sexta-feira, 17 de maio de 2013

Planalto sanciona lei de refinanciamento de dívidas de estados e municípios

A nova lei deve beneficiar mais de 87% dos 5.570 municípios brasileiros.
TV CÂMARA
Dep. Márcio Macêdo (PT-SE)
Márcio Macedo: a lei fortalece os municípios.
A presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei12.810/13, que parcela dívidas previdenciárias e do Pasep de estados, municípios e do Distrito Federal. A norma, originária da Medida Provisória (MP) 589/12, foi publicada no Diário Oficial nesta quinta-feira. Segundo o texto, poderão ser repactuadas as contribuições vencidas até 28 de fevereiro de 2013.
A nova lei deve beneficiar mais de 87% dos 5.570 municípios brasileiros. Somente 682 municípios (12,3% do total) não tinham dívidas previdenciárias quando a MP foi publicada em novembro de 2012. A dívida previdenciária de estados e municípios, objeto inicial da MP, somava R$ 33,6 bilhões (R$ 11,3 não parcelados e R$ 22,3 parcelados) no final de 2012. Desse valor, 17% correspondem à dívida de 25 municípios. O problema deve ser agravado com o potencial lançamento de créditos tributários de 2010 no valor de R$ 13,6 bilhões. A regularidade fiscal é um dos requisitos para que os entes federados possam receber empréstimos e avais federais e celebrar acordos ou convênios oriundos de emendas parlamentares ao Orçamento da União. Para o presidente da comissão mista que analisou a medida, deputado Márcio Macêdo (PT-SE), a lei resolve um problema seríssimo, estabelece um parcelamento compatível com a realidade dos municípios e impede a formação de novos passivos tributários. “Eu considero esta lei fundamental para fortalecer o pacto federativo e ajudar a corrigir um dos problemas centrais que é o enfraquecimento do município”, disse.
Arquivo/ Beto Oliveira
Esperidião Amin
Esperidião Amin: a lei permite a regularização das contas municipais.
O deputado Esperidião Amin (PP-SC) disse que a lei é realista e não faz nenhum favor. “Ela torna possível a regularização das finanças dos municípios e permite também um fluxo de caixa para os destinatários desta receita, em especial a previdência social”, afirmou o parlamentar, que participou dos debates na comissão.
Pauta municipal

Na opinião de Macêdo a MP atende 100% das reivindicações dos prefeitos sobre o parcelamento de dívidas previdenciárias e do Pasep. “Eu imagino que essa pauta seja também a pauta prioritária das organizações que representam os prefeitos”, afirmou. Segundo o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, a lei ajuda os municípios a melhorar a situação do endividamento previdenciário, mas não resolve o encontro de contas dos créditos previdenciários que os municípios possuem com a União. O encontro de contas é um balanço entre o que as prefeituras devem e o que têm a receber do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Desde março, o governo começou a pagar as prefeituras que têm créditos a receber. A medida beneficia 833 municípios em um valor total de R$ 816 milhões, em parcelas mensais de R$ 500 mil.

Retenção de fundos

Os pagamentos serão feitos com a retenção de parte do dinheiro dos fundos de participação dos estados (FPE) e dos municípios (FPM), em prestações equivalentes a 1% da média mensal da receita corrente líquida. O percentual poderá ser menor se o montante a pagar puder ser dividido em 240 prestações. O limite anterior era de 180 parcelas. Para se beneficiar do parcelamento, os governos devedores deverão aderir às regras até 30 de agosto, último dia útil do terceiro mês seguinte ao da publicação da lei. O mesmo prazo vale para aqueles que já tinham feito o pedido com base na versão original da MP. A lei também prevê a redução total das multas e de 50% dos juros de mora.

Dívidas com o Pasep

As mesmas regras de parcelamento valem para as dívidas do Pasep, como prazo de adesão, limite de parcelas vencidas e redução de multas e juros. A Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional regulamentarão esse parcelamento. O tema foi vetado em janeiro deste ano pela presidente Dilma Rousseff na sanção da Lei12.788/13, originalmente MP 578/12. Os débitos do Pasep já haviam sido objeto de parcelamento pela MP 574/12, com prazo de negociação até 30 de setembro daquele ano. Essa MP perdeu a vigência sem ter sido transformada em lei. Mas muitos prefeitos argumentaram que seus antecessores não solicitaram o parcelamento.

Prazo de certidão 

A partir da adesão, não poderão ser retidos débitos de parcelamentos anteriores incluídos nas novas regras. A Fazenda Nacional deverá emitir certidão com efeito negativo para regularizar a situação dos municípios que não podem receber novos recursos devido às dívidas. Em contrapartida, durante o período entre o pedido e a consolidação do débito, será retido o correspondente a 0,5% da receita por meio do FPE ou FPM, a título de adiantamento.

Acúmulo de dívidas

Para evitar o acúmulo de novas dívidas, referentes às futuras contribuições sociais que não sejam pagas no vencimento, a MP adotou regra já usada antes no parcelamento feito pela Lei 9.639/98Essa regra permite a retenção de recursos dos fundos para quitar, primeiramente, as contribuições correntes não pagas. Somente depois o dinheiro dos fundos poderá ser usado para pagar as prestações do parcelamento criado pela MP e de outros existentes.

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Apresentei na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar - PLC 582/11, que altera o Código Penal Brasileiro, agravando crimes praticados em função da orientação sexual.

Eu apoio a Diversidade!
Apresentei na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar - PLC 582/11, que altera o Código Penal Brasileiro, agravando crimes praticados em função da orientação sexual.

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Coluna "Argumentos" - Cléber Barbosa


Petróleo
Por aqui é o promotor Moisés Rivaldo quem levanta a voz contra os leilões de prospecção de petróleo. Mas em nível nacional repercute a manifestação de Adriano Benayon, que é doutor em economia, e mostra com clareza de argumentos o quanto estamos sendo lesados.
Motivos
Benayon diz que as regras colocadas para a participação de empresas estrangeiras nos certames são absurdas. “A 11ª rodada de licitações do petróleo é novo marco na descida do Brasil para a condição de país de escravos”, diz.
Destaque
A vereadora Aline Gurgel (PR) vem se mostrando uma das revelações na jovem Câmara Municipal de Macapá, com ações dentro e fora dos domínios do parlamento mirim. Aliás, a safra da legislatura é muito boa.
Desafio
A diretora-geral do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP), Odete Scalco, vai se virando nos trinta, por assim dizer, pra dar conta da revisão eleitoral biométrica.
COLUNA 1hjhjhjh
Brasília
O país acompanha pelo noticiário o processo de votação da MP dos Portos. Depois de horas extras na Câmara dos Deputados a matéria chegou ao Senado. Até o fechamento da coluna, ontem, não havia consenso sobre ser votado ou não.
Compensações
O Ministério Público costurou a celebração de um ajustamento de conduta com a Amapari Energia, que adquiriu quatro viaturas para a Polícia Militar, Civil e Imap em Serra do Navio.
Críticas
Em audiência no Ministério do Planejamento, o deputado federal Bala Rocha (PDT-AP), acompanhado pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e sindicalistas, cobrou de Guilherme Estrada, secretário executivo da pasta, o pagamento da gratificação para os professores, a Gead.
Contraponto
Por falar em Bala Rocha, ele proferiu palestra num encontro da Confederação Nacional das Instituições Financeiras que debate estratégias para facilitar a entrada de mão de obra qualificada estrangeira. No contraponto, o parlamentar citou a importância de se investir na qualificação da juventude brasileira em áreas estratégicas para o desenvolvimento tecnológico.

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Bom dia. O presidente da CTMac Vladimir Almeida e Décio de Mello presidente do Sindicato das empresas de onibus estarão no POG. O tema é a enquete da semana "Vc acha justo o preço da passagem de onibus cobrado hoje em Macapá?. Dê suas opinião, mande suas perguntas. Participe.


ANP: diretora-geral diz que Agência Nacional de Petróleo precisa se tornar mais conhecida da sociedade


Por Marcelo Roza / Jornal do Dia

Magda Maria de Regina Chambriard, diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), quer promover a aproximação entre a Agência e seus públicos de interesse, como agentes políticos e imprensa. Para ela, isso é fundamental a fim de que a sociedade conheça melhor o papel da ANP e a importância das atividades petrolíferas para o desenvolvimento brasileiro. “Quem nos conhece, gosta de nós. Quem não nos conhece, eventualmente não gosta. Por isso, precisamos nos tornar mais conhecidos”, resume ela. Neste sentido, Magda diz que visitou seis estados da região Nordeste antes da 11ª rodada, onde conversou com governadores e deu esclarecimentos sobre as licitações e as atividades da ANP e do setor petrolífero de modo geral. Ela achou os resultados desses encontros excelentes e por isso pretende dar continuidade a essas visitas, incluindo os estados da região Norte, entre eles o Amapá, considerado uma nova área de exploração de petróleo. Contudo, ainda não há uma agenda oficializada neste sentido. Florival Rodrigues de Queiroz, outro dirigente da ANP, também pretende fazer visitas aos estados onde existem blocos que foram ofertados e arrematados na 11ª rodada. Seu objetivo é conversar com reitores de universidades da região, para discutir como estas instituições podem contribuir para a formação de mão de obra destinada às demandas que surgem a partir das atividades do setor de petróleo e gás. Depois de concluída a rodada de licitações, a ANP estabelece um prazo de três meses para assinatura dos contratos de concessão com as empresas e consórcios vencedores dos blocos leiloados. A expectativa, portanto, é que os contratos relativos aos 14 blocos amapaenses, arrematados na última rodada, sejam assinados até o dia 13 de agosto. Os trabalhos de exploração começam imediatamente após a assinatura dos contratos, dando início aos investimentos estimados pelas empresas. No caso dos blocos na Foz do Amazonas, estes investimentos somam cerca de R$ 1,6 bilhão. A partir do início da fase de exploração, que pode transcorrer por um período de 5 a 8 anos, já são esperados os primeiros impactos econômicos nas regiões de exploração.No Amapá, não há expectativa de absorção de mão de obra local nas atividades de exploração, que ocorrem em áreas marítimas. Em geral, as empresas utilizam trabalhadores com qualificação específica para as atividades exploratórias, oriundos de regiões onde existe formação de mão de obra com esse perfil.
O que deve ocorrer no Amapá é a geração de empregos e desenvolvimento de negócios relacionados a atividades de suporte à exploração petrolífera, em especial no setor de serviços, como alimentação e hospedagem, entre outros.

Promotor

Acompanhando a 11ª rodada da ANP, no Rio de Janeiro, Moisés Rivaldo, promotor do Ministério Público do Estado do Amapá, estranhou a ausência de outras autoridades amapaenses no evento. Por iniciativa própria, ele organizou quatro audiências públicas no Amapá, para debater o assunto com a sociedade, uma delas em Macapá, no final de abril, e as outras três nos municípios de Amapá, Calçoene e Oiapoque, na semana que antecedeu o leilão. Moisés considera ter havido pouco debate sobre o tema no Amapá. Para ele, a classe política do Estado cochilou, pois deveria ter provocado a direção da ANP para o diálogo com os amapaenses.  Ele não se considera um crítico da presença das empresas petrolíferas no Amapá. Ao contrário, entende que a atividade pode trazer importante contribuição para o desenvolvimento estadual. Após o fim da 11ª rodada, Moisés permaneceu no Rio de Janeiro, onde espera reunir-se com o procurador geral da ANP, para sugerir a realização de novas audiências públicas, dessa vez contando com a participação de representantes da Agência. Pode ser uma boa oportunidade para a ANP se tornar mais conhecida, como quer sua diretora-geral. 

ANP reconhece importância do Amapá



Uma comitiva da Agência Nacional do Petróleo (ANP), capitaneada pela diretora-geral da organização, Magda Chambriard, virá a Macapá, em junho, para participar de audiência pública no dia 17 ou 22 deste mês, acerca das prospecções petrolíferas a serem feitas em 12 pontos da costa atlântica do Amapá. A informação foi dada ontem pelo Promotor Moisés Rivaldo, o único representante do estado no leilão realizado na sede da ANP, no Rio de Janeiro, terça-feira, 14, para a contratação das empresas que passarão a operar em pesquisas de petróleo ao longo da costa brasileira. Dos 97 lotes para prospecções no estado do Amapá formados pela Agência Nacional do Petróleo, para o leilão, apenas 14 foram arrematados por cerca de R$ 802 milhões.  Os investimentos com as pesquisas petrolíferas envolverão R$ 1.642.480.000,00, com garantia de pelo menos 15 mil empregos diretos. Após o leilão, o Promotor Moisés Rivaldo foi recebido pela diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, quando então ela ficou sabendo que o nome do Amapá estava sendo suprimido pela nomenclatura “foz do rio Amazonas” com os lotes sendo catalogados para o estado do Pará. Magda pediu desculpas pela omissão, explicando que em virtude da magnitude do leilão, com universo de 297 lotes para toda a costa brasileira, o erro acabou passando despercebido. Preocupada em esclarecer aos amapaenses a importância das pesquisas e posterior exploração de petróleo no estado, mais precisamente nas águas marinhas dos municípios de Oiapoque, Calçoene, Amapá e Macapá, Magda Chambriard aceitou convite do Promotor Moisés Rivaldo para participar de audiência pública que será realizada no estado no dia 17 ou 22 de junho. “Essas pequisas, e depois a exploração de petróleo, daqui a cinco anos, provavelmente, serão a solução para os problemas econômicos e trabalhistas do Amapá, daí o estado ter a obrigação de neste tempo se preparar para receber os impactos decorrentes dessa mudança radical qu vai ocorrer”, aconselhou Moisés Rivaldo.

Artigo: "Bob Pai, Bob Filho: educação se aprende em casa"


Por Jair Borges*

Houve um tempo em que as famílias não transferiam a responsabilidade de educar à escola. Naquela época o professor era respeitado por todos e os pais dos alunos tinham este profissional como alguém que iria contribuir fundamentalmente para a construção de um futuro promissor de seus filhos. Era comum a presença deles nas escolas acompanhando o processo de instrução dos seus filhos. Sim, instruir era a tarefa primordial da escola. Educar cabia à família. Há de se considerar é claro que era um outro tempo, outros valores, outras ideias. Lembro que em qualquer sala de aula haviam vários que ao responder a clássica pergunta de o que queriam ser quando crescessem, diziam querer tornar-se professores. Era uma profissão inspiradora... Bons tempos! Diante do achincalhado tratamento dispensado aos professores estaduais na atual gestão é difícil esta profissão ser inspiradora de gerações. O professor tornou-se persona non grata do governador. Joga-los de encontro à sociedade tornou-se o esporte predileto dos atuais gestores estaduais de educação. Para o azar de todos isso se traduz em desmotivação, em aulas não desafiadoras, em profissionais ressentidos e desestimulados. Doar um notebook com discurso de que isso por si só revoluciona  a educação é um pensamento muito pequeno, diria até medíocre. Quero mesmo um salário digno que me permita adquirir o notebook ou qualquer outro equipamento que eu julgar necessário à minha vida profissional e pessoal. É particularmente humilhante aos professores aquela placa de patrimônio do GEA ostentado nos notebooks entregues, sem falar no adesivo com a propaganda institucional que “enfeita” tais equipamentos. Imagine médicos ostentando seus estetoscópios com identificação patrimonial ou ainda juízes ou desembargadores com suas magníficas canetas com o mesmo apetrecho. Impensável! Recomendo ao atual mandatário do Palácio do Setentrião, já que se encontra nos Estados Unidos,  que assista a um filme hollywoodiano  “Mr Holland, Adorável Professor”. Nesta película ele terá oportunidade de aprender muito sobre o que é ser professor e a responsabilidade social que é peculiar de tal ofício.  O mais curioso diante dos últimos acontecimentos é que a famigerada  "harmonia entre os poderes", denunciada com veemência na campanha eleitoral, foi agora reeditada pelo atual governo. Senão, vejamos: Executivo manda projeto de incorporação da regência às escuras para o Legislativo que por sua vez, aprova com rapidez meteórica e o Judiciário torna a greve ilegal. Enfim, todos estes que ocupam hoje cargos públicos passaram pelas mãos dos professores. Me pergunto, onde foi que erramos? A culpa é nossa mesmo?  Iniciei este artigo falando da relação entre quem ensina e quem aprende. Então,analisando mais detidamente vamos ver  que esta tarefa é iniciada na família entre pais e filhos e, considerando a ascendência do atual governador, entendemos com clareza o porquê dele tomar estas atitudes contra os professores. Remete ao antigo desenho animado Bob Pai e Bob Filho... Resta-nos lamentar e esperar por 2014...

* Jair Borges é coordenador pedagógico da rede estadual de ensino e professor universitário

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... de Luiz Melo
Recado
Presidente Aroldo Rabelo, do Sinsepeap, volta a lembrar que professores não estão reclamando de ‘barriga cheia’.
Só cobram o que consideram justo, pelo que representam no cumprimento da nobre missão de educar.
Boa.
Recado
Presidente Aroldo Rabelo, do Sinsepeap, volta a lembrar que professores não estão reclamando de ‘barriga cheia’.
Só cobram o que consideram justo, pelo que representam no cumprimento da nobre missão de educar.
Boa.






Convênios do Amapá com a União


Governo federal libera R$ 3,9 milhões para obras em quatro municípios do Amapá. Mazagão foi o município que mais teve recursos liberados, R$ 1,9 milhão no total. Macapá já tem R$ 1,3 milhão garantido em convênios firmados com o Governo do Estado. Laranjal do Jari conta com R$ 200 mil e Santana R$ 400 mil

Maiara Pires / A Gazeta

O Governo Federal liberou mais de R$ 3,9 milhões neste mês de maio em convênios para obras, que de acordo com o Portal da Transparência do Governo Federal, estão em execução nos municípios de Macapá, Santana, Mazagão e Laranjal do Jari. Como quase não se houve falar em fiscalização por parte dos órgãos competentes na execução de obras públicas, cabe ao cidadão acompanhar a conclusão e aplicação dos recursos para as atividades a que foram destinados. A liberação das verbas ocorreu de 8 a 10 de maio pelo Ministério da Defesa, Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Mazagão foi o município que mais teve recursos liberados, R$ 1,9 milhão no total. Macapá já tem R$ 1,3 milhão garantido em convênios firmados com o Governo do Estado. Laranjal do Jari conta com R$ 200 mil e Santana R$ 400 mil.

Macapá

Para o Governo do Estado, o Ministério da Defesa liberou R$ 500 mil do total de R$ 600 mil para a construção de uma creche no bairro Renascer, em Macapá. O valor da contrapartida do Estado é de R$ 67 mil. A vigência do convênio iniciou em 15 de dezembro de 2011 e termina em 31 de julho de 2013. Para estruturar a comunidade de Maruanum, distrito de Macapá, o Ministério Defesa também liberou para o Governo do Estado R$ 450 mil em convênio, sendo a contrapartida de R$ 50 mil. E o início da vigência data de 28 de dezembro de 2011 encerrando em 31 de julho de 2013. A Urbanização do bairro Buritizal, em Macapá, contará com R$ 150 mil do Ministério da Defesa fruto de convênio com o Governo do Estado, mediante a contrapartida de R$ 17 mil. A vigência data de 15 de dezembro de 2011 a 31 de julho de 2013. Já o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior firmou convênio com o Instituto de Pesos e Medidas do Amapá (Ipem/AP) no valor de 4,288 milhões para investimentos na Delegação das Atividades de Competência do Inmetro. Desse total, já foram liberados mais R$ 3,1 milhões, sendo que o último valor liberado em 8 de maio foi de R$ 35 mil. Iniciado em 1º de  janeiro de 2010, o convênio vigerá até 1º de janeiro de 2014. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome firmou convênio com o Governo do Estado no valor de R$ 331,7 mil já liberados com contrapartida de R$ 18,3 mil com o objetivo de favorecer o fortalecimento do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional e da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional - componentes do SISAN (Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional). Bem como elaborar o Plano de Segurança Alimentar e Nutricional do Estado do Amapá, com ampla participação do Conselho Estadual e sensibilização de 100% dos municípios amapaenses para a adesão ao SISAN. A vigência iniciou em 31 de dezembro de 2012 a 31 de dezembro de 2014.

Laranjal do Jarí

No município de Laranjal do Jari, o Ministério da Defesa liberou R$ 200 mil para o Governo do Estado destinado à construção e equipamentos da creche do loteamento Cajari. O valor da contrapartida do Estado é de R$ 120,2 mil. Firmado em 15 de dezembro de 2011, o convênio tem vigência até 31 de julho de 2013.

Mazagão

O distrito de Mazagão Velho, no município de Mazagão, deve ser beneficiado com a construção de uma escola rural de quatro salas com recursos do Ministério da Defesa na ordem de R$ 400 mil através de convênio com a Prefeitura local. A contrapartida do município será de R$ 49,3 mil, sendo que a vigência do convênio é de 18 de novembro de 2011 a 31 de julho de 2013. Para a pavimentação em piso do tipo sextavado e sarjeta dos bairros Olaria e Curuzu, no distrito de Mazagão Novo, o Ministério da Defesa liberou recursos na ordem de R$ 1,5 milhão do total de R$ 2 milhões. Nesta obra, a contrapartida da Prefeitura será de R$ 44,8 mil. A vigência do convênio data de 18 de novembro de 2011 encerrando em 31 de julho de 2013.
Em ambas as obras, os recursos são de emendas parlamentares que o atual prefeito Dilson Borges, conseguiu resgatar, assim como a verba para a revitalização da Praça 23 de Janeiro. Em viagens à Brasília (DF), o gestor foi acompanhado de técnicos da Prefeitura para conversar com os engenheiros do Programa Calha Norte e definir as pendências dos três projetos.

Santana

E para o município de Santana, o Ministério da Saúde liberou R$ 400 mil do total de R$ 1 milhão para a Prefeitura local destinado a drenagem e manejo ambiental para controle da Malária. A contrapartida do município será de R$ 55,4 mil e a vigência do convênio data de 21 de dezembro de 2007 a 31 de dezembro de 2013.

Opinião, Notícia e Humor


Clipping de Hoje  

Primeira Página
Correio Braziliense
Brasília está no topo de acesso à internet
MP DOS PORTOS PASSA NO SENADO E NO STF
Médicos no DF ganharão, no mínimo, R$10.814
O Estado de S. Paulo
Aécio dá cargos no PSDB a aliados de Serra e Alckmin
Coisa do passado
SENADO APROVA MP DOS PORTOS E DILMA ESTUDA VETO A 5 PONTOS
O Globo
Copa das Confederações : Fifa cobra pressa na infraestrutura
Governo não atrai médico para o interior
Valor Econômico
Mais ênfase a alimentos básicos
O legado da 'batalha dos portos'
TOMBINI INDICA APERTO E JURO FUTURO ULTRAPASSA 8%
Notí­cias do Dia

Artigo

A casta dos dodóis (O Globo)
A produtiva experiência de Minas (O Globo)
A resolução 13, a guerra fiscal e o caos tributário (Valor Econômico)
A varinha do deputado (O Globo)
As novas certezas do mundo (Valor Econômico)
Choque de gestão: uma década de sucesso (Correio Braziliense)
Como apaziguar um tigre (O Estado de S. Paulo)
Cotas: eficiência ou equidade? (Valor Econômico)
Desperdício (O Globo)
E haja terror (Correio Braziliense)
Etanol - o papel do governo e do mera (O Estado de S. Paulo)
Frase do dia (Valor Econômico)
Limites da economia o centro do palco (O Estado de S. Paulo)
Médicos cubanos no Brasil? (Correio Braziliense)
Novas fontes de energia tiram poder do cartel do petróleo (O Estado de S. Paulo)

Colunas

A ilicitude dos contratos de pirâmide (Valor Econômico)
A largada do PSDB (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Arte da guerra (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Deixa rolar (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Descontroladoria (O Estado de S. Paulo - Sônia Racy)
Gradualismo ou tratamento de choque (Valor Econômico)
Poderes fazem a festa (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Prenúncio de um bom combate (Valor Econômico)
Toque de caixa (Correio Braziliense - Brasília-DF - Luiz Carlos Azedo)
Economia

Ações preferenciais já não assustam como antigamente (Valor Econômico)
BC projeta inflação em declínio no 2º semestre (O Estado de S. Paulo)
BC promete agir contra a inflação (Correio Braziliense)
Brasília está no topo de acesso à internet (Correio Braziliense)
Cade aprova compra de fábrica de fertilizantes (O Estado de S. Paulo)
Caça a deputados em bares e hotéis (O Globo)
Chance de elevar investimentos na área (O Globo)
China faz Vale cair 8% na semana (Valor Econômico)
Claro, Embratel e Net lançam serviço integrado de Wi-Fi (O Globo)
Classe única de papéis facilita captação e aumenta liquidez (Valor Econômico)
Cobrança inusitada gera danos morais (Valor Econômico)
Coisa do passado (O Estado de S. Paulo)
Com três blocos, ex-braço direito de Eike Batista entra na briga do petróleo (O Estado de S. Paulo)
Com verba do governo uruguaio, ex-empregados ressuscitam Pluna (Valor Econômico)
CSN busca reversão do desempenho fraco do 1º tri (Valor Econômico)
Custo inibe crescimento (Correio Braziliense)
Demanda aérea (Valor Econômico)
Destaques (Valor Econômico)
Dilma telefona para agradecer empenho de Henrique Alves (O Globo)
Discurso puxa para 0,5 ponto ajuste da Selic (Valor Econômico)
Economia cresceu 1% no primeiro trimestre, diz BC (O Globo)
Educação pode ser abatida no IR (Valor Econômico)
Eletrobras lidera altas do Ibovespa (Valor Econômico)
Em sessão volátil, dólar bate a máxima em quatro meses (Valor Econômico)
Endividada, Unigel coloca ativos à venda (Valor Econômico)
Energisa busca apoio dos credores do Rede (Valor Econômico)
Fabricantes de PC brasileiros perdem espaço no mercado (Valor Econômico)
Fala de Tombíni eleva taxas de juros e ajuda no recuo da Bovespa (O Estado de S. Paulo)
Fraude com IR sonegou R$ 100 mi (Correio Braziliense)
Governo estende prazo de conversão de TV analógica para digital até 2018 (O Estado de S. Paulo)
Grupo negocia aporte com o BNDES (Valor Econômico)
Guaíba e três cidades paulistas disputam fábrica da chinesa Foton (Valor Econômico)
IFC compra fatia do ING na SulAmérica por R$ 400 mi (Valor Econômico)
IGP-10 aponta deflação de 0,09% em maio (O Estado de S. Paulo)
Indicações aprovadas (Valor Econômico)
Integração amplia internet sem fio (Correio Braziliense)
Internet cresce mais entre pobres, mas sem qualidade (O Globo)
Internet cresce mais na baixa renda (O Estado de S. Paulo)
Lula discute com governador de Mendoza a suspensão de projeto da Vale na Argentina (O Globo)
Maersk passa a treinar profissionais no Brasil (Valor Econômico)
MP expõe problemas entre governo e base aliada (O Globo)
No rolo compressor (O Globo)
OGX vende blocos no Parnaíba para MPX (O Estado de S. Paulo)
OSX decide reduzir ritmo das obras de estaleiro (Valor Econômico)
Para baixo (Valor Econômico)
Petrobras abre caminho para bônus (Valor Econômico)
Petróleo e gás natural (Valor Econômico)
Processo sobre precatórios é extinto (Valor Econômico)

Política

"Foi execução com tiros na nuca" (Correio Braziliense)
Após diagnóstico, SUS terá 60 dias para iniciar tratamento de câncer (O Globo)
Assembleia troca auxílio-moradia por bolsa-hospedagem (O Estado de S. Paulo)
Aécio atrai serristas para cúpula do PSDB (Valor Econômico)
Aécio conclui equação no PSDB (Correio Braziliense)
Aécio dá cargos no PSDB a aliados de Serra e Alckmin (O Estado de S. Paulo)
Bancada ruralista quer CPI da Funai (Correio Braziliense)
Cidade em São Paulo fica sem profissionais e sem apoio federal (O Globo)
Conselho de Medicina entra com representação na PGR contra Padilha, Mercadante e Patriota (O Globo)
Dilma estuda vetos ao texto (Correio Braziliense)
Lula critica imprensa e defende Cristina Kirchner (Valor Econômico)
Marina diz que combate preconceito e que gays sabem o que ela pensa (O Estado de S. Paulo)
Marina diz que foi vítima de manchete 'encomendada' (Valor Econômico)
Militar acusa coronel de executar militantes (O Globo)
Mineiro quer ações 'em rede' de todos os setores da sigla (O Estado de S. Paulo)
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