quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Eleições 2010: nova pesquisa "Datafolha" deve ser divulgada no sábado

Tem nova pesquisa sobre a corrida ao Planalto por aí. Deve ser publicada no próximo sábado. O Datafolha fez o registro na Justiça Eleitoral, sob o protocolo 4080/2010 (clique nele para conferir). Os pesquisadores estão em campo nesta quarta e quinta. A amostra prevista é de 2.600 entrevistas em 144 municípios, com dois pontos percentuais de margem de erro. O pedido foi da empresa Folha da Manhã S/A, que edita os jornais "Folha de S.Paulo" e "Agora". Portanto, tem dedo tucano aí. Além de pesquisar a intenção de voto e a popularidade de Lula, o instituto pergunta aos eleitores sobre a importância de dois programas do governo federal (Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida), e quais candidatos a presidente devem, na opinião do eleitor, manter esses programas. O Datafolha pergunta também se o eleitor já ouviu falar e o que é o "PAC". E inova, perguntando aos entrevistados, vejam só..., sobre uma questão ontológica: a origem e o desenvolvimento dos seres humanos. Se foram criados por Deus há 10 mil anos ou se se desenvolveram há milhões de anos com ou sem a ajuda de Deus. Não se sabe aonde a pesquisa quer chegar com isso...

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Papaléo quer conclusão de ponte na divisa do Amapá com a Guiana Francesa


O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) reivindicou, em discurso nesta quarta-feira (24), a liberação de recursos pelo governo federal para a conclusão das obras de uma ponte sobre o Rio Oiapoque, na divisa do Amapá com a Guiana Francesa. Ele argumentou que a ponte é fundamentalpara o escoamento da produção do Norte da Amazônia para a Europa. Com 378 metros de extensão, a ponte binacional ligará o Brasil à cidade de Saint George, na Guiana, por meio da BR-156.
A ponte completa a infraestrutura necessária às exportações, apoiada ainda pelo porto do município de Santana e pelo aeroporto de Macapá, explicou o senador. Papaléo entende que o Brasil deve aproveitar todas as possibilidades oferecidas pela Guiana, um departamento ultramarino da França na América do Sul e porta de entrada para nossa produção em território francês.
O senador lembrou que nos últimos anos o Brasil firmou vários protocolos com o governo francês, os quais prevêem cooperação para o desenvolvimento da Guiana e do Norte da Amazônia brasileira. No ano passado, o governador do Amapá, Waldez Góez, assinou com o prefeito da Guiana Francesa, Daniel Ferey, termo de cooperação técnica na área da defesa civil e proteção e combate a incêndios na região fronteiriça.
Para o senador, o Amapá representa a fronteira do Brasil com a União Européia e hoje mais de 400 grandes empresas francesas em nosso país. Por isso, ponderou Papaleo Paes, o governo brasileiro não pode descuidar dos projetos de infraestrutura que vão consolidar as relações da Amazônia com a França e a União Européia, como é o caso da ponte sobre o Rio Oiapoque.

Da Redação / Agência Senado

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Geovani Borges: recursos do Fundo Amazônia deve garantir economia de baixo carbono


O senador Geovani Borges (PMDB-AP) defendeu nesta quarta-feira (24) que o Fundo Amazônia, criado em julho de 2008, seja utilizado para investimentos em infraestrutura e tecnologia, de modo a garantir uma economia de baixo carbono, que promova o desenvolvimento sustentável e a preservação da floresta.
Geovani Borges lembrou que o fundo recebe mais recursos à medida que consegue comprovar perante o Ministério do Meio Ambiente que o desmatamento diminuiu. Segundo informou, o fundo deverá receber recursos da Noruega de US$ 1 bilhão até 2015, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Sustentável (BNDES), informou.
Para o parlamentar, as políticas de desenvolvimento econômico deverão levar em conta a nova configuração da região em seu processo de ocupação econômica e demográfica, cada vez mais urbanizada e industrializada, porém com sérios problemas ambientais. Essas mudanças podem ser verificadas, disse o senador, com a alteração na matriz de transporte, de fluvial para rodoviário, nas últimas três décadas.
- Na Amazônia Legal quase todo o transporte é feito por rodovias mal conservadas - disse, acrescentando que a região precisa investir mais em transporte hidroviário.
Geovani Borges entende que os governadores precisam do pagamento por serviços ambientais prestados pelos estados da Amazônia Legal, de modo a terem receita para investir em infraestrutura, ciência e tecnologia, além de capacitação da mão de obra e apoio à produção. Por todas as razões elencadas em seu pronunciamento, o parlamentar defende a utilização do Fundo da Amazônia para ações de preservação, redução do desmatamento e uso sustentável da floresta.
Da Redação / Agência Senado

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Sarney feliz como menino de quase oitenta anos


"Pressão faz parte da democracia que ajudei a construir"

Por Said Barbosa Dib*

Sarney está feliz feito criança. E bastante disposto para 2010. Vem recebendo elogios importantes pelo andamento das reformas no Senado. Em recente entrevista ao “Estadão”, Lula, do alto dos seus 80% de aprovação, mais uma vez defendeu Sarney com convicção: “o Sarney foi um homem de uma postura muito digna em todo esse episódio. Das acusações que vocês (o jornal) fizeram contra o Sarney, nenhuma se sustenta juridicamente e o tempo vai provar”. O apoio não vem só dos aliados, como Lula e Dilma, mas também daqueles que, há bem pouco tempo, eram críticos contundentes. Colegas que chegaram a criticá-lo, como o senador Pedro Simon, e até jornalistas, como Ricardo Noblat, estão reconhecendo sua atuação na modernização da Casa. Depois que a Fundação Getúlio Vargas entregou as propostas de mudanças na instituição, cumprindo determinação de Sarney, Simon fez questão de felicitá-lo pelo trabalho até agora realizado. O senador gaúcho declarou: "Eu acho que V. Exª deve estar feliz, porque recebe o respeito da Casa". E reconheceu o grande esforço de Sarney no processo: “A imprensa coloca de uma maneira maldosa, que nós aqui terminamos em pizza. Mas o Senado, sob seu comando, enfrenta seus problemas e cumpre com o dever, ao contrário do que faz a Câmara Legislativa de Brasília, que entra em recesso quando recebe o pedido de impeachment do governador". No “Comitê de Imprensa”, da Agência Câmara, na semana passada, em debate sobre as relações do governo Lula com a mídia, os convidados do programa, os jornalistas Rudolfo Lago e Evandro Paranaguá, que também exerceram suas críticas ao presidente do Senado, fizeram questão de elogiar a postura democrática de Sarney. Destacaram as relações do Planalto com a imprensa na Nova República, as condições de trabalho dos jornalistas que faziam a cobertura do governo, a convivência do presidente com os repórteres e o caráter eminentemente democrático do ex-presidente. Sarney tem dito aos amigos que, depois do que aconteceu, o Senado está bem melhor. Acha que, por mais contraditório que possa parecer, a crise e todas as dificuldades enfrentadas, acabaram por lhe dar mais força para levar avante as mudanças necessárias. Mudanças que, faz questão de lembrar, já estavam em seu programa de ação em fevereiro de 2009, quando foi convocado pelo partido a concorrer à Presidência da Casa. E avalia que, apesar dos exageros, dos ataques pessoais e dos desgastes sofridos, “sem as pressões da mídia não teria conseguido avançar tanto”. Acha que o sacrifício valeu a pena. Lembrando seu tempo na Presidência da República, comentou: “Na época também sofri grande pressão, foi muito desgastante. Pressão faz parte da democracia que ajudei a construir. Ataques vinham de todos os lados. Tive que administrar, com sacrifício pessoal, todos os conflitos com muita paciência; tive que aquentar ataques a mim e a minha família, tive que suportar acusações falsas e intrigas. E justamente sobre “sacrifícios”, brincou, como sempre, lembrando o padre Antônio Vieira, que falando sobre o projeto divino que nos chega pelo grito dos necessitados e sacrificados, ensinava: "...não há lume de profecia mais certo no mundo que consultar as entranhas dos homens. E de todo homem? Não. Dos sacrificados. Se quereis profetizar o futuro, consultai as entranhas dos que se sacrificam e dos que se sacrificam para diminuir o sacrifício dos outros". Mas Sarney está animado não apenas pelas conquistas políticas e administrativas de sua gestão na Presidência da Casa. Como católico fervoroso, não esconde de ninguém a felicidade com que recebeu a homenagem da Nunciatura Apostólica da Santa Sé em Brasília, no início do ano, quando o núncio apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri, disse que "homenagear o senador José Sarney é percorrer, na sua eminente pessoa, um traço significativo de história contemporânea do Brasil." A verdade é que o conciliador José Sarney merece esta e outra homenagens. Recebe o reconhecimento da Cruz e da Espada, do lado espiritual e do político. É um homem público com virtudes indispensáveis para se enfrentar crises: a capacidade de inovação, a paciência, o senso de justiça e a persistência. Talvez por isso, Sarney retorne agora aos trabalhos do Senado com aquele sorriso de menino de quase oitenta anos, satisfeitíssimo com a vida e sempre extremamente educado e paciente com todos os funcionários.

Said Barbosa Dib é historiador e analista político em Brasília

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

Oposição pede CPI para investigar atuação de ex-ministro em nova Telebrás. O governo agiu rápido diante das denúncias de que o ex-ministro José Dirceu teria feito lobby em favor de uma empresa privada que poderia ser beneficiada no Plano Nacional de Banda Larga, uma das prioridades da atual gestão. O empresário Nelson dos Santos, da Star Overseas, sócio da Eletronet, dona de uma rede de fibras ópticas, afirmou que pagou a Dirceu R$ 620 mil entre 2007 e 2009. Essa rede, hoje pertencente a subsidiárias da Eletrobrás, poderia ser usada pela Telebrás, que, reativada, expandiria a banda larga no país. Com declarações da cúpula do governo sobre a reativação da Telebrás, as ações já subiram 248% este ano. A oposição quer abrir CPI para investigar a denúncia. (págs. 1 e 17 a 19)

FOLHA DE S. PAULO
DF PERDE 2º GOVERNADOR EM 12 DIAS

Interino Paulo Octávio renuncia, e Wilson Lima, aliado de Arruda, assume cargo em Brasília. Apenas 12 dias depois de assumir o lugar de José Roberto Arruda, preso desde o dia 11, o governador interino do Distrito Federal, Paulo Octávio, alegou falta de apoio político, renunciou ao cargo e se desfiliou do DEM. Arruda e Paulo Octávio são suspeitos de comandar o mensalão do DEM -esquema de formação de caixa dois para a campanha que os elegeu em 2006, além de coleta e distribuição de propina. Eles negam as acusações. O novo governador é o presidente da Câmara Legislativa, Wilson Lima (PR), aliado de Arruda e da gestão anterior, de Joaquim Roriz (PSC). A avaliação é que ele terá dificuldades políticas para se sustentar no cargo. Esse cenário aumenta a chance de intervenção no DF, que será analisada pelo Supremo Tribunal Federal. O próximo na linha sucessória, Níveo Gonçalves, do Tribunal de Justiça, disse não querer o governo. (págs. 1, A4 e A6)

O ESTADO DE S. PAULO
PAULO OCTÁVIO SAI, MAS CRISE CONTINUA

Sem apoio e suspeito no mensalão do DEM, interino disse não querer 'sangrar em praça pública'. Depois de redigir duas cartas-renúncia em uma semana, o interino Paulo Octávio afastou-se ontem do governo do Distrito Federal. Envolvido no escândalo do mensalão do DEM e isolado pelo próprio partido, Octávio disse ao Estado que não era possível “governar sangrando em praça pública". A decisão de se afastar estava tomada desde quinta passada. Na mensagem de renúncia lida pelo deputado distrital Cabo Patrício (PT), Octávio afirma que sua decisão foi tomada, em parte, por pressão do DEM, que não lhe garantiu sustentação política. Poucos minutos antes de deixar o governo, ele solicitou desfiliação da legenda. O DEM pediu aos seus filiados que abandonassem os cargos que ocupavam no governo do DF logo após o governador eleito, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), ter sido preso, no último dia 11, por obstrução às investigações sobre o esquema de corrupção local do qual ele seria chefe e Octávio, beneficiário. Agora, cresce a possibilidade de intervenção federal na capital. Para evitar isso, o presidente da Câmara do DF, Wilson Lima (PR), assumiu o governo. (págs. 1, A4 e A6)

JORNAL DO BRASIL
DF PERDE OUTRO: PAULO OCTÁVIO TAMBÉM SAI

Novo governador é Wilson Lima, presidente da Câmara onde 11 são investigados por propina. Com o cerco maior da Justiça e a instabilidade política cada vez maior no Distrito Federal, o vice-governador Paulo Octávio saiu de cena ontem, duplamente. Primeiro, enviou sua carta de desfiliação do DEM – o que o impede de disputar qualquer cargo político este ano. Em seguida, anunciou a sua renúncia. P.O., como é conhecido em Brasília, vai cuidar das empresas que levam o seu nome. A carta de renúncia foi lida há pouco na Câmara Legislativa do DF. Na mensagem, ele afirmou que deixou o cargo por não ter apoio para governar o Distrito Federal e disse que “saio da cena política e me coloco nas fileiras da cidadania”. “As negociações tornaram mais caras para mim encontrar a governabilidade”, disse Paulo Octávio, na carta lida pelo deputado Cabo Patrício (PT), para um plenário cheio ontem à tarde. Ele assumiu a presidência da Câmara no lugar de Wilson Lima (PR).

CORREIO BRAZILIENSE
PAULO OCTÁVIO RENUNCIA.E AGORA, WILSON?

O Distrito Federal chega ao terceiro governador em 12 dias. Em carta enviada à Câmara Legislativa, Paulo Octávio comunicou a renúncia ao mandato e disse que voltava às “fileiras da cidadania”. Foi o ato derradeiro do político que fracassou na tentativa de obter o apoio dos antigos aliados de Arruda e estava na iminência de ser expulso do Democratas. A chefia do Executivo local passa às mãos de Wilson Lima (PR), distrital ligado ao grupo arrudista que tenta imprimir um discurso independente na chegada ao Buriti. “Não vou aceitar ingerências políticas”, avisou o novo governador, em nota. Para estabelecer as mínimas condições de governabilidade e evitar uma intervenção federal, as forças partidárias tentam um equilíbrio político, com Wilson Lima no governo e Cabo Patrício (PT) na presidência da Câmara Legislativa. (págs. 1 e 21 a 24)
VALOR ECONÔMICO
VENDAS INTERNAS PUXAM RETOMADA DO SETOR TÊXTIL

O mercado interno se transformou no melhor antídoto do setor têxtil contra a concorrência chinesa e a valorização cambial. Contratações fortes em janeiro e um volume recorde de intenções de investimento indicam um 2010 promissor. O setor têxtil abriu 8 mil vagas no mês passado, fazendo deste janeiro o de maior número de contratações líquidas da história. Embaladas pela melhora do mercado interno, que se acelerou a partir do segundo semestre do ano passado, as fábricas de tecidos e confecções apostam na manutenção do crescimento econômico registrado nos últimos meses. No ano passado, as empresas do setor têxtil e de confecções apresentaram ao BNDES um valor recorde de projetos de investimentos. As consultas levadas ao banco somaram R$ 1,61 bilhão, 35% mais do que em 2008. Parte expressiva desses projetos foram aceitos e as aprovações alcançaram R$ 1,9 bilhão, valor também recorde. O aumento expressivo no número de projetos deve ser acompanhado pelo aumento dos desembolsos neste ano, depois da queda 50% registrada em 2009. (págs. 1 e A3)

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Coluna "Argumentos'

Pacificado

O jornalista Reginaldo Borges, que é irmão do senador Gilvam Borges (PMDB-AP), teve que abreviar suas férias para uma missão espinhosa: apagar não um foco mais um incêndio entre o grupo dos Borges e o governo do Estado. O secretário da governadoria, Alberto Góes, optou em conversar com o confrade. Mas líderes pedetistas foram decisivos.

Na tribuna

O deputado federal Bala Rocha (PDT/AP) continua nas tratativas para que os ex-servidores dos municípios que atuavam no Amapá, e também em Roraima e Rondônia, sejam transferidos para os quadros da União. Ontem, ele se reuniu com representantes da Advocacia Geral da União, onde funciona uma câmara de conciliação que media conflitos desta natureza.

Não cala

A pergunta sobre a qual os moradores de Ferreira Gomes querem resposta é a respeito dos impactos de uma nova hidrelétrica no rio Araguari, especialmente para a atividade turística nos inúmeros balneários que o município possui. É que a notícia de um novo reservatório tem tirado o sono dos moradores de lá.

Aprovado

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal aprovou Projeto de Lei que altera a Lei Rouanet para classificar a música gospel e os eventos ligados a ela como manifestação cultural. Com isso, esse estilo musical poderá gozar dos benefícios do Programa Nacional de Apoio à Cultura. O relator foi o senador Papaléo Paes (PSDB-AP).

O “REITOR” E A EDUCAÇÃO

Durante a reinauguração da Escola Estadual Predicanda Carneiro de Amaral Lopes, o presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Amanajás (PSDB-AP), cobrou mais atenção para a educação pública no Amapá, principalmente quanto à valorização dos docentes. “Se avaliarmos, temos que avançar mais na educação. Precisamos dedicar atenção também àqueles que ajudam na formação dos nossos cidadãos”, disse.

Liminar

O juiz titular da 6ª Vara Cível, Paulo César do Vale Madeira, concedeu liminar temporária que suspende a decisão do Conselho da Liga das Escolas de Samba do Amapá (Liesa), que após tumulto provocado pelas escolas presentes à votação cancelou o resultado do carnaval 2010 e declarou todas como campeãs, sem que houvesse nenhuma previsão estatutária para tal.

Gastronomia

Com o objetivo de aumentar a competitividade dos destinos turísticos, por meio do maior envolvimento empresarial na governança local e da realização de ações de desenvolvimento da capacidade empresarial do setor de alimentação, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Ministério do Turismo e Sebrae realizaram ontem no auditório do Sebrae no Amapá, o lançamento do Programa Caminhos do Sabor.

Iapen punido

O deputado federal Evandro Milhomen (PCdoB-AP) cobrou em plenário ontem da direção nacional do Incra agilidade na solução para o problema de transferência de terras para os agricultores do Amapá. Ele, que esteve em reunião com os agricultores e o Incra na região da Perimetral Norte para resolver a situação, destacou os problemas enfrentados e criticou a Superintendência.

Crédito errado

Milhomen ressaltou o em-penho da bancada do Amapá na luta e a necessidade de dar celeridade à questão: “Nós da bancada, juntamente com o governador Waldez Góes e o presidente Sarney, lutamos durante anos para resolver o problema das terras do Amapá e esta bancada tem que ter o mérito, mas o Incra, infelizmente, não faz nada que possa solucionar esse problema”, disse ele.
Diário do Amapá

Fique de olho...

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010



Destaques Nacionais


ATOS DO PODER EXECUTIVO
Legislação que dispõe acerca da Estrutura Regimental do DNPM sofre alteração

PR
Vem aí novo sorteio de municípios, cuja aplicação de recursos públicos federais será fiscalizada

MEC
Universidade Federal de Uberlândia prorroga validade de concurso público

MPOG
Sai orientação para instituições públicas acerca de legislação que trata de licença médica

Mais destaques

Seleções e concursos

Cáritas faz seleção para projeto que acaba com sub-registro de nascimento

Universidade Federal do Rio Grande libera resultado de concurso público

ESAF divulga dia e horário de provas de concurso para auditor-fiscal do trabalho

Mais concursos


O Amapá no Diário Oficial da União

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

O GLOBO
VALE ENTRA EM LEILÃO E ACIRRA MEGADISPUTA NO SETOR ELÉTRICO

Construção da hidrelétrica de Belo Monte custará até R$ 30 bilhões. Previsto para abril, o leilão da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, ganhou um concorrente de peso: a Vale se aliou à construtora Andrade Gutierrez, à Votorantim Energia e à Neoenergia para disputar a construção da megausina, orçada em até R$ 30 bilhões. Outro grupo, formado por Camargo Corrêa e Odebrecht, já estava na disputa da usina, que será a terceira do mundo. O governo tenta ainda criar um terceiro consórcio e, para isso, poderá acionar a Eletrobrás e o BNDES. No mercado, a expectativa é de que as subsidiárias da Eletrobrás entrem em todos os consórcios, através de Furnas, Eletronorte ou Chesf. Para Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da UFRJ, o leilão será muito competitivo e permitirá ao consumidor acesso a energia mais barata. (págs. 1 e 19)

FOLHA DE S. PAULO
'NOVA' TELEBRÁS BENEFICIA CLIENTE DE DIRCEU

Governo usará rede de fibras ópticas pertencente a empresário que pagou pelo menos R$ 620 mil ao ex-ministro. O ex-ministro e deputado cassado José Dirceu (PT) recebeu ao menos R$ 620 mil do principal grupo empresarial que será beneficiado caso a Telebrás seja reativada, como promete o governo. O dinheiro foi pago entre 2007 e 2009 pelo empresário Nelson dos Santos, dono da Star Overseas, companhia sediada nas Ilhas Virgens Britânicas. Em 2005, Santos comprara pelo valor simbólico de R$ 1 participação na empresa Eletronet. Praticamente falida, a Eletronet era dona de 16.000 Ian de cabos de fibra óptica ligando 18 Estados, o que não cobria suas dividas, estimadas em R$ 800 milhões. Após Santos contratar Dirceu, o governo decidiu usar as fibras ópticas da Eletronet para reativar a Telebrás e arcar sozinho com a caução judicial necessária para resgatar a rede, hoje em poder dos credores. Estimase que o negócio renda ao empresário R$ 200 milhões. Segundo Santos, o dinheiro pago a Dirceu não se destinou a lobby. O ex-ministro não quis comentar. (págs. 1 e B1)

O ESTADO DE S. PAULO
CÚPULA APOIA REIVINDICAÇÃO ARGENTINA SOBRE MALVINAS

Em meio a reunião latino-americana, britânicos começam a explorar petróleo. A presidente argentina, Cristina Kirchner, obteve da Cúpula de Cancún (México) o respaldo dos presidentes latino-americanos e do Caribe para pedir à Grã-Bretanha a devolução das Malvinas à Argentina. "Vamos insistir em nossa reivindicação", afirmou Cristina. No momento em que ela discursava, porém, funcionários de uma empresa petrolífera britânica começavam a exploração na região. Ali esperam encontrar petróleo, o pivô da nova crise entre Buenos Aires e Londres. Na abertura da cúpula, o presidente mexicano, Felipe Calderón, conclamou as nações a "construírem um espaço comum que agrupe ,todos os países da América Latina e Caribe", informam as enviadas especiais Patrícia Campos Mello e Tânia Monteiro. Essa nova entidade, já chamada informalmente de "OEA do B", não terá participação dos EUA. Segundo Washington, isso "não é um problema". (págs. 1, A12 e A13)


JORNAL DO BRASIL
UM CHOQUE NO SISTEMA PENAL

Carnaval da Zona Sul vai mudar de rua e também de bairros. O Carnaval de rua em alguns bairros mais concorridos da Zona Sul carioca será diferente em 2011. O grande volume de queixas de moradores e comerciantes, por causa do barulho e dos problemas causados no trânsito, vai levar a prefeitura a redistribuir vários dos 465 blocos para outros bairros ou até para outra região. Além disso, não serão autorizados novos desfiles e, em ruas como a Dias Ferreira, no Leblon, repleta de restaurantes, não haverá mais folia. A medida abrange também Ipanema, Gávea, Laranjeiras e Santa Teresa. Em Copacabana, moradores temem que a decisão sirva apenas para atrair os foliões. (págs. 1 e Tema do dia A2 a A3)

CORREIO BRAZILIENSE
A HORA DO IMPEACHMENT PARA ARRUDA

O relógio começou a correr. O processo de impeachment contra José Roberto Arruda teve início ontem na Câmara Legislativa, com a definição de Chico Leite (PT) e Cristiano Araújo (PTB) como respectivos relator e presidente da comissão especial que avalia os pedidos de cassação. A escolha de um representante da oposição para a relatoria é vista como mais um sinal de que os antigos aliados de Arruda lançaram-no à própria sorte. O mesmo não se pode dizer em relação a Paulo Octávio. O relator das ações contra ele é Batista das Cooperativas (PRP), que ontem mesmo se apressou em elogiar a atuação do GDF no combate às invasões. A nomeação de um aliado representa um avanço na estratégia de Paulo Octávio de estabelecer um pacto de governabilidade com a Câmara Legislativa. A situação de Arruda, por outro lado, se deteriora. Chico Leite, que já manifestou em público a necessidade de afastamento do governador, pretende entregar seu relatório antes do prazo máximo de dez dias. “Se os fatos continuam os mesmos, a conclusão não pode se modificar”, disse. (págs. 1 e 23)



Passados os efeitos da crise financeira, os bancos estão com liquidez de sobra. Com folga de caixa, diminuiu o apetite para captar recursos com a emissão de certificados de depósitos bancários (CDB). No segundo semestre do ano passado, os resgates desses papéis pelos investidores superaram as aplicações em R$ 27,9 bilhões, reduzindo o estoque desses títulos em 6%, para R$ 511 bilhões, segundo dados do BC. O Itaú Unibanco reduziu o estoque de CDBs em 13,8% em 2009, para R$ 102,5 bilhões em dezembro. "Olhando a disponibilidade de caixa e as previsões de expansão de carteira, estamos muito confortáveis em manter o mesmo modelo para este ano", disse Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, em conferência a analistas. (págs. 1, C1 e C2)

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