quinta-feira, 6 de junho de 2013

Opinião, Notícia e Humor

Clipping de Hoje 

Primeira Página
Correio Braziliense
Barroso afirma que STF foi "duro" no mensalão
Câmara votará fim do voto secreto até julho
LEI ANTIABORTO AVANÇA SOB PRESSÃO RELIGIOSA
O Estado de S. Paulo
Comissão rejeita dupla função e Afif se irrita
Dilma sanciona Lei dos Portos e veta pontos polêmicos
NO SENADO, BARROSO DIZ QUE STF FOI ‘DURO’ NO MENSALÃO
O Globo
Barroso diz que julgará mensalão
COMPETITIVIDADE EM XEQUE: PORTOS: DILMA FAZ 10 VETOS E VOLTA A IRRITAR ALIADOS
Dólar sobe apesar de IOF zerado
Valor Econômico
MANTEGA DIZ QUE O DÓLAR TERÁ FLUTUAÇÃO MAIS LIMPA
Redução do IOF pode ter vindo tarde
Sancionada a Lei dos Portos, sai 1ª concessão
Notí­cias do Dia

Artigo

A maldição dos Bourbons (O Estado de S. Paulo)
Acelerar o crescimento (O Globo)
As Américas em ascensão (Valor Econômico)
Confiança traída (Correio Braziliense)
De Tahir a Taksim (O Estado de S. Paulo)
Educação para o trabalho (Correio Braziliense)
Enrolados na bandeira (O Globo)
Pecados cambiais (Correio Braziliense)
PIB tartaruga? Acelera, Brasil! (O Estado de S. Paulo)
Sobre a inclusão financeira (Valor Econômico)

Colunas

360 graus (Correio Braziliense)
A colheita na Argentina (Valor Econômico)
Alta roda (Correio Braziliense)
Brasil S.A (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Chiquitito, pero cumplidor? (Valor Econômico)
Câmbio aumenta "rombo" na Petrobras (Valor Econômico)
Direto da Fonte (O Estado de S. Paulo)
Distribuição de lucros pode ser limitada (Valor Econômico)
Lixão com os lixos contados (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Muro de arrimo (O Estado de S. Paulo)
Objetivos em conflito (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Panorama Econômico (O Estado de S. Paulo)
Piora a qualidade da política fiscal do país (Valor Econômico)
Tereza Cruvinel (Correio Braziliense)
Tutty Humor (O Estado de S. Paulo)
Unidos contra Dudu (Correio Braziliense - Brasília-DF - Luiz Carlos Azedo)
Visão da Global (O Estado de S. Paulo)
É o câmbio virando (O Estado de S. Paulo)
Economia

"MP da Basileia" (Valor Econômico)
Abalada após escândalo, Libor pode passar a ser supervisionada pela UE (Valor Econômico)
ALL é acusada de falhas na Argentina (O Estado de S. Paulo)
Amil demora para informar aquisição e é punida (Valor Econômico)
Após euforia, ações da tele têm negociação moderada (Valor Econômico)
Assefaz reajusta os planos (Correio Braziliense)
Azul e Trip recebem multa de R$ 3,5 milhões (Valor Econômico)
Bancos apostam na alta (Correio Braziliense)
BC dos EUA sugere correção de rota, diz HSBC (Valor Econômico)
Briga na questão dos royalties (O Globo)
Cade determina que Rede D'Or venda hospital no Distrito Federal (Valor Econômico)
Cade multa Azul/Trip por omitir informação (O Estado de S. Paulo)
Cemig diz que avalia compra da Brasil PCH (Valor Econômico)
Cemig negocia compra de usina da Petrobrás (O Estado de S. Paulo)
Com Fafen, Petrobrás tem 35% do mercado de ureia (O Estado de S. Paulo)
Com IOF zerado, BC atua, mas dólar sobe (O Globo)
Com retirada do IOF, governo tenta evitar alta maior dos juros (O Estado de S. Paulo)
Comperj terá novo atraso e fica para 2016 (O Globo)
Consumo de alumínio pode subir 3,7% (Valor Econômico)
Copersucar aumenta produção de etanol (O Estado de S. Paulo)
Credores do Rede fazem pressão e adiam decisão (Valor Econômico)
Dados decepcionam e bolsas caem nos EUA e na Europa (Valor Econômico)
Depois de maio (Valor Econômico)
Destaques (Valor Econômico)
Dez vetos e um novo confronto (O Globo)
Domésticos: hora extra paga (Correio Braziliense)
Dólar sobe apesar de IOF zerado (O Globo)
Estatização de ferrovias da empresa brasileira ALL é festejada em Mendoza (O Globo)
EUA e Canadá questionam Brasil na OMC (O Estado de S. Paulo)
Fim do 'QE' deve levar algum tempo (Valor Econômico)
FMI admite erros no socorro à Grécia (Valor Econômico)
FMI reconhece erro na Grécia (O Globo)
Fundação terá mapa sobre IFRS (Valor Econômico)
Fundo da CEF assume 22% da Brado (Valor Econômico)
Futebol do Brasil é o 6º mais rico do mundo (O Estado de S. Paulo)
Governo impõe perda a fundos de investimento (Correio Braziliense)
Graça Foster mantém meta de produção (Valor Econômico)
Ibovespa volta a testar os 52 mil pontos (Valor Econômico)
Início do Comperj é adiado para 2016 (O Estado de S. Paulo)
IOF não alivia pressão sobre câmbio e juros (Valor Econômico)
Lucro líquido da Cosan recua 80% (Valor Econômico)
Líder russa de construção de usina nuclear quer entrar no Brasil (O Globo)
Mesmo após redução do IOF, BC tem de intervir para conter alta do dólar (O Estado de S. Paulo)
Minha Casa terá crédito subsidiado para eletrônico (O Estado de S. Paulo)
Modesto a moderado (Correio Braziliense)
Nem BC nem IOF seguram o dólar (Correio Braziliense)
Nova lei não será suficiente para modernizar setor, dizem analistas (O Globo)
Obras de 270 aeroportos ficam para 2014 (O Estado de S. Paulo)
Oi ainda precisa conquistar confiança, dizem analistas (Valor Econômico)
País tem geração de fanáticos digitais (Valor Econômico)
Preço de imóveis tem aumento de 4,9% no ano (O Estado de S. Paulo)
Produção da OGX tem alta de 31% em maio (O Estado de S. Paulo)
Projeto de lei que blinda o Carf é aprovado (Valor Econômico)
Projeto de lei quer igualar tarifas para ligação de pré e pós-pago (O Estado de S. Paulo)
Prêmio de R$ 400 mi (Correio Braziliense)
Quase 17 milhões de domicílios têm TV paga (O Globo)
Redução do IOF pode ter vindo tarde (Valor Econômico)
Retirada de imposto sobre derivativo elevaria liquidez (Valor Econômico)
Reunião de cúpula do bloco é adiada (O Estado de S. Paulo)
SEC vai endurecer regra para fundos de curto prazo (Valor Econômico)
Sem IOF, fica mais fácil rolar dívida pública (O Estado de S. Paulo)
Setor aposta na expansão dos investimentos (O Estado de S. Paulo)
Sonegação bilionária (Correio Braziliense)

Política

'O senso comum é cada vez mais conservador' (O Globo)
Afif sofre derrota em Comissão de Ética (O Globo)
Após a absolvição - Liberados os bens de Duda Mendonça (O Globo)
Bahia assina primeira concessão em novo modelo (Valor Econômico)
Barroso afirma que STF foi "duro" no mensalão (Correio Braziliense)
Barroso diz que julgará mensalão (O Globo)
Barroso é aprovado por 56 votos a seis (Valor Econômico)
Barroso: mensalão foi 'ponto fora da curva' no STF (O Globo)
Caldeirão religioso (Correio Braziliense)
Comissão aprova MP que inclui tema (O Globo)
Comissão da Câmara aprova 'bolsa estupro' (O Globo)
Comissão rejeita dupla função e Afif se irrita (O Estado de S. Paulo)
Justiça suspende reintegração de posse em MS (O Globo)
Congresso vai debater rito de MPs, voto secreto e vetos presidenciais (O Globo)
Câmara votará fim do voto secreto até julho (Correio Braziliense)
Debate (O Estado de S. Paulo)
Delfim falará à Comissão da Verdade da capital (O Estado de S. Paulo)
Demarcação de reserva 'não deve virar norma' (O Estado de S. Paulo)
Deputados reclamam de vetos à MP dos Portos (Correio Braziliense)
Desembargador diz que está sendo monitorado pela PF (O Estado de S. Paulo)
Desmatamento cai 30% na Amazônia em 2012 (O Globo)
Dilma sanciona Lei dos Portos e veta pontos polêmicos (O Estado de S. Paulo)
Dilma: 'O governo cumpre as leis rigorosamente' (O Globo)
Dops de Minas deve virar centro de memória (O Estado de S. Paulo)
Em marcha, evangélicos atacam Judiciário, governo e 'ativismo gay' (O Estado de S. Paulo)
Em Sidrolândia, tensão à espera da Força (O Globo)
Estudantes relatam impacto ao descobrir farsa da ditadura (O Globo)
Ex-diretor de Aids diz que há pressão religiosa na Saúde (O Globo)
Fazenda no Pontal é ocupada pela 19ª vez (O Estado de S. Paulo)
Frases (Valor Econômico)


Fontes:

Tribunal Eleitoral do Amapá inocenta por unanimidade dep. Manoel Brasil

A Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá(TRE/AP) na pauta de julgamento da 21ª Sessão Ordinária, realizada no final desta tarde de quarta-feira, 05/06, na petição número 91832012.6.030000, que teve como relator o Juiz Ernesto Collares, deu parecer improcedente às denuncias contra o parlamentar. O voto do relator foi aprovado por unanimidade no plenário do TER/AP. O deputado não se fez presente para acompanhar, mas disse por telefone em emissoras de rádio que tinha a plena confiança na Justiça amapaense e no Tribunal eleitoral.

Ascom Brasil
Tel. 9142-8159 C/ Sandra

Exploração de petróleo na costa do Amapá é debatida em Brasília


Audiência pública realizada nesta quarta-feira (05), em Brasília, debateu os impactos econômicos e sociais da exploração e produção de petróleo e gás natural localizados nas bacias sedimentares da região da Foz do Rio Amazonas, bem como sobre os leilões a serem realizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). A exploração de petróleo na costa do Amapá foi amplamente discutida pelos parlamentares da Bancada Federal do Amapá, secretários do Governo do Estado do Amapá e representantes da Agência Nacional do Petróleo e as empresas vencedoras da concessão de exploração, Grupo Total no Brasil e BP Energy do Brasil Ltda. De acordo com a apresentação da ANP, após a assinatura dos contratos, prevista para agosto, terá início a atividade de pesquisa pelo período de até 10 anos, sendo confirmada a existência de petróleo, inicia-se o processo de produção. As empresas devem ainda apresentar o planejamento para realização de extração e transporte. O pagamento de royalties só ocorre a partir deste processo. Os parlamentares levantaram questionamentos acerca dos investimentos no estado e nos municípios envolvidos – Oiapoque, Calçoene e Amapá - e do aproveitamento de mão de obra local. O coordenador da Bancada do Amapá, deputado Evandro Milhomen, disse que entende que a área petroquímica exige uma mão de obra avançada, porém, o estado quer saber quais investimentos serão feitos pelas empresas: “Queremos que as empresas e o Governo Federal, durante o período de instalação, não interrompam o diálogo com o Amapá e que haja investimento e aproveitamento profissional local”. O deputado Luiz Alberto (PT/BA) questionou a ANP se as melhores práticas da indústria de petróleo mundial, citadas na apresentação, incluem as relações de trabalho e alertou a Bancada Federal sobre o recolhimento de INSS dos serviços realizados na região não ocorrerem em benefício local, situação já vivenciada no Estado da Bahia. A deputada Janete Capiberibe propôs a criação de um Comitê Gestor com a participação dos governos federal, estadual e municípios de Oiapoque, Amapá e Calçoene, e das empresas exploradoras de petróleo, para debater políticas públicas e inspecionar a instalação e impactos locais. Durante a audiência as empresas afirmaram ter interesse em manter o diálogo com o poder público para criar formas de investimentos sociais. O vice-Presidente de Relações Institucionais da BP Energy do Brasil, Ivan Simões, informou que a empresa já vinha pesquisando petróleo na região, e que agora encerrou o prazo para pesquisa. Ele declarou que espera que nesta nova etapa possam ter sucesso e esperam obter apoio no estado. Sobre as melhores práticas, lembrou que o contrato de concessão visa assegurar a otimização do uso de recursos naturais, preservação do meio ambiente e a segurança do trabalhador, e que estas são as prioridades das empresas. O presidente do Grupo Total no Brasil, Denis Palluat de Besset, ressaltou a importância de não criar expectativas, mas que as recentes descobertas na costa da África e da Guiana Francesa despertaram esperanças e que sobre os meios logísticos a serem utilizados pela empresa no processo de produção envolverão o apoio do Amapá. Participaram da audiência os deputados Davi Alcolumbre (DEM), Fátima Pelaes (PMDB), Luiz Carlos (PSDB), Dalva Figueiredo (PT) e Bala Rocha (PDT), o secretário da Indústria, Comércio e Mineração do Amapá, José Reinaldo, o professor de Direito da UNIFAP e doutorando de projetos de pesquisa de compessação de impactos sociais decorrente de exploração de recursos naturais, Iacy Pelaes; o Coordenador-Geral de Reserva, Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural do Ministério de Minas e Energia, Clayton de Souza Pontes, superintendente de Promoção de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP, o presidente do Grupo Total no Brasil, Denis Palluat de Besset, e o vice-Presidente de Relações Institucionais da BP Energy do Brasil Ltda, Ivan Simões Filho.


SSCOM | Deputado Evandro Milhomen

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Você Sabia?

Partidos Políticos

Que 21 anos depois da ditadura, o presidente José Sarney tirou todas as organizações políticas da clandestinidade ao legalizar no Brasil todos os partidos políticos perseguidos durante o regime militar, inclusive o Partido Comunista?

URSS

Que Sarney foi o primeiro presidente brasileiro a visitar a antiga URSS? O encontro com Mikhail Gorbatchev iniciou o processo de abertura política com a Perestroika. Na política externa, Sarney pautou-se de uma forma inovadora, abrindo parcerias e buscando novos mercados para o Brasil.

Distribuição de Medicamentos Anti HIV

Que, em 1996, o Congresso aprovou a lei de iniciativa do senador José Sarney, que garante o acesso de milhares de brasileiros  portadores do vírus HIV, aos medicamentos necessários ao combate e controle da doença? Graças a distribuição gratuita do coquetel anti HIV, hoje o programa brasileiro é considerado modelo em todo o mundo.

Saiba mais, clicando aqui.

Deputada Dalva participa de reunião na AGU para cobrar o pagamento da GEAD para todos os professores do Amapá


A Deputada Dalva Figueiredo participou de reunião na Advocacia Geral da União-AGU para tratar do pagamento do retroativo da GEAD para os professores dos extintos Territórios. Os processos de Rondônia e do Amapá estão em instâncias administrativas diferentes, mas o retroativo da gratificação concedido judicialmente é idêntico para os dois estados. O processo do Amapá está no Ministério do Planejamento para análise quanto a abrangência da decisão judicial. O Ministério entende que somente os docentes portadores de licenciatura podem receber o retroativo da gratificação. A Deputada Dalva argumentou que a discussão sobre a GEAD está muito delongada e que é preciso uma decisão definitiva, com a previsão de data para pagar. “Cobro a decisão definitiva sobre o pagamento da GEAD para todos os professores, também pelo lado humano, pois eles vem sofrendo há muito tempo com a perda do Plano Collor e pelo adiamento desse direito ao retroativo da GEAD”, ponderou a Deputada Dalva. A Deputada encaminhará a AGU e ao Planejamento, uma Nota Técnica com fundamentos sobre a estrutura da carreira do Magistério dos ex-Territórios, para demonstrar que todos os professores têm direito a receber a GEAD, independente de possuir licenciatura ou não. O Ministro Substituto, Dr. Fernando Luiz Faria se comprometeu a agendar uma reunião com a Bancada do Amapá e de Rondônia, para firmar um único entendimento sobre o pagamento da GEAD para todos os professores.

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ASCOM Dep. Dalva Figueiredo
Contatos: (96) 9967-2890/9164-9925/9113-1897
Escritório em Macapá: (96) 3243-0812
Gabinete em Brasília: (61) 3215-5704
Twitter: @DalvaFigueiredo
Facebook: www.facebook.com/DeputadaDalvaFigueiredo
Site: www.dalvafigueiredo.com.br

Renan recebe proposta de regulamentação de direitos do trabalhador doméstico


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebeu nesta quarta-feira (5), o projeto da comissão mista regulamentadora da emenda constitucional promulgada pelo Congresso em abril, que ampliou os direitos de empregados domésticos. O texto foi relatado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR). A regulamentação da emenda das domésticas é necessária para efetivar sete dos 16 benefícios obtidos pelos trabalhadores da categoria com a emenda à Constituição 72. Pelo texto entregue ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o trabalhador doméstico terá direito a receber em dinheiro até 40 horas mensais extras que fizer além do período de trabalho normal. O que ultrapassar isso, entrará em um banco de horas, a ser revertido em folga para o empregado, ao longo de um ano. Romero Jucá propôs que o empregador pague 8% de contribuição mensal para o INSS, e 8% para o FGTS. Em uma conta separada será depositado um valor de 3,2% do salário. Esse percentual, recolhido mensalmente, servirá como uma espécie de fundo de indenização em casos de demissão sem justa causa, e substituirá a multa de 40%, evitando, dessa forma, que o patrão desembolse o valor total da multa de uma vez só. Caso a demissão ocorra por justa causa, o valor será devolvido ao empregador. Outros 0,8% também serão pagos pelo empregador ao INSS para cobrir o seguro de acidente de trabalho. O contrato individual entre patrão e trabalhador doméstico passa a valer como acordo coletivo de trabalho. Também não vai haver pagamento de contribuição sindical. A divisão das férias de 30 dias poderá ser feita em até duas etapas. O projeto proíbe a contratação de empregados domésticos com menos de dezoito anos, conforme acordo internacional já assinado pelo Brasil. A previsão é que texto seja votado pela comissão mista nesta quinta-feira (6) e depois, pelos plenários da Câmara e do Senado. O presidente do Senado, Renan Calheiros, (PMDB-AL) lembrou que a medida deve trazer 2 milhões de trabalhadores domésticos para o mercado formal de trabalho. Hoje dos 7 milhões de empregados domésticos, 1,5 milhão são regularizados e apenas 100 mil recebem FGTS. Com as novas regras propostas, a expectativa é de que a arrecadação do FGTS aumente em R$2 bilhões ao ano. A comissão mista que regulamenta dispositivos constitucionais também deve analisar a proposta que define os termos da eleição indireta feita pelo Congresso Nacional, caso haja vacância nos cargos de presidente e vice-presidente da República a menos de menos de dois anos do fim do mandato.
Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado 

Coluna GAZETILHA

COTA PESSOAL

O PTB já entregou ao prefeito Clécio Luis a indicação de um nome para ocupar a presidência da CTMAc no lugar de Vladimir Belmino que pediu o boné. Clécio não disse nem que sim nem que não. Já teria decidido que a CTMac vai para sua cota pessoal.

FLAGRA

As imagens de Camilo Capiberibe, então deputado estadual, flagrado em ato de proselitismo político explícito, mostradas pela TV Tucuju, são reveladoras do modus operandi do grupo que está no poder.

PENDURANDO...

Em discurso inflamado e com dedo em riste, Camilo acusava a gestão de Waldez Góes de querer, nas palavras dele, “pendurar nas nossas costas” um empréstimo de R$ 1 bilhão.

...NAS COSTAS

Sentado na cadeira que sobrou para ele depois da operação “mãos limpas” que prendeu, de forma nebulosa, todos os seus adversários, Camilo mandou ver no lombo de quem dizia defender de uma vez só uma cipoada de R$ 2,8 bilhões.

...DO AMAPAENSE

Com cobro de Dilma Rouseff, aquela do partido de mensaleiros aloprados, pendurou nas costas do povo uma dívida de 30 anos e ainda mais: será de seu sucessor a responsabilidade de começar a paga-la.

DESCOBERTA

Diante das imagens contundentes, o eleitor de Camilo se sente como um consumidor de Coca-cola atropelado por um caminhão da Pepsi. Ou, melhor, descobre-se um cidadão tristemente enganado.

CASINHA

Marcos Roberto Marques da Silva, o secretário da (in)Segurança pública do Amapá é um sujeito zeloso do seu partido,  o PT. Tanto que deixou de sobreaviso, viaturas, policiais e delegados para prender petistas “desordeiros”.

SORTUDOS

Mas o aparato era destinado só aqueles petistas que não leem pela cartilha de Marcos Roberto. A sorte do restante da petezada é que não caíram nas provocações, desarmando a pegadinha.

UM TOTÓ

Enquanto isso, o cidadão que não pode contratar um guarda-costas nem ganha o suficiente para comprar um cão policial, vive a mercê de assaltos, roubos e arrastões.

É VELHA

Sem nenhum trabalho relevante no mandato que exerce na Câmara dos Deputados, Janete Capiberibe voltou a investir no velho jogo de sempre: inventar falsas polêmicas e falsas denúncias manchando a imagem do Amapá.

GRILAGEM

Janete Capiberibe agora inventou uma “cruzada” contra a grilagem de terras em áreas de preservação no Amapá. Só esqueceu que quem fez o trabalho de demarcação de áreas de agricultores na Flona foi o próprio Imap, órgão do governo de seu filho.

ALIÁS...

Que o Imap não fez mais que cumprir a lei, já que os agricultores  ocupavam as áreas em que estão antes da criação da Floresta Nacional, o que lhes garante permanência. Jenete cuspiu pra cima.  

ÓBVIO

É óbvio que tem gente ganhando dinheiro com as filas de marcação de consulta no Hospital Alberto Lima. Primeiro porque é um bom negócio. Há mais procura que oferta.

NA MÃO

Segundo, que com o desemprego gritante, reforçar a renda familiar vendendo vagas por R$ 20 é mais lucrativo que fornecer serviços para a Secretaria da Saúde. A grana é viva e entra na hora.

MÁGICOS

A prefeitura vai reformular o Código Tributário de Macapá. Diz que o objetivo é arrecadar mais sem aumentar impostos. A mágica, ficará por conta de uma comissão que tem gestores municipais, funcionários públicos e empresários.

TRANSPARÊNCIA OFF

O Portal da Transparência do Governo do Amapá (www.transparencia.ap.gov.br) ficou fora do ar durante todo o dia de ontem. Não se sabe se finalmente demitiram os digitadores responsabilizados pela maioria das coisas erradas que o portal mostra.


Coluna "Argumentos" - Cléber Barbosa

Brasília
O senador Sarney (PMDB-AP) não poderá comparecer à audiência pública proposta para se debater a Área de Livre Comércio de Macapá e Santana, que ocorre amanhã. Mas gravou um depoimento em vídeo sobre as medidas que adotou para a permanência dela.
Desafio
Coordenar a Bancada do Norte que tem 65 deputados e 21 senadores. Essa é a missão que assume a partir de hoje o deputado federal Bala Rocha (PDT-AP). É a primeira vez que isso ocorre entre amapaenses.
Palavra
“Teremos muitos desafios pela frente, o maior deles é a falta de tradição de trabalho coletivo na nossa bancada, diferente do Nordeste que se consolidou como uma forte bancada aqui na Câmara” – Bala Rocha
Polêmica
A Câmara Federal aprovou o Projeto de Lei 7663/10 que muda o Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas (Sisnad). Com a internação involuntária de dependentes.
COLUNA-qurtsdfnfdgn
Cultura
O deputado Evandro Milhomen recebeu em seu gabinete a cantora Emília Monteiro, e sua mãe Deuzuíte Ardasse. Identificado com as causas culturais, ele pode conhecer seu novo projeto musical e também falou de como tem incentivado as artes.
Facebook
“Estive hoje com o coordenador do ICMBio, Francisco Edemburgo, tratando das compensações ambientais solicitadas para a obra de pavimentação da BR 156 - Trecho Sul” – Fátima Pelaes.
PT da vida
Não se falava em outra coisa na cidade ontem que não a confusão que rolou na reunião do Partido dos Trabalhadores, na noite anterior. Em nota, a direção regional da legenda descartou que tenha havido luta corporal e que a tumultuada reunião aconteceu “dentro da normalidade”. Eu hein...
Nota
Ainda sobre a polêmica em torno do PT local, a coluna apurou que depois de toda a confusão surgiu o porquê da discórdia: uma suposta manobra para mudar a composição do Diretório e da Executiva. Mesmo com os ânimos exaltados, houve a derrubada do “Ato da Presidência” que tentava mexer as pedras. Tudo como dantes, no quartel d’Abrantes.

Artigo de José Sarney: "A desarmonia é inconstitucional"


Foi o Ministro Nelson Jobim, quando assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal, quem advertiu para o perigo que constituía a prática de submeter à Justiça a solução dos problemas não resolvidos pela política. Isso não existia no Brasil nem em qualquer democracia. A verdade é que de lá para cá, em 9 anos, isso se tornou rotina. Quantas vezes ouvi, como ameaça sobre o resultado de uma votação no Parlamento, a parte vencida dizer: “Vamos recorrer ao Supremo.” Daí em diante a Justiça passou a ser a terceira instância da política, que, por pessoas ou ações, está cotidianamente em sua pauta. Nos últimos tempos, a maioria dos julgamentos do STF de repercussão nacional é de assuntos políticos ou com reflexo direto na política. Razão assiste a alguns Ministros quando dizem que são os próprios políticos que os chamam a decidir sobre seus conflitos. Mas eles não devem fraquejar na sedução de estimulá-los. Perdeu-se a noção de que a democracia representativa teve como alicerce a existência dos três Poderes controlados entre si, o chamado checks and balances, assegurando-se que nenhum deles seja absoluto e que devem funcionar em harmonia. Por outro lado, involuímos no nível do debate político. Estamos desaprendendo que a democracia é o regime da maioria, que, quando erra, o povo corrige nas eleições. No Brasil não temos a tradição de lutas entre o Judiciário e o Legislativo, ao contrário dos Estados Unidos, onde viveram sempre às turras. Aqui o Senado, por exemplo, em defesa do Supremo, recusou os nomes de Barata Ribeiro, médico, e dos generais Inocêncio Queiroz e Everton Quadros para ministros do Supremo, indicados por Floriano Peixoto. A nossa História é cheia de episódios de luta do Poder Executivo com o Judiciário e o Legislativo. Ambos já foram alvos de atos de força do Executivo, com juízes, ministros, deputados e senadores cassados. Uma página negra foi a anulação, feita por decreto do Presidente Vargas, de uma sentença do STF. Dizer-se que não há crise entre os Poderes é ter medo da realidade. A História não se faz sem crises, e é delas que se tiram lições. Basta ver a cena exótica dos parlamentares visitando os relatores de demandas para prestar solidariedade. E, fato inusitado, um candidato a presidente da República agradecendo a um ministro sua sentença como se ela fosse uma graça. A crise é resultante do desprestígio do Congresso e dos ruidosos enfrentamentos entre parlamentares e decisões. Por outro lado, consequência da sociedade da informação, a mídia, em tempo real, procura dar ao Supremo a posição de novo interlocutor da sociedade democrática. É preciso haver uma consciência de que os três Poderes, dentro da separação, têmuma responsabilidade una, o Poder do Estado, indivisível, o interesse público. Ninguém mais do que eu tem defendido a importância da Justiça e do seu órgão de cúpula no regime democrático. Os ingleses, já no século XVII, ao consolidarem o sistema representativo, diziam que sem a Justiça era impossível existir a democracia. Ela funciona como Poder Moderador, ao exercer o controle da constitucionalidade das leis. O povo, em sua soberania, entregou ao STF a guarda da Constituição, o pacto fundamental entre a sociedade e o Estado, as regras do autogoverno. É a maior de todas as responsabilidades públicas. Essa Emenda 33, tentando impor um controle sobre a Justiça — não digo STF —, passa além da insensatez. Não deve tramitar. Na América Latina não há uma Justiça tão respeitada como a nossa. Não podemos, assim, além de judicializar a política, politizar a Justiça, chamando-a para apartar os conflitos políticos. Como diz Michel Temer — o professor de Direito, não o político —, “a desarmonia é inconstitucional”.

José Sarney foi governador, deputado e senador pelo Maranhão, presidente da República, senador do Amapá por três mandatos consecutivos, presidente do Senado Federal por três vezes. Tudo isso, sempre eleito. São 55 anos de vida pública. É também acadêmico da Academia Brasileira de Letras (desde 1981) e da Academia das Ciências de Lisboa.

Leia também:

Ministro do Trabalho garante Projovem para o Amapá


A deputada Fátima Pelaes e o secretário de Trabalho e Empreendedorismo do Amapá (SETE), Sivaldo Brito participaram na tarde desta terça-feira (04) de uma audiência com o ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Manoel Dias para reforçar o pedido das vagas que visam atender jovens amapaenses por meio do Programa Projovem Trabalhador. O cenário de desenvolvimento no Amapá levou à construção e ampliação de grandes empreendimentos para os setores portuário, mineração, comércio e geração de energia. Todas as atividades geram emprego e renda e potencializam a economia do Estado em todas suas modalidades, com grande expectativa de novos empregos. De acordo com Silvado Brito, a Secretaria do Trabalho fez um mapeamento que identificou as necessidades dos 16 municípios que serão atendidos pelo programa. As vagas já foram divididas proporcionalmente de acordo com a população de cada região. Assim, além de gerar emprego o Projovem visa aproveitar a mão de obra local. Fátima Pelaes tem buscado agir nessas ações para incentivar o aprimoramento dos jovens e sua inserção no mercado de trabalho.

Discussão sobre Área de Livre Comércio ganha força no Amapá

Assunto está na pauta do Congresso Nacional, e já existe uma iniciativa para garantir a prorrogação por mais 20 anos 

Amanhã (6), a Assembleia Legislativa realiza uma audiência pública com o tema “ALCMS - Sua contribuição para a economia do Amapá e perspectivas para as empresas, trabalhadores e consumidores”. Autora do requerimento para realização da audiência, a deputada estadual Marilia Góes pretende promover um debate sobre a importância da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana para a sociedade amapaense. “É muito mais do que R$ 1,99”, diz a deputada, referindo-se à ideia que muitas pessoas têm de que o principal benefício da ALCMS é garantir mercadorias importadas a preços baixos, os famosos produtos de R$ 1,99. “Convidamos a sociedade para debater os benefícios gerados pela nossa área de livre Comércio e a importância de sua continuidade”, completa a parlamentar.


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Relator da LDO defende orçamento impositivo para emendas

Da Redação
O deputado federal Danilo Forte (PMDB-CE), relator do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), defende um orçamento impositivo para as emendas parlamentares individuais - impositivo, neste caso, significa que o governo seria obrigado a executar tais emendas, sem a possibilidade de contingenciá-las, como acontece hoje. Mas ele ressaltou que a inclusão de tal exigência na LDO depende da comissão especial de deputados que discute o orçamento impositivo: a comissão precisaria apresentar uma proposta a tempo de ser aprovada pelo Plenário da Câmara até o início de julho.
Danilo Forte fez essas declarações logo após apresentar seu relatório preliminar ao projeto da LDO, nesta terça-feira (4), na Comissão Mista de Orçamento (CMO).
A votação de um orçamento impositivo - medida defendida pelos parlamentares que protestam contra o contingenciamento de suas emendas - foi um dos compromissos assumidos por Henrique Eduardo Alves em sua campanha à Presidência da Câmara. A medida, porém, dificilmente terá o apoio do governo, como deixou claro a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na semana passada. Durante audiência na CMO, ela declarou que avaliações feitas pelo governo consideram a medida inconstitucional.
Danilo Forte, por sua vez, afirmou que defende o orçamento impositivo para as emendas individuais "para que se acabe com o fisiologismo bancado pelo Executivo". Ele se referia às negociações entre governo e parlamentares em que a execução de emendas é utilizada como moeda de troca para a aprovação de matérias de interesse do Executivo. O deputado reiterou, no entanto, que só incluirá a medida na LDO se, antes, o orçamento impositivo for aprovado pelo Plenário da Câmara.
- Vou acatar [no relatório final sobre a LDO] o que a comisão especial decidir - afirmou.
Essa comissão pretende aprovar um texto final até o início de julho, para que o Plenário da Câmara o vote em seguida. Já o projeto da LDO tem de ser aprovado por deputados e senadores até 17 de julho – caso contrário, o recesso parlamentar fica suspenso.
Anexo de Metas e Prioridades
Em seu relatório preliminar, Danilo Forte determina que os parlamentares serão responsáveis pela elaboração do Anexo de Metas e Prioridades, documento que o governo, mais uma vez, não enviou junto com o projeto da LDO.
O relatório destaca que esse projeto, enviado ao Congresso em abril, estabelece "que as prioridades referem-se às ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e ao Programa Brasil sem Miséria, sem, contudo, explicitar essas ações". Também lembra que "o Congresso Nacional já interpretou por mais de uma vez que a não explicitação das prioridades e das respectivas metas físicas contraria a Constituição Federal".
Conforme explica o consultor do Senado José de Ribamar da Silva, "a LDO define as grandes linhas do Orçamento e regulamenta a sua preparação, indicando quais são as despesas prioritárias, como elas devem ser organizadas e orientando sua execução". Já o Anexo de Metas e Prioridades, diz ele, é importante porque apresenta em detalhes, para o Congresso e para a sociedade, quais serão essas prioridades, como, por exemplo, o “Porto X” ou a "Rodovia Y".
No ano passado, após os parlamentares solicitarem ao governo, sem sucesso, que apresentasse um Anexo de Metas e Prioridades, o próprio Congresso elaborou o documento, que acabou sendo integralmente vetado pela presidente da República, Dilma Rousseff. Questionado se a mesma coisa pode acontecer este ano, Danilo Forte respondeu que "agora a situação mudou um pouco, porque poderemos analisar os vetos presidenciais".
- Espero que não haja veto [ao anexo a ser elaborado pelos parlamentares]. Seria uma decisão de bom senso - avalia ele.
O presidente da CMO, senador Edison Lobão (PMDB-MA), informou que o relatório preliminar pode ser votado pela comissão até 13 de junho.
Agência Senado

Aprovado projeto que permite deduzir do IR despesa com livros técnicos

Anderson Vieira e Djalba Lima
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (4) projeto de lei do Senado (PLS 549/11) que autoriza a dedução no Imposto de Renda dos gastos com aquisição de livros técnicos. A proposta partiu do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e só vale para pessoas físicas. Além disso, os livros têm que abordar assuntos específicos da área de atuação do profissional. Também estão incluídos no projeto os livros didáticos, inclusive os comprados pelo contribuinte para os dependentes dele. O senador Randolfe Rodrigues chamou atenção para o preço elevado das publicações técnicas e didáticas no Brasil, o que, na opinião dele, limita o acesso das pessoas ao conhecimento e à cultura. O PLS 549/2011 já havia sido aprovado pela Comissão de Educação, onde recebeu duas emendas de redação. O relator, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), deu parecer favorável a essas duas emendas. Com a aprovação em caráter terminativo na CAE, a proposta não precisa ser votado no Plenário do Senado, para seguir à Câmara dos Deputados.
Agência Senado

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