quarta-feira, 2 de abril de 2014

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terça-feira, 1 de abril de 2014

PEC 111 vai à votação agora em abril

O colegiado formado pelos de líderes dos partidos na Câmara dos Deputados definiu, em reunião na tarde desta terça-feira, que a PEC 111 de autoria da deputada Dalva Figueiredo (PT/AP) vai à votação em plenário no próximo dia 23. A PEC111 propõe incorporar ao quadro em extinção do Governo Federal, os servidores e os policiais militares admitidos regularmente pelos governos do Amapá e de Roraima no período de outubro de 1988 a outubro de 1993. Serão beneficiados também os servidores admitidos os policiais civis e delegados que ingressaram à época e os servidores das prefeituras municipais contratados até outubro de 1988. Serão aproximadamente seis mil servidores do Amapá e Roraima beneficiados com a medida. A admissão deles para o quadro da União, no caso do Amapá, vai gerar um acréscimo de mais de 100 milhões de reais por ano na economia na economia amapaense. A deputada Dalva, autora da PEC 111 está otimista com a votação “depois da aprovação em primeiro turno, nossos esforços se deram no sentido de dialogar com o Governo Federal no sentido de dirimir dúvidas sobre os impactos econômicos e sociais com a aprovação da PEC, agora vamos reforçar a conversa e mobilizar as bancadas dos partidos na câmara para aprová-la também em segundo turno”.


Habilitado o fluxo de veículos na ponte entre Amapá e Guiana


ANTT habilitou ponte binacional em publicação no Diário Oficial da União.

Liberação de veículos depende de aprovação de acordo transfronteiriço.

A Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) habilitou o tráfego internacional na ponte sobre o rio Oiapoque, que liga o Amapá àGuiana Francesa. A resolução foi publicada na segunda-feira (31) no Diário Oficial da União (DOU) e é resultado de uma vistoria na aduana provisória da ponte binacional, realizada por técnicos do ANTT em 17 de fevereiro. Segundo a Secretaria de Transportes do Amapá (Setrap), apesar de haver resolução favorável, o tráfego de veículos sobre a ponte ainda depende da aprovação pelo Congresso Nacional de um acordo assinado em 19 de março entre Brasil e França. "Os técnicos da ANTT avaliaram a estrutura da aduana e o acesso à ponte. Ambos foram aprovados. Paralelo a isso, foi assinado um acordo, que depende apenas da aprovação do Congresso Nacional. Essa é a última etapa para liberação da ponte", disse o secretário de Transportes, Bruno Mineiro. A intenção, de acordo com o secretário, é mobilizar a bancada amapaense a fim de acelerar o processo de aprovação do acordo transfronteiriço entre Brasil e França para que a ponte seja liberada ainda em 2014.
(…)


Confira a matéria completa do G1-AP, clicando aqui.

Com polêmica, sessão solene sobre golpe militar é encerrada


Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
Rememorar os Fatos Relacionados ao dia 31 de Março de 1964, véspera do golpe de estado que deu origem a ditadura militar. Participantes e parlamentares protestam durante discurso do dep. Jair Bolsonaro (PP-RJ)
Deputados e manifestantes viraram as costas para Bolsonaro.
O presidente da sessão solene para debater os 50 anos do golpe militar, deputado Amir Lando (PMDB-RO), acaba de encerrar a sessão, após parlamentares e manifestantes se recusarem a virar de frente para ouvir o discurso do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), favorável ao golpe. Deputados e outros convidados viraram de costas quando Bolsonaro começou a discursar. Mas, conforme Lando, isso é proibido pelo Regimento. Ele pediu para os manifestantes que não quisessem ouvir Bolsonaro se retirassem, mas não foi atendido. “Democracia é conflito”, disse Lando. “As partes têm que ouvir as outras”, completou. Manifestantes mostraram cartazes com os dizeres “A voz que louva a ditadura calou a voz da democracia”, com fotos de desaparecidos políticos. "A gente não queria que ele [Bolsonaro] não falasse. O que não queríamos era dar ouvido a ele", disse o deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), um dos que viraram de costas quando o deputado do PP começou o discurso.

Manchetes do Dia


Aéreas dificultam uso de milhas por clientes

Limitações, alterações e taxas impostas pelas companhias a programas de milhagem levam associação à Justiça contra a Gol e a TAM. (Págs. 1 e 13)

Memórias de um Brasil que não queremos mais

Manifestações em várias cidades expressaram repúdio, ontem, à ditadura que se instalou em 31 de março de 1964 e impôs 21 anos de trevas ao país. Em São Paulo, pessoas exibiram fotos de vítimas da tortura e desaparecidos durante o regime militar. No Lago Norte, em Brasília, a casa do coronel Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi, foi alvo de protesto e pichações. Os momentos finais de jango em Brasília

Motorista relata o que ouviu enquanto levava o presidente deposto ao aeroporto. (Págs. 1 e 2 a 6 e superesportes, 4) 

África teme epidemia de ebola

Um novo surto já matou 82 pessoas na Guiné e na Libéria. A organização Médico Sem Fronteiras considerou grave a situação nesses países e teme que a doença se alastre. (Págs. 1 e 21)

Fome, doença e guerra num mundo quente

A ONU alerta para o risco de a temperatura globalsubirde2°C a 4°C até o fim do século, afetando a produção de alimentos. A disputa por água e as enfermidades aumentariam. (Págs. 1 e 22)

Estupro: Presidente repudia agressão a mulheres

Campanha que ganhou as redes sociais tem adesão da cantora Daniela Mercury, da atriz Alinne Moraes e da presidente Dilma Rousseff. O movimento começou após o Ipea divulgar pesquisa na qual 62% dos entrevistados concordavam com a afirmação de que mulheres que mostram o corpo merecem ser atacadas. (Págs. 1 e 8)

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Elas não mereciam ser estupradas

Campanha contra culpar vítimas avança, mas crimes aumentam em BH. A presidente Dilma manifestou apoio à campanha "Eu não mereço ser estuprada", lançada na internet sábado e que ontem já tinha mais de 40 mil adesões. É uma resposta à pesquisa do Ipea segundo a qual 65% dos brasileiros concordam total ou parcialmente que mulheres com roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas. A reação vem em boa hora. Depois de cair nos últimos anos, o número de estupros voltou a subir em BH em 2014. Nos dois primeiros meses do ano, foram 44 casos. A média, de 22 por mês, supera a de 2013, que era de 18. No estado, houve 226 estupros em janeiro e fevereiro. A média mensal, de 113, é menor do que a de 118 do ano passado. (Págs. 1 e 11 e 12)

Câmara de BH: Projeto libera mais barulho na capital

Projeto altera a Lei do Silêncio e aumenta o limite de ruído em escolas, igrejas, bares e restaurantes. Atualmente, o máximo são 70 decibéis (dB) de 7h às 19h e 60dB até as 22h. Pela proposta, nos locais beneficiados, o limite de domingo a quinta até as 22h e nas sextas, sábados e feriados até as 23h sobe para 80dB. (Págs.1 e 19)

Porto de Santos - PF apreende 3,7 toneladas de cocaína e faz 23 prisões (Págs. 1 e 7)

Saúde: Surto de ebola já matou 78 na Quiné e 4 na Libéria (Págs. 1 e 22)

Golpe de 1964: 50 anos: Prédio da Pafich é tompado

Antigo edifício da rua Carangola, no Santo Antônio, foco de resistência estudantil à ditadura militar, virou patrimônio municipal, incluindo as pichações da época. Ontem, houve manifestações pelos 50 anos do golpe em BH e outras capitais. (Págs. 1 e 3 e 4)

Aviação: Ações contra mudanças em milhagens

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor pede na Justiça revisão dos contratos de fidelidade da Gol e da TAM. As ações têm como base denúncias de passageiros que reclamam de limitações no uso de milhagens, taxas cobradas após as reservas, cláusulas abusivas e falte de informação sobre alterações. (Págs. 1 e 13)

Verdemar: Supermercado é acusado de escravizar empregados

Segundo o MPF, 13 funcionários da rede varejista e 40 da Construtora Línea eram mantidos em condições degradantes em alojamento na Grande BH. (Págs.1 e 12)

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Superdesrespeitados

Clientes devem estar tão atentos quanto os órgãos de controle nos supermercados. No Grande Recife, já foram interditadas unidades do Extra, Extrabom, Carrefour e Bompreço, por problemas nos alimentos. Veja como se precaver. (Págs. 1, Economia 8 e Voz do Leitor 11)

Filas no TRE devem continuar até 7 de maio

Terminou ontem o prazo oficial para o eleitor recifense realizar o cadastro biométrico. Mas retardatários ainda podem regularizar a situação em cartórios eleitorais e renovar o título. (Págs. 1 e 5)

PIB do Estado cresce acima do brasileiro

Índice de 2013, apresentado ontem, ficou em 3,5%, frente aos 2,3% do Brasil. Previsão para este ano é manter ritmo semelhante. (Págs. 1 e Cidades/Economia 5)

Política: Brasil relembra queda de Jango

Em 1º de abril, há 50 anos, os militares depuseram João Goulart. Há vários eventos pelo País. Confira também série do JC. (Págs. 1, 6 e 7)

Protestos param as principais BRs de Pernambuco (Págs. 1 e Cidades 2)

Relatório da ONU prevê catástrofes climáticas no mundo (Págs. 1 e Cidades 3)

Legislação: Olinda multará em até R$ 5 mil quem for flagrado jogando lixo na rua (Págs. 1 e Cidades 1)

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Por conta da luz - Preço de bebidas sobe com alta nos impostos

Cerveja, refrigerantes, isotônicos e água terão tributação elevada para ajudar a pagar a conta do desequilíbrio no setor de energia, que receberá socorro bilionário. (Págs. 1 e 13)

No lucro: Bolsa tem melhor mês em dois anos

Em março, cenário político e volta do capital estrangeiro embalam alta de 7%, a maior desde 2012. (Págs. 1, 15 e 18)

Planeta: Mudança no clima afeta mais os pobres

Secas e inundações vão impactar estoques e preços de alimentos, adverte ONU. (Págs. 1 e 30)

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Com economia dos EUA fraca, Fed adia cortes

Duas semanas após reduzir os estímulos ao crescimento norte-americano em US$ 10 bilhões, Janet Yellen, presidente do Federal Reserve, afirmou que o mercado de trabalho e a economia ainda estão longe dos objetivos do Fed. As bolsas reagiram bem às declarações, que foram interpretadas como sinal de mudança na política de fortalecimento do dólar. (Págs. 1 e 21)

Concorrência: Ação antidumping no país dobrou em 2013

Entre 2012 e 2013, foram iniciadas mais de 130 investigações, o dobro da média dos dois anos anteriores, aponta estudo da FGV. Para Gesner Oliveira, um dos responsáveis pelo trabalho, muitas ações foram tomadas de forma arbitrária, sem levar em conta os custos e os benefícios. (Págs. 1 e 8)

Eleição: Clãs do Rio apostam nos descendentes

Sérgio Cabral e Garotinho, entre outros políticos fluminenses, investem na carreira política de seus filhos em Brasília e na atração que seus nomes podem ter entre os jovens eleitores do Estado. (Págs. 1 e 11)

Comunicação: TV paga é ainda desafio para as teles

Em pouco mais de três anos, as operadoras de telefonia que entraram no mercado de televisão paga avançaram pouco na conquista de clientes. Oi e Telefônica têm hoje menos de 8% dos assinantes. (Págs. 1 e 14)

Agronegócio: Ministério esvaziado

O presidente da Sociedade Nacional de Agricultura, Antonio Alvarenga, diz que as ações do governo estão espalhadas por vários órgãos e que a pasta da Agricultura está sem força. Mas ele garante que, mesmo assim, o setor vai bem. (Págs. 1, 4 e 5)

A herança mais perversa

O oportunismo, na visão do jornalista Flávio Tavares, foi o que a ditadura militar deixou de pior no país. Em artigo exclusivo, o ex-preso político fala sobre o golpe de 64. (Págs. 1 e 30)

Clima: Sem ações, prejuízos à agricultura continuarão, alerta instituto (Págs. 1 e 10)

Imóveis: Volume de crédito imobiliário cresceu 52% em um ano (Págs. 1 e 24)

Energia: Indústria e comércio têm 90 MW em usinas térmicas ociosas (Págs. 1 e 6)

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Doleiro preso emprestou jatinho ao vice da Câmara

‘Não sabia com quem estava me relacionando’, diz o deputado André Vargas (PT). O vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PE), pegou emprestado um avião com o doleiro Alberto Youssef, que está preso e é pivô da operação Lava a Jato, da Polícia Federal, que apura esquema de lavagem de dinheiro, informa Andréia Sadi. A viagem a João Pessoa, que aconteceu no começo deste ano, foi discutida em uma conversa entre os dois por um serviço de mensagem de texto, no dia 2 de janeiro, segundo documentos da PF aos quais o Folha obteve acesso. Não está claro se o avião pertence a Youssef. O deputado disse que conhece o doleiro há mais de 20 anos e que pediu o avião porque os voos comerciais estavam caros. “Não sabia com quem eu estava me relacionando. Não tenho relação cora os crimes que ele eventualmente cometeu", afirmou o vice da Câmara. Em outra conversa Vargas Youssef discutem assuntos relacionados à Labngen, empresa que, segundo a PF, teria sido usada pelo doleiro para fazer remessas ilegais. O deputado nega que tenha tratado de assuntos de interesse de Youssef no Ministério da Saúde. (Págs. 1 e Poder A8)

Crise da água se agrava, e Sabesp congela investimentos

Em meio ao risco de falta de água, a Sabesp anunciou o congelamento de R$ 700 milhões de seu plano de investimentos para este ano. Ontem, o sistema Cantareira atingiu o menor nível da história (13,4%). A partir deste mês, a previsão é de chuvas mais escassas. Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou a ampliação do programa que dá bônus a quem economizar água, como a Folha antecipou. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Após revés em eleição municipal, Hollande troca premiê na França (Págs. 1 e Mundo A10)

Mesmo preso, condenado do mensalão faz reunião política

Em conduta ilegal, o ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão, fez reuniões políticas no restaurante em que trabalha em sua pena no regime semiaberto. Dois deputados do PR o visitaram no local. Por três semanas, a Folha acompanhou a rotina dele e de outros presos do mensalão. A defesa de Valdemar diz que o tema dos encontros deve ter sido o pagamento da multa do mensalão. (Págs. 1 e Poder A6)

Norma do TSE exige que partidos divulguem origem de doação eleitoral (Págs. 1 e Poder A7)

Dilma defende ‘pactos’ que levaram ao fim da ditadura

Presa e torturada na ditadura, a presidente Dilma afirmou que respeita tanto os que “morreram e desapareceram” na luta contra a ditadura como os “pactos políticos” feitos para assegurar a redemocratização do país. Ontem, a golpe militar de 1964 completou 50 anos. Com a fala, Dilma sinaliza apoio à Lei da Anistia (1979). Entidades e parentes de vítimas do regime pressionam pela revisão da lei. (Págs. 1 e Poder A4)

Fotolegenda: Vítimas da ditadura

Ato nos 50 anos do Golpe de 1964, em memória de militantes mortos pela ditadura, no prédio do antigo DOI-Codi, em São Paulo. (Pág. 1)

Mônica Bergamo: Conselho ligado à Presidência proíbe publicidade infantil (Págs. 1 e Ilustrada E2)

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Fonte:

Mais Médicos é um grande avanço para a saúde dos brasileiros, afirma Dilma

Em sua coluna semanal Conversa com Presidenta, Dilma Rousseff afirmou que em abril mais 3.745 profissionais vão se integrar ao programa Mais Médicos e começar a atender a população, atingindo 100% dos pedidos feitos pelos municípios quando o programa foi lançado. O Mais Médicos conta hoje com profissionais atuando em mais de 70% do total de municípios do país – 9.490 médicos em 3.025 municípios e 31 distritos indígenas. “Mais 3.745 profissionais vão se integrar ao programa e começar a atender a população. Com isso, em apenas oito meses, atingiremos 100% do que foi pedido pelos municípios quando iniciamos o programa. Serão, ainda este mês, 13.235 médicos para atender a população de 4.040 municípios. Este é um passo enorme para garantir mais qualidade de atendimento em nosso sistema de saúde. Não teremos mais aquela situação deplorável e inaceitável de municípios sem nenhum médico. Deixará de ser comum a existência de municípios que só recebiam a visita de um médico um ou dois dias por semana, ou, pior, um ou dois dias por mês. Serão agora cerca de 46 milhões de pessoas melhor atendidas, com dignidade e respeito”. Dilma afirmou que garantir o atendimento médico nos postos de saúde é muito importante porque nestes locais podem ser resolvidos 80% dos problemas de saúde das pessoas, além de diminuir a pressão sobre as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e as emergências dos hospitais. “Até agora, milhões de pessoas já foram atendidas pelos médicos do programa, formados no Brasil ou no exterior. Na última semana, foi divulgada uma pesquisa feita com os brasileiros atendidos pelos médicos formados no exterior e o resultado nos dá a certeza de que estamos no caminho certo. Porque quase 70% consideram o atendimento ótimo ou bom. Duas em cada três aprovam a decisão de trazer médicos formados fora do Brasil para melhorar o atendimento nos nossos postos de saúde. A aprovação é ainda maior na região Nordeste, onde 72% das pessoas concordam com a decisão”.


Congresso adere à Hora do Planeta

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), assinou a adesão do Congresso Nacional ao ato Hora do Planeta, durante audiência realizada na quarta-feira (26), que contou com a presença do deputado federal Sarney Filho (PV-MA). No próximo sábado (29), as luzes do prédio do Congresso serão apagadas no período de 20h30 a 21h30 em alusão ao uso adequado dos recursos naturais. A Hora do Planeta é um movimento global organizado pela Rede World Wildlife Fund (WWF), que une as pessoas para proteger o planeta. No final de março de cada ano  reúne comunidades de todo o mundo que celebram um compromisso com o planeta, desligando luzes por uma hora. Esta é a terceira vez que o Congresso Nacional participa da Hora do Planeta.
Acordo Brasil-Alemanha
Durante o encontro, Renan recebeu uma moção de repúdio da bancada do Partido Verde contra um acordo firmado entre Brasil e Alemanha para cooperação cientifica e tecnológica na área nuclear. O Acordo assinado pelo governo brasileiro e alemão em 1975,  continua em vigor até hoje e prevê uma parceria na prospecção, extração e processamento de urânio, além de treinamento de técnicos brasileiros para atuarem em usinas nucleares. No documento, a bancada do Partido Verde alega que o acordo  é contrário  aos interesses da sociedade brasileira. O partido lembra que atualmente o Brasil já opera com duas usinas nucleares: Angra I e Angra II, que está em construção. Na avaliação do PV as usinas contribuem com apenas 1,7% da matriz energética nacional e trazem riscos para a segurança da população.  Por esses motivos, a bancada pede, que o acordo não seja mais uma vez renovado.
Apoio à energia renovável
O deputado Sarney Filho lembrou que Brasil e Alemanha já  dispõem de um acordo relevante na área de energia renovável.  Na avaliação de Sarney Filho, a cooperação entre os dois países deve ser feita na produção e pesquisa de energia renovável com objetivo de buscar cada vez mais eficiência energética. Esse acordo mereceu uma moção de apoio da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados.
Agência Senado (Com informações da Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado)

Relator do Plano Nacional de Educação participa de videochat hoje

A Câmara dos Deputados realiza hoje, às 11 horas, um videochat pela internet com o relator do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10), deputado Angelo Vanhoni (PT- PR). O plano, que já havia sido aprovado pelos deputados em 2012, sofreu alterações no Senado e, por essa razão, voltou para análise da Câmara. O debate estava previsto para a semana passada, mas foi cancelado por causa de problemas de saúde do parlamentar.

O videochat será transmitido ao vivo pelo portal Câmara Notícias e terá duração de uma hora. Qualquer pessoa poderá participar, enviando perguntas pela internet (em bate-papo que estará disponível no dia do debate) ou pelo Disque Câmara (0800 619 619).
Arquivo/ Leonardo Prado
Angelo Vanhoni
Angelo Vanhoni quer manter destinação de 10% do PIB apenas para educação pública.
No mês passado, Vanhoni apresentou um novo parecer à comissão especial da Câmara que analisa o PNE. O texto precisa ser votado na comissão especial e, em seguida, pelo Plenário. O PNE estabelece diretrizes, metas e estratégias para o ensino no Brasil nos próximos dez anos. O texto trata de temas como o percentual mínimo de investimento no setor, o salário de professores, as escolas em tempo integral e a matrícula de alunos com necessidades especiais na rede regular de ensino. Vanhoni, que também foi relator do texto na Câmara em 2010, defende em seu novo parecer a destinação de 10% do PIB exclusivamente para a educação pública, mantendo a redação aprovada pelos deputados em 2012. Os senadores mantiveram o mesmo percentual de investimento, mas abriram a possibilidade de universidades particulares receberem recursos por meio do Fies e do ProUni. Vanhoni discorda dessa alteração.

Críticas

De acordo com a Coordenação de Participação Popular da Câmara, o novo Plano Nacional de Educação alcançou em março o primeiro lugar em atendimentos no Disque-Câmara, com 877 ligações, sendo 860 para manifestar críticas ao texto. Desde o início de 2014, o projeto está em segundo lugar em volume de atendimentos pelos canais interativos da Câmara, perdendo apenas para o projeto de marco civil da internet (PL 2126/11). Somente na semana de 17 a 23 de março, foram 804 comentários contrários ao PNE e 5 a favor. Um dos pontos mais polêmicos do texto é a diretriz que trata da superação de desigualdades educacionais. O texto aprovado na Câmara fala em “ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”, o que motivou críticas ao texto. “Não sou de acordo em colocar as palavras: gênero, igualdade de gênero e orientação sexual. Solicito a retirada dessas palavras do Plano Nacional de Educação”, disse Tatiane Dias Figueiredo, de Santa Terezinha (BA). Também contrária ao texto, Maria Ercilia Mais, de Praia Grande (SP), afirmou, por meio do Disque-Câmara, que o projeto contraria seus princípios religiosos. “Sou a favor de uma educação sexual nas escolas e contrária à liberdade sexual”, disse. Apesar de o Senado ter modificado o texto para tornar genérica a referência às formas de discriminação, Vanhoni se posicionou favorável ao texto da Câmara nesse ponto.


Deficientes

O relator acatou a emenda do Senado que garante a oferta de educação inclusiva aos estudantes com deficiência e proíbe a exclusão deles do ensino regular sob a alegação de deficiência pedagógica. Vanhoni também manteve a meta de universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos alunos com deficiência ou superdotados, preferencialmente na rede regular, assegurando a disponibilidade de salas com recursos multifuncionais. Em relação à alfabetização, o relator manteve o texto da Câmara, que prevê a meta de, em dez anos da vigência do plano, alfabetizar todas as crianças até o final do 3º ano do ensino fundamental.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Natalia Doederlein

Coluna "Argumentos" - Cléber Barbosa

Mexida

PT, Pros e PSC. Esse é o bochicho do fim de semana em Macapá, com direito à foto publicada nas redes sociais. As três legendas ensaiam uma coligação, chapa ou coisa que o valha, visando a sucessão estadual deste ano. Com espaços para acomodar muita gente.
Insiste

Em evento no fim de semana, governador Camilo tratou de trazer para um abraço a vice, Dora, e seu marido Joel Banha. “Querem tirar o PT de perto da gente”, disse ele. Sobrou um sorriso amarelo de ambos.

A vice

Essas movimentações têm a ver com rumores de que o PSB de Camilo estaria flertando com o PSDB do deputado Luiz Carlos, que já sonha compor a chapa de Camilo à reeleição, como o vice-governador.

Nome

O fato novo nesse jogo de xadrez é a figura da ex-deputada Francisca Favacho (Pros), tida como vice de Camilo e que agora pode ser ela a candidata ao Setentrião.

Números

Quem anda se mexendo bastante é Jorge Amanajás (PPS), que estaria animado com os números que pesquisas de consumo interno revelam. Em 2010, por menos de 1% não vai ao 2º turno.

COLUNA ARGUMENTOS foto maior
Mineração

A Icomi segue o rito para sua volta ao mercado. Acaba de realizar assembleia para eleição da nova diretoria: Érico Rossi (superintendente), Young Chung e Vladimir Fernandes (diretores executivos) e advogado Renato Ribeiro

Engenheiro

Um dos mais conceituados técnicos que o território do Amapá contratou ainda demonstra todo o preparo e lucidez ao analisar as soluções para o trânsito e a mobilidade urbana. É Hercílio Mescouto (foto) que foi ao nosso Conexão Brasília, no sábado, e mostrou que conhece o riscado.
 
De volta

Cristina Almeida deixa a calça jeans e a botinha, para usar tailleur e salto alto; Bruno Mineiro e Agnaldo Balieiro largam as camisetas polos e tiram o paletó do guarda-roupa. São exigências regimentais e protocolos do decoro parlamentar. A partir de hoje deixam secretarias de Estado e reassumem mandatos no Parlamento Estadual.

Relator acredita em consenso para o Plano Nacional da Educação


O relator do Plano Nacional da Educação (PL 8.035/10, PNE), deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), afirmou ontem que vai apresentar uma redação que permita “a aprovação do texto do PNE por consenso”. O parecer final foi lido no último dia 18 de março em reunião da comissão especial que analisa o tema. A votação do relatório está marcada para amanhã. “A minha expectativa é que possamos votar na próxima quarta-feira, sem a necessidade de mais uma nova sessão. Vou apresentar uma redação de consenso, que permita unificar as variadas posições sobre os cinco pontos mais polêmicos do PNE”, afirmou o relator.

Os cinco pontos mais polêmicos são:

Meta 20 – Trata da destinação de 10% do PIB para a Educação. O parecer do relator prevê investimento exclusivo na educação pública.

Estratégia 20.10 – Qualidade na educação. O texto do relator determina que, no prazo de 1 ano, seja aprovada a Lei de Responsabilidade Educacional, assegurando padrão de qualidade na educação básica, em cada sistema e rede de ensino, com aferição por meio de metas de qualidade realizadas por institutos oficiais de avaliação.

Meta 11 – O relator propõe triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, com 50% dessas vagas no setor público.

Meta 12 – Elevar a taxa de matrículas na educação superior. Vanhoni propõe uma taxa bruta de 50%, e a taxa líquida para 33% da população entre 18 e 24 anos com, pelo menos, 40% das novas matrículas no segmento público.

Artigo 2º, inciso 3º do PNE – Superação das desigualdades educacionais. Entre as diretrizes do PNE, o relator propõe a superação das desigualdades com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual e na erradicação de todas as formas de discriminação.

Assessoria de Comunicação da Bancada do PT
Endereço: Câmara dos Deputados - 
Praça dos 3 Poderes - CEP: 70160-900 - Telefone: 3215-9145 Fax: 3215-9141

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Circulou em 28/3/2014 a edição extra do DOU nº 60-A das Seções 1 e 2

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