quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Datafolha confirma: Dilma 20 pontos à frente do tucano

Candidata de Lula aparece com 49% das intenções de voto, contra 29% do tucano, seu principal adversário. E já lidera em SP, RS e PR

Pesquisa do Datafolha divulgada na madrugada hoje (26/08) mostra aumento da vantagem de Dilma Rousseff e o fortalecimento da hipótese de vitória já no primeiro turno. Em relação ao levantamento do último dia 20, a candidata abriu 20 pontos percentuais de frente e passou de 47% para 49% das intenções de voto. Serra (PSDB) desabou de 30% para 29%; Marina Silva (PV) continua estável em 9%. Contando os votos válidos, Dilma tem 55% dos votos e venceria a eleição no dia 3 de outubro. Os eleitores que ainda não sabem em quem votar ou não responderam permanecem em 8%, e os votos brancos e nulos, em 4%. Encomendada pelo jornal Folha de S. Paulo e pela Rede Globo, a pesquisa tem margem de erro dois 2 pontos percentuais e foi feita nos dias 23 e 24 com 10.948 entrevistas em todo o país.

Liderança em SP e RS

Dilma deu uma virada em redutos eleitorais da oposição, como São Paulo e Rio Grande do Sul. "Em São Paulo, Estado governado por Serra até abril e por tucanos há 16 anos, Dilma saiu de 34% na semana passada e está com 41% agora. O ex-governador caiu de 41% para 36%. Na capital paulista, governada por Gilberto Kassab (DEM), aliado de Serra, ela tem 41% e ele, 35%", diz reportagem da Folha de S. Paulo. As constantes visitas aos gaúchos também renderam bons resultados a Dilma. Enquanto ela subiu de 35% para 43% no Rio Grande do Sul, o tucano José Serra caiu de 43% para 39%. "Quando se observam regiões do país, a candidata do PT lidera em todas, inclusive no Sul. Na semana passada, ela estava tecnicamente empatada com Serra, mas numericamente atrás: tinha 38% contra 40% do tucano", afirma a Folha de S. Paulo.

Rejeição ao Tucanato

O cenário para um eventual segundo turno é de uma vantagem cada vez mais folgada de Dilma, de 19 pontos percentuais. Segundo o Datafolha, a candidata passou de 53% para 55%. Na contramão, Serra baixou de 39% para 36%. Também positivo é o resultado na pesquisa espontânea. "Quando os eleitores não escolhem os nomes de uma lista de candidatos, Dilma foi a 35% contra 18% de Serra. No levantamento anterior, os percentuais eram 31% e 17%, respectivamente", afirma a Folha de S. Paulo. Outro dado que mostra a consolidação da tendência favorável a Dilma é a taxa de rejeição do candidato do PSDB. Se a candidata é rejeitada por 19% dos eleitores, Serra tem 29%, acima dos 27% medidos na semana passada. A pesquisa está registrada no TSE sob o número 25.473/2010.

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Trabalhadores terceirizados terão mais garantias

O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) é o autor do Projeto de Lei do Senado nº 296, de 2009, que assegura aos trabalhadores de empresas contratadas pela Administração Pública o pagamento de salário e encargos trabalhista quando o empregador direto não honrar seus compromissos. A proposta estabelece que a Administração Pública deve responder, solidariamente, com o contratado pelos encargos previdenciários resultantes da execução do contrato e subsidiariamente pelos encargos trabalhistas derivados da execução de contrato de terceirização ou de intermediação de mão-de-obra. Para Papaléo o fato de tornar a Administração mais responsável por esses encargos, os trabalhadores terceirizados passam a gozar de maiores garantias do recebimento de seus direitos trabalhistas, principalmente no caso da extinção da relação contratual dessas empresas com o Poder Público. Com essa alteração Papaléo acredita que os gestores administrativos devem aperfeiçoar a fiscalização dos contratos de prestação de serviços, ao mesmo tempo em que essas empresas passarão a ser mais zelosas com seus compromissos trabalhistas uma vez que em caso de inadimplemento de suas obrigações, elas ficarão impedidas de concorrer a novas licitações pelo prazo mínimo de cinco anos. Este dispositivo também está previsto no projeto. A proposição do senador amapaense já foi aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado e brevemente deverá passar pela deliberação da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania onde se encontra com parecer favorável do senador Marconi Perillo (PSDB-GO). Caso seja aprovado na CCJ, seguirá para a Câmara dos Deputados.

Assessoria de Comunicação
Gabinete do senador Papaléo Paes
gab.papaleopaes@senado.gov.br

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

(Se você não teve tempo hoje de ler os principais jornais do País, leia-os agora)

O GLOBO
GAROTINHO É CONDENADO POR FORMAR QUADRILHA COM EX-CHEFES DE POLÍCIA

Grupo é acusado de lotear delegacias e proteger máfia de caça-níqueis. Em sentença inédita na Justiça Federal do Rio, um ex-governador, Anthony Garotinho, dois ex-chefes da Policia Civil - Álvaro Lins dos Santos e Ricardo Hallak - e mais sete pessoas foram condenados pelo juiz Marcelo Leonardo Tavares, da 4ª Vara Federal Criminal, a penas que variam de dois a 28 anos de prisão, por crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de bem. O juiz ressalta que Garotinho dividia com Lins - condenado a 28 anos – o comando da quadrilha responsável pelo loteamento de delegacias e a proteção das atividades da máfia dos caça-níqueis, controlada por Rogério Andrade. Os condenados vão recorrer. (Págs. 1 e 18)

FOLHA DE S. PAULO
UNIÃO E PETROBRAS DISCORDAM SOBRE VOLUME DE RESERVAS

Estimativas distintas criam nova divergência entre governo e estatal e podem retardar a capitalização da petroleira. Além da polêmica sobre o preço do barril, a operação para levantar dinheiro para os investimentos da Petrobras nos próximos anos corre agora um novo risco de não ocorrer no mês que vem, informa Valdo Cruz. O Congresso aprovou que a União ceda à Petrobras 5 bilhões de barris. Para isso, entregaria à empresa o reservatório de Franco e uma área vizinha a Tupi. A estatal afirma haver menos petróleo do que a ANP estima. A Petrobras precisaria de mais áreas para obter os 5 bilhões de barris. O governo resiste e mandou que os cálculos sejam refeitos. (Págs. 1 e B3)

O ESTADO DE S. PAULO
UNIÃO DECIDE INTERVIR EM 7 PORTOS GERIDOS POR ESTADOS

O governo federal decidiu intervir na administração de portos estaduais que descumpriram regras previstas em contrato com a União ou cuja operação tem afetado a competitividade do Pais. A intervenção tem graus diferenciados, como a retomada total da concessão de cinco portos do Estado do Amazonas ou a maior participação da União na gestão de Paranaguá e Rio Grande, na Região Sul. Intervenção em portos estaduais se dará em graus diferenciados, com o objetivo de melhorar a competitividade do País nas exportações. O governo federal decidiu intervir na administração de alguns portos estaduais que descumpriram regras previstas em contrato ou cuja operação tem afetado a competitividade do País. A intervenção tem graus diferenciados, como a retomada total da concessão de cinco portos do Estado do Amazonas ou a maior participação da União na gestão de Paranaguá e Rio Grande, na Região Sul. A primeira medida para aumentar o controle sobre os portos nacionais surgiu em 3 de agosto com a Portaria n.º 200, do Ministério dos Transportes. O documento autoriza a constituição de uma comissão para definir parâmetros técnicos e metodologia para a União retomar os portos de Manaus, Tabatinga, Coari, Itacoatiara e Parintins, no Norte do País.

JORNAL DO BRASIL
FRENTE AMPLA CONTRA A VIOLÊNCIA

Empresários vão doar mais de R$ 23 milhões por ano para agilizar UPPS. Numa parceria inédita entre empresas com sede no Rio e o governo do estado, a construção de novas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) será simplificada e agilizada através da doação de mais de R$ 23 milhões anuais até 2014. O dinheiro será utilizado para a compra de terrenos, viaturas, equipamentos e, se necessário, até armamentos a serem usados por policiais das UPPs. O empresário Eike Batista, através do grupo EBX, será o maior doador, com cinco parcelas anuais de R$ 20 milhões. O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse que a parceria dará mais velocidade ao projeto. (Págs. 1 e Cidades A4)

CORREIO BRAZILIENSE
PLANO PILOTO TEM DOIS ROUBOS A CADA HORA

Bairros que integram o Plano Piloto, as asas Sul e Norte concentram um quarto do total de roubos e furtos registrados no DF. De janeiro a julho, foram contabilizadas 12.406 ocorrências, o equivalente a dois crimes a cada hora. As maiores vítimas são os pedestres. As estatísticas da Secretaria de Segurança apontam, entretanto, para a redução da criminalidade nas áreas nobres de Brasília. O governador Rogério Rosso anunciou a convocação de 1.350 policiais militares. (Págs. 1, 26 e 27)

VALOR ECONÔMICO
MIGRAÇÃO DO CRÉDITO AFETA CARTEIRA DE BANCOS PRIVADOS

A forte expansão dos empréstimos do BNDES começa a ter impacto negativo nas carteiras de crédito dos bancos comerciais. Atraídas por taxas de juros mais baixas, grandes e médias empresas migraram para o banco de desenvolvimento e, com isso, as linhas remanescentes nas outras instituições financeiras tiveram seu risco médio elevado. As consequências são custo do dinheiro e spread em alta e maior risco de inadimplência. As operações de crédito do BNDES deram um salto de 45,4% em 12 meses, um crescimento quatro vezes maior do que os 11% de avanço dos empréstimos com recursos próprios dos bancos. Somente em julho, os empréstimos do banco oficial avançaram 4,7%, ante 0,4% das demais instituições financeiras. (Págs. 1 e C10)


Veja também

ARTIGOS

Fundos estão quase sempre onde capital privado não vai (O Estado de S. Paulo)

Os fundos de pensão são a principal âncora financeira das grandes obras do governo. Patrocinados pelas estatais Banco do Brasil, Petrobrás e Caixa Econômica Federal, os três principais fundos - Previ, Petros e Funcef - administram juntos um patrimônio de R$ 229,6 bilhões. É quase metade dos R$ 494 bilhões movimentados pelas mais de 300 empresas de previdência privada do País. A trinca está presente em praticamente todos os grandes projetos encampados pelo governo, qualquer que seja a gestão federal. Hidrelétricas, ferrovias, rodovias, privatização de estatais. Obras de infraestrutura invariavelmente contam com os fundos, especialmente quando o capital privado não se manifesta, ou o faz de forma muito tímida, seja por causa do risco representado pelo projeto, seja pelo grande capital envolvido, ou por uma combinação dos dois. Com o trem-bala, não deve ser diferente. Os fundos podem se sustentar em metas atuariais que giram em torno do INPC mais 5% ou 6% ao ano para investir em projetos com taxa de retorno nem sempre atraente à iniciativa privada. Assim, atendem a políticas do governo, mesmo batendo e rebatendo na tecla de que não se submetem a pressões governamentais.

Legislar o riso e sacralizar o poder? (O Globo)
Licenciamento ambiental (O Estado de S. Paulo)
Não era para acreditar (O Estado de S. Paulo)
Que agricultura familiar? (Valor Econômico)
Requiescat in pace (Valor Econômico)
Sobre as negociações climáticas (Valor Econômico)
Uso de precedentes em operações societárias (Valor Econômico)

COLUNAS

Agosto está mais para mês do desgosto (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)

Dados econômicos piores, especialmente nos EUA, derrubam mercados em agosto. Só ontem, Ibovespa caiu 1,25% e voltou para casa dos 65 mil pontos. Com tanta notícia ruim, agosto caminha para confirmar a crendice popular de ser um mês aziago. Com a queda de 1,25% ontem do Ibovespa - que voltou para a casa dos 65 mil pontos -, a perda em agosto chega a 3,49%. No ano, o índice recua 5%. A expectativa para a agenda econômica do mês já era ruim, mas o problema é que alguns indicadores estão vindo piores, explica a analista-chefe da Spinelli, Kelly Trentin. Ontem, o dado que assustou foi o de vendas de casas usadas nos Estados Unidos. O indicador mostrou queda de 27,2% em julho, ante previsão de baixa de 14%. "Foi um tombão", assinala o analista econômico do BB Investimentos, Ney Fukuy Katayama. As revendas voltaram para os níveis do início da série, em 1999. Tudo isso só reforçou o temor crescente em relação à economia americana, acrescenta. Tudo começou, segundo Kelly, com o comunicado pessimista do Federal Reserve (Fed, banco central americano), divulgado logo após reunião no último 12, em que informa a decisão de manter a posição em títulos com lastro em hipotecas para preservar a liquidez, além do juro. Na ocasião, em entrevista a esta coluna, a estrategista da Fator Corretora, Lika Takahashi, chamou a atenção para o significado dessa manobra: o de que o cenário econômico estava pior do que se vislumbrava.

Ansiedade total (Correio Braziliense - Brasil S.A)
"Eles fazem muito marketing. É ridículo o resultado (do PAC)" (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Balanço (O Estado de S. Paulo - Direto da Fonte)
Candidatos em luta (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Cinco governos em perspectiva (Valor Econômico - Política)
Concurseiros na mira (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Corte de ponto (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Equação complicada (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Faz de conta (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
O debate da desindustrialização (Valor Econômico - Brasil)
O PMDB e as apostas (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
O que faz do real essa fortaleza? (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Onde estará Kassab? (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Pesquisas polêmicas (Correio Braziliense - Marcos Coimbra)


ECONOMIA

52% desaprovam o governo Obama (Correio Braziliense)

Pela primeira vez desde a posse, maioria não concorda com providências da administração democrata e três quartos não escondem suas preocupações com o nível de desemprego. A crise econômica, que mostra o seu lado mais perverso na falta de emprego, está minando a aprovação ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Pesquisa da Reuters/Ipsos mostra que quase três quartos dos norte-americanos (72%) estão muito preocupados com o desemprego. E hoje o número de pessoas que desaprovam Obama (52%) já é maior do que aquelas que aprovam (45%). No levantamento, 67% dos entrevistados se disseram ainda muito preocupados com os gastos do governo. A coleção de números ruins, coroados pela taxa de desemprego de 9,5%, estão dilapidando o apoio aos Democratas — partido do presidente — e dragando a popularidade de Obama apenas 20 meses depois de sua posse na Casa Branca, em meio a uma onda de esperança de que conseguiria reverter a intensa crise mundial iniciada em 2007. E o presidente está sem muito tempo para mudar o humor dos norte-americanos. Em novembro, ocorrem as eleições parlamentares. A pesquisa deixa claro que 46% dos eleitores hoje votariam em candidatos republicanos, enquanto 45% ainda escolheriam membros do Partido Democrata. Para dar uma guinada na economia, Obama precisa do Congresso — hoje, Senado e Câmara dos Deputados são dominados pelos Democratas.

Anac aprova regras para concessão de aeroporto (O Globo)
Após inspeção, Petrobras diz que reformará P-31 (O Globo)
Aspectos societários da operação ainda causam dúvida (Valor Econômico)
Ação do BNDES eleva risco médio da carteira de bancos (Valor Econômico)
Bancos públicos se defendem de calote (Correio Braziliense)
BB quer ampliar fatia de crédito rural de 32% para 36% (O Estado de S. Paulo)
BC analisa risco de securitizadoras (Valor Econômico)
BNDES mexe com juros de mercado (O Estado de S. Paulo)
BRB opera com lucro e venda é descartada (Correio Braziliense)
Camargo ganha obra na Venezuela (Valor Econômico)
Capitalização da Eletrobrás está adiantada (O Estado de S. Paulo)
Capitalização pode virar festa política (O Estado de S. Paulo)
CNI questiona redução de tarifa para país pobre (O Estado de S. Paulo)
Com avanço do BNDES, juros para empresas sobem no crédito livre (O Globo)
Com o fim dos estímulos tributários, estoques da indústria sobem em julho (Valor Econômico)
Confiança do consumidor aumenta (Valor Econômico)
Corrida para a renda fixa no Brasil (Valor Econômico)
Curtas - Empresas (Valor Econômico)
Demanda asiática garante PIB do Brasil, diz Conceição (Valor Econômico)
Demanda por alimentos explica decisão (Valor Econômico)
Destaques - Finanças (Valor Econômico)
Divisão de Belo Monte (Valor Econômico)
Dívida marca diferença de TAM e LAN (Valor Econômico)
Eletrobras espera antecipar geração na usina do Xingu (Valor Econômico)
Eletrobras usará dívida antiga para ampliar capital (O Globo)
Empresários temem desvio de investimentos (Valor Econômico)
Estrangeiro tira R$ 79 milhões na semana passada (Valor Econômico)
Financiamento imobiliário puxou expansão em julho (O Estado de S. Paulo)
Franqueados estudam cancelar contratos (Valor Econômico)
Fundações disputam conselho da Oi (O Globo)
Fundos criticam, mas já estudam alternativas (Valor Econômico)
Fundos de pensão podem entrar juntos no trem-bala (Valor Econômico)
Ibama libera gasoduto que ligará SP ao DF (O Estado de S. Paulo)
Intervenção foi recomendada por agência (O Estado de S. Paulo)
Lei chilena favorece Latam (Valor Econômico)
Leilões devem render investimentos bilionários (Valor Econômico)

POLÍTICA

'Não a um Estado Leviatã' (O Globo)

Juiz ordena que Receita dê a tucano acesso à investigação sobre vazamento de seus dados. A Justiça Federal determinou ontem à Receita Federal que entregasse, no prazo de duas horas, as informações levantadas no curso da sindicância que apura o vazamento de dados sigilosos do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira. Os dados fiscais do tucano foram usados num dossiê supostamente montado por integrantes da campanha da petista Dilma Rousseff, que nega envolvimento. Além de poder tirar cópias de tudo o que já foi levantado na sindicância da Receita, a Justiça Federal determinou que, a partir de agora, Eduardo Jorge terá o direito de acompanhar todo o processo administrativo para identificar os responsáveis pelo vazamento. O tucano afirma que seus dados fiscais foram vazados e enviados para o comitê de campanha de Dilma Rousseff. Em sua decisão, o juiz Antonio Claudio Macedo da Silva lembra que o poder público deveria proteger os dados dos cidadãos, e não expô-los, como aconteceu. Ele diz que alguns setores do governo mantêm uma relação promíscua com jornalistas, o que, de tão banal, não tem causado indignação na sociedade.

47 deputados e senadores ainda estão ameaçados (Correio Braziliense)
Aprendiz Legal forma 237 jovens em Brasília (O Globo)
Após reforma de R$ 111 milhões, Lula volta ao Planalto (O Estado de S. Paulo)
Comissão de juristas prepara documento sobre reforma do Código Eleitoral (O Estado de S. Paulo)
Dinheiro longe das áreas mais violentas (Correio Braziliense)
Senado extingue funções de 900 servidores (O Estado de S. Paulo)
Burocracia tira recursos do desenvolvimento (Correio Braziliense)
Eximbank amarrado (O Estado de S. Paulo)
O crédito aumentou menos e já aparecem distorções (O Estado de S. Paulo)
O desafio de se incentivar o crédito de longo prazo (Valor Econômico)
O novo alvo do 'grande eleitor' (O Estado de S. Paulo)

Fique de olho...


DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Destaques nacionais

MINISTÉRIO DA DEFESA
Comissão vai avaliar documentos sigilosos do Comando da Aeronáutica

MCT
CNPq divulga relação de beneficiários de auxílio financeiro à pesquisa

MINC
Ancine abre inscrições para financiar projetos de obras cinematográficas

MINC
Cultura divulga entidades selecionadas do 2º Prêmio ASAS - Cultura Viva 2010

MD
Defesa indica membros da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar

MME
Aneel homologa percentuais das áreas de municípios goianos inundadas pela UHE Salto

PJ
TRT 9ª Região disponibiliza resultado de concurso na internet

Mais destaques


Seleções e concursos

Ipea faz seleção de candidatos para concessão de bolsas

Federal Fluminense abre inscrições para cargos de níveis médio e superior

COOPSAT-RS abre inscrições para níveis superior, tecnólogo, médio e pós-médio

Mais concursos

O Amapá no Diário Oficial da União

Clique aqui para conferir tudo sobre o estado na edição de hoje...

Vitória no primeiro turno?


terça-feira, 24 de agosto de 2010

Sarney reúne mais de 20 partidos na inauguração do Comitê Pró-Dilma no Amapá

Por Cléber Barbosa

O presidente do Senado Federal, senador José Sarney (PMDB-AP), inaugurou hoje (24) em Macapá o primeiro Comitê Suprapartidário Pró-Dilma do país. O evento produziu um documento assinado por líderes partidários, integrantes da bancada federal e até dois dos principais candidatos a governador do Estado. Feliz, Sarney conclamou a todos para garantir a maior votação proporcional para a candidata petista e assim reivindicar tratamento diferenciado para as demandas do Amapá no futuro governo dela.
O Comitê foi idealizado pelo próprio Sarney e fica localizado no Centro da cidade, na Rua Tiradentes. Lá, militantes e dirigentes de todos os partidos da base aliada ao governo do presidente Lula poderão encontrar não apenas material de campanha, mas agendar reuniões e outros eventos para dar visibilidade à candidatura de Dilma Rousseff. Entre os presentes ao evento estava o ex-governador Waldez Góes (PDT), que é candidato a senador, o atual governador Pedro Paulo Dias (PP), o senador Gilvam Borges (PMDB-AP), o prefeito de Macapá Roberto Góes (PDT), além de deputados federais, estaduais e vereadores do Amapá.

Falando aos jornalistas, José Sarney disse ter certeza de a candidata Dilma Rousseff sabe exatamente dos problemas do Amapá, pois participou decisivamente como ministra dos grandes projetos trazidos para o Estado. “O Amapá conseguiu dar saltos significativos para o seu desenvolvimento nos últimos anos, graças à união da classe política e a receptividade que o presidente Lula nos deu. Portanto, queremos dar continuidade a tudo isso no governo da futura presidenta Dilma”, argumentou Sarney, sob efusivos aplausos da militância.
O ex-governador Waldez, que lidera as pesquisas de intenção de votos para o Senado, lembrou que Dilma foi decisiva como ministra das Minas e Energia e depois como chefe da Casa Civil, para os projetos de extensão do Linhão de Tucuruí até Macapá, para consolidar a construção da ponte binacional sobre o Rio Oiapoque, as hidrelétricas de Santo Antônio e a de Água Branca. “Lanço aqui um desafio para todos nós, que é dar à futura presidente Dilma a maior votação proporcional que ela tiver em todo o país”, disse Góes. Ao final do evento, Sarney comparou o grupo a uma seleção dos melhores. “Está aqui o time da Dilma e do Lula”, bradou o decano do Senado Federal.

Opinião, Notícia e Humor


MANCHETES DO DIA

(Se você não teve tempo hoje de ler os principais jornais do País, leia-os agora)

O GLOBO
DADOS PESSOAIS SIGILOSOS SÃO VENDIDOS NA RUA EM SP

Repórter compra dois CDs com informações de Denatran e INSS por R$ 200. Informações sigilosas do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) sobre proprietários de carros e dados bancários de aposentados e pensionistas do INSS são facilmente obtidos nas ruas do Centro de São Paulo em poucos minutos. O repórter do GLOBO Lino Rodrigues, sem se identificar, comprou dois CDs com dados desses dois órgãos públicos na Rua Santa Efigênia, na capital paulista, por R$ 200. A negociação com o "vendedor" durou menos de meia hora e, ao final, certo de que o "cliente" não era policial, o ambulante ainda ofereceu listagens do Itaú Unibanco. Os dois CDs serão entregues ao promotor José Mário Barbuto, que se comprometeu a abrir investigação no Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado, do Ministério Público de São Paulo. O Denatran e o Ministério da Previdência vão pedir investigação à Polícia Federal. O Itaú Unibanco não se pronunciou. (Págs. 1 e 23)
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FOLHA DE S. PAULO
PSDB AGORA VAI PRIORIZAR A ELEIÇÃO EM QUATRO ESTADOS

Cúpula tucana se reúne para discutir a sobrevivência da oposição. A cúpula do PSDB se encontra amanhã, em São Paulo, para analisar as chances do partido em todo o país e discutir estratégias para a sobrevivência da oposição em caso de derrota na eleição presidencial. Os tucanos vão priorizar a eleição para governador em São Paulo, Paraná e Goiás - Estados em que seus candidatos aparecem à frente nas pesquisas - e Minas Gerais, onde o ex-ministro Hélio Costa (PMDB), aliado petista, lidera a disputa. O PSDB conta eleger ao menos oito senadores, entre - eles Aécio Neves (MG) e Tasso Jereissati (CE). Além do mineiro, que grava depoimento para o programa de José Serra, candidatos a governador com mais chance de vitória vão reforçar o horário eleitoral. Os ajustes na campanha ao Planalto incluem a adoção de um tom mais agressivo no rádio e na TV para levar a disputa com o PT para o segundo turno. (Págs. 1 e A4)

O ESTADO DE S. PAULO
DÉFICIT EXTERNO TRIPLICA NO ANO E ATINGE US$ 28,2 BILHÕES

Saldo negativo foi de US$ 4,5 bilhões em julho, o maior desde 1947; investimento direto cobre 58% do rombo. Dados do Banco Central mostram que em julho a conta corrente brasileira que registra todas as operações de bens e serviços com o exterior - teve saldo negativo de US$ 4,5 bilhões, o pior resultado para o mês desde 1947. No acumulado do ano, o déficit ficou em US$ 28,26 bilhões (2,51% do PIB), também o pior resultado da história para o período e o triplo do verificado de janeiro a julho de 2009. Os investimentos estrangeiros diretos, voltados para produção, somaram em julho US$ 2,64 bilhões, ou apenas 58% do déficit. Para cobrir o rombo, o Brasil precisou mais uma vez dos investimentos em ações e renda fixa e dos empréstimos tomados por empresas brasileiras no exterior. (Págs. 1 e Economia B1)


JORNAL DO BRASIL
GASTO DE BRASILEIROS NO EXTERIOR É RECORDE

Valorização do real e elevação da renda contribuíram para o resultado. A valorização do real, a elevação da renda média da população e o bom desempenho do mercado de trabalho contribuíram para que as despesas dos brasileiros em viagem ao exterior atingissem US$ 8,586 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões) nos sete meses do ano - um recorde na série histórica, iniciada em 1947, segundo o BC. No mês de julho, essas despesas somaram US$ 1,536 bilhão, contra US$ 1,045 bilhão registrado em julho de 2009. O déficit da conta de viagens internacionais do balanço do pagamentos também foi recorde em julho: US$ 1,098 bilhão. (Págs. 1 e Economia A7)

CORREIO BRAZILIENSE
ASA NORTE SE REVOLTA COM FALTA DE POLÍCIA

“A gente trabalha com medo, pois a marginalidade aqui está muito grande”“Esse negócio de droga acabou com a Asa Norte”Sebastião Carneiro de Souza, 52 anos, em entrevista ao Correio em 6 de agosto. No último sábado, o comerciante foi assassinado na 710 NorteBairro nobre com 100 mil habitantes, a Asa Norte está encurralada pela violência. A morte do comerciante Sebastião Carneiro de Souza, brutalmente assassinado por três menores de idade no último sábado, aumentou a revolta e a apreensão entre moradores e comerciantes. No início do mês, o próprio Sebastião confidenciou ao Correio como se sentia ameaçado no seu estabelecimento da 710 Norte. “A gente trabalha com medo, pois a marginalidade está muito grande.” O enterro do comerciante reuniu centenas de pessoas, entre parentes, amigos e colegas de profissão. A Polícia Militar calcula que precisaria de ao menos 600 homens — hoje dispõe de 360 — para garantir segurança à comunidade. A fim de combater os assaltos frequentes, as autoridades de segurança pretendem instalar um sistema de chamada de emergência entre lojistas e polícia. (Págs. 1, 44 e 45 e Visão do Correio, página 32)

VALOR ECONÔMICO
UNIÃO LIMITA COMPRA DE TERRAS POR ESTRANGEIROS

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu limitar a compra de terras por estrangeiros e empresas brasileiras controladas por estrangeiros. Ele assinou o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que restringe as aquisições de imóveis rurais por empresas que possuem pelo menos 51% ou mais de seu capital votante nas mãos de pessoas que não são brasileiras. O texto prevê que as empresas sob controle estrangeiro não vão poder adquirir imóvel rural que tenha mais de 50 módulos de exploração indefinida (entre 250 a 5 mil hectares, dependendo da região do país). Elas também terão de se limitar à implantação de projetos agrícolas, pecuários e industriais que estejam vinculados a seus objetivos de negócio previstos em estatuto. As áreas rurais pertencentes a empresas estrangeiras não poderão ultrapassar 25% do município. (Págs. 1 e A4)


Veja também

ARTIGOS

A China e a renda diferencial de Ricardo (O Estado de S. Paulo)

Nos últimos cinco anos tenho trabalhado em atividades de consultoria em cerca de duas dezenas de municípios economicamente deprimidos, localizados principalmente no centro-norte do Pará e no leste de Minas Gerais. O objetivo é identificar oportunidades de investimentos diretamente produtivos visando a promover um processo de desenvolvimento desses municípios e suas microrregiões. Os principais obstáculos a ser enfrentados têm sido a profunda escassez de capital social e institucional, assim como o quadro de histerese socioeconômica que permeia as estruturas desses municípios e de seus habitantes. Faltam as condições necessárias para a mobilização social e política da população, de um lado, e para o empreendedorismo local, do outro, visando tanto a solucionar os problemas socioeconômicos quanto a ativar as potencialidades de crescimento econômico. Mas, em quase todos esses municípios, um evento portador de mudanças chega de forma inequívoca em suas economias. Com o crescimento acelerado da demanda mundial de produtos intensivos de recursos naturais renováveis e não-renováveis (alimentos, bioenergéticos, papel e celulose, minérios e metais, etc.), particularmente a partir da expansão intensificada do consumo e dos investimentos na China, tornou-se inevitável redefinir o nível de potencial econômico desses municípios.

A minha UPP (Valor Econômico)
A morte do federalismo (O Globo)
Acordo pode beneficiar o mercado de capitais (Valor Econômico)
Bovespa perde os 66 mil pontos, castigada por Vale e Nova York (O Estado de S. Paulo)
E agora? Novidades à vista? (O Globo)
Normas contábeis e o direito internacional (Valor Econômico)
Resultados econômicos ruins impactam no campo social (Correio Braziliense)
É preciso equilíbrio (O Globo)

COLUNAS

A menor graça (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)

Deve-se aos programas de humor e à mobilização dos humoristas a contestação de uma das mais graves distorções institucionais na Lei Eleitoral em vigor desde 1997: a abolição do exercício da crítica política no rádio e na televisão nos três meses que antecedem a eleição. De lá para cá foram realizadas seis eleições, sendo três presidenciais. Por isso, os rapazes e as moças do humor já mereceriam assento junto aos idealizadores do projeto Ficha Limpa, numa hipotética premiação a iniciativas para melhorar os meios e os modos da tão antiquada política brasileira.Posto o mérito, é preciso dispor alguns equívocos. Há desorientação e falta de informação na campanha, cujo primeiro ato público foi uma passeata na praia de Copacabana.

As primeiras disputas de um governo Dilma (Valor Econômico - Política)
Atchimmm (O Estado de S. Paulo - Direto da Fonte)
Clima de pós-jogo (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Deixa disso (O Globo - Panorama Político)
Dez alunos, quatro médicos e um detento (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido) Juros devem parar (O Globo - Panorama Econômico)
O tsunami (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Oportunidade perdida (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Perda significativa (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Quadro incerto derruba juro de longo prazo (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Renato Russo dará nome à nova rodoviária (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Restrições aos chineses (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Sem perspectiva, investidor fica fora (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Uma revolução na teoria monetária (Valor Econômico - Brasil)
"O que Dilma está oferecendo para o Brasil é uma nova ditadura" (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)


ECONOMIA

Aeronáutica quer padres e pastor (Correio Braziliense)

A Aeronáutica está selecionando candidatos para apoio nas atividades religiosas. Os interessados podem se inscrever até 23 de setembro para quatro oportunidades ao Exame de Admissão ao Estágio de Instrução e Adaptação para Capelães. São três vagas para sacerdote e uma para pastor evangélico. Para concorrer, é preciso ser homem, ter idade entre 30 e 40 anos até o fim do ano que vem e ter concluído o curso de teologia. O candidato deve ainda ter sido ordenado sacerdote católico romano ou consagrado pastor evangélico, além de ter experiência mínima de três anos na atividade pastoral. O salário, após aprovação em estágio, será de R$ 4.590 — equivalente ao de segundo-tenente. As inscrições devem ser feitas pelo endereço www.fab.mil.br e taxa é R$ 100. O treinamento será ministrado no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (Ciaar), em Belo Horizonte (MG), e tem duração aproximada de 13 semanas. Os candidatos serão submetidos a exames de escolaridade, conhecimentos especializados, inspeção de saúde, de aptidão psicológica e avaliação do condicionamento físico. As provas escritas estão previstas para 28 de novembro.
Agora, mercado prevê juro básico estável até o fim do ano (O Estado de S. Paulo)
América Latina e UE superam EUA como destino das vendas de manufaturados (Valor Econômico)
Anatel libera a venda no Brasil do iPhone 4 da Apple (O Estado de S. Paulo)
Aneel garante novo leilão de fontes alternativas em 2011 (Valor Econômico)
APM compra parte do projeto de novo terminal em Santos (Valor Econômico)
Avaliações de preço do pré-sal mostram diferença de 50% (Valor Econômico)
Banco de Brasília e BB encerram negociação (Valor Econômico)
BB desiste de impor exclusividade (Valor Econômico)
BB oferece crédito de R$ 8 bi para turbinar "bolsa do boi" (Valor Econômico)
Buraco de US$ 28 bilhões (Correio Braziliense)
Cada um no seu quadrado (Valor Econômico)
Cai projeção do mercado para o IPCA (Valor Econômico)
CDs serão entregues à Promotoria (O Globo)
Cenário é de insegurança jurídica (O Globo)
Com a corda no pescoço, Petrobrás não pode recuar (O Estado de S. Paulo)
Consumo de energia da indústria bate recorde em julho (Valor Econômico)
Consumo de energia industrial bate recorde em julho (O Estado de S. Paulo)
Cresce a exportação de manufaturados para a América Latina e União Europeia (Valor Econômico)
Criação de vagas públicas cresceu 300% (Valor Econômico)
Destaques - Empresas (Valor Econômico)
Doze consórcios disputam primeiro trecho da nova Ferrovia Oeste-Leste (Valor Econômico)
Déficit externo em sete meses supera 2009 (Valor Econômico)
Déficit externo é o maior em 63 anos (O Globo)
Em meio à consolidação, redes de varejo crescem e atraem investidores (O Estado de S. Paulo)
Emprego para imigrantes aumenta 18,8% no 1º semestre (Valor Econômico)
Estrangeiros desaceleram (O Globo)
Faturamento da indústria aumenta 18% (O Estado de S. Paulo)
Gasto de brasileiro no exterior é recorde (O Estado de S. Paulo)
Gastos de turistas do Brasil também devem ser recorde no Natal (O Estado de S. Paulo)
Gastos dos brasileiros em viagens batem recorde e déficit externo atinge US$ 28 bi (O Globo)
Governo já tem plano B para Petrobras (O Globo)
Guerra fiscal prejudica a aviação (O Estado de S. Paulo)
HSBC negocia compra do controle de instituição africana por US$ 7 bi (Valor Econômico)
IFC revisa critérios socioambientais para empréstimos a emergentes (Valor Econômico)
Investidores em títulos projetam alta da inflação (O Estado de S. Paulo)
Lula defende política de crédito do BNDES e diz que há 'retorno tributário' (O Globo)
Micros vão à Justiça para parcelar imposto (O Estado de S. Paulo)
Oferta deve derrubar Bolsa e dólar (O Globo)
OGX inicia processo de venda de parte dos ativos (Valor Econômico)
Pessoa física detém 77% de emissão CRI (Valor Econômico)
Petrobras: governo pode contratar nova empresa para fixar preço do barril (O Globo)
Petrobras: preço sai até amanhã (Correio Braziliense)
Procon multa a Gol em R$ 3,2 mi (Correio Braziliense)
Qualidade de ativos da Quattor "freia" avanços da Braskem (Valor Econômico)
Restrição a estrangeiro pode afetar investidor (Valor Econômico)
Rombos devem prejudicar papel de 'credor internacional' (O Estado de S. Paulo)
Saldo supera R$ 11 bi no ano (Valor Econômico)
Santander amplia esforços para comprar banco polonês (Valor Econômico)
Secretaria do Rio busca acordo com CSN e multa a CSA (Valor Econômico)
Semana começa com baixa no preço do petróleo (Valor Econômico)
Total de ofertas de fundos imobiliários já soma R$ 5,5 bi (Valor Econômico)
Trabalhador de fora eleva remessa de dólar (Correio Braziliense)
Usina hidrelétrica de Santo Antônio pode ter potência maior (O Estado de S. Paulo)
Vale estaria de olho em gigante do Canadá (O Globo)

POLÍTICA

A corrupção na Justiça (O Estado de S. Paulo)

Ao fazer um balanço dos dois anos que passou à frente da Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ), quando realizou inspeções em 17 tribunais e foi obrigado a pedir formalmente a aposentadoria compulsória de um colega do Superior Tribunal de Justiça (STJ) denunciado por envolvimento num esquema de vendas de sentenças, o ministro Gilson Dipp traçou um quadro realista e preocupante dos tribunais brasileiros. Infelizmente, diz ele em entrevista ao Estado de domingo, alguns tribunais têm sido lenientes, deixando de tomar medidas drásticas contra o que chama de "maçãs podres" - ou seja, juízes indignos da toga. "A magistratura não tem blindagem contra atos de corrupção e irregularidades", afirma Dipp. Quando começou a fazer inspeções em tribunais, varas e cartórios, explica o corregedor nacional de Justiça, a expectativa era descobrir apenas problemas pontuais. "Na verdade, o que foi constatado não era tão pontual assim. Isso foi surpreendente e chocante", diz o ministro. Entre as irregularidades mais graves, a mais recorrente envolvia a concessão de liminares contra grandes empresas e instituições financeiras, determinando a liberação de altos valores em favor de falsos credores e de clientes inadimplentes. Mais grave ainda, como os recursos eram liberados sem qualquer garantia de caução, os beneficiários das liminares punham a mão no dinheiro e sumiam. "É um total desvirtuamento da autonomia do juiz. É um verdadeiro abuso de poder", diz o ministro Gilson Dipp, que nos próximos dias passará o cargo para a ministra Eliana Calmon.

O mau caminho das safras (O Estado de S. Paulo)
O Rio é aqui (Correio Braziliense)
O risco de um PRI brasileiro (O Estado de S. Paulo)
Uma estratégia arriscada de campanha eleitoral (Valor Econômico)
Uma inquietante piora da política cambial (O Estado de S. Paulo)
Uma reforma que precisa ser aprofundada (O Globo)
Defesa de moradia vira filão eleitoral (Correio Braziliense)
Liberdade para gastar com o PAC (Correio Braziliense)
Sem 900 funções comissionadas (Correio Braziliense)
TRE-SP diz que Maluf é ficha suja e nega sua reeleição à Câmara (Correio Braziliense)

Fique de olho...

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Terça-feira, 24 de agosto de 2010


Destaques nacionais

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES
ANTT estabelece critérios para parcelar dívidas com a agência

MINISTÉRIO DA SAÚDE
RJ terá recurso mensal de R$ 11,2 milhões para expansão dos serviços de Saúde

MINC
Funarte divulga os vencedores do edital Prêmio Interações Estéticas

MEC
FNDE prorroga convênios de infraestrutura educacional

MFZ
Confaz divulga tabela com preços médios dos combustíveis a partir de setembro

MFZ
Susep divulga norma para apresentação e publicação das informações contábeis

MS
Saúde libera recursos para combater a gripe H1N1 na BA, PR, PI e RN

Mais destaques


Seleções e concursos

Universidade de Brasília realiza seleção para professor visitante

Instituto Federal do Maranhão divulga resultado final de seleção pública

Veja datas e horários de provas de concurso para procurador do trabalho

Mais concursos


O Amapá no Diário Oficial da União

Clique aqui para conferir tudo sobre o estado na edição de hoje...

CNT/Sensus: Dilma dispara e atinge 17,9 pontos de frente


Dados apontam vitória da petista no primeiro turno, confirmando a tendência evidenciada em levantamentos anteriores


A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, ampliou a vantagem em relação ao adversário tucano José Serra em novo levantamento CNT/Sensus, divulgado nesta terça-feira. Pela pesquisa, a presidenciável petista tem 46% das intenções de voto, o que lhe daria a vitória já no primeiro turno. Segundo colocado na disputa, o rival tucano José Serra teria 28,1% das intenções de voto se a eleição fosse hoje. Com os números de hoje, o Sensus mostra a tendência de vitória de Dilma no primeiro turno, assim como já projetaram o Datafolha, Vox Populi e Ibope. já que possui 55,3% dos votos válidos, superando a soma dos demais adversários, que juntos respondem por 44,7%. Dilma cresceu mais de 4 pontos em relação à pesquisa anterior, realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto. Na época, a petista tinha 41,6%. Serra, por sua vez, registrou queda desde a última rodada, quando contabilizava 31,6%.
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Jornalista do Sistema Globo de Rádio vai mediar debate no Ceap entre candidatos ao Governo e ao Senado

Por Juvencia de Oliveira Laurindo

O Centro de Ensino Superior do Amapá - CEAP sai na frente e inova no quesito debate das eleições. Nos dias 20 e 21 de setembro, oficialmente, ocorrerão no auditório da instituição debates para o Governo do Estado e Senado Federal. Para apresentar os trabalhos a jornalista carioca Valeria Aguiar foi convidada. Ela já mediou vários debates em eleições municipais e estaduais no Rio e SP e na secular Associação Comercial do Rio de Janeiro, dentre outras instituições de credibilidade nacional, além de trabalhar no sistema Globo de Rádio com ampla experiência neste quesito de debates eleitorais. O evento promete ser de altíssimo nível. Segundo o professor Leonil o debate político e o confronto de idéias ajudam o cidadão refletir e escolher melhor. A novidade será o debate também para os candidatos ao Senado Federal e a transmissão ao vivo por emissoras de comunicação.

Juvencia de Oliveira Laurindo
Mais Informações Ceap: 3261-2133

Entrevista: Dalva Figueiredo fala sobre sua forma plural de fazer política


A infraestrutura das cidades custa caro para os governos. Por isso os gestores recorrem à bancada federal, que media recursos da União para estados e municípios. Nesse sentido, como seu mandato se pautou nos últimos quatro anos?

Dalva Figueiredo - No primeiro momento nós organizamos a Emenda Participativa, resultado da nossa experiência com o Orçamento Participativo – OP do PT. Em 2002 nós fizemos uma mobilização muito grande e eu tive a oportunidade de discutir diretamente com a população. A partir dessa experiência, nós procuramos alguns municípios e organizamos a emenda participativa. Essas emendas, nós procuramos alocar recurso para que as cidades tivessem através e associações suas reivindicações contempladas. É claro que temos um limite de R$10 milhões para alocar. E, eu consegui por meio de articulação própria, alocar até R$12 milhões. Num segundo momento, nós discutimos com as Prefeituras e o Governo do Estado, então com isso nós conseguimos praticamente liberar recursos para todos os municípios, apenas dois é que nós não conseguimos executar, mas ou eles estão empenhados, ou estão em execução. Essa mediação é no sentido da mobilização no Governo Federal e com o Governo Estadual. Primeiro porque o Governo não pode estar inadimplente, e a maioria das Prefeituras enfrentou esse problema. Hoje grande parte já está regularizada. Segundo, o GEA precisa dar contrapartida. Exemplo: eu coloco R$1,6 milhões para a Praça da Juventude em Santana e a Prefeitura tem dá essa contrapartida. O Governador Waldez fez um convênio com todas as prefeituras e assegurou tais recursos. Eu considero que essa mobilização foi institucional, sem olhar a questão partidária, ou aliança política com os prefeitos. Eu procurei agir de forma que todos os municípios fossem contemplados.

Por que é preciso ter afinidade política com o Governo Federal para acessar esses recursos?

Dalva Figueiredo - São mais de 500 deputados, todos correndo atrás de recursos. Então é necessário, claro, que você tenha uma mobilização dentro do governo. E conhecer as pessoas, ter uma proximidade política ajuda muito e contribui também para que a gente possa ter condições de acessar os recursos. Eu entendo que no Governo Lula aconteceu algo muito interessante para o Estado do Amapá. Nós procuramos destinar 30% das nossas emendas ao setor rural e lá é o MDA, onde eu conheço o Ministro, tenho uma boa relação e como isso nós conseguimos executar todo o convênio. Chegamos a 70% de execução e com garantias do restante para ser executado. Então, eu vejo que essa aliança política, a proximidade ajuda na liberação, mas na indicação todo Deputado tem direito de indicar R$10 milhões e duas emendas de bancada. Eu indiquei minhas emendas de bancada todas para a saúde e estão empenhadas. Para o Hospital de Especialidades são R$16 milhões e agora vem o Hospital Metropolitano da Zona Norte. E para esse ano, eu vou fazer a minha indicação de bancada para a Maternidade. Como eu disse anteriormente, são mais de 500 deputados correndo atrás, então é preciso ter muita articulação política.

Quais seus compromissos para o futuro mandato, no que se refere à insfraestrutura urbana, e por quê?

Dalva Figueiredo -
Nós temos um problema seriíssimo relacionado ao abastecimento de água. Os recursos do PAC precisam ser mobilizados para esse fim. É preciso que o Estado e Municípios superem as dificuldades técnicas para concluir os projetos, bem como solucionem as pendências ligadas a inadimplência. Nós já avançamos bastante, chegamos a fazer convenio com a Companhia de Água de Brasília, e agora com o PAC 2 tem um negócio bem interessante que é a inclusão de recursos para a elaboração e pagamento de projetos. Outro ponto relevante é a questão da energia elétrica. É fundamental a construção da hidrelétrica de Santo Antonio, mais uma turbina para o Paredão, a interligação com o Linhão de Tucuruí e a expansão da rede de energia elétrica para que a gente saia desse sistema isolado. Então, é preciso que se faça uma discussão sobre isso, porque é fundamental para que o nosso parque industrial possa atrair investimentos e, portanto, gerar emprego e renda. Destaco ainda habitação e saneamento básico, que são programas contemplados no PAC, que o Estado só tem que aprontar os projetos. O nosso trabalho será mobilizar junto ao Governo Federal, Estadual e Prefeituras para superar as dificuldades técnicas e trazer esses recursos para o Amapá.

Como a senhora pretende trabalhar em relação ao próximo governador sendo ele seu aliado, ou não, na conjuntura eleitoral presente?

Dalva Figueiredo -
Eu sou filiada ao Partido dos Trabalhadores – PT, ao ser eleita eu continuo filiada, mas eu represento o povo do Amapá. Eu acho que os eleitos precisam ser respeitados. Do Prefeito Beirão ao Prefeito de Oiapoque eu procuro ter uma boa relação política, independente das alianças, porque eu tenho um compromisso com a população, estou ali representando o Estado, a nossa região e nosso país. Eu não posso ter esse olhar diferenciado. Agora, eu quero muito que o governador Pedro Paulo seja reeleito e estou trabalhando por isso. Ele conhece o governo, tem experiência e maturidade suficiente para governar. Eu tenho certeza de que teremos um bom desempenho e a partir daí, daremos continuidade aos projetos que nós já fazemos. Continuar com recursos para a área da saúde, concluir a BR 156, o Porto de Santana, a ponte sobre o Rio Oiapoque e trabalhar em projetos para a juventude. Eu já começo a trabalhar quando eu coloquei recursos para o Instituto Federal de Educação e para a Unifap. Eu quero garantir no Oiapoque um Centro de Vocação Tecnológica, que é um projeto de R$2 milhões, alem do Instituto Federal de Educação também em Oiapoque. Quero ainda, trabalhar para ampliar os cursos oferecidos pela Unifap. Só assim a gente vai poder preparar a nossa juventude, dando alternativa e oportunidade. Nós temos que superar só o emprego público, precisamos ir além, e isso só vai acontecer com investimentos na juventude.

Acompanhe o Blog da Professora Dalva

José Sarney

O pré-sal do gás

As coisas que acontecem no Brasil fora do eixo São Paulo–Rio têm quase sempre uma repercussão marginal. Não são devidamente comemoradas como brasileiras. Muitas vezes me perguntaram se havia um preconceito implícito no Brasil com o nordestino. Eu afirmava que era explícito. Talvez no mesmo nível dos contra o negro e a mulher. Meu grande e saudoso amigo Abreu Sodré, sempre que discutíamos este assunto, dizia-me em tom de brincadeira: “Nordestino, Sarney, é excelente. Todos nós gostamos muito deles, são grandes pedreiros e cozinheiras não há melhores. Vocês são injustos quando se sentem discriminados.” Já Afonso Arinos me provocava: “Presidente paulista, os parentes pedem para ser Ministro da Fazenda; de Minas, embaixador em Paris ou Londres; nordestino pede para ser ascensorista em qualquer lugar.”
Ocorrem-me estes comentários em face da leniência da mídia no trato da descoberta da maior reserva de gás do Brasil, metade da existente na Bolívia, já no primeiro poço perfurado. A potencialidade da área é gigantesca. Vai do delta do Parnaíba ao Cabo Norte, fim do delta do Rio Amazonas. É o pré-sal do gás.
Sempre afirmei que a pobreza do Maranhão tinha como base terras ruins, nenhum mineral e quarenta por cento do seu território constituído por campos alagados. Entretanto o Criador deu-me um bolo esmagador e desmentiu-me.
A minha geração, há cinqüenta anos, resolveu superar a situação de pobreza do Maranhão existente até então com um planejamento baseado na criação de infraestrutura, a começar pela construção do Porto do Itaqui. Este, hoje, é o segundo porto do país, com a exportação de 120 milhões de toneladas de minério de ferro e alumínio. Possui, também, o Maranhão uma das melhores estruturas elétricas e de estradas do Nordeste. Avança agora como grande produtor de soja e madeira — de reflorestamento — para indústria de celulose. Já foi iniciada a construção no Estado, em Bacabeira, da maior refinaria da Petrobrás. E agora se descobre a grande reserva de gás, que coloca o Maranhão no mapa mundial da energia.
Esse fato é histórico para a consolidação da unidade nacional. É uma fonte de riqueza fantástica que certamente abre para o Norte e Nordeste um imenso espaço para o equilíbrio econômico do país. O povo desta região, que sempre teve a impressão de ser tratado com discriminação pelo governo, com o presidente Lula mudou de humor, sentindo-se considerado.
A descoberta do pré-sal do gás, em terra firme, de custo baixo, reforça a convicção de que chegou uma nova era na região. Bom para nós e para o Brasil. No Maranhão este sentimento é mais forte e todos sentem que demos adeus à pobreza.

José Sarney
foi governador, deputado e senador pelo Maranhão, presidente da República, senador do Amapá por três mandatos consecutivos, presidente do Senado Federal por três vezes. Tudo isso, sempre eleito. São 55 anos de vida pública. É também acadêmico da Academia Brasileira de Letras (desde 1981) e da Academia das Ciências de Lisboa

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Fátima se encontra com moradores do Perpétuo Socorro

Um dos bairros mais populosos de Macapá, com aproximadamente 40 mil moradores, o Perpétuo Socorro enfrenta graves problemas infraestruturais como mau atendimento na área da saúde, transporte urbano irregular e, principalmente, falta de saneamento básico. Essas e outras deficiências foram constatadas pela candidata a deputada federal Fátima Pelaes (PMDB) no último fim de semana, quando em caminhada pelo bairro. Em conversa com estudantes, donas de casa e trabalhadores, Fátima ouviu uma lista de reivindicações feitas por eles, a maioria relacionada aos problemas citados.

Matéria completa no site:http://www.fatimapelaes.com.br/

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Assessoria de Comunicação

Coordenador: Emanoel Reis

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