. 1 e B6)

Sem dinheiro
Produtores renegociam dívida, mas reclamam de falta de crédito. (pág.1)

Notas e informações: Ação contra a crise
Num ambiente de pânico, a boa notícia: o governo brasileiro decidiu reconhecer a seriedade da crise, sem meias palavras, e a urgência de ações para limitar o impacto na economia. (págs. 1 e A3)

Reeleitos tiveram mais verbas federais
Dos 15 prefeitos de capitais que conseguiram se reeleger no primeiro turno, 9 são da base aliada do Planalto e figuram no grupo dos que mais receberam verbas federais neste ano. O líder da lista é Iradilson Sampaio (PSB), cuja cidade, Boa Vista (RR), recebeu R$ 52,9 milhões, ou R$ 332,80 para cada um dos 159 mil eleitores. O governo federal diz que respeitou critérios técnicos e negou favorecimento partidário. (págs. 1 e A4)

'Fichas-sujas': metade se reelege
Metade dos vereadores "fichas-sujas" se reelegeu em 19 capitais, relata a ONG Transparência Brasil. Dos 75 políticos com pendências judiciais, 37 mantiveram seus mandatos. (págs. 1 e A9)

PSDB anuncia apoio e Serra aparece ao lado de Kassab
No mesmo dia em que o PSDB oficializou apoio à candidatura do DEM na capital, o governador tucano, José Serra, apareceu ao lado do prefeito Gilberto Kassab, escancarando a dobradinha, antes informal. A candidata Marta Suplicy (PT) alfinetou: "Kassab não tem imagem própria". (págs. 1, A6 e A8)

Anvisa suspende alimento da China
O veto à importação se deve à intoxicação de chineses pelo leite. (págs. 1 e A21)

Artigo: O caso dos aeroportos
Josef Barat: É hora de saber o que se quer da aviação civil e como desenvolvê-la. (págs. 1 e B2)

Justiça reconduz promotor ao cargo
Pela quarta vez, Thales Ferri Schoedl reconquista sua posição. (págs. 1 e C3)

A lei dos museus
Polêmica emperra discussão sobre o Estatuto dos Museus. (págs.1 e Caderno 2)

Residente com bolsa pública atende mais para planos
Estudo inédito em São Paulo constatou que, dos médicos que fizeram residência financiada pelo Estado, só 40% têm mais da metade dos pacientes usuários do SUS. As regras podem mudar para garantir maior aproveitamento desses médicos no setor público. (págs. 1 e A21)

EUA devem ampliar visto para 10 anos e reduzir fila
Os EUA devem elevar, de 5 para 10 anos, a validade dos vistos de turismo e de negócios para brasileiros. A medida é parte do pacote destinado a acelerar a concessão de vistos americanos no Brasil, que inclui um "mutirão" dos consulados para reduzir o tempo do processo. (págs. 1 e C1)

JORNAL DO BRASIL

Gabeira esconde Cesar da TV

O partido Democratas já enviou até seu representante ao comando da campanha de Fernando Gabeira (PV), o deputado federal Índio da Costa, mas verdes e tucanos preferem manter Cesar Maia afastado da propaganda eleitoral gratuita. O próprio prefeito admitiu ao JB que ficará de fora. Embora Gabeira afirme, publicamente, que o apoio não o prejudica, representantes das associações de moradores de Botafogo, Humaitá e Leme disseram-se decepcionados com a aliança. (pág. 1 e Eleições, pág. A6)

Petrobras pode deixar o Equador
A Petrobras sairá do Equador se não chegar a um acordo para manter suas operações de exploração de petróleo naquele país. A decisão foi anunciada pelo presidente Lula, ontem, em Angra dos Reis. (pág. 1 e Economia, pág. A20)

Candidatos azarões surpreendem e agora impõem medo
Fernando Gabeira (PV) no Rio, Walter Pinheiro (PT) em Salvador, Leonardo Quintão (PMDB) em Belo Horizonte e Gilberto Kassab (DEM) em São Paulo: são quatro dos principais exemplos de candidatos considerados sem chances no início da campanha. Eles arrancaram nas últimas semanas e agora entraram no jogo. (págs. 1 e A12)

Favela no Fundão choca alunos e professores
Duas mil pessoas vivem há mais de 30 anos numa favela dentro da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Fundão. Criada para operários da construção da Ponte Rio - Niterói, a Vila dos Funcionários tem 400 casas e faltam saneamento, água e luz. O contraste com a realidade universitária choca alunos e professores. (págs. 1 e A15)

CORREIO BRAZILIENSE

Como a crise afeta o brasiliense

Por causa da crise dos EUA, comprar no crediário está 3% ao ano mais caro no Distrito Federal. Além disso, os prazos de financiamento vêm sendo encurtados, o que vai aumentar o valor das parcelas e afastar os consumidores. No ramo automobilístico, novas tabelas com taxas maiores e períodos de pagamento menores chegam às agências e concessionárias toda semana. As financeiras reduziram o volume de empréstimos e estão sendo mais rigorosas na aprovação dos cadastros. Construtoras adiaram lançamento de obras. Por tudo isso, o crescimento de 2009 será bem menor que o previsto. (págs. 1 e 14 a 21)

Dólar dispara e chega a R$ 2,31
Nem medidas do governo seguram a alta da moeda e cotação sobe mais de 5% em um dia. (págs. 1 e 14 a 21)

Nações costuram pacote mundial
Estados Unidos, Japão e Europa definem injeção bilionária de dinheiro no mercado. (págs. 1 e 14 a 21)

PMDB amplia reinado nos grotões do país
Nos pequenos municípios com menos de 5 mil eleitores, espalhados pelo interior do Brasil, o PMDB reinou absoluto. Elegeu 409 de 1.940 prefeituras disputadas nessa faixa e, assim, garantiu 21,1% do bolo. Há quatro anos, a fatia peemedebista era de 20,8%. O PSDB ficou em segundo, seguido do PP e do DEM. (págs. 1 e 2)

Pechincha: cobertura de ex-reitor à venda
UnB fará leilão de 27 imóveis, entre eles o escandaloso apartamento usado pelo ex-reitor Timothy Mulholland na 310 Norte. Cobertura está avaliada em R$ 2 milhões. (págs. 1 e 31)

Segurança: Itapoã recebe primeiro posto
Governador Arruda e ministro Tarso Genro inauguram unidade policial na região carente de 85 mil habitantes, como parte de programa federal de segurança. (págs. 1 e 32)

VALOR ECONÔMICO

Mercado avalia perdas com dólar em derivativos

As operações de alto risco no mercado de derivativos que deram prejuízo a algumas empresas estão reduzindo a liquidez no mercado interno ao sangrar também o caixa dos bancos que atuaram como contraparte e que têm de pagar ajustes diários na BM&FBovespa toda a vez que o dólar sobe. Ontem, a moeda atingiu R$ 2,3110, com alta de 5,14% - 48% acima de seu nível mínimo, no dia 1º de agosto. O Valor teve acesso a ofertas feitas pelos bancos a empresas exportadoras para um hedge (proteção) contra a queda do dólar “ultra turbinado”, à semelhança da transação realizada pela Aracruz. Nessa operação de alto risco, a empresa aposta duas vezes que o real vai se valorizar. Fica vendida em dólar futuro duas vezes. Primeiro, vende o dólar para o banco no mercado futuro - uma tradicional venda de dólar a termo, com cotação prefixada. Essa transação pode não representar exposição a risco cambial se for casada com uma receita em dólar que a empresa tiver a receber. (págs. 1, C1 e A2)

Idéias - Rosângela Bittar
Lula transferiu votos a seus candidatos preferidos. (págs. 1 e A12)

Medidas inéditas e fé para recuperar a economia
Ao participar ontem de uma conferência em Evian, na França, o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, sentou-se encurvado e preocupado. Durante boa parte do tempo em que leu seu discurso, manteve as mãos em sinal de oração, com os olhos parados. Sua imagem é um símbolo do atual momento de perplexidade com o avanço da crise financeira mundial. "O sistema deve ser totalmente reformado", sugeriu Trichet. Pessimismo semelhante está estampado no relatório do FMI divulgado ontem, que prevê prejuízos de US$ 1,4 trilhão decorrentes da crise. Numa ação inédita desde a Grande Depressão dos anos 30, o Federal Reserve invocou poderes emergenciais e anunciou que vai emprestar dinheiro diretamente às empresas por meio da compra de "commercial papers", num total de US$ 1,6 trilhão. (págs. 1 e C2 a C12)

Fundos perdem recursos
O agravamento da crise internacional acelerou os resgates nos fundos de investimento. Só na semana passada, entre os dias 29 de setembro e 3 de outubro, a captação foi negativa em R$ 8,7 bilhões, com destaque para as carteiras de renda fixa. (págs. 1 e D2)

Queda das commodities reduz o efeito do câmbio na inflação
O dólar subiu 16,4% em setembro, mas o impacto do câmbio na inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi menor do que o efeito da queda ou estabilização dos preços das commodities. Depois de cair 0,38% em agosto, o IGP-DI subiu 0,36% no mês passado, influenciado principalmente pela reversão da deflação dos preços no atacado, que passaram de uma queda de 0,8% para uma alta de 0,44%, em grande parte devido ao comportamento do complexo soja (grão, farelo e óleo). Outros produtos refletiram o recuo das commodities, como o milho, e dos itens da cadeia petroquímica que caíram junto com os preços do petróleo. Com a forte alta do dólar nos últimos dias, há possibilidade de o quadro mudar. O risco é que a redução nos preços dos produtos primários não seja suficiente para compensar o impacto da desvalorização do real. (págs. 1 e A3)

Governo prepara novo reforço ao crédito rural
O governo estuda a ampliação da parcela de recursos de aplicação obrigatória no setor rural de 25% para até 30% no caso dos depósitos à vista e de 65% para até 70% na poupança rural. Essa é uma das opções para injetar mais dinheiro no campo e atender a forte demanda por capital de giro na época do plantio. A medida cobriria uma demanda de até R$ 6 bilhões por crédito, estima o governo. O secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Adoniran Sanches, diz que o governo também estuda mudar as regras dos fundos constitucionais do Centro-Oeste (FCO), do Norte e do Nordeste, que tiveram arrecadação 14% superior à prevista até agosto, ou R$ 527 milhões adicionais. A idéia seria permitir ao banco das cooperativas (Sicredi) fazer operações com recursos desses fundos, hoje restritas ao Banco do Brasil. A arrecadação adicional também poderia financiar o comércio exterior nessas regiões, por meio de ACCs, estimulando as tradings a financiar a safra. (págs. 1 e B12)

Idéias - Martin Wolf
Governos deveriam garantir por certo tempo os passivos dos bancos e recapitalizá-los. (págs. 1 e A17)

Indústria naval
O Tesouro Nacional fará um aporte de R$ 10 bilhões no Fundo da Marinha Mercante (FMM) para garantir o financiamento à indústria naval. Até a semana passada, 138 projetos demandavam créditos de R$ 8 bilhões. (págs. 1 e B1)

Venda de manufaturados
O faturamento da indústria diminuiu 2,3% entre julho e agosto, já descontados efeitos sazonais. Em relação a agosto de 2007, o resultado foi 0,8% maior. No acumulado do ano, a expansão é de 8,2%, o melhor resultado da série histórica da CNI, iniciada em 2003. (págs. 1 e A3)

Crise derruba preço do frete marítimo em 75% entre Ásia e Europa. (págs. 1 e B6)

Alta do dólar acelera planos da Hyundai
A rápida valorização do dólar frente ao real nas últimas semanas deve acelerar os planos da Hyundai Heavy Industries para instalar uma linha de montagem de automóveis no Brasil. O prazo acertado entre o distribuidor local e a fabricante coreana para decidir sobre a produção local era 2012, mas agora a expectativa é que a definição saia até o fim de 2009. A região de Sorocaba (SP) é a mais cotada para receber o projeto. Caso se concretize, a unidade será plataforma de exportação para toda a América Latina. O investimento previsto é de US$ 50 milhões. (págs. 1 e B9)

Dinheiro para a Linha 4
A concessionária ViaQuatro, responsável pela operação da Linha 4 (Amarela) do metrô de São Paulo, contratou ontem financiamento de US$ 368,7 milhões com o BID. Os recursos garantem o início da operação, previsto para fevereiro de 2010. (págs. 1 e B8)

GAZETA MERCANTIL

Empresas apostam no risco do dólar futuro

Os contratos de compra de dólar futuro na BM&F, feitos por empresas não-financeiras, dispararam como mais um reflexo do forte avanço da moeda. Entre os dias 29 de setembro e 6 deste mês, a posição líquida “comprada” em dólar pelas empresas - uma aposta na alta da moeda - subiu para US$ 1,933 bilhão, avanço de 68%. Por trás do movimento não está apenas a busca por proteção, mas também uma tentativa de reduzir prejuízos potenciais com operações mais arriscadas montadas com derivativos. Tentam evitar perdas como as da Sadia, que assumiu prejuízos de R$ 760 bilhões com derivativos. “Muitas empresas estão ‘vendidas’ no mercado de opções, o que pode levá-las a um prejuízo com o dólar alto”, diz Alexandre Ferreira, do banco WestLB. “Essas empresas estão com dificuldade em sair da posição ruim e buscam na compra de dólar futuro reduzir prejuízos.”A alta da cotação se manteve ontem com o dólar, apesar de o Banco Central ter realizado novo leilão cambial, de R$ 1,3 bilhão. Além do câmbio, os sinais da crise foram mantidos no mercado acionário. O Ibovespa caiu 4,66%, a 40.139 pontos, nível de 2006, acompanhando tendência das bolsas americanas, asiáticas e boa parte das européias. (págs. 1, B1 e B2)

Lula admite saída da Petrobras do Equador
O presidente Lula afirmou ontem que a Petrobras poderá sair do Equador caso a estatal não entre em acordo com o governo equatoriano. “Se tiver acordo, ótimo. Se não, a Petrobras vai procurar outro caminho”, disse Lula, que participou, em Angra dos Reis (RJ), do batismo da primeira plataforma totalmente construída no País. José Gabrielli, presidente da estatal, disse que a empresa não aceitará se tornar prestadora de serviço, exigência do presidente equatoriano, Rafael Correa. No mesmo evento, a ministra Dilma Rousseff anunciou recursos de R$ 10 bi para a indústria naval. (págs. 1, A12 e C9)

Deságio será alto no plano de salvamento
O pacote de socorro do governo norte-americano ao sistema financeiro do país indica um deságio de ao menos 50% no valor atual das carteiras inadimplentes de crédito subprime e de títulos lastreados nessas operações, avalia Luís Miguel Santacreu, da Austin Rating. A análise leva em conta o montante de ajuda de US$ 700 bilhões em relação ao US$ 1,4 trilhão em perdas com crédito e títulos desde o início da crise, estimados ontem pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Entretanto, esse deságio poderá chegar a 60% do valor dos ativos, já que o governo dos Estados Unidos precisará separar uma fatia dos recursos para injetar capital nas instituições, como prevê o plano de salvamento. (págs. 1 e B3)

EUA já perderam US$ 1,4 trilhão
Os prejuízos dos Estados Unidos com a crise financeira atingiram, até agora, a cifra de US$ 1,4 trilhão. Os cálculos foram divulgados por Jaime Caruana, diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI). (págs. 1 e B3)

Boas chances nos países do Bric
Pesquisa da consultoria Korn Ferry, com 3 mil executivos do mundo inteiro, aponta Brasil, Rússia, Índia e China como os países com as melhores oportunidades de crescimento profissional. (págs. 1 e C11)

Indústrias vão atrás de crédito para o produtor
Indústrias processadoras e exportadoras de soja se juntam a produtores rurais para reivindicar mais crédito ao governo federal. O grupo, que se reúne nesta semana na Casa Civil e no Ministério da Fazenda, pede que o governo libere financiamento de R$ 2 bilhões às tradings para que estas repassem o recurso, via empréstimos, ao produtor rural. “A escassez de crédito pode comprometera produção de soja e, com isso, a indústria teme perder mercado no exterior. Seria difícil reverter a situação”, diz Sérgio Mendes, diretor da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). (págs. 1 e B16)

Opinião
David Brooks: Hoje, os líderes do mundo têm de imaginar como estabilizar as economias em meio aos voláteis fluxos globais de capital. Esse teste está ancorado na mudança global do poder econômico. (págs. 1 e A12)

Opinião
Ariverson Feltrin: Escaldado pelas sucessivas crises, o brasileiro torce para que a crise externa não contamine o País e, não sem motivo, maldiz e xinga os americanos pelo rombo que buscam repassar ao mundo. (págs. 1 e A2)

Inflação
IGP-DI tem alta de 0,36% em setembro. (págs. 1 e A4)

Telecomunicações
Telefónica manterá investimento programado para a América Latina. (págs. 1 e C7)

CEF vai comprar carteira
A Caixa Econômica Federal (CEF) negocia a compra de carteiras de crédito. O vice-presidente da instituição, Márcio Percival, diz que mantém conversações com uma dúzia de bancos e pode investir até R$ 2,4 bilhões. (págs. 1 e B1)

Construtoras tentam se ajustar à nova realidade
Em razão dos problemas no mercado imobiliário, as grandes incorporadoras estão se ajustando à nova realidade. A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI), controlada pelo grupo Camargo Corrêa, anunciou ontem que adquiriu a totalidade das ações da incorporadora HM, da qual já possuía 81% das ações. O negócio foi fechado por R$ 12,44 milhões mais um volume de 3,9 milhões de ações. “Com essa decisão, a companhia terá mais liberdade para atuar no segmento de baixa renda”, garante Paulo Mazzali, diretor de finanças e relações com investidores da CCDI.Já a Rossi Residencial irá promover um aumento de capital de R$ 150 milhões e a revisão de seu plano de lançamentos para este ano e para 2009. Os lançamentos programados para 2008 terão uma retração de cerca de 16% no valor potencial de vendas - de R$ 2,5 bilhões para R$ 2,15 bilhões - e os previstos para 2009 sofrerão redução em torno de 33% - de R$ 3 bilhões para R$ 2,25 bilhões. A incorporadora InPar também mexeu no seu planejamento. Reduziu seu programa de lançamentos para 2008, de R$ 2,5 bilhões para R$ 1,65 bilhão, retornando à meta anunciada quando fez seu IPO. (págs. 1 e C10)

CNJ aprova bloqueio de conta única
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, ontem, a resolução que cria o Sistema Nacional de Cadastramento de Contas Únicas do Bacen-Jud (Banco Central-Judiciário), destinado a bloqueios financeiros, em casos de penhoras. O objetivo da resolução é evitar transtornos para as empresas - em face da multiplicidade de penhoras em contas diversas, com o mesmo valor de execução -, autorizando-as a indicar uma única conta para eventuais penhoras on-line. De acordo com a resolução do CNJ, as empresas comprometem- se a manter dinheiro suficiente nas contas únicas indicadas, proporcional aos valores da execução. Caso contrário, outras contas poderão ser, automaticamente, incluídas na penhora on-line. A resolução do CNJ entra em vigor em 30 dias e as empresas devem cadastrar essas contas especiais nos tribunais superiores, por requerimento impresso ou formulário eletrônico via internet. O aperfeiçoamento do Bacen-Jud foi motivado por “pedido de providências” da Companhia Brasileira de Distribuição, do Grupo Pão de Açúcar. O advogado do grupo, Paulo Ciari, do escritório Azevedo Sette Advogados, disse que a resolução beneficiará, principalmente, as empresas de grande porte, mas alertou que é necessário “manter saldo suficiente na conta indicada, ainda que, para tanto, seja necessário criar uma linha de crédito junto às instituições financeiras”. (págs. 1 e A8)

O ESTADO DE MINAS

O Brasil vai encolher

Estudo mostra que a população do país atingirá seu máximo em 2030, com 204,3 milhões de pessoas. A partir daí, queda na taxa de fecundidade fará com que o número de habitantes caia para 200,1 milhões em 2035. Total de jovens se reduzirá quase à metade e o de idosos duplicará, o que deve agravar os problemas da Previdência Social, com o aumento no volume de aposentadorias. ( págs.1, 23, 26, 27 e editorial ‘Um país de idosos’, 12)

Bolsa desaba, dólar avança
União Européia aumenta de 20 mil para 50 mil euros o mínimo de garantia de depósitos e se compromete a socorrer bancos em dificuldade. Medidas acalmam o mercado no continente. Mas nos EUA e no Brasil, as bolsas voltam a despencar. A Bovespa recuou 4,66%. O dólar continua em disparada e subiu mais 5,09% e fechou cotado a R$ 2,31. (págs. 1, 15 e 16)

Por que a crise nos EUA e na Europa assusta os pequenos bancos brasileiros (págs. 1 e 14)

Visto para os EUA deve ter duração de 10 anos
Embaixada americana negocia com o governo brasileiro a duplicação do prazo de validade da permissão de entrada nos Estados Unidos. (págs. 1 e 11)

Prefeitos acusados de corrupção levam a melhor nas urnas
Sessenta e nove (ou 54,76%) dos 150 prefeitos denunciados ou presos sob acusação de desvio de verbas públicas em Minas, nas três últimas operações da Polícia Federal e MP, conseguiram se reeleger no domingo. (págs. 1 e 3)

Caras novas na Câmara
Entre os 17 novos vereadores eleitos em BH, o comércio popular está bem representado com donos de sacolão, açougue e locadora. Mas também há motorista de ônibus, filhos de políticos e ex-parlamentares de volta. (págs. 1 e 7)

JORNAL DO COMMERCIO

Prefeito eleito teme saque em Jaboatão

Elias Gomes pediu fiscalização rigorosa e até intervenção na Prefeitura porque recebeu, entre outras denúncias, a de que computadores teriam a memória apagada. Secretário de Saúde foi exonerado com mais 361 pessoas e reforçou acusações. (pág. 1)

Crise já ameaça investimentos locais (pág. 1)

Detentos do Estado seguem para o Paraná (pág. 1)

"A CRÍTICA"

Polícia reúne pistas do assassinato do empresário Zeolando Nogueira, ocorrido na noite de segunda-feira, após assalto em sua loja de imóveis, e começa a trabalhar com a hipótese de execução. Velório foi realizado ontem, no bairro Coroado, Zona Leste.

Reajuste aprovado ao funcionalismo
Deputados aprovaram, em regime de urgência, mensagem do Governo do Estado que concede reajuste salarial a funcionários públicos.

Festival de Teatro
Público lota o Teatro Amazonas para assistir ao espetáculo "A Serpente", com texto de Nelson Rodrigues e montagem de Chico Cardoso.

Senado Federal


CCJ aprova projeto de Papaléo que beneficia associações

A
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (8), em decisão terminativa, projeto de lei de autoria do senador Papaleo Páes (PSDB-AP), que substitui a expressão "para fins não econômicos" por "fins não lucrativos", quando se tratar de formação de associações, conforme determina o artigo 53 do Código Civil. Ao defender a aprovação de seu projeto (PLS 336/07), o senador disse que a expressão "fins não econômicos" pode vir a ser um entrave para a atuação de associações no tocante à captação de recursos. Ele lembrou que é usual que, para a obtenção de recursos, as associações comercializem brindes, camisetas e outros produtos, prática que garante a sustentabilidade das entidades.
Cláudio Bernardo / Agência Senado

Convênios do Amapá com a União

Sarney consegue recursos para o combate à malária e a melhoria sanitária em Santana

O gabinete do senador José Sarney (PMDB-AP) informa que, dia 03/10, foram liberados, pelo Ministério da Saúde, R$335.000 (Trezentos e trinta e cinco mil reais) para o município de Santana/AP. O valor total previsto pelos convênios assinados entre o Ministério e o município é de R$1.675.000 (Um milhão, seiscentos e setenta e cinco mil reais). O chefe de gabinete do senador, senhor Lima Jr, informou que a equipe de assessores do gabinete vinha acompanhando, junto ao Ministério, a liberação dos recursos, mas que, por dificuldades burocráticas, o pagamento estava encontrando dificuldades. “Foi necessária a intervenção direta do senador Sarney, junto ao ministro, para que fossem pagas estas primeiras parcelas”, explicou o chefe de gabinete. Segundo esclareceu ainda Lima Jr., para drenagem e manejo ambiental para o controle da malária, já foram pagos R$135.000 (Cento e trinta e cinco mil reais), de um total previsto da ordem de R$675.000 (Seiscentos e setenta e cinco mil reais). Para a melhoria do sistema de esgotamento sanitário da cidade, também já foram pagos R$200.000,00 (Duzentos mil reais), de uma previsão total de R$1.000.000,00 (Um milhão de reais). Segundo Lima Jr., os dados dos convênios aqui relacionados podem ser obtidos no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) desde o dia 04/10, mas que, eventualmente, os valores poderão ser atualizados. As informações estão também no Portal da Transparência, do Governo Federal.

O que é?


O Portal da Transparência, lançado em novembro de 2004, é um canal pelo qual o cidadão pode acompanhar a execução financeira dos programas de governo, em âmbito federal. Estão disponíveis informações sobre os recursos públicos federais transferidos pelo Governo Federal a estados, municípios e Distrito Federal – para a realização descentralizada das ações do governo – e diretamente ao cidadão, bem como dados sobre os gastos realizados pelo próprio Governo Federal em compras ou contratação de obras e serviços, por exemplo. Ao acessar informações como essas, o cidadão fica sabendo como o dinheiro público está sendo utilizado e passa a ser um fiscal da correta aplicação do mesmo. O cidadão pode acompanhar, sobretudo, de que forma os recursos públicos estão sendo usados no município onde mora, ampliando as condições de controle desse dinheiro, que, por sua vez, é gerado pelo pagamento de impostos. O Portal da Transparência é uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) para assegurar a boa e correta aplicação dos recursos públicos. Sem exigir senha de acesso, o objetivo é aumentar a transparência da gestão pública e o combate à corrupção no Brasil.

Veja também:




Fique de olho...

Diário Oficial da União
Quarta-feira, 08 de outubro de 2008

O Amapá no D.O.U.:


2ª CÂMARA
EXTRATO DA PAUTA Nº 37/2008
(EXTRAORDINÁRIA PÚBLICA)

Sessão em 14 de outubro de 2008 às 16h
Resumo das listas dos processos incluídos em Pauta, para apreciação e julgamento pela 2ª Câmara, na Sessão Extraordinária Pública, de acordo com os artigos 17, 134, 135,137 e 141, §§ 1º a 5º, do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 155/2002, com alterações promovidas pela Resolução 195/2006

PROCESSOS RELACIONADOS

(...)

TC- 022.188/2007-9
Natureza: Prestação de Contas
Responsáveis: Ademir Souza Dias, CPF 044.322.902-34; Alfredo da Silva Braga, CPF 051.260.022-87; Anderson de Melo Nobre, CPF 415.114.252-53; Antônio Carlos dos Santos Rodrigues, CPF 303.597.082-34; Cláudia Maria do Socorro Cruz Fernandes Chelala, CPF 184.433.202-06; Dorivaldo Carvalho dos Santos, CPF 152.771.002-53; Edmilson Nunes da Costa, CPF 179.817.602-59; Fernando Otávio da Conceição Nascimento, CPF 154.331.022-20; João Almeida de Arruda, CPF 415.330.542-15; João Brazão da Silva Neto, CPF 000.915.452-34; João Nascimento Borges Filho, CPF 208.897.042-87; José Alberto Tostes, CPF 207.499.532-68; Jose Carlos Tavares Carvalho, CPF 208.760.252-20; Luciana Santos Ayres da Silva, CPF 324.834.302-87; Manoel Azevedo de Souza, CPF 047.461.042-04; Maria de Fátima Pereira da Silva Gardes, CPF 066.725.402-10; Maria Joanira Sousa dos Santos, CPF 236.420.252- 34; Maria Lúcia Cabral de Castro, CPF 037.366.872-49; Maritânia dos Santos Pinheiro, CPF 163.550.162-87; Nair Mota Dias, CPF 209.006.602-44; Paulo Jorge de Jesus, CPF 333.045.212-91; Raimundo Gomes Barbosa, CPF 066.865.592-53; Rilson Garcia Paz,
CPF 357.744.102-00; Rosemary Ferreira de Andrade, CPF 064.368.462-04; Rosilene Seabra de Aguiar, CPF 282.144.802-30; Rosinete da Silva Nascimento, CPF 341.657.462-15; Rusivel Bezerra da Costa, CPF 316.235.652-00; Sérgio Cléber de Sá Miranda, CPF 112.687.782- 49
Entidade: Fundação Universidade Federal do Amapá - Unifap
Exercício: 2006
Advogado constituído nos autos: não há

DOU – Seção I - página 73

O DIRETOR DE CONTROLE DE EFETIVOS E MOVIMENTAÇÕES, no uso da competência que lhe foi subdelegada pela Portaria nº 117 - DGP, de 12 de dezembro de 2001, e de acordo com o art. 80 da Lei nº 6.880, de 9 de dezembro de 1980, resolve:
(...)

2. PRAÇAS
a. De acordo com o inciso XIII, do Art. 82, da Lei nº 6.880, de 9 de dezembro de 1980, e Nota do Comandante do Exército nº001-A1.13, de 11 de outubro de 2006, por ter sido convocado para realizar a 2ª fase de concurso público:
- 1º Sgt Com ( 041995494 - 6 ) LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA ROCHA, do 2º BIS ( BELÉM - PA ), a contar de 22 de agosto de 2008.
b. De acordo com o inciso XIV, combinado com o parágrafo 4º, todos do Art. 82, da Lei nº 6.880, de 9 de dezembro de 1980, por terem se candidatado a cargos eletivos:
1) 1º Sgt Com ( 014642133 - 4 ) MARCOS PEREIRA DE AZEVEDO, da Bia Cmdo / 1ª Bda AAAe ( GUARUJÁ - SP ), a contar de 25 de agosto de 2008; 2) 1º Sgt Sau ( 019557563 - 4 ) EMILIANO BARBOSA BARATA, da Cia Cmdo / 10ª Bda Inf Mtz ( RECIFE - PE ), a contar de 14 de agosto de 2008;
3) 2º Sgt Eng ( 072452844 - 3 ) JOSEILTON BEZERRA DE AZEVEDO, do 7º BEC ( NATAL - RN ), a contar de 6 de julho de 2008; e
4) 2º Sgt MB ( 011203204 - 0 ) GEOVANE DOS SANTOS DARES, do Cmdo Fron Amapá / 34º BIS (MACAPÁ - AP ), a contar de 21 de agosto de 2008.
DOU – Seção II - página 8

Ministério das Cidades

GABINETE DO MINISTRO


PORTARIA No- 490, DE 6 DE OUTUBRO DE 2008

O MINISTRO DE ESTADO DAS CIDADES, no uso das atribuições que lhe confere o parágrafo único, inciso I, art. 87 da Constituição Federal, e o inciso V, art. 7º do Decreto nº 5.790, de 25 de maio de 2006, resolve:

Art. 1º Designar, na forma do Anexo, os novos membros, titulares e suplentes, integrantes do Conselho das Cidades, eleitos na 3ª Conferência Nacional das Cidades, nos termos do art. 4º do Decreto nº 5.790, de 26 de maio de 2006.
Parágrafo único. A condição de titular, suplente e observador, dos representantes do segmento Poder Público Estadual observará o critério de rodízio entre os Estados, o Distrito Federal e as Entidades Civis, conforme estabelecido no inciso II, do art. 4º, do Decreto nº 5.790, de 26 de maio de 2006.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se a Portaria nº 348, de 4 de julho de 2008.

MARCIO FORTES DE ALMEIDA

II - Representantes do Poder Público Estadual:

(...)
3 - Governo do Estado do Amapá
João Clébio Lima Machado
DOU – Seção II - página 34

EMBRAPA AMAPÁ

EXTRATO DE COMPROMISSO

Espécie: Termo Simplificado de Compromisso; Partes: Embrapa Amapá e a Associação das Famílias da Escola Família Agrícola da Região do Pacuí; Objeto: Implantação, acompanhamento e avaliação de unidade demonstrativa de produção de mudas de bananeira; Modalidade de Licitação: não aplicável; Fonte de Recursos: não aplicável; Data da Assinatura: 26/09/2008; Vigência: 1 (um) ano da data da assinatura; Signatários: Silas Mochiutti, pela Embrapa Amapá e Alessandro Rigamonti
Junior pela Associação.

RESULTADO DE JULGAMENTO

PREGÃO Nº 10/2008
A embrapa Amapá, comunica resultado do pregão eletrônico 10/2008, objeto aquisição de veiculo automotor, Vencedor BETRAL VEICULOS LTDA CNPJ 34.862.979/0001-29 valor R$ 97.250,00.
PAULO SILVA NASCIMENTO
Pregoeiro
DOU – Seção III - página 5

EXTRATO DO 3º- TERMO ADITIVO AO CONVÊNIO Nº- 4611/ 2005

CONVENENTES: Celebram entre si a União Federal, através do Ministério da Saúde - CNPJ Nº- . 00.530.493/0001-71, e PREF MUN. SANTANA, Estado do AMAPA - CNPJ Nº- . 23.066.640/0001-08. OBJETO: Prorrogar a vigência do Convênio Nº-. 4611/2005, destinado "Construção de Unidade de Saúde, Aquisição de Equipamento e Material Permanente", até 21/03/2009, a contar de seu vencimento.
PROCESSO: 25000.202689/2005-59.
VIGÊNCIA: Entrará em vigor a partir de sua assinatura até 21/03/2009.
DATA DE ASSINATURA: 19/09/2008.
SIGNATÁRIOS: ARIONALDO BOMFIM ROSENDO - C.P.F. Nº-182.782.991-53 - DIRETOR-EXECUTIVO DO FUNDO NACIONAL DE SAÚDE/MS; JOSE ANTONIO NOGUEIRA DE SOUSA - C.P.F. Nº- . 324.570.492-53, PREFEITO, PREF MUN SANTANA.
DOU - Seção III – página 98


SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO PARÁ E AMAPÁ

EXTRATO DE TERMO ADITIVO Nº 2/2008

Número do Contrato: 2/2008.
Nº Processo: 50602000631200611.
Contratante: DNIT-DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAEST. DE TRANSPORTES. CNPJ Contratado: 10788628000157.
Contratado : DELTA CONSTRUÇÕES SA
Objeto: Prorrogação de prazo por mais 60 dias consecutivos elevando o prazo de conclusão para180 dias. Fundamento Legal: Art, 57, Parag. 1º ,III e V da Lei 8.666/93 e clausula sexta.
Vigência: 09/10/2008 a 08/12/2008.
Data de Assinatura: 07/10/2008.
(SICON - 07/10/2008) 393016-39252-2008NE900011
DOU - Seção III – página 139

GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO


AVISO DE ADIAMENTO PREGÃO PRESENCIAL Nº- 35/2008
Avisamos aos interessados do pregão acima mencionado, cujo objeto é aquisição de bens de consumo (material de expediente) para atender 49 (quarenta e nove) Escolas da Rede Estadual do Ensino Médio, que a data de sua abertura foi adiada para o dia 14/10/2008 às 09H. Informações: Av. Fab, 96 - Centro Macapá - Amapá, Fone (96) 3212-5116/5008.
AUGUSTO WANDERLLEY ARAGÃO DA SILVA JÚNIOR
Pregoeiro
DOU – Seção III - página 166

Destaques de interesse nacional:

ATOS DO PODER EXECUTIVO
Decreto institui Dia Nacional do Combate a Cartéis
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO
IBGE lança edital de concurso para 13 vagas de pesquisador
MEC
Norma dita procedimentos de adesão de instituições ao ProUni 2009
MS
Municípios cearenses têm incentivo do Programa HIV/Aids e outras DSTs
MCID
Orçamento operacional do FGTS tem legislação alterada
MDS
Conheça as regras para ingresso no Programa Bolsa Família

Wilson Figueiredo*

A Constituição e algumas considerações

A Constituição fez 20 anos sábado, à feição sem compromisso de "Mamãe faz cem anos", de Carlos Saura, sem ninguém se lembrar de que, ao olho estrábico da História, o material é de boa qualidade. Só faltou a cena inicial com Ulisses Guimarães descendo numa cadeirinha em plena solenidade. A monarquia por aqui se sustentou com apenas uma constituição, embora outorgada, durante 49 anos que não foram fáceis.
A República soma 4 constituições nascidas de assembléias constituintes, respectivamente em 1891, 1934, 1946 e 1988, sem prejuízo da que bancou, em 1937, o Estado Novo. Foram 8 anos de ditadura, sem liberdade de imprensa, sem Congresso e sem eleição (e com prisões abarrotadas de presos políticos). A estatística não secou: os atos institucionais, do primeiro ao quinto, caíram pela falta de legitimidade e de opinião pública.
Começou bem a Constituinte de 1986/88, embora pudesse também acabar mal aquele festival de amadorismo. A Constituição fez 20 anos vergada ao saldo de 62 emendas que a poliram. O temor se limitou ao fato de se ouvir e ler que deputados e senadores estavam "escrevendo a Constituição". Constituições são aprovadas com responsabilidade política. Escrevem-se carta, livro, bilhete. É pouco para a responsabilidade do mandato eletivo.
Em plena batalha, o presidente José Sarney arriscou a profecia de arrepiar os cabelos ao advertir para o risco de ingovernabilidade, enrolada como uma serpente no meio de tantas emendas. Contaram-se 492 alterações no anteprojeto original, pela carência de segurança institucional, e não mais a do Estado com medo da cidadania. Tratava-se de dar à nova Constituição fundações flexíveis como nos edifícios altos em países onde a terra treme por princípio geológicos. Dos 250 artigos iniciais, 117 passaram por alguma alteração. A criatividade parlamentar gerou 65.809 emendas às Disposições Transitórias, porque a vida política estava atrasada e todos tinham pressa.
Leia o artigo completo no “Tribuna da Imprensa” de hoje

*Wilson Figueiredo
é jornalista com 63 anos de carreira. Trabalhou em inúmeros veículos, como a "Agência Meridional", "Folha de Minas", "Manchete", "Mundo Ilustrado" e "O Cruzeiro". Foi um dos principais colaboradores do "Jornal do Brasil", onde trabalhou por 47 anos.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Garibaldi Alves Filho fala sobre importância de Sarney para a redemocratização

Sarney, com seu espírito democrático, agiu como estuário que abrigou todas as correntes sociais, canalizando aspirações, interpretando demandas e expectativas, (...) abriu as comportas da liberdade, dando lugar às pressões e contrapressões, acomodando interesses de grupamentos, classes e categorias sociais, ajustando o nosso sistema democrático


Em 1988, ano de aprovação do texto da Constituição em vigor, o presidente do Senado, Garibaldi Alves, exercia mandato de prefeito de Natal, capital de seu estado, eleito no primeiro pleito após os 20 anos de regime militar. A Assembléia Constituinte que deu ao Brasil um novo marco normativo, avalia ele, foi resultado do espírito cívico que se espraiava pelo país naquele momento e que orientou o trabalho dos parlamentares.
Havia necessidade, diz o senador nesta entrevista à Agência Senado, de o país passar a limpo sua história mais recente e começar a desenvolver capítulos democráticos. Os constituintes, na opinião de Garibaldi Alves, atuaram inspirados no respeito aos preceitos da pluralidade, da ética e do compromisso com as questões transcendentais da vida nacional.
Vinte anos depois, Garibaldi Alves considera que é o momento de o Legislativo exercer por completo suas funções constitucionais e, para isso, deve ter uma agenda mais forte que a imposta pelo Executivo por meio da edição abusiva das medidas provisórias. O Parlamento, afirma ainda o presidente do Senado, precisa completar a legislação infraconstitucional para evitar interpretações seguidas do Judiciário sobre a Constituição Federal.

Agência Senado: Eleito em Natal, na primeira eleição direta para prefeito, depois de vinte anos de regime militar, naquele momento o senhor sabia que estava fazendo história?
Senador Garibaldi Alves: Eu tinha consciência de que estava participando de um momento histórico. Disputei meus primeiros mandatos no auge da ditadura militar, em plena vigência de atos institucionais - e o mais duro deles, o AI-5.Em 1985, o ano da redemocratização, foi restabelecida a eleição livre e direta para prefeitos das capitais e claro que foi uma ocasião muito importante para mim: depois de duas décadas tornei-me prefeito eleito da terra onde nasci e assumi o primeiro mandato em cargo no Executivo.

Agência Senado: O senhor se surpreendeu quando o então presidente José Sarney convocou essas eleições, dando início à redemocratização do país?
Senador Garibaldi Alves: O presidente José Sarney, com seu espírito democrático, agiu como estuário que abrigou todas as correntes sociais, canalizando aspirações, interpretando demandas e expectativas, o que redundou na abertura do ciclo da redemocratização. Seu governo abriu as comportas da liberdade, dando lugar às pressões e contrapressões, acomodando interesses de grupamentos, classes e categorias sociais, ajustando o nosso sistema democrático aos paradigmas da liberdade, do direito, da justiça e da cidadania. Não me surpreendi por conhecer a alma cívica e democrática do presidente Sarney.

Agência Senado: Em algum momento, o senhor viu risco de retrocesso no pacto republicano que a oposição fazia com os generais?
Senador Garibaldi Alves: É evidente que risco em início de um processo de democratização sempre há. Havia certo receio de que as coisas poderiam caminhar de forma acelerada, de modo a incomodar certos setores radicais. Mas os caminhos para a consolidação do ciclo da redemocratização foram bem pavimentados. As lideranças, a partir do presidente José Sarney, souberam manter e ampliar canais de diálogo e articulação com o sistema militar.

Agência Senado: Em algum momento, o senhor teve dúvidas de que Sarney iria mesmo convocar a Assembléia Constituinte?
Senador Garibaldi Alves: A Assembléia Constituinte resultou do espírito cívico que se espraiava pelo país naquele momento. Havia necessidade de o país passar a limpo sua história mais recente e começar a desenvolver capítulos democráticos. Para tanto, fez-se necessária a convocação da Constituinte, que deu ao Brasil um novo marco normativo. O presidente Sarney foi quem abriu as portas do novo país que se desenhou a partir de 1988.

Senado Federal


Papaléo requer sessão especial em homenagem aos 20 anos da elevação do Amapá à condição de Estado federativo

O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) apresentou, nesta terça-feira (7), requerimento para a realização de sessão especial em homenagem à criação do Estado do Amapá, nascido com a promulgação da Constituição federal, no dia 5 de outubro de 1988, há 20 anos.
- Passou praticamente em branco essa grande data para o país e, principalmente, para os ex-territórios - disse o senador.
Além do Amapá, o ex-território de Roraima foi elevado à condição de estado a partir da nova Carta, além de ter sido criado o estado de Tocantins, a partir da divisão de Goiás.
Papaléo também questionou declaração feita pouco antes pelo senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que comparou os salários da Polícia Civil de São Paulo, de quase R$ 4 mil, com os recebidos pelos policiais do Distrito Federal, de cerca de R$ 12 mil. Segundo Papaléo, não se pode fazer essa comparação porque quem paga os salários dos policiais no Distrito Federal é a União. A Polícia Civil de São Paulo está em greve.
Ele mencionou ainda a "injustiça" praticada contra os policiais do ex-território do Amapá, que deveriam receber o mesmo reajuste pago aos policiais da capital federal, algo que, segundo ele, não ocorre.
Agência Senado

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