quinta-feira, 28 de junho de 2012

José Sarney prestigia lançamento de Plano Safra 2012/2013


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), participou, nesta quinta-feira (28), de solenidade de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário para a safra 2012/2013 no Palácio do Planalto. Está prevista a aplicação de R$ 115,2 bilhões em créditos de custeio e investimento na agricultura empresarial, quase 8% a mais do que o anunciado em 2011.
- As perspectivas são promissoras, apesar da crise internacional. Esse conjunto de medidas, que envolve redução dos juros ao crédito rural (de 6,75% para 5,5% ao ano), garantia de preço mínimo e seguro agrícola ao produtor, vai contribuir para que o país possa contabilizar maior safra já produzida, chegando a 170 milhões de toneladas – comentou o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro.
No caso de os R$ 115,2 bilhões serem consumidos antes do término da safra, a presidente Dilma Rousseff assegurou a liberação de recursos extras para financiamento do agronegócio. Outros compromissos assumidos pelo governo foram a montagem de um plano nacional de armazenagem e a criação de uma agência para reestruturar as ações de assistência técnica e extensão rural.
- O Brasil se orgulha muito de sua posição no cenário agrícola internacional. É uma potência, pois soube agregar as condições naturais à eficiência do trabalho e da ciência e tecnologia – ressaltou Dilma.
Presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a senadora Kátia Abreu (PSD-TO) apontou uma maior cooperação entre a produção rural e o governo brasileiro, parceria que teria resultado num plano safra que fugiu da “mesmice” ao ampliar o crédito e reduzir os juros.
- 70% da produção nacional é consumida no mercado interno. Só 27,7% do território brasileiro é utilizado para a produção rural, preservando-se 61% dos nossos biomas – revelou Kátia Abreu, que defendeu um modelo agrícola baseado na conexão entre seres humanos e biodiversidade.

Charge online


Salário do servidor já está na internet

Executivo publica salários de servidores

Correio Braziliense/ Larissa Leite

A partir de agora, qualquer cidadão já pode saber quanto ganha um funcionário público do GDF ou do governo federal. Em cumprimento à Lei de Acesso à Informação, a divulgação dos salários começou ontem à noite na internet. A começar pela remuneração da própria presidente Dilma Rousseff. Está lá no Portal da Transparência: a remuneração bruta dela é de R$ 26.723,13 — com as deduções, o líquido de maio foi de R$ 19.818,49. O ministro da Defesa, Celso Amorim, teve salário bruto de R$ 51.549,03, mas com o abate-teto de R$ 24.825,88, os vencimentos ficaram em R$ 19.866,99. "Vivemos uma nova etapa na ética pública e no respeito aos cidadãos", disse o ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage.

A Controladoria-Geral da União (CGU) divulgou, na noite de ontem, os salários dos servidores públicos civis do Poder Executivo Federal. O ato cumpre determinação da Lei de Acesso à Informação, sancionada em maio pela presidente Dilma Rousseff. O ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, exaltou a norma: "A presidente Dilma Rousseff, ao decidir incluir no decreto regulamentador da Lei de Acesso esse dispositivo, determinando a divulgação individualizada das remunerações dos ministros, secretários executivos, secretários nacionais e da sua própria, dá mais uma demonstração clara de que vivemos uma nova etapa na ética pública e no respeito aos cidadãos". Entre os vencimentos informados no Portal da Transparência, está o da própria presidente, cuja remuneração bruta é de R$ 26.723,13 — com as deduções do Imposto de Renda retido na fonte (R$ 6.473,86) e da previdência oficial (R$ 430,78), o salário líquido referente a maio foi de R$ 19.818,49. Já o ministro da Fazenda, Guido Mantega, recebe R$ 19.818,49 após as deduções, mas conta com duas verbas indenizatórias (jetons) relacionadas à Petrobras: uma da Petrobras Distribuidora S.A., no valor de R$ 8.232,74; e outra da Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras, de R$ 8.246,71. O titular da Defesa, Celso Amorim, tem uma remuneração bruta de R$ 51.549,03, mas um abate-teto de R$ 24.825,88 — o que o reduz o salário para R$ 19.866,99. Enquanto o governo exalta a iniciativa como marco na transparência do dinheiro público, a medida foi criticada por entidades que representam o funcionalismo. "Nós defendemos a transparência e o combate à corrupção. Mas questionamos a exposição do nome trabalhador, o que, para nós, configura quebra de sigilo. Para uma transparência eficiente, bastaria a divulgação do cargo e do salário", argumenta Josemilton Maurício da Costa, secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef), que representa cerca de 800 mil servidores. (...).

Coluna "Argumentos"

Em alerta

Juristas dizem que entre as restrições impostas pela lei eleitoral está a liberação de convênios, repasses e outras formas de custeio para prefeituras do interior, por parte dos governadores. Tudo tem que ser devidamente comunicado aos tribunais regionais eleitorais, os TREs. O poder de fogo dos estados pode desequilibrar o pleito, diz a regra.

Transferência

Ainda a respeito do tema anterior, a legislação também veda que os estados possam adentrar nas competências dos municípios só para privilegiar politicamente “os seus”. Isso pode ser observado em questões ou programas como a coleta de lixo, operação tapa-buracos e até na sinalização de trânsito. Você já viu isso acontecer em sua cidade? Denuncie.

Polêmica

Gente do meio jurídico diz que a recém-empossada desembargadora Sueli Pini pode enfrentar nova polêmica por conta da decisão de afastar deputados estaduais. É que já existiria norma sobre decisões desta envergadura que tenham sido adotadas por um plantonista. Há quem diga que vem barulho por aí. É esperar pra ver.


Aplicação

O presidente do Senado, José Sarney, espera que o novo Código Penal brasileiro possa ser um instrumento efetivo de luta contra a criminalidade e de melhoria da segurança pública. Após receber o anteprojeto da reforma do Código, lembrou que lei só resolve se for efetivamente aplicada. É mesmo.

Educação

Em uma sala lotada de estudantes e de representantes de movimentos sociais, a comissão especial do Plano Nacional de Educação (PNE – PL8035/10) aprovou a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em políticas do setor em até dez anos. O índice vinha sendo reivindicado por deputados da oposição e parte da base aliada do governo.

Prevenção

Lembra do escândalo dos precatórios na Justiça de Alagoas? Para evitar novas polêmicas, presidentes e representantes de tribunais de justiça brasileiros reuniram-se em Brasília, com a corregedora nacional de justiça, ministra Eliana Calmon. Em pauta, a reorganização do setor responsável pelo pagamento de precatórios. Pelo Amapá, foi o desembargador Mário.

Sinuca

Notícias vinda de Calçoene dão conta de que a prefeita Maria Lucimar (PMDB) está num aperto daqueles depois que recebeu apoio do governador Camilo Capiberibe (PSB) para as chamadas contrapartidas das emendas federais. É que os socialistas pediram “em troca” a indicação do vice na chapa da prefeita. Mas o nome indicado é um desafeto histórico dela.

Veto

Outra da Prefeita Lucimar. Muito embora a aliança com o PSB tivesse sido anunciada como certa, o presidente regional do partido dela, o PMDB, já anunciou que alianças entre PSB e PMDB estão completamente vetadas no Amapá. Gilvam Borges foi rápido no gatilho, claro, afinal as convenções estão acabando. Mas o nome do vice de Lucimar ainda não foi anunciado oficialmente.

Golpe no Paraguai: “Uma afronta ao processo democrático”, diz Randolfe


O Brasil irá apoiar a suspensão do Paraguai da Cúpula do Mercosul e da Unasul, porém não irá impor nenhum tipo de sanção comercial ou  e paralisações de projetos em andamento, que prejudique o povo Paraguaio.  Essa foi a informação dada pelo ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, ao senador Randolfe Rodrigues, a outros senadores e deputados e representantes de movimentos sociais na manhã desta quarta-feira (27) no Itamaraty. “Se continuarmos sem fazer nada e sem reação, daqui a pouco vamos achar normal quebrar a ordem democrática e depor um governo eleito no Brasil. Queremos que o governo brasileiro, a exemplo de outros governos, como o da Argentina e da Venezuela, condene essa afronta ao processo democrático que ocorre no Paraguai, conquistado com muito sangue e suor na América Latina”. declarou Randolfe. Durante o encontro, Patriota recebeu uma moção de repúdio ao Golpe de Estado contra o presidente Fernando Lugo.  O documento é assinado por movimentos sociais, entidades da sociedade civil e parlamentares brasileiros.  As organizações sociais também pediram a ação brasileira para que a Venezuela seja integrada ao bloco do Mercosul. “Nós estamos em defesa da democracia e, desta forma, estendemos a nossa solidariedade ao povo paraguaio que resiste à destituição ilegítima e antidemocrática, que afronta todos os povos da América Latina e Caribe que lutam por justiça social”, disse Alexandre Conceição, integrante da coordenação nacional do MST. Os movimentos da Via Campesina continuam se mobilizando em todo o Brasil. Nesta quinta (28), 16 horas, na Avenida Paulista esquina com a Augusta em São Paulo, ocorre mais um ato em solidariedade ao povo paraguaio, em defesa da democracia e pelo restabelecimento do governo de Fernando Lugo. Mesmo sem prever sanções ao Paraguai, Patriota ressaltou que o Brasil considera que “houve ruptura da plena vigência da democracia no Paraguai. Não houve o direito à defesa. O procedimento adotado compromete a democracia pelo não direito à defesa”. Para o ministro, é necessário que o pais vizinho seja tomado pelo que ele chamou de “vírus da democracia”. “O Paraguai convive com estruturas fundiárias arcaicas, oligopólios e setores que não concordam com processos políticos mais plurais. Os movimentos sociais podem ajudar no compartilhamento da experiência brasileira de desenvolvimento econômico e social”, disse.

Democracia-espetáculo é o tema da palestra de hoje de Eugênio Bucci

"Para o político, a boa imagem não é apenas desejável – ela parece ser tudo, tudo o que importa", dispara o jornalista e professor Eugênio Bucci. Ele fala sobre a democracia-espetáculo e a imagem da política, na edição de hoje do ciclo de debates "Democracia em Tempos de Mutações", promovido diariamente pelo Senado Federal, desde o último dia 20, até 3 de agosto próximo. Bucci pondera que a acepção do termo imagem não é nova, mas na época atual ela acentua ainda mais várias prevalências – "do visível sobre o imaterial, da forma externa sobre o suposto conteúdo, do fenótipo sobre a idéia, da representação sobre o pensamento". O jornalista lança mão de expressões como imagem, marca, logomarca, estetização do Estado, referindo-se a termos cruciais na prática política atual e que acaba transformando, em mercadoria, governos, políticos ou partidos. E aí o voto opera como moeda, assumindo valor de troca. "A democracia por fim, transmuta-se em espetáculo", vaticina, perguntando em seguida, ao convocando para uma boa conversa: "Que democracia vai brotando dessa grande mutação"? Eugênio Bucci, jornalista, é professor doutor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP) e também da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Escreve quinzenalmente para o jornal O Estado de S. Paulo e é colaborador do site Observatório da Imprensa. É autor, entre outros livros, de "Sobre ética e imprensa" (Companhia das Letras, 2000); "Videologias", em parceria com Maria Rita Kehl (Boitempo, 2004); "Em Brasília, 19 horas" (Record, 2008); e "A imprensa e o dever da liberdade" (Contexto, 2009). Foi editor de várias revistas, secretário editorial da Editora Abril e presidente da Radiobrás. Integrou o conselho curador da Fundação Padre Anchieta. Participou como ensaísta do livro "A condição humana". 

Debates do Fórum Senado Brasil 2012

Os debates se realizam todos os dias no Senado Federal até 3 de agosto – com conferência de encerramento em 7 de agosto –, sempre às 18h30, no auditório do Interlegis, com a presença de renomados pensadores contemporâneos, brasileiros e estrangeiros. É aberto ao público e as inscrições podem ser feitas pelo site ou no local, com direito a certificado. Perguntas serão abertas ao público ou poderão ser realizadas através do twitter@senadofederal. O ciclo de debates que investiga o tema da democracia em seus diferentes aspectos é o primeiro, de uma série, do Fórum Senado Brasil 2012. Trata-se de uma das atividades de comissão especial do Senado, instituída pelo presidente José Sarney, para fomentar a reflexão na Casa. Presidida pelo embaixador Jerônimo Moscardo, a comissão cuida da realização de seminários especiais que no decorrer do ano debaterão grandes temas da atualidade, como os desafios das democracias modernas, as crises financeiras, cultura e conhecimento na era da tecnologia. Para o presidente Sarney, "temas como esses devem fazer parte da reflexão do Senado Federal. Para isso, vamos convocar grandes figuras da cultura universal e iniciar diálogos que possam alargar nossos horizontes e abrir os cenários do nosso futuro." O Fórum busca envolver o Legislativo e a sociedade brasileira, numa avaliação da primeira década do século XXI, como forma de se pensar o futuro.



Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado 

Câmara aprova criação de Política Nacional de Irrigação

Arquivo - Diógenis Santos
Afonso Hamm
Afonso Hamm acolheu emenda que permite ampliação do período de cobrança de tarifas elétricas diferenciadas.
A Câmara aprovou nesta quarta-feira (27) proposta que institui uma nova Política Nacional de Irrigação para o País. A política tem como objetivo incentivar a ampliação da área irrigada e aumentar a produtividade agrícola. Entre os incentivos criados está a ampliação dos descontos nas tarifas de energia elétrica cobradas em atividades de irrigação. A proposta também cria o Sistema Nacional de Informações sobre Irrigação. O texto aprovado é um substitutivo do relator na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, deputado Afonso Hamm (PP-RS), ao Projeto de Lei 6381/05, do Senado. Por ter sido alterado na Câmara, o texto será analisado novamente pela Casa de origem.

Incentivos fiscais

A proposta prevê a concessão de incentivos fiscais para planos e projetos públicos e privados de irrigação, que deverão ter bases sustentáveis e estar em consonância com os planos de recursos hídricos. Pela política, a concessão desses incentivos deverá priorizar regiões com os mais baixos indicadores de desenvolvimento social e econômico, assim como as consideradas estratégicas para o desenvolvimento regional. A proposta também privilegia o acesso ao crédito rural destinado à aquisição de equipamentos de irrigação e estimula a contratação de seguro rural por agricultores que pratiquem agricultura irrigada. Fica também estabelecido que poderá ser conferido tratamento prioritário aos agricultores familiares e pequenos, tanto em incentivos fiscais quanto no acesso ao crédito rural e à contratação de seguro rural.


Energia elétrica

Afonso Hamm decidiu acolher emenda do deputado Fernando Coelho Filho (PSB-PE) para permitir a ampliação em até 40 horas semanais do período de cobrança de tarifas diferenciadas de energia elétrica para a irrigação. Atualmente, os descontos especiais aplicáveis às unidades consumidoras classificadas na classe rural, incluindo cooperativas de eletrificação rural, já são concedidos a quem comprove atividade de irrigação e aquicultura, mas estão limitados a um período diário contínuo de 8h30m, garantido o horário compreendido entre 21h30 e 6h do dia seguinte. De acordo com o substitutivo aprovado, concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica poderão acordar a ampliação do desconto, conforme políticas estaduais de incentivo à irrigação e à aquicultura, desde que o custeio desse desconto adicional não seja compensado por meio de repasse ou de qualquer encargo incidente sobre as tarifas de energia elétrica. “Garantimos e ampliamos a tarifa verde diferenciada, concedida aos agricultores que utilizam energia elétrica para irrigação no período da noite e madrugada”, disse Hamm, para quem a proposta elimina limitações que a Lei de Irrigação em vigor (6.662/79) impõe à agricultura irrigada. Por fim, o texto aprovado acrescenta a possibilidade de prioridade para a pesquisa e a transferência de tecnologia para a agricultura irrigada, assim como para o estímulo aos cursos de educação superior e tecnológica nessa área.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Maria Clarice Dias

Fique de olho...


DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Destaques nacionais

ATOS DO PODER EXECUTIVO

ATOS DO PODER EXECUTIVO

MINC

MEC

MFZ

MS

MS

MPOG

Concursos e seleções




O Amapá no Diário Oficial da União

Aprovado Regime Diferenciado de Contratação para todas as obras do PAC



A ampliação do Regime Diferenciado de Contratação (RDC) para todas as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi aprovada pelo Plenário do Senado nesta quarta-feira (27). A proposta consta do Projeto de Lei de Conversão 13/2012, decorrente da Medida Provisória 559/2012, que agora segue para sanção presidencial. O Regime Diferenciado de Contratação, criado pela Lei 12.462/2011, permite a flexibilização de licitações e contratos, exclusivamente destinados à realização da Copa das Confederações de 2013, da Copa do Mundo de Futebol de 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Agora, ele passará a valer também para todas as obras incluídas no PAC, como saneamento, construção de escolas, postos de saúde, etc.
Segundo o relator-revisor da matéria no Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), em menos de um ano de sua aplicação, o RDC já apresenta resultados positivos, com a redução no tempo médio dos processos licitatórios de 240 para 80 dias – em alguns casos tendo o processo concluído em até 20 dias – e a redução média de 15% nos custos das obras.
- Acredito que vamos ter a necessidade de aprimorar o RDC para garantir ainda mais transparência e redução de custos nas obras, mas estamos defendendo a extensão do regime diferenciado não apenas nas obras de saúde e educação do PAC, mas também para os estados e municípios do Brasil – afirmou o senador.
Entre as novidades trazidas pelo RDC estão a inversão das fases de habilitação e julgamento das propostas, o que simplifica o processo, uma vez que a administração pública pode se restringir ao exame dos documentos de habilitação somente do autor da melhor proposta (e não mais os de todos os licitantes como prevê a Lei 8.666/93); a divulgação do valor orçado para a obra pela administração apenas após a conclusão do processo licitatório, como forma de dificultar acertos e conluios entre os licitantes; e a contratação integrada, que transfere para o contratado a responsabilidade pela elaboração dos projetos das obras, permitindo que a administração se beneficie da tecnologia do setor privado. Outra mudança prevista no novo regime é a redução dos prazos entre a divulgação do edital e a abertura das propostas. Pela Lei das Licitações (Lei 8.666/93), esses prazos podem chegar a 45 dias. Agora, passam a variar de três a 30 dias úteis.

Críticas da oposição

A ampliação do Regime Diferenciado de Contratação para obras do PAC, no entanto, foi duramente criticada por senadores de oposição. Líder do DEM, o senador José Agripino (RN) alertou para o fato de que o RDC está sendo questionado no Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs), uma de iniciativa dos partidos de oposição e outra apresentada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel. O PLV, então, correria o risco de também ser inconstitucional.
- Eu quero muito que o Brasil seja competitivo e que as obras sejam realizadas, mas eu tenho zelo pelo dinheiro público. Posso eu votar pela constitucionalidade de uma matéria que o procurador-geral questiona no STF? Só se eu fosse um irresponsável com dinheiro publico e eu não sou. É em nome da lisura de comportamento no serviço público que trago esse alerta - argumentou.
Diante disso, o líder do PSDB, senador Alvaro Dias (PR), afirmou que seu partido irá ingressar com uma ação direta de inconstitucionalidade contra o PLV. Já o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) afirmou que o RDC, que chamou de Regime “Desesperado” de Contratação, acaba com os princípios da austeridade, da transparência e da legalidade, abrindo brecha para a corrupção na administração pública.
Líder do governo no Senado, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) argumentou que o governo precisa de um regime eficiente e célere para agilizar os investimentos nas obras estruturais do país. Já o senador Gim Argello (PTB-DF) reafirmou a importância do RDC como instrumento para desenvolver o Brasil neste momento de crise mundial. Para ele, é preciso “desemperrar obras” do PAC.

Controle da Celg

A ampliação do Regime de Diferenciado de Contratação a todas as obras do PAC foi incluída na Medida Provisória 559/2012 por meio de emenda da Câmara dos Deputados. Originalmente, a MP tratava somente de autorizar a Eletrobras a assumir o controle acionário da Celg, companhia de distribuição de energia elétrica de Goiás. A empresa tem uma dívida de R$ 6,4 bilhões, sendo R$ 2,4 bilhões com a própria Eletrobras. Em apenas três artigos, o texto original da MP passava 51% da companhia goiana para a empresa federal. A transferência foi a solução para garantir a manutenção da distribuição de energia aos consumidores de Goiás. Na Câmara dos Deputados, foram acolhidas duas emendas com o intuito de oferecer à sociedade instrumentos para acompanhamento do processo de federalização da companhia goiana. Ao todo, os deputados acrescentaram 32 novos artigos ao texto, sendo a maioria deles temas anteriormente previstos na MP 556/2011, que perdeu a validade em maio por não ter sido analisada pelos deputados. Os artigos tratavam, em sua maioria, de medidas tributárias.

Agência Senado

Veja também:

Reformar Código Penal significa superar tabus, afirma Sarney



Na solenidade em que recebeu o anteprojeto do novo Código Penal da Comissão Especial de Justiça, nesta quarta-feira (27), o presidente do Senado, José Sarney, assinalou que a reforma dessa legislação significa a oportunidade de superar tabus e paradigmas. Na medida em que o Código Penal reúne as condutas mais lesivas ao indivíduo, à coletividade e ao estado, conforme Sarney, sua modernização aponta para “novo estágio civilizatório”.
- Podemos dizer que a reforma do Código, como Código de costumes que é, revela um empreendimento cultural de largo alcance – comentou.
Sarney disse ainda que o novo Código Penal aborda situações da atualidade em termos de crime e também promoverá o equilíbrio de muitas outras colocadas de forma desordenada na atual legislação.
- Ao reunir numa única lei todas as variedades de crime, escalonados por sua gravidade e abrangendo o universo amplo da sociedade contemporânea, o novo Código Penal contribuirá não só para a efetiva prestação da Justiça, como para a percepção dos cidadãos de que a Justiça está sendo feita – disse Sarney.

Onda de crimes

Mais de uma vez o presidente manifestou sua expectativa de que o futuro Código Penal seja também forte instrumento para o enfrentamento da onda de criminalidade que, na sua visão, hoje ameaça o país – especialmente o avanço dos crimes contra a pessoa.
De acordo com Sarney, o quadro produz “perplexidade e indignação. Como exemplo, citou que embora o Brasil tenha apenas 3% da população mundial, responde por 12% dos homicídios. Observou que os cerca de 50 mil assassinatos por ano equivalem a 26 assassinados por 100 mil habitantes, ante menos de 2 assassinados por 100 mil pessoas nos países desenvolvidos e também no vizinho Chile. Destocou ainda que, dos processos de investigação instaurados, expressivo número vai a arquivo, sem apresentar resultados.
- E apesar dessa tragédia, nossas cadeias e presídios estão cheios e apresentam condições degradantes – acrescentou Sarney.

Celeridade

Sarney disse assinalou também que o anteprojeto seguirá agora o caminho tradicional do processo legislativo, como já aconteceu com os projetos do Código de Processo Civil e o Código de Processo Penal, que já seguiram para a Câmara dos Deputados. Em entrevista, ele disse esperar que o andamento seja rápido e que se encerre até o fim do ano.
- Levaremos até o fim do ano porque é uma matéria complexa, com temas controvertidos e vamos durante esse tempo fazer audiências públicas e ouvir a sociedade uma vez mais, mas chegaremos a uma conclusão – assinalou.
Lembrado pelos jornalistas de que nesse momento a Câmara dos Deputados também elabora autonomamente um novo Código Penal, Sarney disse que acreditar num acordo entre as duas Casas em torno de um texto.
- Eu acredito que as duas Casas vão entrar num acordo, de modo que cada uma dará sua contribuição. Isto é o Parlamento, isto é democracia – comentou.

Controvérsias

O presidente foi também indagado sobre o risco de uma “desfiguração” do anteprojeto, uma vez que alguns senadores já se manifestaram contrários ao tratamento dado a alguns temas, tido como excessivamente liberal. Seria o caso da previsão de novas hipóteses de aborto legal, inclusive para tornar essa prática admissível até a 12ª semana de gestação, com base em laudo médico ou psicológico que indique a incapacidade da mulher em levar a gravidez adiante.
- O debate faz parte da dinâmica do Congresso. Não vi nenhuma lei, durante longos anos eu estou aqui, que tenha entrado e saído sem ter sido modificada, e modificada para melhor – comentou o presidente.
Sarney assinalou ainda que, como parte do esforço de reforma dos códigos, os próximos passos estão definidos: será a reforma do Código de Defesa do Consumidor, já em fase de elaboração de anteprojeto, e do Código Eleitoral. Ainda na área penal, adiantou que a intenção é designar em breve uma comissão para tratar da Lei de Execução Penal.

Agência Senado

Veja também:

Renato Lessa no Fórum: "Representação política- fundamentos e dilemas"


A representação política com seus fundamentos e dilemas é o tema da palestra que será proferida pelo professor de filosofia Renato Lessa, nesta quarta-feira, no ciclo de debates "Democracia em tempos de mutações", promovido pelo Senado Federal. Lessa acredita que a universalização da representação – pela extensão do direito de voto – é a forma específica pela qual a demanda democrática por igualdade, acabou sendo associada à cultura da representação e que se torna cada vez mais abrangente. Os debates se realizam todos os dias no Senado, até 3 de agosto (com conferência de encerramento em 7 de agosto), sempre às 18h30, no auditório do Interlegis, com a presença de renomados pensadores contemporâneos, brasileiros e estrangeiros. É aberto ao público e as inscrições podem ser feitas pelo site ou no local, com direito a certificado. Perguntas serão abertas ao público ou poderão ser realizadas através do twitter@senadofederal. Renato Lessa é professor titular de teoria e filosofia política do Departamento de Ciência Política da UFF (Universidade Federal Fluminense), no qual é coordenador acadêmico do Laboratório de Estudos Hum(e)anos. É presidente do Instituto Ciência Hoje e investigador associado do Instituto de Ciências Sociais, da Universidade de Lisboa e do Instituto de Filosofia da Linguagem, da Universidade Nova de Lisboa.

Fórum Senado Brasil 2012

O ciclo de debates que investiga o tema da democracia em seus diferentes aspectos é o primeiro, de uma série, do Fórum Senado Brasil 2012. Trata-se de uma das atividades de comissão especial do Senado, instituída pelo presidente José Sarney, para fomentar a reflexão na Casa. Presidida pelo embaixador Jerônimo Moscardo, a comissão cuida da realização de seminários especiais que no decorrer do ano debaterão grandes temas da atualidade, como os desafios das democracias modernas, as crises financeiras, cultura e conhecimento na era da tecnologia. Para o presidente Sarney, "temas como esses devem fazer parte da reflexão do Senado Federal. Para isso, vamos convocar grandes figuras da cultura universal e iniciar diálogos que possam alargar nossos horizontes e abrir os cenários do nosso futuro." O Fórum busca envolver o Legislativo e a sociedade brasileira, numa avaliação da primeira década do século XXI, como forma de se pensar o futuro.

Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado Federal

Presidência do Senado

Quinta-feira – 28/06/2012

10:00 - Cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2012-2013
Palácio do Planalto - Salão Nobre

16:00 - Ordem do Dia - Plenário

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Projeto que dá o nome de Itamar Franco ao Museu Histórico do Senado é homenagem de Sarney


Vai à promulgação projeto de resolução (PRS 39/20011), de autoria do senador José Sarney, aprovado nesta noite pelo plenário e que dá o nome do senador Itamar Franco, ao museu histórico do Senado.. Ele foi o idealizador da criação do museu, como forma de perpetuação, por meio dos objetos e documentos, da memória da Casa, aponta Sarney na justificativa: "Esta proposição visa, portanto, homenagear a figura de seu idealizador, sem dúvida um dos nomes mais representativos da História Republicana", acrescenta o texto. Itamar Franco morreu aos 81 anos, em julho do ano passado, como senador da República, eleito por Minas Gerais, depois de longa carreira política. Foi presidente da República entre 1992 e 1994, depois do impeachment do ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Mello. Itamar foi também governador de Minas Gerais, senador durante 16 anos, prefeito de Juiz de Fora por dois mandatos e embaixador do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA), em Portugal e na Itália. Como presidente, implantou o Plano Real, que estabilizou a moeda e acabou com o processo inflacionário brasileiro.

Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado

Charge online




Sarney vê no futuro Código Penal instrumento efetivo contra a criminalidade


O presidente do Senado, José Sarney, espera que o novo Código Penal brasileiro possa ser um instrumento efetivo de luta contra a criminalidade e de melhoria da segurança pública. Após receber o anteprojeto da proposição que será debatida pela Casa, ele assinalou, no entanto, que as leis não solucionam por si mesmas os problemas, necessitando de efetiva aplicação. O texto foi entregue nesta quarta-feira (27) pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Gilson Dipp, que presidiu a Comissão Especial de Juristas designada para essa função.
- O novo Código Penal não será uma abstração que se aplica a um número reduzido de criminosos, mas deverá se aplicar a todos os criminosos. Para isso, são necessárias uma Polícia eficiente, um Ministério Público eficiente, um Judiciário eficiente – afirmou Sarney.
O ministro Dipp destacou que a comissão ofereceu ao Senado e ao Congresso um anteprojeto moderno, compatível com as necessidades dos dias atuais e ainda voltado para o futuro. Entre os avanços, destacou o esforço para que o texto possa ser o “centro do sistema penal”, compreendendo as quase 120 leis esparsas que hoje abordam matéria nessa área.
- Isso vai facilitar enormemente a compreensão da sociedade, do cidadão e dos operadores do Direito, tornando a legislação mais efetiva, mas clara e mais facilmente aplicável – assinalou ao fim da solenidade realizada no Salão Nobre do Senado.
Por quase oito meses, 15 juristas trabalharam na elaboração do anteprojeto. A sugestão para criação da comissão foi feita pelo senador Pedro Taques (PDT-MT). Agora o anteprojeto começara a tramitar como proposta legislativa a partir da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). 

CCJ 

Na solenidade de entrega do anteprojeto, o presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), antecipou que será formada, no âmbito do colegiado, um grupo de trabalho para o exame prévio da proposta. O futuro projeto também irá ao Plenário do Senado e, posteriormente, à Câmara dos Deputados. Para se transformar em lei, necessita ainda da sanção pelo Poder Executivo.

Agência Senado

Veja também:

Nas ruas: A Esplanada dos protestos


Pressão total por reajuste

Gustavo Henrique Braga/Correio Braziliense

Servidores e estudantes ocuparam ontem a porta de ministérios. No da Educação, representantes da UNE se reuniram com o ministro Aloizio Mercadante e tiveram a promessa de ampliação das instituições federais de ensino. O governo também sancionou lei para a contratação de 77.178 profissionais para o setor. No do Planejamento, funcionários cobraram reajuste salarial. Servidores promovem série de manifestações e prometem intensificar o movimento. Prazo para assegurar aumento está no fim. Diante dos primeiros sinais de desgaste da greve geral no funcionalismo, os sindicalistas apelam cada vez mais à categoria para intensificar os protestos. A paralisação total dos órgãos do Executivo foi convocada há 10 dias, mas, até o momento, dos 37 ministérios que formam a administração federal, 29 continuam a funcionar normalmente. Ontem, os manifestantes se reuniram em frente ao Ministério do Planejamento para cobrar uma contraproposta à campanha salarial unificada do Executivo. O ato, entretanto, não sensibilizou o governo. A Secretaria de Relações do Trabalho (SRT), encarregada das negociações, permanece sem qualquer previsão se acatará alguma das reivindicações. Quanto mais o tempo passa, maior é o temor das centrais sindicais de que a greve deste ano se transforme em um fiasco, sem qualquer conquista relevante para a categoria. O motivo é que o envio do Projeto de Lei Orçamentária de 2013 para o Congresso precisa ser feito até 31 de agosto. "Temos 64 dias para garantir os nossos recursos no Orçamento. O tempo é curto, por isso temos que intensificar a greve", declarou Oton Pereira Neves, secretário-geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Distrito Federal. Enquanto o governo se mantém calado, mais dois ministérios prometem aderir à greve a partir de amanhã: Comunicações e Transportes. Eles se somarão aos funcionários de outros oito ministérios que já estão de braços cruzados: Saúde, Previdência, Trabalho, Agricultura, Justiça, Integração Nacional, Relações Exteriores, Desenvolvimento Agrário. A partir de sexta-feira, também devem entrar em greve os servidores do Hospital das Forças Armadas (HFA). A intensificação dos protestos incluirá, ainda, a montagem de um acampamento dos servidores no meio da Esplanada dos Ministérios, a partir de 4 de julho. A vigília será por tempo indeterminado e deve reunir entre 5 mil e 6 mil trabalhadores.

Itamaraty

Os servidores do Itamaraty também fizeram uma manifestação ontem. Eles se concentraram em frente ao Palácio do Planalto para reivindicar o reajuste salarial. O Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores (SindItamaraty) informou que 110 embaixadas e consulados brasileiros espalhados pelo mundo estão com as atividades paradas devido à greve. É a primeira vez na história que diplomatas, assistentes e oficiais de chancelaria cruzam os braços por tempo indeterminado. Os protestos de ontem foram engrossados pelo efetivo dos servidores que atuaram na Rio+20. Os protestos contaram ainda com a participação dos analistas-tributários da Receita. A categoria promoveu o segundo Dia Nacional de Luta pela Reestruturação Salarial, com manifestações em todo o país. A deliberação quanto à greve por tempo indeterminado da Receita será definida nas próximas assembleias locais. Os diretores do Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita) se reunirão com o governo no próximo dia 5. Caso não seja apresentada uma proposta pelo Planejamento, a greve é considerada praticamente certa. O primeiro movimento do SindiReceita foi realizado no último dia 14 e contou com 90% de adesão. Na ocasião, os servidores protestaram em  frente aos prédios do Ministério da Fazenda e das sedes da Receita Federal.

“Seminário Trabalho Decente no Brasil: Avanços no período de 2006 a 2011”

Em maio de 2006, o Brasil lançou a Agenda Nacional de Trabalho Decente (ANTD), que definiu algumas prioridades como a geração de mais e melhores empregos além da erradicação do trabalho escravo e trabalho infantil. O “Seminário Trabalho Decente no Brasil: Avanços no período de 2006 a 2011” pretende analisar os avanços registrados pelo país no período, além de preparar um documento que balizará o debate na Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente – CNETD, a ser realizada em agosto. A Organização Internacional do Trabalho define o Trabalho Decente como o respeito aos direitos no trabalho, a promoção do emprego produtivo e de qualidade, a extensão da proteção social e o fortalecimento do diálogo social. O deputado federal Bala Rocha (PDT/AP), presidente da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Publico, é o responsável pela organização do evento. Ele foi o autor do requerimento, no âmbito da Comissão, que solicitou a realização do Seminário 

Para a abertura do evento, foram convidados:
·        Presidente da Câmara dos Deputados
·        Presidente da CTASP
·        Governador do Distrito Federal
·        Ministro do Trabalho e Emprego
·        Ministro da Previdência Social
·        Ministro da Secretaria dos Direitos Humanos
·        Ministro da Secretaria das Políticas para Mulheres - SPM
·        Ministro da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR
·        Diretora do Escritório da OIT no Brasil
·     Presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho - ANAMATRA
·        Procurador Chefe do Ministério Público do Trabalho

O Seminário é organizado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, com o apoio dos Ministérios da Previdência e do Trabalho e Emprego

Serviço

Seminário Trabalho Decente no Brasil: Avanços no período de 2006 a 2011
Data: 27/06/12
Horário: 9h às 18h
Local: Auditório do Ministério do Trabalho e Emprego e Previdência Social,
Bloco F, Edifício Principal

Acompanhe

Clique para ampliar