quarta-feira, 2 de março de 2011

Presidência do Senado


Quinta-feira
03/03/2011

10:00 - Reunião da Mesa Diretora - Sala de Audiências

11:30 - Ministro Benjamin Zymler, presidente do Tribunal de Contas da União e ministro Augusto Nardes, vice-presidente - Sala de Audiências

16:00 - Sessão Solene de posse do ministro do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz FuxPlenário do Supremo Tribunal Federal - Praça dos Três Poderes

Linha de Transmissão: Bala Rocha sugere alternativa para Eletronorte

Em discurso na tribuna do plenário da Câmara dos Deputados, o Deputado Federal Bala Rocha (PDT/AP) voltou a tratar da Linha de Transmissão entre Calçoene e Oiapoque. A cidade ao norte do Amapá sofre com constantes apagões. O parlamentar acredita que o assunto merece prioridade por parte da Eletronorte, e indica uma proposta concreta para a resolução do problema, uma vez que a estatal alega que só pode construir uma linha de transmissão com capacidade acima de 230 kVA. “Basta a Eletronorte elevar a tensão para atender também a Guiana Francesa e, quem sabe, vender energia para ela e para o Suriname. O Amapá será um dos grandes produtores de energia em breve, face à construção de novas hidrelétricas. Isto também vai viabilizar a banda larga”, afirma. Bala Rocha tem uma audiência marcada com o presidente da instituição nesta quinta-feira, 3, onde voltará a abordar o tema e tentar solucionar a questão.


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Representante do MERCOSUL lembra que Sarney foi pioneiro na construção política da entidade


Em visita ao presidente Sarney, o alto representante do MERCOSUL, Samuel Pinheiro Guimarães, sugeriu que o Senado realize uma sessão especial de comemoração dos 20 anos do MERCOSUL, entidade criada em 26 de março de 1991. Pinheiro Guimarães lembrou que na presidência da República, em 1988, José Sarney tomou iniciativas para a integração política e econômica dos países da América do Sul. Em 1991, essas articulações resultaram no Tratado de Assunção, assinado pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e que criou o mercado comum entre esses países. Pinheiro Guimarães também defende uma política brasileira cada vez mais presente na América do Sul dentro dos princípios de não intervenção, de autodeterminação e de cooperação. Os desafios da América do Sul reclamam grandes esforços políticos e econômicos dos países mais desenvolvidos da região, segundo Pinheiro Guimarães.

Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado



História e Verdade


Você sabia?

Que foi Sarney o grande artífice do “Mercosul”, pois foi a força política que efetivamente viabilizou esse importante mercado no “Cone Sul”? Ao remanejar as forças militares brasileiras do Sul para o “Projeto Calha Norte”, matou dois coelhos numa cajadada só: por um lado, permitiu a distensão das históricas desconfianças militares Brasil-Argentina na Bacia Platina e, ao mesmo tempo, viabilizou um importante projeto de defesa da Amazônia, com o “Projeto Calha Norte”.
Os frutos dessa política têm sido colhidos até hoje,. E muitas outras frentes de atuação internacional também foram abertas pelo Brasil. Criou-se a “Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul”, no âmbito do qual foi possível ao Brasil interferir corno elemento político importante para o que os EUA, por exemplo, não invadisse a Nicarágua. Assim, houve a ajuda do Brasil na pacificação de conflitos na América Central.
Participou-se, também, ativamente, desde sua instituição, do “Mecanismo de Consulta e Concertação Política do Grupo do Rio”. E em1988, o Brasil voltou a ocupar um assento não-permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, depois de 20 anos de ausência daquele órgão. O lançamento da Rodada Uruguai do GATT, cor 1986, que havia suscitado grande polêmica internacional em razão da tentativa de inclusão nas negociações do item “serviços”, além de bens e mercadorias, contou com a decidida contribuição brasileira, pois o Brasil integrou todos os 15 grupos de trabalho da Rodada: assegurou-se a presença brasileira na discussão da regulamentação do comércio internacional nos mais diversos setores.
A unidade lingüística do Brasil é, por outro lado, um ativo nacional que, no plano externo, incide na prioridade concedida tradicionalmente às nações africanas de expressão portuguesa. No governo Sarney, com o concurso do então Ministro da Cultura, José Aparecido, criou-se o “Instituto Internacional da Língua Portuguesa”, que hoje está em pleno funcionamento dentro do atual estágio de desenvolvimento da “Comunidade dos Povos de Língua Portuguesa.

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Nova República reformula agenda diplomática do Brasil

Relações multilaterais

Agenda diplomática

Sarney: pressão da opinião pública ajudará na aprovação da reforma política


A pressão da opinião pública fará com que a Reforma Política seja aprovada de forma célere, disse o presidente José Sarney ao chegar ao Senado nesta quarta-feira (2) à Casa. Para o senador, a diferença de prazos das duas comissões do Congresso para promover mudanças na política nacional - 45 dias no Senado e 180 na Câmara - não comprometerá a aprovação de um projeto sobre o tema.
- Acho que há hoje uma pressão da opinião pública e uma consciência nacional de que esse assunto não pode mais ser postergado. Acredito que isso vai naturalmente obrigar todos nós a resolver esse assunto - frisou o parlamentar.
Sarney também comentou o início dos trabalhos da comissão do Senado, que aprovou nesta terça-feira (1º) uma agenda de discussão. Para o senador, a comissão deve cumprir o prazo estabelecido.
- Estamos trabalhando com uma metodologia de não fazer uma discussão teórica, mas uma comissão tópica sobre os assuntos que estão entravando o funcionamento da vida pública brasileira - afirmou.
Comissão da Câmara
Ao ser indagado por jornalistas se a presença de deputados que têm processos na Justiça prejudicaria os trabalhos da Comissão da Reforma Política da Câmara dos Deputados, Sarney disse que a responsabilidade da indicação dos membros cabe à Câmara.
- As escolhas dos nomes da comissão da Câmara dos Deputados são de responsabilidade do presidente Marco Maia. Acredito que ele tenha feito [essas escolhas] com absoluto espírito de fazer uma comissão que fosse melhor - assinalou.

Rodrigo Baptista / Agência Senado

CCJ rejeita proposta que acaba com exame da OAB


A proposta de emenda à Constituição (PEC 1/10) que prevê reconhecimento do diploma de curso superior como comprovante da qualificação profissional foi rejeitada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (2). Em seu parecer, o relator da matéria, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), argumentou que a aprovação da proposta iria impedir que diplomados em cursos de graduação sejam submetidos a avaliações ou registros profissionais. A matéria, agora, será examinada em Plenário.
Na avaliação de Demóstenes, a proposta, de autoria do então senador Geovani Borges, iria suprimir a validade legal de exames feitos por entidades profissionais para habilitar o exercício da profissão como, por exemplo, o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Em sua opinião, esse teste é importante para a segurança das pessoas que precisam dos serviços dos advogados.
- Esse exame virou tormento para os bacharéis formados no Brasil. Convenhamos, um advogado que não alcançou nota cinco para obter a carteira, não dá. Não dá pra aprovar um promotor, um juiz, um delegado que não consegue alcançar nota cinco. Que segurança oferece um profissional que não se encontra preparado para exercer sua profissão? - questionou.
O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) afirmou não haver unanimidade quanto à necessidade da adoção do exame da OAB para qualificar os profissionais. Ele observou que, em Recife, há decisões judiciais que impedem de forma temporária a realização da prova. No entanto, Valadares reconheceu a necessidade deste tipo de avaliação profissional em razão da baixa qualidade do ensino no Brasil.
- Pena que em um país como o nosso um advogado, para exercer sua profissão, passe por um exame de Ordem, o que mostra que a qualidade do ensino ainda está lá embaixo - lastimou.

Qualidade

O exame da OAB, na avaliação do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), realiza o controle da qualidade dos profissionais que vão atuar na sociedade, bem como incita o aperfeiçoamento das universidades. Os estudantes têm rejeitado as faculdades que possuam um baixo nível de aprovação no teste, observou Lindbergh.
Apesar de haver uma "mercantilização" do exame da Ordem, na avaliação do senador Pedro Taques (PDT-MT), as provas ainda são necessárias para evitar que o profissional atue sem o mínimo de conhecimento. A necessidade desses exames, na visão da senadora Marta Suplicy (PT-SP), é uma "infelicidade" para o país e deve-se à "enxurrada de faculdades de quinta categoria".
O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) disse ficar comovido com a situação de milhares de estudantes brasileiros que enfrentam dificuldades para se formar e, depois, não podem exercer a profissão devido à falta de qualidade da instituição em que estudou.
- Queremos manter um controle para que os operadores do direito estejam bem preparados. Mas me comove o fato de milhares de brasileiros passarem anos, trabalhando de dia e estudando à noite, e, depois, se depararem com um 'Himalaia' de frustração, porque não conseguem ser aprovados na Ordem - disse Crivella.
O governo, segundo Jorge Viana (PT-AC), tem feito acompanhamento da qualidade das universidades. Assim, acrescentou ele, em médio ou longo prazo o país vai atingir um padrão de qualidade tal que permitirá reestruturação da aplicação desses exames.
Para o senador Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), o exame de Ordem é "um remédio duro", mas necessário enquanto as faculdades não formarem bons profissionais. Também se manifestaram pela manutenção do exame da OAB os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Alvaro Dias (PSDB-PR).

Iara Farias Borges / Agência Senado

Dilma: não vamos parar de investir no Brasil


A presidenta Dilma Rousseff, durante cerimônia de anúncio da implantação do Terminal de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Bahia, deu a senha sobre o comportamento do governo federal: “não vai parar de investir”. A presidenta explicou que pretende “controlar os gastos”, mas assegurar recursos necessários para que “o Brasil cresça com mais qualidade e de forma acelerada”. Um dos exemplos é a obra do terminal de GNL que terá investimentos de US$ 706 milhões, com oferta de 850 empregos diretos e 2,4 mil postos de trabalho indiretos.“É por isso que viemos aqui hoje lançar o programa de investimento. Não estamos cortando investimentos. Além disso, lancei também o reajuste do programa ‘Bolsa Família’ que irá privilegiar o social dentro do esforço do governo de erradicar a miséria”, disse a presidenta.No começo do discurso, a presidenta Dilma afirmou que a obra da Petrobras consiste na oportunidade para o estado da Bahia gerar emprego e renda para a população. Numa outra vertente, conforme explicou, a oferta de gás ao mercado também alavancará o crescimento do setor privado. Em seguida, a presidenta destacou a importância da Petrobras para o desenvolvimento econômico brasileiro e citou o lucro líquido de R$ 35,189 bilhões registrado em 2010 para mostrar o tamanho da companhia petrolífera.“Primeiro quero dar os parabéns a Petrobras. Vocês devem ter visto que a Petrobras teve maior lucro da história da empresa. Um crescimento muito significativo. Então, cumprimento os funcionários da Petrobras. Quero dizer que tenho muito orgulho de ter sido presidenta do Conselho de Administração da Petrobras.”Depois, a presidenta Dilma Rousseff destacou a atuação da empresa, como por exemplo, na descoberta da camada do pré-sal que “funciona com espécie de passaporte para o futuro”. Ela lembrou que no goverro do ex-presidente Lula ocorreu o aumento do poder de investimeto da empresa em novas descobertas, bem como proporcionou, com a política para o segmento de petróleo e gás, que os funcionários da empresa tivesse aumento da autoestima.A presidenta previu também que este ano haverá maior investimento na área de petróleo e gás. Um dos fatores é exatamente a planta de GNL da Bahia que até o ano de 2013 levará o país à autosuficiência na produção de gás. Para se ter ideia da dimensão do projeto, quando entrar em operação o terminal acrescerá o equivalente ao volume de gás que o país importa da Bolívia. “Com esse terceiro terminal iremos produzir 35 milhões de metros cúbicos de gás por dia. Se importamos 33 milhões de metros cúbicos da Bolívia, significa que estamos construindo um gasoduto Bolívia-Brasil. Por isso devemos fazer todo esforço para que o fornecimento de gás fique pronto em 2013″, disse.No discurso, a presidenta informou aos empresários que mais cedo, em Irecê, no sertão baiano, assinou decreto que reajusta o valor do benefício do ‘Bolsa Família’. Ela disse que havia defasagem, pois desde setembro de 2009 o repasse mensal estava congelado por causa do período pré-eleitoral. A presidenta explicou que a fórmula adotada para o reajuste permite aumento de 45,5% ao benefício pago na parcela variável, ou seja, uma família maior tem mais recursos, enquanto parte fixa -- benefício por família -- recebeu um percentual menor."É sabido que quanto mais pobre uma família maior o número de filhos. Além disso, se você olhar, a distribuição de renda prejudica crianças e jovens em detrimento de adultos e mais velhos. Demos um aumento maior proporcionalmente ao numero de filhos. Um reajuste maior para cuidar das crianças. Isso levou a darmos um reajuste de 45%, mas a média ficou em 19%. Então, nós estamos fazendo um grande esforço num primeiro passo no programa de erradicação da miséria.”A presidenta explicou que o crescimento econômico do país deve estar atrelado à redução das desigualdades. Por isso, conforme assegurou, para que o Brasil chegue a quinta ou a quarta economia mundial “é necessário um requisito: que o povo acompanhe o crescimento da economia, que não fique para trás, que não seja abandonado. Por isso que escolhi como lema do meu governo: País rico é País sem pobreza”.

Aeroporto de Macapá: Bala Rocha tem audiência com presidente da Infraero

Jaime Parreira, diretor de engenharia, João Márcio Jordão, presidente da Infraero, Senador Randolfe Rodrigues, Deputada Federal Marcivânia e Deputado Federal Bala Rocha

Em 2010, mais de 500 mil passageiros utilizaram o Aeroporto de Macapá. A previsão para 2015 é de que este número passe os 700 mil. No entanto, a atual estrutura não consegue oferecer conforto e comodidade para os usuários. Em face do problema, o Deputado Federal Bala Rocha (PDT/AP), o Senador Randolfe Rodrigues e a Deputada Federal Marcivânia, se reuniram com João Márcio Jordão, presidente da Infraero, e Jaime Parreira, diretor de engenharia da instituição para tratar das obras do Aeroporto de Macapá. A Infraero informou que o edital de licitação para a reforma da pista e pátio das aeronaves será realizado no dia 15 próximo, com previsão de término para 2012. Já a conclusão do Terminal de Passageiros está prevista ser entregue em 2014. (Acompanhe abaixo o cronograma dos trabalhos e a comparação da capacidade atual e futura).
Enquanto as obras do aeroporto não terminarem, a Infraero vai implantar uma unidade do MOP (Módulo Operacional) que oferece a mesma funcionalidade e comodidade dos terminais convencionais, com capacidade de acomodar até 700 mil passageiros por ano O módulo deve ser entregue até dezembro deste ano. Bala Rocha considera fundamental a revitalização do Aeroporto Salomão Alcolumbre. “O Amapá só tem acesso via mar ou ar. Com o terminal funcionando na plenitude, poderemos receber mais turistas, o que oxigenará nossa economia”, argumenta.

Bairros Alvorada I e Alvorada II.

Na oportunidade, os parlamentares também levaram o pleito dos moradores dos Bairros Alvorada I e Alvorada II. A Infraero ingressou com uma ação de restituição de posse contra os moradores do bairro Alvorada que estavam instalados em áreas que pertenceriam à empresa. Além da questão fundiária, está em discussão o ruído causado pelas aeronaves e que afeta a qualidade de vida dos moradores. A Infraero vai avaliar a demanda e se pronunciar, possivelmente em audiência marcada para esta quarta-feira, 2, que contará também com a presença de Fabiana Todesco, Secretária Nacional de Aviação do Ministério da Defesa.

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Cronograma da obra 1ª FASE:

Conclusão das obras de estrutura metálica e cobertura do Terminal de Passageiros;

2ª FASE: Conclusão do Sistema Pistas e Pátio de Aeronaves; 2012

3ª FASE: Conclusão do Terminal de Passageiros – Demanda 2014;

4ª FASE: Ampliação do Terminal de Passageiros e Pátio de Aeronaves – Demanda 2020.

Fique de olho...


DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Quarta-feira, 02 de março de 2011


Destaques nacionais


Seleções e concursos


O Amapá no Diário Oficial da União

História e Verdade


Você Sabia?

Que foi Sarney quem criou, em 1985, o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), primeiro órgão do Estado brasileiro a tratar especificamente dos direitos das mulheres?

No âmbito federal, o novo governo civil de José Sarney (PMDB, 1985-1989) criou, em 1985, o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), primeiro órgão do Estado brasileiro a tratar especificamente dos direitos das mulheres. A exemplo dos conselhos estaduais, o CNDM era uma instância de participação, cabendo-lhe formular propostas de políticas para as mulheres. É importante notar que o CNDM não tinha poderes para executar e monitorar políticas públicas. No período da transição democrática, teve um papel importante no processo de elaboração da Constituição Federal (CF) de 1988, contribuindo para a inclusão de 80% das demandas feministas no texto constitucional (Alvarez, 1990; Teles, 1993; Macaulay, 2006; Padjiarjian, 2006). Durante o governo de Fernando Collor de Melo (1990-1992), o CNDM foi desarticulado politicamente e deixou de ter qualquer relação com os movimentos de mulheres. Nos sucessivos governos, o CNDM retomou o seu papel de articulação entre o Estado e a sociedade, mas nunca recuperou o seu vigor político inicial (Macaulay, 2006).
O Decreto 23.769, de 6 de agosto de 1985, que criou a primeira delegacia da mulher, estabeleceu que esta deveria investigar determinados “delitos contra a pessoa do sexo feminino”, previstos no Código Penal. Vale notar que, na tradição jurídica brasileira, há delegacias de polícia especializadas na investigação de certos tipos de crimes, como homicídio e tráfico de drogas. Mas, até o surgimento da delegacia da mulher, a especialização do trabalho policial não tinha como critério a identidade da vítima. Posteriormente, esta iniciativa serviu de inspiração para a criação de outras delegacias especializadas com base no mesmo critério, como, por exemplo, as delegacias de crimes raciais e de crimes contra os idosos. A grande novidade destas delegacias consistia no reconhecimento inédito, pelo Estado, das necessidades e dos direitos de grupos sociais freqüentemente excluídos do acesso à justiça (Debert e Gregori, 2002; Santos, 2005; Gregori, 2006).
Além de sua especialização em crimes contra as mulheres, o atendimento deveria ser prestado por policiais do sexo feminino. A idéia de uma delegacia da mulher partiu do então Secretário de Segurança Pública Michel Temer. Os grupos feministas e as integrantes do CECF participaram no processo de criação e implementação desta delegacia, que envolveu negociações entre feministas, o governo e a Polícia Civil com respeito à delimitação das atribuições e ao modo de funcionamento desta delegacia (Santos, 1999, 2004, 2005).
A primeira delegacia da mulher atendeu, de imediato, um grande número de mulheres em situação de violência, mostrando que este problema existia, era grave e carecia de um atendimento policial especializado. Logo após esta experiência, foram criadas novas delegacias da mulher em São Paulo. Em vários outros estados, grupos feministas e de mulheres passaram a reivindicar a criação de delegacias da mulher como parte integrante e principal de uma política pública específica à questão da violência contra mulheres.
Embora inicialmente entusiasmadas com as delegacias da mulher, as feministas não pensavam que, apenas pelo fato de serem mulheres, as policiais tratariam as mulheres em situação de violência necessariamente com mais respeito e solidariedade do que os homens (Santos, 2004, 2005). Insistiam então que os conselhos e as entidades feministas não-governamentais participassem da criação das delegacias da mulher, capacitassem as policiais e monitorassem o seu trabalho. Não existem pesquisas nacionais que permitam conhecer o contexto político de criação das delegacias da mulher em cada estado brasileiro e o grau de participação dos movimentos feministas e de mulheres neste processo. Como ressalta Fonseca (2006: 165), aparentemente, estas delegacias “assumem feições variáveis conforme a vontade política da época e o jogo de forças no campo institucional do lugar”. Nos casos em que houve uma sinergia inicial entre os governos e os movimentos, observa-se uma gradual exclusão das feministas no monitoramento das delegacias da mulher (Linhares, 1994; Amaral e tal., 2001; Santos, 2004; Piscitielli, 2006). Há também exemplos de criação de delegacias da mulher sem qualquer envolvimento dos movimentos de mulheres (Bertoline, 2001; Oliveira, 2006).
Salientamos que as demandas feministas, como a capacitação das policiais a partir de uma perspectiva de gênero, encontraram resistência por parte dos governos estaduais em geral. Conseqüentemente, a década de 1990 foi marcada pelo desencantamento das feministas com as delegacias da mulher. A sua falta de acesso às políticas de segurança pública deslocaram a sua atenção para outras demandas, como a criação de casas abrigo, bem como outros serviços não criminais de atendimento a mulheres em situação de violência. Contudo, as delegacias da mulher consolidaram-se como a principal política pública no enfrentamento à violência contra mulheres e atualmente são reconhecidas como a única política de extensão nacional cuja existência se deu de forma ininterrupta desde os anos
1980.

Na entrega do Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz, Sarney ressaltou papel da mulher política

Em sessão solene presidida pelo senador José Sarney e pela vice-presidente, senadora Marta Suplicy, o Congresso Nacional comemorou o Dia Internacional da Mulher. "Acredito que estamos todos muitos felizes não só as mulheres como também os homens, pois preside o Brasil, uma mulher: Dilma Rouseff", disse Sarney ao iniciar a homenagem. O presidente do Senado saudou especialmente "a mulher política que participa em sua dupla jornada de criar família e construir o Estado". A ministra da Cultura, Ana de Holanda e a ministra-chefe da Secretaria Especial de Políticas e Promoção da Igualdade Racial, Luiza Helena de Bairros, entre outras, participaram da sessão. Também estavam presentes 12 senadoras e 44 deputadas, entre as quais a vice-presidente da Câmara dos Deputados, Rose de Freitas.
A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), presidente do Conselho do Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz, requereu a sessão de homenagem.Na ocasião, o Senado concedeu o Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz 2010 a Maria Liége, Chloris Casagrande, Maria José Silva, Maria Ruth Barreto e Carmem Helena Foro. Maria Liége foi prisioneira política e participa da Federação Democrática Internacional de Mulheres. Chloris Casagrande é pedagoga, escritora e atualmente vice-presidente da Academia Paranaense de Letras. Maria José da Silva criou um projeto de coleta seletiva e educação ambiental e incentiva a criação de cooperativas formadas por mulheres catadoras de material reciclável, no Piauí. A psicopedagoga Maria Ruth Barreto foi a primeira presa política do Ceará durante o regime militar. Carmem Helena Foro trabalha como coordenadora de movimentos sindicais.


Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado

terça-feira, 1 de março de 2011

Presidência do Senado


02/03/2011
quarta-feira

11:30 - Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, Alto Representante junto ao Mercosul - Sala de Audiências

12:00 - Tenente-Brigadeiro-do-Ar João Manoel Sandim de Rezende, Chefe do Estado Maior da Aeronáutica - Sala de Audiências

16:00 - Ordem do Dia - Plenário

17:00 - Solenidade de posse dos Ministros João Oreste Dalazen no cargo de Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, Vice-Presidente e do Ministro Antonio José de Barros Levenhagen, Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho - Sala de Sessões do Tribunal Pleno - Térreo do Tribunal Superior do Trabalho
Bloco B - SAF Sul - QD 8 lote 1

Aprovada criação da Autoridade Pública Olímpica


O Plenário aprovou nesta terça-feira (1º) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 2/11, oriundo da Medida Provisória (MP) 503/10, que cria o consorcio público denominado Autoridade Pública Olímpica (APO), destinado a coordenar as ações governamentais para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. A matéria, cujo prazo já havia sido prorrogado e perderia sua eficácia hoje, será encaminhada à sanção. Logo após o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), declarar aprovados os requisitos constitucionais de relevância e urgência da Medida Provisória 503/2010, a oposição pediu contagem de votos e os senadores tiveram de confirmam seus votos eletronicamente. Houve um segundo pedido de contagem antes que a MP fosse afinal aprovada por 46 a favor e 13 contra. Antes do início da discussão da proposta, o relator-revisor do projeto, senador Lindbergh Farias (PT-RJ) adiantou que pedirá à presidente Dilma Rousseff que vete o artigo 7º do projeto. O mesmo compromisso foi assumido pelo líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), tendo em vista que o veto também é defendido pela Casa Civil e pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão. Rejeitado de forma unânime pelos senadores, até mesmo os da base do governo, o artigo 7º prevê a possibilidade de se prorrogar os contratos de concessão das empresas comerciais e de serviços que funcionam dentro dos aeroportos até o final dos jogos paraolímpicos de 2016. O dispositivo estabelece ainda que, se houver adiantamento de recursos, esses contratos poderão ser ampliados sem prazo especifico. Segundo Lindbergh, a apresentação em Plenário de um pedido de supressão do dispositivo seria inviável, pois exigiria o reexame da matéria pela Câmara dos Deputados, que não teria tempo hábil para avaliar a alteração, tendo em vista a perda de eficácia da medida. Os senadores também criticaram emenda introduzida pela Câmara que instituía regime de licitações e contratos aplicável exclusivamente às obras, projetos e atividades relacionados à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Esse dispositivo, porém, já havia sido retirado da matéria por entendimento das lideranças da Câmara, que decidiram transferir para a MP 510/10 a análise de um regime de licitação específico destinado a acelerar as obras necessárias à realização das Olimpíadas e de outros eventos esportivos. Uma das regras a ser discutida na MP 510/10 - que exige das empresas reunidas em consórcio solidariedade no pagamento dos tributos federais relacionados ao empreendimento - permite o uso da chamada contratação integrada se houver justificativa técnica e econômica. Nesse modelo, o vencedor realiza todas as etapas de um empreendimento, desde o projeto executivo até a execução de testes finais, passando pelo fornecimento de bens e realização de obras e serviços previstos no edital. A MP 510/10 será relatada pelo deputado Hugo Leal (PSC-RJ) e perderá a vigência em 7 de abril. O texto aprovado pelos senadores, porém, prevê que a APO poderá realizar novas licitações, contratações ou celebração de convênios para a execução das obras e serviços quando isso se mostre indispensável para garantir o cumprimento das obrigações assumidas perante o Comitê Olímpico Internacional (COI). Os senadores também questionaram a duração do mandato do presidente da APO, por entender que ele não estaria sujeito à demissão. O projeto prevê que o presidente da Autoridade Olímpica será indicado e nomeado pela presidente da República, com aprovação do Senado, e o seu mandato será de quatro anos, permitida a recondução. Na avaliação da maioria dos senadores, a atuação da APO deveria ser definida em projeto de lei encaminhado pelo Executivo ao Congresso Nacional, o qual poderia tramitar em regime de urgência, e não por meio de medida provisória.

Paulo Sérgio Vasco / Agência Senado

Veja também:

Para abrir o mês da mulher, Dilma reajusta Bolsa Família

A cidade de Irecê (BA) foi palco do primeiro evento público da presidenta Dilma Rousseff no mês da mulher. Diante de milhares de pessoas no interior baiano, ela apresentou os novos valores do Bolsa Família e deu detalhes do que será o grande programa do governo para erradicar a pobreza extrema no Brasil. O benefício a ser pago pelo Programa Bolsa Família a partir deste mês terá reajuste médio de 19,4%, podendo chegar a até 45,5% para os valores pagos na faixa etária até 15 anos de idade. “Vamos beneficiar quem tem mais filhos e maior dificuldade de enfrentar a vida e um nível de pobreza maior”, disse a presidenta, que participou da abertura de uma feira da economia organizada por produtoras rurais da região. De acordo com dados do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 93% dos usuários do cartão são mulheres. O Bolsa Família foi reajustado pela última vez em setembro de 2009. A Bahia é estado com maior número de famílias beneficiadas pelo programa de distribuição de renda lançado no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mais de 1,7 milhão de famílias baianas recebem o Bolsa Família. Em Irecê, mais de sete mil famílias são atendidas pelo programa. O segundo estado em número de beneficiados pelo programa é São Paulo, com 1,2 milhão de famílias. Minas Gerais vem em terceiro lugar, com 1,1 milhão de famílias. O valor ajustado representa, em média, um aumento real de 8,7% acima da inflação do período de setembro de 2009 a março de 2011. Com isso, o benefício médio atual de R$ 96 subirá para R$ 115. Os valores a serem pagos vão variar de R$ 32 a R$ 242. Atualmente vão de R$ 22 a R$ 200.

Visita a Irecê

No município de Irecê, um dos territórios da cidadania, foi montada a estrutura para que pudesse receber a cerimônia com duas vertentes. A primeira delas teve por finalidade destacar a importância da mulher na agricultura familiar e a segunda anunciar o percentual de reajuste do Bolsa Família. Antes do início da solenidade, a presidenta conheceu o “Expresso Cidadã”, um ônibus onde é possível emitir documentos como RG e notas fiscais que permitirão a legalidade da comercialização dos produtos artesanais. Em seguida, a presidenta Dilma percorreu a mostra da Feira Feminista e Solidária do Programa de Organização Produtiva de Mulheres Rurais (POMR). Na cerimônia, a presidenta assistiu a apresentação de um grupo folclórico regional, recebeu uma cesta de produtos rurais e participou assinatura de contratos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com agricultoras familiares, totalizando financiamentos de R$ 59.729,90. Sete contratos são da linha Pronaf Mulher (R$ 53.729,90) e três do AgroAmigo (R$ 6 mil), do Banco do Nordeste. Também foi assinado um contrato do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), no valor de R$ 140,2 mil, com a Associação de Mulheres em Ação de Aguada Nova (Amaan), do município de Lapão (BA). O grupo produtivo, formado por 61 mulheres, vai fornecer 51 toneladas de produtos como alface, polpas de frutas (caju, manga, umbu, acerola e goiaba) e ovos para escolas e entidades de assistência social da região.

Mulheres agricultoras

Depois, em discurso, a presidenta Dilma Rousseff explicou que tinha dois motivos. Primeiro, como forma de retribuir ao estado que teve votação expressiva e, em seguida, pelo fato de a Bahia ter o maior número de famílias que recebem benefício do Bolsa Família. Dilma Rousseff assegurou que estava muito comovida e também orgulhosa por celebrar o início do mês da mulher – que terá o Dia Internacional da Mulher comemorado em 8 de março -, na Bahia. “Temos convicção de que esse país só será grande se todos forem grandes com ele. Cada família tem que ser o centro da nossa política. Se não for assim, o Brasil perde parte de sua maior riqueza”,afirmou. Segundo a presidenta Dilma, a construção de um Brasil melhor e mais igualitário só é possível com a participação de todos, ou seja, o envolvimento do governo e da sociedade, em especial os movimentos sociais. Em seguida, ela explicou que comparecia ao município baiano para assinar o decreto que reajusta o valor do benefício do Bolsa Família, que estava defasado desde o último quadrimestre de 2009 por causa do período pré-eleitoral. Ainda no discurso, a presidenta destacou a participação da mulher à frente do programa, pois é a mulher que na maioria dos casos cumpre o papel de liderança familiar. O reajuste irá possibilitar um desembolso de R$ 2,1 bilhões que, segundo a presidenta Dilma, trata-se da primeira parte do programa de erradicação da miséria, uma das principais bandeiras de seu governo.

* com informações da Agência Brasil e do Blog do Planalto.

Randolfe denuncia aumento do número de casos de dengue no Amapá


O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) disse nesta segunda-feira (28) que a situação da saúde pública no Amapá é alarmante. Ele registrou o aumento no número de casos de dengue registrados no estado: somente na capital, Macapá, foram 501 casos na última semana. Segundo o senador, autoridades da Secretaria Municipal de Saúde informaram que esses casos ainda não retratam a realidade.
- As chuvas de verão em todo o Brasil, e em especial na região amazônica, que prenunciam o inverno amazônico, trazem consigo o problema da dengue que enfrentamos há pelo menos 20 anos e que no Amapá enfrentamos mais especificamente nos últimos oito anos. Essa epidemia de dengue registrada nos últimos anos tem atingido principalmente as cidades de Macapá e de Santana. O que fizemos para deter as epidemias? E o que aprendemos com elas? - questionou.
Randolfe disse que é preciso analisar diversos fatores, como a desorganização espacial das cidades, elevado número de terrenos baldios, disposição, coleta e destino do lixo, o apelo mercadológico pelo uso de descartável plástico, limpeza dos quintais, o aspecto cultural da população, a destinação de pneus, temperatura, umidade e altitude, saneamento básico e ambiental, a ignorância, o descaso do poder público e insuficiência de recursos financeiros para a saúde, entre outros.
O senador assinalou que vários desses fatores podem e devem ser controlados pelos órgãos públicos, que precisam intensificar suas atividades na prevenção da doença.
Subnotificação
Randolfe Rodrigues afirmou que o casos de dengue têm sido relatados "de forma criminosa", com omissão intencional e subnotificação. Ele relatou que as prefeituras não incentivam as notificação e a investigação de casos e o governo estadual, por questões de alinhamento político, não verifica. Ele afirmou que o controle da dengue no Amapá é falso e a população está na mão de São Pedro, o controlador das chuvas.
- Mas a dengue não é um problema exclusivo de saúde pública, envolve outros setores de governo e da sociedade. Aí está o maior entrave. Os setores governamentais ficam discutindo no Amapá de quem é a culpa ou a responsabilidade. Agarra-se em portarias do Ministério da Saúde para tal e começa o jogo de empurra - lamentou.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) disse, em aparte, que o quadro dramático do Amapá não é diferente dos demais estados da Amazônia. Para ele, o pior é o estado de caos em que se encontram as secretarias estaduais de saúde. O senador citou o caso investigado pelo Tribunal de Contas de Roraima, que encontrou compra, uso indevido e descarte de medicamentos com até 1000% de superfaturamento.

Da Redação / Agência Senado

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

Se você não teve tempo de ler os jornalões de hoje, leia-os agora.

O GLOBO
HABITAÇÃO POPULAR PERDE QUASE METADE DAS VERBAS

Programa Minha Casa, Minha Vida é o mais atingido pelo bloqueio. Para cortar R$ 50,087 bilhões no Orçamento deste ano, o governo promete reduzir investimentos, gastos sociais e subsídios do programa de habitação Minha Casa,Minha Vida. Uma das estrelas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o Minha Casa, Minha Vida terá a verba reduzida de R$ 12,7 bi para R$ 7,6 bi - corte de R$ 5,1 bi, o que equivale à construção de 200 mil casas populares este ano. A equipe econômica reduziu em R$ 15,7 bi despesas obrigatórias, sendo R$ 3,5 bi com pessoal e encargos sociais. Concursos para contratação de pessoal estão suspendos. O ministro Guido Mantega afirmou que os cortes são uma estratégia para manter o crescimento, sem risco de inflação. Para especialistas, mais que reduzir despesas, o governo deu um sinal ao mercado. (Págs. 1, 3 a 15, Merval Pereira(pág.4) e Míriam Leitão (pág.28)

FOLHA DE S. PAULO
FUNCIONÁRIO DO ESTADO NEGOCIA DADOS SIGILOSOS

Sociólogo usa em sua empresa de consultoria informações secretas sobre a violência em SP; ele diz que tem permissão. O sociólogo Túlio Kahn, que é chefe da CAP (Coordenadoria de Análise e Planejamento) da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, vende serviços de consultoria nos quqais põe à disposição de empresas dados sigilosos sobre a violência no Estado, informa Mario Cesar Carvalho. Como sócio da Angra Consultoria, Kahn repassa a clientes informações cuja divulgação é vetada, “para não alarmar o público”. Entre elas, estão que tipo de bens é levado com maior frequência em assaltos a condomínio de São Paulo e quais os furtos mais comuns na região de Campinas. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

O ESTADO DE S. PAULO
EUA AMEAÇAM USAR A FORÇA E DIZEM QUE KADAFI DEVE SAIR JÁ

Washington reposiciona navios no Mediterrâneo e sinaliza possível operação militar com apoio europeu. Os EUA e países europeus alertaram Trípoli de que estão prontos para ir além de sanções para derrubar o ditador líbio, Muamar Kadafi. Washington reposicionou forças no Mediterrâneo e começou a coordenar com a Europa uma eventual ação militar. “Kadafi não tem mais legitimidade e tem de sair agora, sem violência nem adiamentos”, afirmou a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton. Ela afirmou que a mobilização militar americana estava relacionada a uma possível operação humanitária. Já o governo britânico admitiu que pode armar os rebeldes para apressar a queda de Kadafi. A diplomacia brasileira informou que não aceitará nenhuma ação unilateral. (Págs. 1 e Internacional A10 a A17)

CORREIO BRAZILIENSE
CORTES ATINGEM CONCURSOS DE 2011 E MORADIA

Governo suspende todas as seleções previstas para este ano e reduz em 40% os recursos destinados para o programa Minha Casa, Minha Vida, uma das bandeiras da campanha de Dilma Rousseff. Além de exigir uma economia dos ministérios, enxugamento retira R$ 18 bilhões das emendas parlamentares. (Págs. 1, 2 e 3)

VALOR ECONÔMICO
BTG TERÁ R$ 2,5 BI EM CRÉDITO FISCAL DO PANAMERICANO

Além de ter ficado com o controle do PanAmericano, já saneado, apenas mediante o compromisso de pagar R$ 450 milhões - um terço do valor patrimonial e sem a necessidade de desembolsar caixa de imediato -, o BTG Pactual assumirá a instituição com quase R$ 2,5 bilhões em créditos tributários. Isso é mais de três vezes o valor de R$ 700 milhões em créditos tributários que o PanAmericano divulgou com destaque em janeiro e que ajudou a cobrir parte do rombo de R$ 4,3 bilhões descoberto em novembro, reduzindo o aporte necessário para salvar a instituição.A existência desse ativo bilionário pode garantir que o banco pague menos tributos do que seria o normal durante mais de dez anos, pelo menos, o que significa lucro líquido e dividendo maiores para os acionistas. Embora o BTG esteja confiante no direito a usar esses créditos e, segundo o Valor apurou, tenha levado em conta sua existência para fechar a compra do PanAmericano, há margem para contestação pela Receita Federal. (Págs. 1 e C1)

JORNAL DO COMMERCIO
DILMA SUSPENDE CONCURSOS E REAJUSTES

Medida faz parte dos cortes no Orçamento e apenas vagas emergenciais serão preenchidas este ano. Nem mesmo a área social foi poupada. Ministério das Cidades foi um dos mais punidos, com queda de despesas de mais de oito bilhões. (Págs. 1)

ESTADO DE MINAS
SERPENTINA FATAL

Cemig aponta fita metalizada como causa do curto-circuito que derrubou três cabos de média tensão e matou 15 foliões em Bandeira do Sul. Enterro coletivo provocou comoção na cidade. De acordo com superintendente da empresa, um dos cabos atingiu um trio elétrico e os outros dois caíram no chão, energizando a área com carga de 8 mil volts. O acidente ainda feriu 54 pessoas. Ontem, foi feito o enterro coletivo de sete vítimas em Bandeira do Sul. Os corpos das demais foram enterrados nas vizinhas Campestre, Monte Belo, Botelhos, Santa Rita de Caldas, Poços de Caldas e Machado. Foto Legenda: O velório de sete vítimas comoveu parentes e toda a cidade de Bandeira do Sul. O acidente espalhou luto pelo Sul de Minas, com sepultamentos em vários municípios da região.

ZERO HORA
GOVERNO FEDERAL SUSPENDE CONCURSOS ATÉ O FINAL DO ANO

Aperto no orçamento restringe nomeações e reajustes e tira R$ 5 bi dos R$ 12,7 bi previstos para o programa Minha Casa, Minha Vida. (Págs. 1, 8, 12 e Rosane de Oliveira, 10)

Veja também

ARTIGOS

A conta da gastança (O Globo)

Lula mergulhou o país em grave crise fiscal. A gastança lhe garantiu popularidade recorde e viabilizou a eleição de Dilma Rousseff. Depois da eleição, a sociedade foi intimada a pagar a conta: restrições creditícias, menos investimentos, exaustão do crédito consignado, inflação renitente, juros mais elevados, desaquecimento da economia. O ministro Guido Mantega anunciou cortes orçamentários de R$50 bilhões e o gesto foi saudado como renovação do compromisso com a "austeridade". Mas diante de Orçamento virtual, inflado pela irresponsabilidade parlamentar, nada mais coerente que cortes fictícios, insuficientes e inatingíveis. Fictícios porque a peça orçamentária de 2011 prevê R$110 bilhões a mais de gastos que no extravagante ano anterior. Se fosse cumprida por inteiro, as despesas seriam acrescidas em R$60 bilhões, e não diminuídas em R$50 bilhões. Insuficientes porque não bastariam para atingir a meta de superávit primário estabelecida. Os cortes teriam de atingir R$85 bilhões para cumprir esse objetivo e conseguir, ao menos, estancar a sangria fiscal: paciente estável, mas que ainda não pode ir para casa.

Auditoria detectou falhas do seguro-desemprego (O Estado de S. Paulo)
Desoneração da folha: agora vai (O Estado de S. Paulo)
O canto das sereias (Valor Econômico)
O discurso da presidente (O Globo)
O discurso da presidente (O Estado de S. Paulo)
Sinais dos tempos (Correio Braziliense)
SUS: entre o poder e a tragédia, nunca mais (Correio Braziliense)
Um panfleto anticlerical (O Estado de S. Paulo)

COLUNAS

A tesoura do governo (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)

O governo Dilma afinal divulgou como e onde vai passar a tesoura de R$ 50,1 bilhões nas despesas do Orçamento da União. Já é uma situação bem melhor do que a anterior, que não desceu a esse varejo. A ligeira redução dos juros futuros verificada nesta segunda-feira mostrou que o mercado está disposto a acreditar. Apesar disso, depois de tudo o que aconteceu no ano passado, a maior explicitação dos cortes não elimina as dúvidas. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, iniciou, ao lado da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, a explicação do que seria feito, com uma lista de reconhecimentos a que anteriormente não se dera ao trabalho. Reconheceu, por exemplo, que em 2010 “houve uma aceleração excessiva da economia”. Não chegou a dizer que isso se deveu às despesas também excessivas das contas públicas, mas nem foi preciso, porque ele ali estava para apontar os cortes que agora julga necessários. Declarou também que esses cortes estão sendo feitos para trazer o crescimento econômico “a níveis sustentáveis”, com o que fica reconhecido que não estavam, embora há meses Mantega repetisse o contrário. “A trajetória fiscal agora está correta”, continuou ele, e esse é outro reconhecimento de que o rumo anterior não estava correto.

Alta de 0,5 ponto na Selic volta a ser maior aposta (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Anúncio à prova (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Buriti quer pressa em votações da Copa (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Concursos? Só em 2012 (Jornal de Brasília)
Construtoras balançam com corte de R$ 5 bi (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Credibilidade (O Globo - Merval Pereira)
Dominado (O Globo - Panorama Político)
Em defesa dos salários (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Na "República do Relatório" (Valor Econômico - Política)
O mercado nacional (Valor Econômico - Brasil)
Operação de risco (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Orientação pragmática (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Pacote de qualidade de eletrodomésticos (O Globo - Negócios & CIA)
Rede Cegonha (O Globo - Ancelmo Gois)
Reforma virada pelo avesso (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Sede ao pote (O Estado de S. Paulo - Direto da Fonte)
Temer, o jurista, é autor do mínimo por decreto (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Tesoura e Tesouro (O Globo - Panorama Econômico)

ECONOMIA

Aeroportos no limite (Correio Braziliense)

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, admitiu ontem que os aeroportos brasileiros operam no limite, mas afirmou que eles estarão preparados para receber o aumento da procura por causa da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. Segundo ele, não há motivo para alarde. As más condições de operação dos terminais são apontadas como um dos principais problemas de infraestrutura para os dois megaeventos esportivos. Os organizadores das competições já alertaram para a necessidade de modernização, de obras de expansão e de melhoria no atendimento e no conforto. “A infraestrutura está sem dúvida no limite e temos que ampliar. Estamos respondendo a isso”, disse Jobim, acrescentando que a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) está fazendo investimentos para atender tanto ao aumento natural do mercado brasileiro quanto para suprir a demanda adicional dos eventos. “Tivemos aumento substancial de demanda no ano passado e temos uma programação de investimentos que suportará o crescimento da procura por conta dos eventos.” Jobim citou, como exemplos das alterações, a unidade modular que já funciona no aeroporto de Florianópolis para ampliar a capacidade e instalações semelhantes que serão instaladas em São Paulo, Brasília e outras cidades sensíveis. “Esses módulos são bons, ajudam e tem conforto”, disse.

Alta da Selic de 0,50 pp volta a liderar apostas e juros caem (O Estado de S. Paulo)
Argentina trava compra de tratores brasileiros (O Estado de S. Paulo)
Açúcar sobe com redução da safra (O Estado de S. Paulo)
Banco ainda afeta balanço do Votorantim (Valor Econômico)
Bancos já têm conta-corrente eletrônica (O Globo)
Brasil avança, mas ainda há muito a melhorar, diz Fishlow (Valor Econômico)
Cliente terá opção de ter conta bancária só por meio eletrônico (O Estado de S. Paulo)
Começam mudanças bancárias e no cartão (Correio Braziliense)
Confiança da indústria cai, mas recuo não é geral (O Estado de S. Paulo)
Corte efetivo de gastos atinge R$ 13,1 bilhões (Valor Econômico)
Crise árabe faz ouro liderar ranking (O Estado de S. Paulo)
Dados do varejo ainda não refletem aperto do crédito (O Estado de S. Paulo)
Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física 2011 (O Estado de S. Paulo)
Empresas de energia terão lojas em todos os municípios (O Globo)
Escoamento da safra provoca fila na BR-277 no PR (O Estado de S. Paulo)
EUA tiram Brasil de lista de pirataria (O Estado de S. Paulo)
Exportação da Líbia está parada (Correio Braziliense)
FGTS-Petrobras sai na frente em fevereiro (O Globo)
Filas voltam a aparecer no porto de Paranaguá (Valor Econômico)
Governo adia implantação do ponto eletrônico em empresas para setembro (O Globo)
Governo pode reajustar combustível se petróleo continuar acima de US$110 (O Globo)
Grupo estuda entrada na usina de Belo Monte (O Estado de S. Paulo)
Hoje licença de Belo Monte não sairia (O Globo)
IR: declaração inicia hoje com controle maior sobre aluguéis (O Globo)
Lobão reage a críticas de falta de investimento (O Estado de S. Paulo)
Mercado prevê aumento de meio ponto na Selic (O Globo)
MinC muda gestão de direitos autorais (O Globo)
Ministro admite possibilidade de reajuste da gasolina (O Estado de S. Paulo)
Morre o primeiro presidente da Anatel (O Estado de S. Paulo)
Nova classe média mergulha no luxo (Correio Braziliense)
Oi emite debênture de R$ 2,5 bilhões (Valor Econômico)
Orçamento terá corte de R$ 18,3 bi em investimentos (O Estado de S. Paulo)
PanAmericano deve acelerar lucro (Valor Econômico)
Para economistas, desaceleração da atividade começou (O Estado de S. Paulo)
Perspectiva de economia mais fraca contém projeção para elevação de juros (Valor Econômico)
PIB perde fôlego no governo Dilma (Correio Braziliense)
Ponto eletrônico é adiado de novo (O Estado de S. Paulo)
Porto Forte deu crédito a pai de controlador (Valor Econômico)
Receita vai monitorar melhor aluguel no IR 2011 (O Globo)
Reforço para a Copa (Correio Braziliense)
TAM reajusta passagens (Correio Braziliense)
Todo cuidado é pouco com o Leão (Correio Braziliense)
Tudo pronto para encarar o Leão (Correio Braziliense)
Venda de carros é recorde em fevereiro (O Estado de S. Paulo)
Verba menor para habitação (Jornal de Brasília)

POLÍTICA

"O Brasil não precisa mais do corporativismo" (Valor Econômico)

O estilo é excêntrico. Gosta de usar chapéu e costumava ser visto em automóvel multicolorido pelas ruas de Florença, na Itália, onde é professor emérito do European University Institute. O americano Philippe Schmitter, de 74 anos, é considerado um dos maiores cientistas políticos do mundo. Em 2009, ganhou o prêmio equivalente ao Nobel da área, o Johan Skytte Prize, da universidade sueca de Uppsala. Tem opiniões firmes, taxativas. Mas não consegue encontrar resposta para o que chama de "mistério". O Brasil não se encaixa em suas expectativas. Na semana passada, Schmitter voltou ao país, onde esteve em 1967 para pesquisar sua tese de doutorado. À época, entrevistou líderes sindicais e analisou o corporativismo brasileiro, que persiste até hoje, para sua decepção e espanto. Schmitter alega que não tem respostas pois há tempos não estuda o Brasil. Mesmo assim é incisivo. Afirma que o país precisa de mais pluralismo e critica instituições corporativistas - como Sesi, Sesc, o imposto sindical - que seriam resquícios "fascistas" da era Vargas. O quadro partidário e a legislação eleitoral seriam "caóticos", embora, admita, tenha informações de que o sistema político brasileiro funcione bem. A capacidade intelectual de Schmitter está à altura de ideias polêmicas, entre as quais métodos para aperfeiçoar a democracia como loteria e o direito de voto para todos os cidadãos, incluindo os bebês.

Abertura da aviação entra na pauta da Câmara (Valor Econômico)
Aceno antes da reunião do Copom (O Globo)
Aliados mostram compreensão, mas com prazo de validade (O Estado de S. Paulo)
Capacitação não chega a 50% da meta (Correio Braziliense)
Cobrança a deputados de SP é ''injusta'', diz tucano (O Estado de S. Paulo)
Cortes atendem ao mercado, mais do que reduzem despesas públicas (O Globo)
Declarações de Sader irritam Ana de Hollanda (O Globo)
Defesa sem R$ 4,3 bi (Correio Braziliense)
DEM recorre a tucanos para evitar efeito Kassab (O Estado de S. Paulo)
Dilma quer trazer reunião das Nações Unidas para o País (O Estado de S. Paulo)
Dilma teme atraso e pressiona governadores (Valor Econômico)
Estudioso defende loteria e ideia de 'um bebê, um voto' (Valor Econômico)
Homem forte do setor elétrico perde espaço (Valor Econômico)
Irã pede que Dilma siga Lula e apoie o país na ONU (O Estado de S. Paulo)
Mais espaço (Valor Econômico)
Mantega: não há previsão de compra de caças este ano (O Globo)
Marina retoma ações para refundar o PV (Valor Econômico)
Ministra pede debate sobre violações ''em todos os países'' (O Estado de S. Paulo)
Moradia popular desidratada (Correio Braziliense)
No rádio, defesa das regras do salário mínimo (O Globo)
Novos e felizes inativos (Correio Braziliense)
Obituário de Sarney vaza (O Globo)
Omelete à moda de Dilma (O Globo)
Oposição ao decreto (Correio Braziliense)
Oposição diz que Dilma descumpriu promessas (O Globo)
Pesquisa mostra que, para 48,7%, ensino melhorou (O Globo)
PMDB pretende usar sigla a ser criada por Kassab para driblar legislação (Valor Econômico)
PMDB se esforça para Meirelles chefiar a APO (Correio Braziliense)
Resignados, ministérios acatam decisões (O Globo)
Sete meses após decisão do CNJ, publicada aposentadoria de Medina (O Globo)
Supremo dá posse à primeira indicação de presidente para a Corte (Valor Econômico)
Suspeitos de venda de sentenças judiciais vão ganhar R$ 25 mil (O Estado de S. Paulo)
Um 2011 sem concursos nem aumentos (O Globo)

Hoje tem entrevista em Rede Nacional de TV com Senador Randolfe Rodrigues

Na Rede Vida,10 da Noite Em função da transmissão do Campeonato Paulista, a Rede Vida antecipou para hoje terça-feira (01/03) às 10 da Noite, Ao Vivo em Rede Nacional de TV gerado de Brasília. Entrevista com o Senador Randolfe Rodrigues, no programa Tribuna Independente,que falará sobre a reforma Política. Em Macapá você poderá assistir ao debate no Canal 40 (RedeVida) Canal 52 Tv Nazare Macapá e Canal 48 TV Nazaré Santana. Mais Informações: 9139-4425 C/Padre Aldenor

Fique de olho...


DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Terça-feira, 01 de março de 2011

Destaques nacionais

ATOS DO PODER EXECUTIVO
Nomeado novo Secretário Executivo da Secretaria de Direitos Humanos

MCT
CNEN aprova Autorização para Operação Permanente da Central Nuclear Alte. Álvaro Alberto

MINC
Veja relação de projetos culturais cujos proponentes estão autorizados a captar recursos

MFZ
Tesouro Nacional divulga valores nominais atualizados para títulos da DPMFI

MFZ
Veja valores da RLR de estados, DF e municípios como base de cálculo p/ pagamento em março

MS
Saúde define regras para adesão e outras ações do programa Hospital Amigo da Criança

MDA
Incra rescinde contratos de assentamentos/termos de compromissos com irregularidades

Mais destaques


Seleções e concursos

UFRJ disponibiliza 32 vagas em seleção pública para professor substituto

UFPE promove concurso para docente temporário

ESAF divulga resultado de concurso público para cargos da CVM

Mais concursos



O Amapá no Diário Oficial da União

Confira tudo sobre o estado na edição de hoje...

Secretaria de Comunicação Social do Senado divulga nota sobre matéria do 'site' estadão.com.br

A Secretaria Especial de Comunicação Social (SECS) divulgou nesta segunda-feira (28) nota de esclarecimento sobre matéria publicada no site estadao.com.br a respeito de perfil biográfico do presidente do Senado, José Sarney, produzido pela Rádio Senado.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em relação à matéria publicada hoje no site estadao.com.br, envolvendo atividades profissionais da Rádio Senado, a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secs) esclarece que a preparação de biografias de autoridades é prática comum em todos os veículos de comunicação. Não é, portanto, um fato inusitado a existência de perfil biográfico da autoridade máxima da Casa, produzido pela emissora, cuja cópia do áudio chegou, de forma não autorizada, à redação do portal paulista.
A Secs informa, ainda, que o referido áudio com passagens importantes da vida do senador José Sarney é parte de um projeto há muito tempo executado na emissora, que objetiva a elaboração dos perfis de personagens de destaque ao longo da história da Casa. Adicionalmente a esse levantamento dos vultos históricos, ressalte-se, ainda, que é costumeira também a elaboração de perfis dos senadores que chegam à Câmara Alta do Legislativo Federal a cada nova legislatura, e que são periodicamente atualizados.
Os perfis, utilizados na elaboração de matérias escritas e sonoras a todo momento, são necessários tendo em vista a demanda por informações rápidas por parte da sociedade e da mídia de modo geral.
A Secs lamenta que uma empresa de comunicação importante, longe de qualquer motivação jornalística mais séria, dê asas a uma imaginação fantasiosa, que em nada contribui para a informação e formação da opinião pública."

Brasília, 28 de fevereiro de 2011

Secretaria Especial de Comunicação Social

Marcivânia garante apoio a reivindicações de servidores federais

A deputada federal Professora Marcivânia (PT) se encontrou neste fim de semana com dirigentes do Sindicato dos Servidores Federais do Amapá (Sindsep). Os sindicalistas queriam pedir empenho da parlamentar na articulação de assuntos importantes, como o plano de saúde da categoria, que até hoje não foi definido. A reunião foi organizada pela Sindsep e todos os parlamentares foram convidados. Mas além de Professora Marcivânia, só o deputado federal BalaRocha compareceu. O restante dos parlamentares mandou assessores para a reunião realizada na sede da entidade. “Estou aqui para ouvir essa categoria que tanto contribuiu e ainda contribui para o Amapá. Nosso mandato será um braço do sindicato”, garantiu Professora Marcivânia. Hoje o Amapá possui cerca de 16 mil funcionários federais, a maioria na ativa. Até hoje o governo federal não cumpriu o acordo de garantir um plano de saúde para os profissionais. “O Ministério do Planejamento está propondo a realização de uma licitação local para escolher a operadora que prestará o serviço, mas isso ainda não é definitivo”, informou Bala Rocha. Os sindicalistas manifestaram ainda preocupação com destino dos funcionários do Incra. Segundo eles, a ideia do governo federal seria retirar a fundação de fiscalizar e regularizar as terras, e remanejar os funcionários para outro órgão. Outro assunto discutido foi a campanha salarial deste ano. “Queremos o mesmo reajuste dado aos parlamentares que são pagos com recursos público. Eles são funcionários públicos provisórios, nós fomos permanentes”, frisou o secretário geral do Sindsep, Hedoelson Uchôa. A deputada Professora Marcivânia, que foi eleita para o primeiro mandato com mais de 19 mil votos, aprovou a iniciativa do sindicato que fará outras reuniões com a bancada federal. “Com esses encontro eu estou ficando ainda mais informada sobre os problemas que preocupam a categoria e como deputada federal do PT não vou medir esforços em Brasília onde temos boas relações com ministros e a presidente Dilmar”, observou a parlamentar.

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