sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

José Sarney

O Carnaval é um barato

O Carnaval é um ser vivo, tem sua dinâmica, sua transformação e é influenciado pela geografia, pelo clima, pela natureza, pela gente que o faz e desfaz. Não vem da Roma das orgias saturnais nem da Grécia das bacanais e dionisíacas. É do Brasil mesmo.
Há vários e incontáveis Carnavais. Um é da vila mais longe no meio da água da Amazônia, onde se pinta o corpo, faz baile no rio e sexo na mata. Outro é o de Pernambuco, onde as crianças já nascem com as articulações próprias para enrolar as pernas no ritmo do frevo que não se sabe de onde vem ou como começou e que o Capiba aproveitou para compor excitantes tocados.
O Carnaval da Bahia é o da Bahia, não há como descrever. É Gil, Ivete Sangalo, Carlinhos Brown e os Filhos de Gandhi.
O do Maranhão, com os nomes dos blocos picantes, cada um querendo ser mais criativo e escatológico, como o Siri-na-Vara, o Máquina-de-descascar-alho. E o Carnaval da roça, com galinhas mortas e peladas lanceadas em varas em honra a São Belibeu.
O Carnaval é uma festa da imaginação em cada lugar e em cada um. O do Rio é um teatro a céu aberto, enredo que não se entende, mistura Netuno com Adriane Galisteu e Viviane Araújo, Neguinho da Beija-Flor que casa na avenida tendo como padrinhos a Primeira-Dama e o Presidente da República, que depois joga para o povo camisinhas made in Ministério da Saúde, com obrigação de utilizar o produto, para não perder o dinheiro público. Senão, o TCU.
Morreu um irmão de minha avó no sábado de Carnaval. Um tio meu, farrista e carnavalesco, já tinha mandado fazer a fantasia e pediu à família: “Só me comuniquem quarta-feira, para começar meu luto.”
É assim o Carnaval. Nem os cemitérios escapam da fuzarca. Desde sempre, blocos de bêbados os invadem, para despertar os mortos com as velhas marchinhas do “Eu quero mamar” ou “Chiquita bacana lá da Martinica”.
Hoje o Carnaval é uma coisa. Ano que vem é outra. Senti falta, no deste ano, do Joãozinho Trinta, não dele mesmo, mas das mulatas com seus corpos belos, esculturas de Deus, substituídas por louras com mais lantejoulas que gingado.
É difícil entender o Brasil sem o Carnaval. É a cultura da convivência, do amor ao corpo, da explosão de alegria. Isso é viver.
E eu aqui, nestes três dias, lendo a História das Guerras e o delicioso livro de memórias do Alberto da Costa e Silva, a Invenção do Desenho.
É. A cada um o seu pecado.

*José Sarney é ex-presidente do Brasil, senador do Amapá e acadêmico da Academia Brasileira de Letras e da Academia das Ciências de Lisboa

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Câmara dos Deputados

Antonio Feijão critica processo de transferência de terras na Amazônia

Antonio Feijão (PSDB-AP) disse discordar da forma como vem sendo conduzido o processo de transferência das terras da Amazônia pelo Incra, que, segundo ele, por vezes recorre à Polícia Federal para promover ações violentas. O deputado criticou o fato de grande parte das terras de Roraima e do Amapá pertencerem à União e disse que a situação fundiária atual leva à criminalização das pessoas que não possuem títulos de propriedade. Segundo Antonio Feijão, esse tipo de comportamento restritivo vem impedindo o crescimento da região.

Leia a íntegra do discurso

Antônio Feijão alerta para imposição de temas ao Congresso pelo Executivo

Dia 18, Antônio Feijão (PSDB-AP) manifestou, também, preocupação com a forma como o Poder Executivo impõe temas e procedimentos aos processos legislativos. Com relação aos procedimentos para a regulação de terras na Amazônia Legal, o deputado considera que a MP 458/09 tem diversos acertos, mas faltam correções que, em sua opinião, deveriam ser feitas com a participação dos deputados e senadores. "O Congresso não pode continuar funcionando de acordo com os interesses do Executivo", disse Feijão, que pediu empenho ao Plenário para realizar as reformas necessárias ao País.

Leia a íntegra do discurso

Senado Federal

Sarney apoia Gilmar Mendes por declarações sobre invasão de terras

O presidente do Senado, José Sarney, manifestou total apoio ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, por ter condenado, em entrevista à imprensa, as invasões de fazendas promovidas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Sarney elogiou o ministro depois de indagado sobre o assunto por jornalistas.
- O ministro Gilmar Mendes está prestando um grande serviço ao Brasil: está defendendo o estado de direito, as liberdades públicas. Está consolidando os ideais pelos quais tanto lutamos e o povo brasileiro tanto desejou, de implantar uma democracia estável, na qual se possa respeitar o direito de todos. Aquele princípio de que cada direito começa onde termina o direito dos outros. Não podemos invadir os direitos dos outros - afirmou.
Para José Sarney, as declarações do presidente do Supremo Tribunal Federal "são oportunas", observando que, entre as atribuições do STF, está a de guardião da Constituição.
- Da mesma forma que o ministro Gilmar Mendes, acho que não podemos jamais violar os direitos assegurados pela Constituição - disse.
Em entrevista à imprensa na quarta-feira (25), o ministro Gilmar Mendes afirmou que os sem-terra devem ter liberdade para manifestar e protestar, mas desde que respeitem os direitos das pessoas e a propriedade privada e pública.Para ele, as invasões não são compatíveis com a Constituição e cobrou do Ministério Público a fiscalização de repasses de verbas públicas aos movimentos de sem-terra. Gilmar Mendes sustentou ainda que esses repasses são ilegais.


Eli Teixeira / Agência Senado

Câmara dos Deputados

Sebastião Bala Rocha cobra transparência na liberação do Orçamento
Diógenis Santos

Bala Rocha: "Queremos um orçamento real e não uma fantasia onde todo mundo finge acreditar numa coisa que não vai acontecer".


O deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP) cobrou do governo mais transparência na liberação das emendas parlamentares ao Orçamento da União. "Sou da base governista, mas não aceito o tratamento que o Palácio do Planalto está dando aos deputados e senadores. A liberação das emendas tem de ocorrer de forma transparente", afirmou. Bala Rocha anunciou estar empenhado na formação de uma frente parlamentar em defesa de um orçamento justo e mais transparente. Segundo ele, a proposta se insere nos debates sobre a adoção do orçamento impositivo, uma previsão de gastos e investimentos para a União que seja cumprida da forma como é aprovada no Congresso. "Queremos um orçamento justo, real, do tamanho do Brasil, e não uma fantasia, uma espécie de orgia psicótica, onde todo mundo finge que acredita numa coisa que não vai acontecer", reclamou Bala Rocha.

Desgaste

A rotina de aprovação de orçamentos que não serão executados gera desgaste para os deputados nas suas bases eleitorais, avalia Bala Rocha. Em sua opinião, isso cria expectativa junto aos seus eleitores de que foi aprovada uma emenda para a construção de uma ponte ou de uma rodovia, o que depois não se concretiza.O deputado disse não entender por que seus colegas brigam para garantir a inclusão de emendas no Orçamento e não reagem com o mesmo empenho quando o governo contingencia a liberação dos recursos. "Na Comissão de Orçamento, se alguém diz que vai reduzir o número de emendas das bancadas, ou que as bancadas não vão poder mais apresentar emendas, a gritaria é total, ameaçam votar contra em Plenário. Mas quando o governo toma a decisão de não liberar os recursos, ninguém reage", criticou.

Prejuízo

Além do desgaste político, essa situação tem consequências sérias para as prefeituras e governos estaduais, uma vez que eles têm custos elevados na elaboração dos projetos necessários para a liberação dos recursos. "As emendas de bancada, em geral, são para projetos estruturantes, como a construção de redes de esgoto e tratamento de água, que demandam estudos de impacto ambiental, projeto de engenharia e outros gastos", explicou Bala Rocha. O deputado propõe que os cortes sejam feitos durante o período de elaboração do Orçamento e que, se for necessário contingenciar os recursos, o governo dialogue com o Congresso para demonstrar a conjuntura que levou à redução na arrecadação e decidir o corte de forma transparente. Ele pediu ainda a redução da burocracia para a liberação das emendas.

Leia a íntegra do discurso

Reforma Política


Sarney e Temer decidem criar comissão para consolidar projetos da reforma política

Os presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer, decidiram nesta quinta-feira (26) criar uma comissão mista de deputados e senadores para consolidar todos os projetos que tramitam no Congresso e que tratam de reforma política. A comissão, ao final, apresentará projetos substitutivos, os quais passarão a ser examinados imediatamente pelas Comissões de Constituição e Justiça do Senado e da Câmara.
A comissão deverá apresentar suas propostas "em 30 ou 40 dias", informou o deputado Michel Temer. Os dois presidentes entendem que a medida irá acelerar a discussão e a votação da reforma política, pois as duas Casas irão trabalhar em cima de propostas previamente discutidas na comissão mista.
- Essa questão da reforma política já amadureceu demais. Há uma consciência de que ela tem de ser feita. Com a comissão, estamos começando a cumprir o que prometemos, que é agir em conjunto pelas reformas política e tributária e para resolver o problema das medidas provisórias - afirmou José Sarney.
O presidente do Senado lembrou que a mesma estratégia foi empregada durante a discussão do desarmamento no país, quando uma comissão de deputados e senadores apresentou um projeto que substituiu as dezenas de propostas que tramitavam no Congresso sobre o assunto.
- Vamos colocar a reforma política na agenda nacional, para que a Nação possa refletir e encontrar os melhores caminhos para melhorar a vida política no país. Avançamos muito na área econômica e social, mas temos de reconhecer que não conseguimos avançar na parte política - acrescentou Sarney.
O presidente do Senado disse ainda que existem no Congresso centenas de projetos sobre o assunto.
A decisão dos dois presidentes foi tomada durante reunião, no final do dia, no gabinete da Presidência da Câmara. Ao final, os dois falaram rapidamente à imprensa.
Eli Teixeira / Agência Senado

Senado Federal

Pronto para votação projeto que prevê até 12 anos de cadeia para quem praticar sequestro-relâmpago

Está pronto para votação no Plenário do Senado Emenda da Câmara a Projeto do Senado (
ECD 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago, prevendo que seus executores poderão ser condenados de seis a 12 anos de prisão. Se houver lesão grave da vítima, a pena irá de 16 a 24 anos e, em caso de morte, de 24 a 30 anos de reclusão.
Trata-se de projeto apresentado em 2004 pelo então senador Rodolpho Tourinho. Votada pelo Senado, a matéria foi remetida ao exame dos deputados, que concordaram com a ideia geral da proposta, mas fizeram uma emenda que substituiu o texto do senador. O projeto retornou ao Senado em maio do ano passado. Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), foi relatado pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que apresentou parecer - aprovado pela comissão - pela rejeição da emenda substitutiva dos deputados, fazendo prevalecer o texto original do senador Rodolpho Tourinho.
Caso o Plenário do Senado aprove a proposta, ela será remetida à sanção do presidente da República. O projeto resolve um problema enfrentado até hoje por delegados e juízes sobre a tipificação do sequestro-relâmpago.
O senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que foi o relator inicial do projeto em 2004, observou que esse crime, que vem crescendo nos últimos anos, não é roubo qualificado e nem extorsão mediante sequestro, como já preveem os artigos 157 e 154 do Código Penal (
Lei 2.848/1940). Assim, de acordo com o projeto, o sequestro-relâmpago passará a ser mencionado no artigo 158 do Código Penal como uma modalidade especial do crime de extorsão, sendo descrito como "crime cometido mediante a restrição da liberdade da vítima" e tendo como condicionante o objetivo da vantagem econômica.
Tramita no Senado um segundo projeto (
PLS 61/04) que trata do sequestro-relâmpago, este também apresentado em 2004, pelo senador Papaléo Paes (PSDB-AP). Essa proposta, no entanto, ainda se encontra na CCJ. O projeto original propõe que tal crime seja considerado extorsão "mediante restrição da liberdade da vítima" e a pena será a mesma aplicada à extorsão, acrescida de "um terço até a metade", pois o sequestro-relâmpago seria incluído na lista de crimes hediondos. O relator do projeto de Papaléo também é o senador Desmóstenes Torres, o qual decidiu apresentar um substitutivo, com texto idêntico ao da ECD 54/04, este já pronto para exame final pelo Plenário.
Eli Teixeira / Agência Senado

Fique de olho...


Diário Oficial da União
Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O Amapá no D.O.U

DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL
DIRETORIA EXECUTIVA
COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA


ALVARÁ Nº 782, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009

O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL declara revista a autorização para funcionamento de serviços especializados de VIGILÂNCIA e habilitada a exercer a atividade de ESCOLTA ARMADA, válida por 01(um) ano da data da publicação no D.O.U., concedida à empresa SERVI-SAN VIGILÂNCIA E TRANSPORTE DE VALORES LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 12.066.015/0013-75, tendo como sócios FRANCISCO DE ASSIS VERAS FORTES, MARCELO DE CARVALHO VERAS FORTES, FÁBIO DE CARVALHO VERAS FORTES, LIANA DE CARVALHO FORTES MOTA, ADRIANA FORTES REBELO, JOSÉ BEZERRA VERAS e SERVISAN LTDA, para efeito de exercer suas atividades no Estado do AMAPÁ.

ADELAR ANDERLE
DOU – Seção 1 - Página 29

SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO

PORTARIAS DE 25 DE FEVEREIRO DE 2009


O SUBSECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DA SECRETARIA EXECUTIVA, DO MINISTÉRIO DA FAZENDA, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso III do art. 1º, da Portaria GMF nº 142, de 21 de junho de 2006, DOU de 23 de junho de 2006, resolve prorrogar, pelo prazo de 1 (um) ano, as seguintes cessões, mediante formalização de Convênio de Cessão:

No- 247 -
Empregado: Ronaldo Pinheiro Borges
Origem: Banco do Brasil S/A
Para: Governo do Estado do Amapá
Cargo ocupado: Chefe de Defensoria - código CDP
Prazo de Prorrogação até: 17.10.2009
Amparo legal: Decreto nº 4.050, de 12 de dezembro de 2001, alterado pelo Decreto nº 5.213, de 24 de setembro de 2004 e Decreto 4.493, de 03 de dezembro de 2002.
Responsabilidade do ônus: Órgão Cessionário
Processo nº 19603.000615/2007-50
DOU – Seção 2 - Página 11

ATOS DE 25 DE FEVEREIRO DE 2009

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do P.A. 656/2009-TRF, resolve:

No- 53 - EXONERAR, a pedido, o servidor JIMMY NEGRÃO MACIEL, Analista Judiciário, Área Judiciária, Nível Superior, Classe "B", Padrão 07, do Quadro de Pessoal da Justiça Federal de Primeiro Grau, Seção Judiciária do Estado do Amapá, nos termos do artigo 34 da Lei 8.112/1990, a partir de 31/12/2008.
DOU – Seção 2 - Página 23

PREGÃO Nº 337/2008

Objeto: Pregão Eletrônico - Fornecimento de equipamentos, materiais e serviços para a implantação de sistema de comunicação VHF/UHF para manutenção de linhas de transmissão da Eletronorte localizadas nos Estados de Tocantins, Pará, Maranhão, Mato Grosso, Acre, Rondônia, Amapá e Roraima. Total de Itens Licitados: 00001 . Edital: 26/02/2009 de 08h00 às 12h00 e de 14h às 17h00 . ENDEREÇO: SCN Qd. 06, Conj. A Bloco "B", Entrada Norte 2, 2º Subsolo, Sala 13, Brasília - DF. Asa Norte - BRASILIA - DF . Entrega das Propostas: a partir de 26/02/2009 às 08h00 no site
www.comprasnet.gov.br. Abertura das Propostas: 11/03/2009 às 09h30 site www.comprasnet.gov.br

TITO CARDOSO DE OLIVEIRA NETO
Diretor de Gestão Corporativa
DOU – Seção 3 - Pàgina 74

SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO AMAPÁ

AVISO DE LICITAÇÃO
PREGÃO Nº 1/2009


Objeto: Pregão Eletrônico - Formação de Registro de Preços, para futura e programada contratação de Pessoa Jurídica, para fornecimento de materiais de consumo (PNEUS AUTOMOTIVOS). Total de Itens Licitados: 00008 . Edital: 26/02/2009 de 08h00 às 12h00 e de 14h às 17h00 . ENDEREÇO: Rua Adilson José Pinto Pereira, 1409 São Lázaro - MACAPA - AP . Entrega das Propostas: a partir de 26/02/2009 às 08h00 no site
www.comprasnet.gov.br. Abertura das Propostas: 10/03/2009 às 09h00 site www.comprasnet.gov.br

AMÉRICO TÁVORA DA SILVA
Superintendente
Substituto
DOU – Seção 3 - Página 77

JUSTIÇA FEDERAL

1ª REGIÃO
SEÇÃO JUDICIÁRIA NO AMAPÁ

EXTRATO DE CREDENCIAMENTO


ESPÉCIE: Extrato do Termo de Credenciamento nº. 001/2009, celebrado entre a União, através da Justiça Federal de Primeiro Grau, Seção Judiciária do Amapá e HÉLDER DAMASCENO DE ALBUQUERQUE. OBJETO: Prestação de serviços de perícia em Junta Médica Oficial. DATA DE ASSINATURA: 17/2/2009. DATA DA VIGÊNCIA: 60 meses, a partir de 17/2/2009. ASSINAM O INSTRUMENTO: pela Credenciante, Juiz Federal Anselmo Gonçalves da Silva; pelo Credenciado, Hélder Damasceno de Albuquerque
DOU – Seção 3 - Página 88

Destaques de interesse nacional


Seleções e concursos

Opinião, Notícia e Humor


MANCHETES DO DIA
PIRATÃO LEVA O TÍTULO DE CAMPEÃ

A zona sul está em festa. Piratas da Batucada foi declarada a campeã do carnaval 2009 pelas notas dos jurados. A disputa foi voto a voto com Maracatu da Favela que ficou em segundo lugar, por uma diferença de três décimos. A apuração iniciou com mais de duas horas de atraso, com o anúncio da campeã às 18:45h, no sambódromo. Piratas da Batucada ficou com a nota máxima de 178,3; Maracatu da Favela tirou o segundo lugar com 178,0 pontos; Boêmios do Laguinho tirou o terceiro lugar com 177,7; Império do Povo ficou em quarto lugar com a nota 176,3; Piratas Estilizados em penúltimo lugar com 175,4 e, em último, Embaixada de Samba com 174,8 pontos. Pelo regulamento do carnaval 2009, a última colocada desce para o Grupo de Acesso.

DIÁRIO DO AMAPÁ
PIRATÃO E JERDIM FELICIDADE VENCEM O CARNAVAL 2009

As escolas de samba Piratas da Batucada, a “Piratão”, e Jardim Felicidade, foram as campeãs do atrapalhado Carnaval 2009 do Estado do Amapá. A somatória dos votos dos jurados, com grande atraso, foi na tarde-noite de ontem. A Piratas da Batucada se sagrou campeã do Grupo Especial das Escolas de Samba, enquanto a Jardim Felicidade, vitoriosa do Grupo de Acesso, ascendeu ao Grupo Especial. A Liga das Escolas de Samba (Liesa), ainda ontem, fez a apuração dos votos dos blocos carnavalescos pertencentes à Liga dos Blocos do Amapá (Liba). O campeão é o Filhos da Fruta. A decisão sobre o vencedor do desfile dos blocos filiados à Associação dos Blocos do Amapá (Abloca) deve ser tomada somente hoje, em virtude de vários recursos impetrados pelas agremiações participantes. A Piratão conquistou o título do Carnaval 2009, disputando com Maracatu da Favela, Boêmios do Laguinho, Império do Povo, Embaixada do Samba e Piratas Estilizados. A Jardim Felicidade, por sua vez, venceu as escolas de samba Emissários da Cegonha, Unidos do Buritizal e Império do Samba Solidariedade.

Momentos de muita tensão e alegria marcaram o carnaval amapaense em 2009. Com desfiles grandiosos e um verdadeiro show de talento por parte das escolas de samba, a disputa pelo título de campeã prometia ser acirrada. Entre piratas, boêmios e maracatu, o clima no dia 25, dia da apuração, era de festa. A cada nota anunciada, batucadas e gritos de alegria. Esses eram os sons do sambódromo durante toda a tarde de ontem, com o anúncio das campeãs da LIBA (Liga Independente de Blocos do Amapá), ABLOCA e da polêmica LIESA (Liga Independente das Escolas de Samba do Amapá).

TRIBUNA DA IMPRENSA

Em reação ao "Carnaval Vermelho", o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, disse ontem que é ilegal o repasse de recursos públicos para movimentos sociais que invadem terras. O ministro também cobrou uma atuação mais enérgica do Ministério Público contra os invasores. "O financiamento público de movimentos que cometem ilícito é ilegal, é ilegítimo", disse. "No Estado de Direito, todos estão submetidos à lei. Não há soberano. Se alguém pode invadir sem autorização judicial, ele se torna soberano, logo está num quadro de ilicitude", afirmou. Em 2001, o STF analisou a legalidade do Estatuto da Terra, que proíbe o repasse em caso de invasões. Os ministros rejeitaram um pedido de liminar para que partes da lei fossem derrubadas. O fato foi lembrado hoje por Gilmar Mendes para demonstrar que os repasses não podem ser feitos para movimentos que invadem propriedades públicas e privadas. "O tribunal rechaçou a inconstitucionalidade", afirmou o presidente do Supremo.

CORREIO BRAZILIENSE
FOLIA COM LEI SECA: RECORDE DE MULTAS

O brasiliense pensou que escaparia da lei seca durante o carnaval e exagerou na bebida antes de assumir o volante. Em cinco dias de blitzes, 133 motoristas alcoolizados foram flagrados nas vias do DF. Só o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran) multou 101 pessoas, um recorde nas estatísticas da cidade. Um dia de carnaval equivaleu às autuações de quase toda uma semana de ações normais. A média dos últimos dias ficou em 20 autuados a cada 24 horas, contra 25 pessoas por semana no resto do ano. Pelo menos quatro pessoas morreram entre sexta e terça-feira nas pistas do DF e Entorno. O balanço das mortes, no entanto, pode aumentar quando a Polícia Rodoviária Federal e o Detran divulgarem o resultado consolidado, o que está previsto para hoje. Na folia do ano passado, oito pessoas perderam a vida apenas em vias urbanas da capital.

Para o consultor em ensino superior Carlos Monteiro, as instituições passam por dificuldades porque não conseguiram se estruturar. Levantamento feito pelo Semesp (sindicato das escolas particulares) indica que 41,5% das universidades privadas de São Paulo terão neste ano um número menor de novos alunos em relação a 2008. Para o setor, a queda é reflexo da crise e do aumento do desemprego. “Nosso alunado é formado em sua maioria por alunos-trabalhadores. Quando há desemprego, tendem a desistir”, diz Hermes Figueiredo, presidente do Semesp.





As 4 mil demissões da Embraer serão questionadas pelos sindicatos na Justiça. A informação foi dada ontem pelo presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva. As entidades vão usar um precedente do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo para justificar o processo. Em dezembro passado, o tribunal paulista determinou que a Amsted Maxion Fundição e Equipamentos Ferroviários reintegrasse 600 funcionários demitidos sem notificação prévia ao sindicato.

JORNAL DO BRASIL
BRASIL TIRA VAGAS DOS JAPONESES

Tentando fugir da turbulência japonesa, a montadora Mitsubishi vai transferir parte da produção para o Brasil. A meta é chegar a 50 mil novos veículos, produzidos a partir de abril em Goiás, e exportá-los para a América Latina. No P1analto, o presidente Lula e três ministros se reuniram com a cúpula da Embraer. Mas desistiram de pedir à empresa que reveja a decisão de demitir 4 mil funcionários. Criado para salvar empregos, o pacote da construção civil é visto como ousado por analistas.

O ESTADO DE S. PAULO
BANCOS RESERVAM R$ 7 BI PARA SE PROTEGER DE CALOTES

Os cinco maiores bancos do País - Itaú-Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco, Santander Real e Caixa - aumentaram em quase R$ 7 bilhões as provisões adicionais para créditos duvidosos no quarto trimestre do ano passado. Provisões adicionais são aquelas que superam o montante definido pelas regras do Banco Central (BC). Como explicou ontem o presidente executivo do Itaú-Unibanco, Roberto Setubal, o movimento sincronizado se deve à expectativa de alta da inadimplência ao longo de 2009, principalmente no primeiro semestre. "Achamos que era prudente reforçar o balanço, especialmente por causa do cenário incerto", disse ele, ontem, durante a apresentação dos resultados do exercício de 2008.

O GLOBO
MINISTRO FALA EM BANDIDAGEM NO FUNDO DE PENSÃO DE FURNAS

O presidente Lula mandou adiar a mudança na direção da Fundação Real Grandeza, o fundo de pensão de Furnas que administra um patrimônio de R$6,3 bilhões. A reunião para destituir o atual presidente estava marcada para hoje. Horas antes de ouvir a ordem de Lula, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), defendera a mudança e atacara duramente a atual diretoria. "Eles alteraram o estatuto para ampliar o mandato por um ano. E poderiam ser reeleitos, mas os próximos não poderiam? Isso é uma bandidagem completa! Esse pessoal está revoltado porque não quer perder a boca. O que eles querem é lazer uma grande safadeza", dissera Lobão ao GLOBO. O PMDB pressionava pela mudança, o que o ministro nega.

VALOR ECONÔMICO
AUMENTAM ACORDOS PARA CORTAR SALÁRIO

O mercado de trabalho apresentou em fevereiro um aumento significativo de trabalhadores demitidos em massa ou que tiveram a sua renda reduzida em troca da manutenção do emprego, embora no setor automotivo empresas tenham começado a rever acordos. Cálculo do Valor, que leva em consideração os anúncios feitos por empresas e sindicatos, revela que o número de trabalhadores que tiveram a sua renda reduzida em função de acordos de redução de jornada e salário, licença ou suspensão temporária dos contratos praticamente triplicou em fevereiro, totalizando 90.163 pessoas, contra 31.553 em janeiro. Em dezembro, o número de atingidos ficou em 2.020, se for considerado que os 32 mil envolvidos acordos de redução de jornada não tiveram o salário reduzido. Além dos setores que sofrem os efeitos do agravamento da crise internacional desde o fim de 2008, também fizeram acordos empresas dos setores agrícola, de alimentação, borracha e aviação.


VEJA TAMBÉM...


ARTIGOS


"Bancos ruins" são uma boa ideia? (Valor Econômico)

A ideia de "banco ruim" parece ficar mais popular a cada dia que passa em países onde ativos tóxicos paralisaram o crédito. A limpeza em bancos suecos no início da década de 90 é frequentente citada como um exemplo de quão bem-sucedida essa ideia pode ser. Mas as lições que por vezes são tiradas da experiência baseiam-se em incompreensões sobre o que efetivamente fizemos, e sobre como nosso sistema funcionou.
A iniciativa de constituir um "banco ruim" na Suécia foi tomada não por políticos, mas pela gerência do Nordbanken. Após anos de má administração e empréstimos irresponsáveis, o banco foi a primeira grande vítima do declínio no mercado de imóveis para uso comercial em 1990.

Parece até piada afirmar que os preços em dólares do sanduíche Big Mac possam apontar possíveis variações nas taxas de câmbio. Foi precisamente com essa intenção que a revista britânica "The Economist" começou a publicar a partir de 1986 para diversos países valores do Índice Big Mac, que quantifica em quanto o preço em dólares num país supera, ou não, o preço médio vigente nos Estados Unidos. Todos os valores seriam iguais a zero se o sanduíche fosse vendido em qualquer lugar pelo mesmo preço em dólares. Uma vez que variações de poder aquisitivo e particularidades dos pontos de venda também afetam preços, era de antemão possível prever a não-uniformização mundo afora dos preços do Big Mac em dólares, ainda que o famoso sanduíche fosse um produto mundial.

Arma contra a crise (Folha de S. Paulo)
Circo latino, o maior espetáculo da Terra (O Estado de S. Paulo)
Como o Brasil reagiu à crise econômica de 29 (Jornal do Brasil)
Darwin e a filosofia (Folha de S. Paulo)
De mulher para mulher (Correio Braziliense)
Difícil solução para os bancos (Valor Econômico)
Do terrorismo político à delinquência comum (O Estado de S. Paulo)
Economia masculina ou feminina? (Correio Braziliense)
Errar é humano, repetir o erro é burrice (Valor Econômico)
Eu paguei por Sheryl Crow? (O Estado de S. Paulo)
MP 449: um pacote de bondades para o próprio fisco (Valor Econômico)
Nesta fase de tantos desafios, o caixa é o rei (Gazeta Mercantil)
Nova política para drogas (O Globo)
O direito de recorrer em liberdade (O Globo)
O escândalo Stanford (Folha de S. Paulo)
Os impactos qualitativos da crise global sobre a área de TI (Gazeta Mercantil)
Petrobras faz aposta no longo prazo (Gazeta Mercantil)
Reformas da regulação financeira (Correio Braziliense)
Sobre conspirações e motivações (O Estado de S. Paulo)
Uma questão analítica (Jornal do Brasil)

COLUNAS

A longa campanha de Lula (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)

Se a população estiver satisfeita com o trabalho do presidente, sua candidata terá grandes chances de vitória. A polêmica mais recente entre governo e oposição é a discussão sobre se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria ou não fazendo campanha antecipada por sua candidata, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. A oposição recorreu até à Justiça Eleitoral. O governo jura não estar fazendo nada além de sua obrigação. Se Dilma inaugura obras é porque administrou sua realização, diz Lula. Discursos à parte, todo mundo sabe a verdade. O presidente está completamente empenhado na construção da candidatura de sua ministra. Mas, cá para nós. Alguém esperava algo diferente? É a regra imutável do jogo político. Quem está no governo faz campanha com as armas que ele oferece. Quem está na oposição denuncia.

A retórica e seus limites (Jornal do Brasil - Coisas da Política)

Churchill lamentava que os homens de Estado de seu tempo estivessem privados da leitura dos clássicos – e dos cavalos. Da falta dos clássicos se entende, embora seja mais difícil entender, que necessitem de cavalos em nosso tempo. De acordo com Shakespeare, Ricardo III, depois de cair do seu, abatido por um arqueiro, ofereceu o reino por nova montaria. Churchill se referia aos cavalos concretos, mas o animal serve de metáfora à política. O homem de Estado deve estar montado em um projeto. No dorso de seus cavalos firmavam-se Alexandre e César, Napoleão e Ricardo III, mas também seus objetivos, alguns vitoriosos, outros não. No discurso de anteontem ao Congresso, o presidente Barack Obama foi enfático na promessa de que o seu país sairá mais forte da crise atual. Está respeitando a retórica, mas desatento com relação à História. Talvez, para lembrar Churchill, lhe faltem os clássicos.

Ações da Embraer despencam 11% (Valor Econômico - De olho na bolsa)
Bolso cheio e investimento zero (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Juro real cai a 6% e marca novo recorde (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Movimento de Brasília (Correio Braziliense - Ari Cunha)
O efeito multiplicador do desemprego (Valor Econômico - Brasil)
O paraíso fiscal de Naya em Minas (Jornal do Brasil - Informe JB)
OUTONO (Folha de S. Paulo - Mónica Bérgamo)
Questão de lado (Folha de S. Paulo - Painel)
Também temos subprimes (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
Um novo padrão de discurso político (Valor Econômico - Política)
Visão do horizonte (O Globo - Panorama Econômico)
É Temer (O Globo - Panorama Político)




ECONOMIA

A bolsa em uma cota só (Valor Econômico)

Investidores que querem entrar no mercado de ações de uma maneira diversificada têm uma alternativa aos fundos de ações oferecidos pelos bancos. São os fundos de índices que negociam cotas em bolsa, os chamados Exchange Traded Funds (ETFs). Esses fundos montam suas carteiras de acordo com as carteiras dos índices de mercado, o que faz com que suas cotas sigam de perto a variação dos referenciais. Há várias vantagens. As taxas de administração dos ETFs são muito menores que as dos fundos de ações em geral. O investidor pode acompanhar a rentabilidade e onde está aplicado seu dinheiro observando o desempenho e as carteiras teóricas dos índices, divulgados diariamente pelas bolsas. E o acesso é simples, uma vez que as cotas são compradas e vendidas como uma ação em qualquer corretora. Há também vantagens fiscais para pequenos investidores: as vendas de PIBB ou dos demais ETFs até o valor de R$ 20 mil por mês não pagam imposto - enquanto nos fundos de ações, sempre há imposto de 15% sobre o ganho.

Os agentes de mercado consultados pelo Banco Central na elaboração do boletim Focus, de expectativas econômicas, calibraram previsões quanto ao comportamento da inflação, da taxa Selic, do crescimento industrial e da relação de comprometimento entre dívida líquida e Produto Interno Bruto (PIB). As estimativas, coletadas até a última sexta-feira, 21 de fevereiro, indicam que o mercado acredita em taxa Selic de 10,38% ao final de 2009, o mais baixo percentual indicado desde o início do ano. No boletim da semana anterior, a pesquisa indicava projeções para a Selic de 10,5% no final deste ano. Ou seja, nas avaliações de mercado, o juro básico cede ainda mais do que o esperado, mas sem gerar melhora dos indicadores da economia.

Ambac tem prejuízo de US$ 2,4 bi (Valor Econômico)

A Ambac Financial Group registrou um prejuízo superior a US$ 2 bilhões no trimestre, num momento em que a seguradora de títulos provisionou quase US$ 1 bilhão a mais para perdas vinculadas às dívidas de financiamentos para a casa própria, segundo informou ontem a empresa. A Ambac, que sofreu um grande prejuízo depois de ter segurado bilhões de dólares em títulos imobiliários de alto risco, teve um prejuízo de US$ 2,43 bilhões, ou US$ 8,14 por ação. Este resultado foi menor do que a perda no ano anterior, de US$ 3,27 bilhões, ou US$ 32,03 por ação. No ano passado, o resultado mostrou depreciações recordes decorrentes de posições de derivativos de crédito vinculados a ativos, que incluíram financiamentos imobiliários.

Amorim pede a Hillary menos protecionismo (Valor Econômico)
Amorim reclama a Hillary de protecionismo americano (Folha de S. Paulo)
Analistas projetam superávit comercial de US$ 13,6 bilhões (Gazeta Mercantil)
Analistas reduzem projeção do IPCA deste ano para 4,66% (Valor Econômico)
Argentina estabelece taxa de 413% sobre talheres brasileiros (Valor Econômico)
Ação do governo pode conter desemprego (Gazeta Mercantil)
Bancos ficam mais conservadores com a crise (Valor Econômico)
BB aumentou spread para empresas e agricultores (O Estado de S. Paulo)
Bematech começa reestruturação para reduzir custos (Valor Econômico)
Bernanke: bancos terão 6 meses para buscar capital privado (O Globo)
Bovespa segue Wall Street e cede (O Estado de S. Paulo)
Brasil busca oportunidades no mundo árabe (Gazeta Mercantil)
Brasil herda empregos japoneses (Jornal do Brasil)
Brasil se queixa do México na OMC (Valor Econômico)
Cai receita dos bancos de investimentos (Valor Econômico)
Carteiras buscam replicar indicadores, sem gestão ativa (Valor Econômico)
Cenário para a inflação no atacado e no varejo segue tranquilo em 2009 (Valor Econômico)
Comércio bilateral tem forte queda (Valor Econômico)
Comércio da Argentina com o Brasil tem queda de mais de 50% (Folha de S. Paulo)
Coperfrango demite 1.200 (Valor Econômico)
Crise atrasa negociações salariais (Valor Econômico)
Curtas - Bernanke e o valor justo (Valor Econômico)
Curtas - Yara retoma produção (Valor Econômico)
Declaração do IR já começa a ser recebida 2ª-feira (O Estado de S. Paulo)
Demissões na Embraer são irreversíveis, admite Jorge (Jornal do Brasil)
Déficit comercial recorde no Japão (Correio Braziliense)
Dívida fiscal causa ação penal e penhoras (Gazeta Mercantil)
Em Pernambuco, sindicatos relatam contratações (Valor Econômico)
Embraer nega pedido de Lula (Correio Braziliense)
Emissão de certidões será mais rápida (Valor Econômico)
Encontro com Lula não reverte cortes na Embraer (Valor Econômico)
Estratégias se fazem com o que não se vê (Valor Econômico)
Exportações brasileiras ganham com a medida (O Globo)
Exportações do Japão caíram 46% em janeiro (O Estado de S. Paulo)
Gigante bancário, ganho menor (O Globo)
Golden share da Embraer não impede demissões (Gazeta Mercantil)
Golpistas promovem venda de CPFs em site (O Globo)
Governo facilitará importação de máquinas usadas (Valor Econômico)
Indústrias veem potencial no Brasil (Valor Econômico)
Inflação controlada permite corte da Selic (Gazeta Mercantil)
Instituição descarta ficar com fatia do Citi na Redecard (Valor Econômico)
Itaú lucra R$ 1,8 bilhão (Correio Braziliense)
Itaú Unibanco acelera fusão e fortalece as provisões (Valor Econômico)
Itaú Unibanco lucra R$ 10 bilhões (Gazeta Mercantil)
Itaú Unibanco vê futuro incerto no crédito (Folha de S. Paulo)
Juntos, Itaú e Unibanco lucraram R$ 10 bi em 2008 (O Estado de S. Paulo)
Leilão muda cenário para energia livre (Valor Econômico)
Liminar beneficia produtores em MT (Valor Econômico)
Lula recebe dirigentes da Embraer e não pede a revisão das demissões (O Estado de S. Paulo)
Lula reúne diretores da Embraer e desiste de pedir para rever demissões (O Globo)
Mercado já prevê taxa de juro de 10,38% (O Estado de S. Paulo)
Mitsubishi avalia produzir três modelos no Brasil (O Globo)
Multimercados captam em fevereiro (Valor Econômico)
Na OMC, países ricos atacam o buy American (O Estado de S. Paulo)
No Brasil, Proer foi um sucesso (Correio Braziliense)
Obama defende o fim de subsídios agrícolas (O Globo)
Obama muda orçamento de Bush (Jornal do Brasil)
Obama quer supervisão mais rígida (Valor Econômico)
Pacote resgata política habitacional (Jornal do Brasil)
Para a Azul, crédito do BNDES não será afetado (O Estado de S. Paulo)
Perdas da matriz levam holandês ING a reduzir seu time no Brasil (Valor Econômico)
Petróleo sobe com queda nos estoques (O Estado de S. Paulo)
PIB do Brasil encolherá este ano, diz 'Economist' (O Globo)
Poço sem fundo (Correio Braziliense)
Prefeitura começa o levantamento dos demitidos da empresa (Jornal do Brasil)
Prefeitura tem estratégia para recolocar os demitidos (Gazeta Mercantil)
Procuradoria instala divisão de gestão da dívida ativa da União (Valor Econômico)
Redecard protocola oferta de ações (O Estado de S. Paulo)
Redução do crédito muda ordem do mercado (Gazeta Mercantil)
Revisão de crescimento chinês dá fôlego às bolsas (Valor Econômico)
Setor vê dificuldades para produzir 1 milhão de casas (O Estado de S. Paulo)
UE teme que queda da libra desestabilize Reino Unido (Valor Econômico)
Um sócio problemático para o Citi (Valor Econômico)
Uma empresa admirável, um exemplo equivocado (Valor Econômico)
Venda fraca de carro usado atinge locadoras (Valor Econômico)




POLÍTICA

Advogados atacam delação (O Estado de S. Paulo)

Advogados criminalistas e juristas atacaram ontem a delação premiada, mecanismo legal por meio do qual réus decidem contar o que sabem, apontam integrantes de organizações criminosas e com isso recebem benefícios, como a redução de pena. "Sou contra a delação até pelo aspecto moral", diz o criminalista José Luís de Oliveira Lima. "O acusado, muitas vezes, sofre pressão psicológica e acaba caindo na tentação da delação. Eticamente é reprovável, não é um instituto eficaz de combate ao crime." Às vésperas de completar 10 anos, a Lei 9.807/99 - que estabelece normas para proteção de testemunhas e réus colaboradores - foi defendida pela advogada Beatriz Catta Preta, em entrevista ao Estado. "Juridicamente é legal e a sociedade toda agradece", anota Beatriz. "O papel do advogado é defender o seu cliente. É um mecanismo a ser usado se ao réu interessa e sua eficácia está comprovada."

O oficial de inteligência Nery Kluwe, ex-presidente da Asbin (Associação dos Servidores da Abin), vai ajuizar na Justiça Federal em Brasília, na próxima terça-feira, nova ação popular pedindo que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) restitua aos cofres públicos os R$ 381 mil gastos na Operação Satiagraha, coordenada pela Polícia Federal. Kluwe argumenta que houve desvio de finalidade da agência ao atuar com a PF na investigação que apura crimes financeiros atribuídos ao banqueiro Daniel Dantas, do Grupo Opportunity. Uma primeira ação, com a mesma finalidade, foi apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal), mas indeferida neste mês pelo ministro Ricardo Lewandowski, que considerou o tribunal "incompetente para processar e julgar ação constitucional".

CNBB pressiona contra abortos (Jornal do Brasil)
Conselheiro vê impedimento legal para troca (O Estado de S. Paulo)
Contra trabalhadores, PMDB tenta assumir fundo de pensão de Furnas (O Estado de S. Paulo)
Discussão sobre reforma na ONU anima Itamaraty (O Estado de S. Paulo)
Eletricitários pressionam contra mudança (Valor Econômico)
Em 3 meses, grandes bancos elevam reservas contra calotes em R$ 7 bi (O Estado de S. Paulo)
Escândalo do mensalão derrubou diretoria em 2005 (O Estado de S. Paulo)
Estatuto foi mudado na gestão anterior, diz direção do fundo (O Globo)
Folga depois da folga (Correio Braziliense)
Gilmar Mendes reage contra MST (Jornal do Brasil)
Incra: assassinos serão excluídos de programa (O Globo)
Incra: fazenda Consulta não pode ser desapropriada (Jornal do Brasil)
Lula apela, mas Embraer não readmite (Correio Braziliense)
Lula intervém na troca de comando do Real Grandeza (Valor Econômico)
Lula põe freio em articulação (Correio Braziliense)
Lula recebe Embraer e não pede revisão das demissões (O Estado de S. Paulo)
Mendes critica movimentos sociais por invasões em massa (Gazeta Mercantil)
No Congresso, 'feriadão' remunerado (O Globo)
Para juristas, TSE pode frear corrida antes do prazo (O Estado de S. Paulo)
Política externa não é coesa, aponta estudo (O Estado de S. Paulo)
Prefeitura estuda ajuda a dispensados (Gazeta Mercantil)
Presidente do STF ataca MST (Jornal do Brasil)
Presidente do Supremo critica repasses ao MST (O Estado de S. Paulo)
Proposta a criação de índice sobre presidiários (Gazeta Mercantil)
Rainha recua e diz que áreas serão desocupadas (Folha de S. Paulo)
Rateio de cargos paralisa Senado (O Estado de S. Paulo)
Recesso prolongado na Câmara (Gazeta Mercantil)
Recomendação do MP em discussão na Casa (Correio Braziliense)
Reforma tributária outra vez em negociação (Gazeta Mercantil)
Sarney tenta iniciar votações (Gazeta Mercantil)
Serra levará a Lula propostas de mudanças nas regras de licitações (Valor Econômico)
Sindicatos recorrem à Justiça contra demissões da Embraer (Gazeta Mercantil)
STF: repasses para o MST são ilegais (O Globo)
Tarso acolhe o nº 2 de Lacerda (Correio Braziliense)
Temer vai acumular presidência do PMDB (O Estado de S. Paulo)
Tribunal manda notificar Lula e Dilma sobre ação (O Estado de S. Paulo)
Tucanos avaliam prévias (Correio Braziliense)
UDR protocola pedido de prisão de Rainha (O Estado de S. Paulo)
Verba pública para sem-terra é ilegal, afirma Gilmar Mendes (Folha de S. Paulo)

Acabou o Carnaval

Folga depois da folga
Correio Braziliense

Gabinetes do Congresso e da Esplanada estavam vazios ontem. Muitos ministros e parlamentares só retornam na próxima semana
Lilian Tahan, Tiago Pariz e Mirella D’Elia

Expediente na quarta-feira de cinzas valeu só para porteiro, copeiro, motorista, encarregado, assessor da administração pública. Apesar de o feriado ter terminado ao meio-dia de ontem para todos os funcionários, a presença de autoridades em Brasília foi coisa rara. Vários ministros, deputados, senadores prolongaram o carnaval. Alguns políticos, inclusive, vão emendar o feriado e só voltam a despachar na capital semana que vem. O desfalque de políticos na Esplanada dos Ministérios era notável. Quem precisou estacionar o carro às margens do Congresso Nacional não encontrou dificuldade, coisa rara para o meio da tarde de uma quarta-feira. Na Câmara, os deputados receberam um incentivo para emendar a folga. Não houve marcação de presença nas portarias. Assim como não haverá controle de pontos hoje e amanhã. Portanto, quem faltar não terá o ponto cortado. Votação mesmo só semana que vem. Até sexta-feira, estão previstas apenas sessões de debate.

Apenas cinco senadores apareceram no plenário. Sarney era um deles.

O presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), abriu a sessão pouco depois das 14h, mas só para debates. Na tribuna, subiram Serys Shlessarenko (PT-MS), Marisa Serrano (PMDB-MS), Adelmir Santana (DEM-DF) e Sérgio Zambiasi (PTB-RS). De resto, o Senado era puro silêncio, quebrado apenas pela transmissão de uma sessão gravada de uma comissão.

Viagem

O movimento de ministros também foi fraco. Dos 17 com assento na Esplanada, 12 não tiveram agenda de trabalho. Desses, a maior parte sequer esteve em Brasília e alguns só voltam para a capital na segunda-feira. É o caso, por exemplo, do ministro da Cultura, Juca Ferreira, que passou o carnaval em Salvador. Amanhã, Juca embarcará para Senegal, na África, em missão oficial. Até lá, no entanto, não há previsão de agenda. Em alguns casos, os ministros juntaram o útil com a vontade de dar uma esticada no estado de origem. O titular do Turismo, Luiz Barreto, que tem residência em São Paulo, cumpriu agenda ontem e marcou compromissos para hoje e amanhã na cidade onde mora. O ministro do Desenvolvimento Agrário, o gaúcho Guilherme Cassel, decidiu aproveitar o resto da semana para resolver algumas pendências do ministério em Porto Alegre. Compromisso público sobrou para ministros da equipe econômica, que tiveram uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. O carnaval terminou no tempo regulamentar para os ministros Guido Mantega, da Fazenda; Paulo Bernardo, do Planejamento; e Miguel Jorge, do Desenvolvimento e Comércio Exterior. Na tarde de ontem, a equipe tentava chegar a uma alternativa para as demissões na Embraer. O Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiaram as sessões para a próxima semana. Dos 11 ministros do STF, três despacharam de seus gabinetes. Dois estão viajando.


Na agenda

Confira o que os ministros fizeram na quarta-feira de cinzas

Os sem-compromissos

José Gomes Temporão (Saúde) Tarso Genro (Justiça) Alfredo Nascimento (Transportes) Hélio Costa (Comunicações) Nelson Jobim (Defesa) Fernando Haddad (Educação) Carlos Minc (Meio Ambiente) Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) Márcio Fortes (Cidades) Juca Ferreira (Cultura) Carlos Lupi (Trabalho e Emprego) José Pimentel (Previdência Social)

Os presentes

Edison Lobão (Minas e Energia) Luiz Barreto (Turismo)* Guido Mantega (Fazenda) Paulo Bernardo (Planejamento) Miguel Jorge (Desenvolvimento e Comércio Exterior) Patrus Ananias (Desenvolvimento Social)* Reinhold Stephanes (Agricultura)

* Agenda interna

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