A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu hoje o presidente do Senado, senador José Sarney: “Não concordo em demonizar o presidente Sarney e responsabilizá-lo por toda essa crise. Estou falando como pessoa de fora, sempre disse que respeito a não interferência do Executivo sobre o Senado. Longe de mim estar aqui dando receituário para alguém ou interferindo na autonomia de outro poder”, disse. A ministra disse ainda que o DEM também precisa ser responsabilizado pelos desvios do Senado: “Eu não vi ninguém falar sobre o fato de quem é responsável pelos contratos, pelas passagens, por tudo. Eu soube que é a primeira-secretaria. Eu soube que os integrantes da primeira-secretaria sempre foram do DEM. Estranhamente, o DEM pede o afastamento do presidente Sarney. Então, acho que tem um modelo no Brasil que dá pizza e que é esconder a questão debaixo do tapete”, salientou.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Elições 2010: campanha contra o Senado
A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu hoje o presidente do Senado, senador José Sarney: “Não concordo em demonizar o presidente Sarney e responsabilizá-lo por toda essa crise. Estou falando como pessoa de fora, sempre disse que respeito a não interferência do Executivo sobre o Senado. Longe de mim estar aqui dando receituário para alguém ou interferindo na autonomia de outro poder”, disse. A ministra disse ainda que o DEM também precisa ser responsabilizado pelos desvios do Senado: “Eu não vi ninguém falar sobre o fato de quem é responsável pelos contratos, pelas passagens, por tudo. Eu soube que é a primeira-secretaria. Eu soube que os integrantes da primeira-secretaria sempre foram do DEM. Estranhamente, o DEM pede o afastamento do presidente Sarney. Então, acho que tem um modelo no Brasil que dá pizza e que é esconder a questão debaixo do tapete”, salientou.
Câmara dos Deputados
Senado Federal
O senador Gilvam Borges (PMDB-AP) esteve reunido com os vereadores de Mazagão, quando anunciou a liberação de 15 milhões de reais de emenda para aplicação na pavimentação das vias, reestruturação e infra-estrutura da cidade, bem como na ponte sobre o rio Vila Nova. Uma comitiva formada por quatro vereadores, incluindo o presidente da Câmara, Carlos do Carmo, e a presidente da Federação da Indústria do Estado do Amapá (Fieap), Telma Gurgel, estiveram na reunião.De acordo com o senador Gilvam Borges, Mazagão tem tudo para se tornar um dos grandes pólos de exportação do Amapá, com a proximidade de Santana. “Em breve o município vai gerar renda, com a construção da ponte sobre o rio Vila Nova, que vai interligar definitivamente Mazagão à Santana, por onde a produção do Amapá irá escoar”, disse o senador Gilvam Borges, referindo que com a liberação dos 15 milhões o município pode caminhar em passos largos rumo ao desenvolvimento. O senador disse ainda que o projeto para a construção da ponte sobre o rio Matapi já está pronto, e em Brasília ele já articula para que as verbas sejam liberadas o mais rapidamente possível.Para o presidente da Câmara de Mazagão, Carlos Alberto Rodrigues do Carmo (Calango), os recursos chegam em uma boa hora, pois Mazagão está precisando de investimento para melhorar a cidade. “O senador Gilvam sempre foi um parlamentar preocupado com o povo de Mazagão, e hoje ele anuncia que iremos receber os 15 milhões que serão administrados por todos os vereadores. Isso é maravilhoso”, enfatizou o presidente.Para o vereador Rui Ferreira, o senador sempre vem atendendo às reclamações e buscado ajudar no desenvolvimento da comunidade, e que a liberação desses 15 milhões prova o compromisso. “Acreditamos no senador Gilvam Borges, pois o que ele diz se cumpre”, enfatizou Carlos do Carmo.Diário do Amapá
Eleições 2010: Campanha contra o Senado
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pediu na quinta-feira (2) ao Tribunal de Contas da União (TCU) que realize auditoria "de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial" nos contratos do Senado Federal e na folha de pagamentos da Casa, inclusive dos estagiários.O pedido de Sarney foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (3) e refere-se ao Ato nº 244 de 2 de julho de 2009.
Elições 2010: campanha contra o Senado
Sarney apresenta certidão do TCU comprovando que declarou casa no Lago SulEm nota oficial distribuída à imprensa no início da tarde desta sexta-feira (3), o presidente do Senado, José Sarney, informa que declarou à Receita Federal, ao Senado Federal e ao Tribunal de Contas da União (TCU) a posse da casa onde reside, localizada no Lago Sul, em Brasília. O presidente apresentou ainda certidão do TCU confirmando que o imóvel consta nas cópias de suas declarações do Imposto de Renda dos anos 1999 a 2007 arquivadas no tribunal. Na nota, Sarney esclarece que o imóvel foi comprado em leilão público em agosto de 1997 e quitada em dez parcelas, período em que ficou sob domínio do antigo proprietário e por isso não foi incluída na declaração de imposto de renda de 1998. Segundo o presidente, a partir de 1999 a casa passou a constar da declaração dele à Receita Federal. Por equívoco do contador, porém, foi apresentada à Justiça Eleitoral em 2006 a mesma lista de bens de 1998, sem o imóvel, portanto. De acordo com a assessoria do presidente, os esclarecimentos estavam prometidos aos repórteres do jornal O Estado de S. Paulo para esta sexta-feira, o prazo se devia à necessidade de buscar documentos em arquivos. Mas o jornal não esperou pela documentação e publicou reportagem antes de o presidente apresentar os esclarecimentos.
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Lula quer permanência de Sarney
O presidente do Senado, José Sarney, acaba de deixar o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), sede atual do Executivo Federal, onde conversou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a crise no Senado. O diagnóstico dos presidentes foi de que realmente há uma tentativa clara de se inviabilizar o governo Lula e a candidatura Dilma em 2010. O presidente da República fez questão de elogiar Sarney e o PMDB e garantiu que a bancada de senadores do PT dará todo apoio a Sarney. O presidente do Senado saiu sorrindo do encontro, mas não falou com a imprensa. Dilma diz que Sarney não pode ser demonizado
Atenção brasileiros! Querem dar um golpe...

Fica SarneyVocê ganhou no voto. Eles querem ganhar no tapetão.
Seja como único governador que se insurgiu à época contra o AI-5, seja na Presidência da República, seja como parlamentar, ele sempre defendeu e trabalhou como democrata. Se coronel fosse, como poderia hoje receber tantas críticas e ofensas e continuar com a mesma serenidade e espírito público?
O PSDB e o Dem querem e precisam de palanque para 2010. Precisam antecipar ao máximo o debate eleitoral porque Lula tem 80% de aprovação popular e sua candidata Dilma não pára de subir nas pesquisas. Mas pegar José Sarney para bode espiatório já é demais!
A imprensa também deve ser observada com lupa. O Estado de São Paulo, por exemplo, parece estar em campanha pró-PSDB. Muitos repórteres nem sequer apuram. Denunciam a cada dia uma coisa diferente e não noticiam o que Sarney está fazendo para mudar o Senado.
É claro que o Senado precisa de muitas mudanças e de muita moralização. A Câmara dos Deputados também. O Poder Judiciário e Executivo também. Mas isso é obrigação de todos os líderes. É obrigação dos brasileiros cobrar os resultados. Mas desde quando partido pede para Presidente sair, sem sequer processo no Conselho de Ética? Tapetão, não!
Deixa o homem trabalhar. Se ele que tem idade e experiência não fizer, quem vai fazer? Os que jogam quando a torcida tá olhando?
Fica Sarney !Você ganhou no voto. Eles querem ganhar no tapetão.
Twitter Fica, Sarney
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Giro pela Notícia...
Plano Real devastou emprego, produção e patrimônio nacional
PIB desabou, 88 estatais foram privatizadas, tarifas explodiram e dívida publica multiplicou
Não é novidade, para ninguém neste país, que Fernando Henrique Cardoso é desprovido de algumas prerrogativas humanas – caráter e escrúpulos, por exemplo. Portanto, que ele venha, depois de tudo o que aconteceu nos últimos 15 anos, entoar loas ao “plano real”, não é coisa que espante qualquer cidadão brasileiro. No entanto, o pequeno coro que se ouviu nos últimos dias tem um motivo mais atual do que os gargurejos de um cadáver político: a campanha de Serra a presidente. É só isso que explica o aparecimento de elementos proferindo ridículas litanias sobre um plano que devastou o país de tal forma que ainda estamos tentando, no momento, consertar os estragos. Se é assim, que façam campanha com isso. Será mais fácil vencê-los – basta citar o que foi, na realidade, esse “plano”, rigorosamente, o período mais negro da história do país. Aliás, é honroso para o PT, e outras forças, que se tenham oposto à essa infâmia desde o início. Que o senador Cristovam Buarque venha conspurcar o túmulo do fundador de seu partido, Leonel Brizola, com suas lisonjas a Fernando Henrique e caterva, apenas significa que ele, no mínimo, não percebeu ainda onde está.
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TSE aprova realização de teste de segurança nas urnas eletrônicas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade, na sessão administrativa da terça-feira (30/06/2009), pedido feito pelas direções nacionais do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Democrático Trabalhista (PDT) para a realização de teste de segurança no sistema de votação das urnas eletrônicas para verificar a vulnerabilidade dos programas, ou seja, se estão sujeitos a eventuais violações ou fraudes. O teste de segurança para as eleições de 2010 deverá ocorrer no final do segundo semestre deste ano e vai colocar à prova o sistema eletrônico, por meio de tentativas a serem feitas para burlar seus programas. A Corte designou o ministro Ricardo Lewandowski para coordenar a realização do teste de segurança. Relator do pedido, o ministro Ricardo Lewandowski ressaltou em seu voto, favorável à aprovação da solicitação do PT e do PDT, que o processo eletrônico de votação já é acompanhado pelos partidos políticos e por representantes de instituições da sociedade, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público. (...) Para a realização do teste, duas comissões deverão ser formadas. A Comissão Disciplinadora dos Testes de Segurança vai definir o escopo, a metodologia e a formatação dos testes, os critérios de julgamento, a análise e a aprovação das inscrições dos investigadores, o exame e a aprovação dos testes propostos pelos investigadores, a supervisão nos dias de execução e o registro das atividades executadas durante as aferições. Essa comissão será composta por servidores da Justiça Eleitoral, indicados pelo TSE. Já a Comissão Avaliadora dos Testes de Segurança será responsável por validar o escopo, a metodologia e os critérios de julgamento definidos pela Comissão Disciplinadora, analisar os testes realizados e os resultados obtidos, julgar e examinar os artigos a serem publicados e por produzir o relatório final. A Comissão Avaliadora será integrada por professores universitários e cientistas, a serem indicados pelo presidente do TSE, por meio de portaria.
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Lobão garante que pré-sal está com “as portas abertas para os investidores”
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou na quarta-feira (1) que recebeu manifestações de interesse das multinacionais do petróleo em participar da exploração do pré-sal. “O Brasil está com as portas abertas para os investidores”, disse o ministro. Lobão insistiu na tese da continuidade dos leilões, apesar da nova lei do petróleo estar ainda sendo preparada. Segundo ele, não há pressa porque os campos do pré-sal leiloados com base na lei do Fernando Henrique (9.478-98), antes da 9ª Rodada, ainda não entraram em operação. “As empresas não têm condições de explorar tudo ao mesmo tempo”, argumentou. No dia 20 de maio, o ministro Edison Lobão foi homenageado pela Câmara Brasileira de Comércio da Grã-Bretanha, sendo agraciado com o título de “Personalidade do Ano”. A solenidade ocorreu em um Jantar de Gala realizado no Hotel Dorchester de Londres, Inglaterra. Em Londres, o ministro declarou: “a Petrobrás não pode encarar sozinha a grande tarefa de desenvolver o pré-sal”, e acrescentou: “certamente faremos leilões no próximo ano”. Segundo ele, no início de agosto a proposta de uma nova Lei do Petróleo deverá ser encaminhada ao Congresso, devendo tramitar em regime de urgência. No entanto, declarou também que a comissão responsável pela elaboração do projeto ainda não terminou seu trabalhos, devendo realizar ainda “uma ou duas reuniões”.
Do Hora do Povo
Aécio comemora regulamentação das prévias no PSDB
EDUARDO KATTAH - Agencia Estado
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, evitou hoje capitalizar a regulamentação das prévias no PSDB, aprovadas pela Executiva Nacional do partido, como uma vitória na disputa interna com o colega paulista José Serra. Embora tenha partido de Aécio a demanda pela regulamentação da consulta, o mineiro disse que não há vencidos e nem vencedores no processo. "Não foi uma disputa. Então, não há vencidos, não há vencedores. Vence o PSDB, até porque o próprio governador José Serra já se manifestara anteriormente também favoravelmente, em havendo necessidade, a uma consulta às bases do partido", afirmou, após encontro com o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE) e com o secretário-geral do partido, deputado federal Rodrigo de Castro (MG), no Palácio das Mangabeiras.
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CNPq já recebe propostas para Edital Universal 2009
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) conclui nesta semana, com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Finaciadora de Estudos e Projetos (FINEP), o pagamento dos projetos aprovados no Edital Universal 14/2008. Conforme assumido no Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação (PAC 2007-2010), o Edital Universal, versão 2009, foi lançado dia 19 passado. Com R$ 100 milhões destinados a apoiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação em todas as áreas do conhecimento, esta é considerada uma das maiores ações de fomento da agência. Os recursos, oriundos do CNPq e dos Fundos Setoriais, serão distribuídos em três faixas de financiamento. A Faixa A, recebe projetos de até R$ 20 mil; Faixa B, para propostas acima de R$ 20 mil e abaixo de R$ 50 mil, e Faixa C, para projetos de R$ 50 mil a R$ 150 mil.
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Em 2008, brasileiros gastaram 20,5 dias de trabalho para pagar juros da dívida pública
O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, apresentou na terça-feira (30/06) o estudo “Receita pública: quem paga e como se gasta no Brasil”.
Resultado de um convênio com a Receita Federal, o estudo é dividido em três partes: Carga Tributária Bruta e distribuição funcional da renda; Carga Tributária Bruta e distribuição pessoal da renda; e Destinação da Carga Tributária Bruta. A terceira parte do estudo mostra que a maior quantidade dos recursos arrecadados é destinada ao pagamento de juros da União, Estados e municípios. No ano passado, foram gastos com juros 5,6% do PIB ou recursos equivalentes a 20,5 dias de trabalho do contribuinte, quase um sexto de toda a Carta Tributária Arrecadada. Segundo o estudo, a despesa com juros deve diminuir com a redução da taxa Selic. Referindo-se à última redução na taxa Selic para 9,25%, o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, considera que “poderíamos já ter reduzido no último trimestre do ano passado”, quando o país sofria os efeitos da crise norte-americana. Pochmann considera que interromper ou reduzir o ritmo de queda na taxa básica de juros, sinalizada na última ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central, “não estaria em consonância com os dados de realidade”, disse o economista. O pagamento de juros para meia dúzia de bancos superaram de longe os recursos destinados ao programa Bolsa Família – equivalente a 1,4 dia de trabalho -, que beneficiou 11,6 milhões de famílias. Por sua vez, as aposentadorias e pensões urbanas consomem 4,53% do PIB e 16,5 dias de trabalho do contribuinte. Em relação à distribuição funcional da renda, “os brasileiros com remuneração de até dois salários mínimos (SM) precisam trabalhar praticamente o dobro de dias daqueles com renda maior que 30 salários mínimos apenas para pagar tributos. Quem ganha até 2 SM trabalha 197 dos 365 dias do ano com o objetivo de pagar tributos. Quem recebe mais de 30 SM, por sua vez, precisa trabalhar 106 dias”. Avaliando a situação dos que possuem rendimento de até dois salários mínimos, Pochmann destacou: “Mais da metade do que ele recebe é transferido para os cofres públicos, do ponto de vista bruto. Temos um enorme diferencial. Quem tem menos dinheiro paga mais imposto no Brasil”.
Do Hora do Povo
Aplicações no PAC crescem 21% no primeiro semestre de 2009
Para amenizar os efeitos da crise financeira global no Brasil, que assustava o mundo no fim de 2008 e início de 2009, o presidente Lula e sua equipe econômica prometeram preservar os investimentos este ano. E parece que estão conseguindo cumprir a meta, pelo menos em termos de PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) gerenciado pela ministra Dilma Rousseff. O governo aplicou 21% a mais nos primeiros seis meses deste ano em comparação ao mesmo período de 2008 (em valores correntes). Foram desembolsados R$ 4,8 bilhões em obras do programa entre janeiro e junho de 2009, contra R$ 4 bilhões no primeiro semestre do ano passado; uma diferença de R$ 835 milhões (veja tabela). O Ministério dos Transportes continua sendo o maior impulsionador do PAC. O órgão investiu quase R$ 2,7 bilhões no primeiro semestre de 2009, sendo que apenas os projetos tocados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) receberam R$ 2,3 bilhões. O Ministério das Cidades aparece logo em seguida entre os que mais desembolsam recursos no PAC, com R$ 1,2 bilhão aplicado este ano (veja tabela). Já o Ministério da Integração Nacional aparece em terceiro lugar no ranking da Esplanada, R$ 592 milhões investidos. O principal empreendimento realizado pela pasta é o de transposição do rio São Francisco. Desde o lançamento do programa em 2007, já foram autorizados em orçamento pouco mais de R$ 56 bilhões (incluindo a previsão para 2009). No entanto, até o último dia 30, foram aplicados apenas R$ 23,5 bilhões, ou seja, 42% dos recursos previstos para os três anos (2007, 2008 e 2009) - veja tabela.
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Sarney demonstra tranquilidade em audiência no SenadoEUGÊNIA LOPES - Agencia Estado
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), fez questão de abrir hoje, para a imprensa, a audiência que teve com Liu Yunshan, membro do escritório político e ministro de Publicidade do Comitê Central do Partido Comunista da China. Sorridente durante toda a solenidade, Sarney aparentava estar descansado e tranquilo. Antes de se reunir com o chinês, ele recebeu o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Ao sair do gabinete do presidente do Senado e ser questionado se Sarney havia comentado sobre possível renúncia do cargo, Mendes respondeu: "Imagina, não. Ele relatou a evolução da crise." Mendes não quis opinar sobre a situação política do Senado. "Política se resolve com política", afirmou.
MC libera código-fonte do sistema operacional dos telecentros Sistema também será usado nos equipamentos de 15 mil novos telecentros que o ministério vai licitar
O código-fonte do sistema operacional desenvolvido em plataforma Linux para ser utilizado nos telecentros comunitários já está disponível na página do Ministério das Comunicações, na internet. Agora esta ferramenta passa a ser de domínio público e qualquer pessoa pode utilizá-la para desenvolver outros sistemas livres. “É mais um sistema operacional desenvolvido em plataforma livre que contribui para a universalização da política pública de inclusão digital do Governo Federal”, explicou Carlos Paiva, coordenador-geral de projetos especiais do ministério. Para acessar o código-fonte, clique no link (http://www.mc.gov.br/inclusao-digital/telecentros/solucao-integrada-edital-25-2007-codigos-fonte).
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Engenheiro ligado a Daniel Dantas, investigado em operação da PF, pede acesso aos autos
O engenheiro L.R.D.A. ajuizou reclamação (RCL 8483), no Supremo Tribunal Federal (STF), contra decisão do juiz federal Ali Mazloum da 7ª Vara Criminal Federal da Primeira Subseção Judiciária de São Paulo. No pedido de liminar, o engenheiro alega que o juiz o impediu de ter acesso aos autos do inquérito que também investigaria o delegado Protógenes Queiroz. Um dos argumentos da defesa é de que ao impedir o acesso aos autos do processo, o juiz violou a Súmula Vinculante 14, que diz que “é direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa”. A defesa ainda sustentou que, de acordo com a Lei 11417/06, “a decisão judicial ou o ato administrativo que contrariar enunciado de súmula vinculante, negar-lhe vigência ou aplicá-lo indevidamente caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal, sem prejuízo dos recursos ou outros meios admissíveis de impugnação”. Como o engenheiro era sócio da CVC/Opportunity, empresa que alega ser chefiada por Daniel Dantas, ele tornou-se alvo de investigações criminosas, que deram lugar a denúncia que resultou em uma operação da polícia federal. Nessa operação, a Polícia Federal investigou suposta espionagem da empresa Kroll contra a Telecom Itália, supostamente a mando do banqueiro.
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Globo, Sky e Abril no tapete do CADE
Pedro do Coutto
Certamente entre os julgamentos difíceis existentes no país figuram os relativos a ações propostas no campo dos atos de concentração, a cargo do CADE. Conselho Administrativo de Defesa Econômica. É trabalhoso, em primeiro lugar, identificar o que de fato constitui concentração capaz de levar a monopólios em várias áreas. Em segundo lugar traduzir a linha que separa interesses empresariais legítimos de outros nem tanto. Nos dois casos, ainda por cima coloca-se a hipótese de como evitar ou substituir a cristalização de mercado. Ela pode ocorrer, pelo menos em algum grau, e não de forma absoluta. Este, creio, o aspecto mais difícil da questão essencial, como disse o poeta há quatrocentos anos. A Perdigão, por exemplo, tornou-se majoritária na composição da empresa que surgiu –ou vai surgir- do acordo com a Sadia. A Perdigão passou a ser a controladora. As duas dominam amplamente a área de suas especialidades, inclusive na exportação. O que fazer? Se o CADE decidisse contrariamente ao novo controle acionário que se concretiza (a questão permanece pendente), qual poderia ser a solução? Criar outro conglomerado? Mas quem faria isso? Como tornar isso possível? Com quais empresas? Pode ser que existam, pode ser que não. Se não houver interesse de parte de outras companhias, que pode o CADE fazer? Nada. Uma questão de lógica, sem a qual na vida não se vai a lugar algum. Citei o caso da Perdigão, mas lendo o Diário Oficial de 26 de junho, página 55, 56 e 57, me chamou atenção um problema que o CADE examinou formulado pela Abril e Direct-TV contra a SKY e a Globo. A decisão determina que a SKY e a Globo incluam o canal MTV em sua plataforma por mais um na. Por que isso? Porque o Grupo News assumiu a Direct-TV em 2006, porém na ocasião o CADE estabeleceu prazo de três anos para que os assinantes migrassem para a SKY. Em 2008, entretanto, a SKY retirou a MTV de seu sistema. Exatamente em face de tal situação, o CADE determinou que a desvinculação da MTV só pode ocorrer em 2009. O prazo vence agora, neste mês. A SKY terá que indenizar a Abril por doze meses de receita. Quem desejar a íntegra da decisão, basta comprar o número do Diário Oficial a que me refiro. No mesmo exemplar, o CADE negou provimento a recurso da TV Gazeta (Fundação Cásper Líbero) e manteve sua exclusão da plataforma SKY-Globo. O que desejo dizer é que atos de concentração são sempre complexos. Afinal de contas, o que concretamente caracteriza o fenômeno?
Leia o artigo completo do Pedro do Coutto
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TSE aprova a ampliação de projeto que permite pedir o título pela Internet
Foi aprovada durante sessão administrativa a ampliação do projeto Título Net, que permite aos eleitores solicitar o título eleitoral por meio da internet. A experiência já foi testada em caráter experimental pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) em 2008 com o intuito de atender a necessidade de agilizar o atendimento aos eleitores. Além de fazer o alistamento eleitoral, os interessados poderão fazer transferência e revisão eleitoral. Depois de fazer o cadastro na internet, o eleitor deve comparecer com documentos de identidade e comprovante de residência para efetivar o cadastro junto a Justiça Eleitoral no prazo de cinco dias úteis. Se for o caso de transferência e o eleitor não tiver votado e nem justificado, terá que apresentar também o comprovante de pagamento de multa. Para esses casos, a guia de pagamento da multa estará disponível automaticamente ao fim do preenchimento do cadastro.
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Belo Monte: licitação deve sair em outubro
A hidrelétrica de Belo Monte deve ser licitada em outubro próximo. A afirmação é do presidente da Eletrobrás, José Muniz, para quem a data ocorrerá um mês depois do previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo ele, o atraso se deu em função de uma liminar. No início de junho, o Ministério Público Federal, em Altamira (PA), obteve uma liminar contra o processo de licenciamento da usina, sob o argumento de que os estudos entregues ao Ibama estavam incompletos. Muniz, no entanto, afirmou que todos os estudos ambientais foram entregues, inclusive o levantamento antropológico.
- Os estudos foram aceitos pelo Ibama e pela Funai.
E acrescentou que os estudos de engenharia de Belo Monte estão na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) desde 2002. Por conta disso, afirmou que a liminar deve ser derrubada em breve. "Na nossa visão, essa liminar não se sustenta", comentou, afirmando que ainda não está definido como será a participação da Eletrobrás no leilão de Belo Monte.
- O grupo na Casa Civil que está definindo a modelagem para o leilão é que vai determinar como a empresa irá participar da licitação - disse, enfatizando que a diretriz básica dos leilões é a competição.
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Crédito rural: prazo para renegociação é prorrogado
O prazo para a renegociação do crédito rural inscrito em dívida ativa da União foi prorrogado. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou a Portaria nº 1004, de 30 de junho 2009, no Diário Oficial da União (DOU), que altera a Portaria nº 643, de 1º de abril de 2009, que regulamentou o procedimento de renegociação previsto na Lei nº 11.775, de 17 de setembro de 2008. No caso da liquidação o prazo permanece o mesmo: 30 de dezembro de 2009. Os procedimentos de adesão continuam a ser realizados por meio do Banco do Brasil. O montante estimado da carteira é de aproximadamente R$ 8,2 bilhões, referentes a 57,6 mil inscrições de 49,2 mil devedores.
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Adotado rito sumário para ADI contra recolhimento do PIS/COFINS por concessionárias de veículos da Zona Franca
A ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha adotou o rito sumário para processamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4254, ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) para questionar dispositivos da Lei nº 11.196/05, que impôs às concessionárias de veículos da Zona Franca de Manaus (ZFM), até então sujeitas à alíquota zero da contribuição do PIS/Cofins, o recolhimento de 2% do PIS e 9,6% da Cofins para veículos novos e 2,3% e 10,8%, respectivamente, para máquinas e autopeças. Com o rito adotado pela ministra, a ação não terá examinado o pedido de liminar formulado pela CNC para que fossem suspensos os dispositivos impugnados. Será julgada diretamente o mérito pelo Plenário do STF. A ministra deu prazo de dez dias para o Presidente da República, apontado na ação como autoridade coatora, prestar informações e, posteriormente, a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) terão, sucessivamente, o prazo de cinco dias, cada um, para se manifestar.
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STJ determina que, em obra coletiva, produtora é titular dos direitos autorais, ressalvados os direitos dos artistas
Em obra artística de caráter coletivo, a titularidade dos direitos autorais é da empresa produtora do evento, como previsto no artigo 15 da Lei n. 5.988/73, ressalvada a garantia dos direitos conexos dos profissionais contratados para o projeto, inserida no artigo 13 da Lei n. 6.533/78. A conclusão é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça, que não conheceu do recurso especial da União contra a TV Globo Ltda. A discussão teve início quando a TV Globo submeteu ao Conselho Nacional de Direito Autoral (CNDA) diversos contratos celebrados com artistas e empresários do setor artístico, tendo como objetivo a prestação de serviços de artistas profissionais para a produção de obras coletivas. A homologação foi negada pela Terceira Câmara do CNDA. A Globo entrou, então, na Justiça. Em primeira instância, a ação foi julgada improcedente, tendo o juiz referendado o entendimento do CNDA, afirmando ser ilegal a cláusula 4, parágrafo 1º, dos contratos por importar em cessão de direitos autorais pelos profissionais do meio artístico.
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Hondurenhos e OEA condenam golpe e exigem volta de Zelaya
Os 34 países da OEA aprovaram resolução que exige “imediato, seguro e incondicional retorno” do presidente Zelaya a suas funções; “condena energicamente o golpe de Estado” e dá prazo de três dias para que golpistas retornem ao convívio da Lei
Após mais de sete horas de reunião do Conselho Permanente da OEA – Organização dos Estados Americanos – realizada na quarta-feira, os 34 países membros aprovaram a resolução, que “condena energicamente o golpe de Estado” contra o “governo constitucional de Honduras, a “detenção arbitrária e expulsão de Manuel Zelaya como uma alteração inconstitucional da ordem democrática”. O texto oficial exige o “imediato, seguro e incondicional retorno” do presidente Zelaya a suas funções e adverte que a OEA “não reconhecerá nenhum governo que surja dessa ruptura inconstitucional”, e deu prazo de 72 horas aos golpistas para que se restaure o fio constitucional, ou do contrário se suspenderá o país do organismo.
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Coluna

A coluna está sendo enviada hoje de São Paulo. A primeira informação é que enquanto Macapá fervia ontem não só com a chegada do verão, mas também com a prisão dos primeiros pedófilos no Estado, por aqui em Sampa o clima é frio e a cidade valorizou bastante a abertura do Salão de Tu-rismo – Roteiros do Brasil, que recebeu bom público.
Salão aberto
A cerimônia de abertura do 4º Salão do Turismo reuniu os ministros do Esporte e do Turismo, Orlando Silva e Luiz Barretto, o presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, senador Leonardo Quintanilha (PMDB/TO) e o presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, deputado Afonso Hamm (PP/RS).
Presenças
Os governadores de Alagoas, Teotônio Vilela Filho, e do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria, os vice-governadores do Distrito Federal, Paulo Octávio, e do Rioa de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM/SP), e representantes das entidades de classe do segmento também marcaram presença.
Turismo de eventos
Macapá faz planos para ter um centro de convenções, que seria no Complexo do Marco Zero do Equador. Quem investiu neste tipo de empreendimento colhe os frutos hoje, como nosso vizinho Estado do Pará. Ontem em São Paulo, os pernambucanos eram só entusiasmo diante da ajuda que o Ministério do Turismo dará para o Centro deles.
COLECIONADORES
Tem gente que coleciona de tudo. O procurador de Justiça Nicolau Crispino junta caixa de fósforos de vários países. Tem um fotógrafo que coleciona identificadores de bagagens e essa daí é do Silvio Souza (Antena 1 FM), que foi à Caiena e resolveu juntar as “ bolachas” dos copos de chope que a delegação amapaense tomou durante a passagem por lá rumo ao Rally das Savanas.
Loas à Gol
Tudo bem que a companhia aérea Gol pagou o jantar ontem à noite aos jornalistas que foram cobrir o Salão de Turismo em São Paulo, mas foi só. Então posso fazer um elogio à empresa com a isenção devida. Os modernos aviões da tradicional Boeing proporcionam muita confiança a tripulantes e passageiros. Também não vi mais as barrinhas de cereal. Tem quem goste...
Vergonha
Tem muita gente pegando o avião para sair de Macapá nas férias escolares, o que só evidencia a necessidade da entrega das obras do novo aeroporto, pois o atual já deu o que tinha que dar. Filas enormes, calor, irritação e atrasos foram verificados ontem. Para quem planejava deixar o estresse de lado, ainda teve que sair do Estado aborrecido. Aí a gente passa por aeroportos novos Brasil afora e fica com uma inveja...
Para o bom entendedor
Lembra daquela nota pu-blicada anteontem sobre a possibilidade do PDT indicar o vice na chapa de Jorge Amanajás rumo ao Setentrião? Pois é, a coluna provocou Alberto Góes, cotadíssimo para o posto e ele não disse nem que sim nem não. Apenas sorriu, levantou a sobrancelha direita e foi saindo. Minha avó Valentina diria agora: “ Quem cala consente”. Será mesmo?
Fechando o cerco
A coluna ontem alertou para mais um caso de estupro de uma criança em Macapá, uma menina de nove anos. Pois a operação “Inocência” da Polícia Federal já teria apurado também esse caso, que engrossa as estatísticas desta prática insana d eum crime dos mais hediondos de que se tem notícia. Tomara que as investigações fechem o cerco contra mais gente do mau.
Opinião, Notícia e Humor
MANCHETES DO DIA O GLOBO
SARNEY JÁ ADMITE SAIR E LULA ACUSA OPOSIÇÃO DE GOLPISMO
PT tira apoio, mas recua; se houver renúncia, Senado terá de fazer nova eleiçãoPerdendo apoio político a cada dia, o presidente do Senado, José 5amey, admitiu ontem renunciar ao comando da Casa, mas o presidente Lula mobilizou ministros e pressionou fortemente os senadores do PT para garantir a permanência do aliado. Da Líbia, Lula acusou a oposição de querer ganhar a direção do Senado "no tapetão": "Assim não é possível, isso não faz parte do jogo democrático." A bancada do PT chegou a pedir o afastamento por 30 dias, mas não oficializou a proposta, e, à noite, depois de telefonemas de Lula, já recuava. Hoje, o presidente se reúne com o PT e com Samey, separadamente. Se houver renúncia, nova eleição terá de ser feita em cinco dias. (págs. 1 e 3 a 8)
FOLHA DE S. PAULO
SARNEY AMEAÇA GOVERNO COM RENUNCIA
Presidente do Senado diz que não ficaria no cargo sem o PT e sinaliza que PMDB poderia se afastar da base aliada Após ter seu afastamento por 30 dias defendido pelo PT, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ameaçou renunciar ao cargo e fez o partido recuar da decisão de exigir a sua saída.Pela manhã, em conversa com os senadores Ideli Salvatti (PT-SC) e Aloizio Mercadante (PT-SP), o senador disse que, sem o apoio do DEM e do PT, não teria condições "aritméticas" de ficar no cargo. À noite, depois de reunião com Sarney, a bancada petista mudou o tom e se mostrou inclinada a defender a sua permanência. Sarney sinalizou aos petistas que sua saída poderia causar prejuízos ao governo, com perda do apoio de parte do PMDB no Senado e na eleição de 2010. A sigla poderia trocar a ministra Dilma Rousseff pelo governador José Serra (PSDB-SP).Dilma transmitiu recado de Lula a Sarney - o presidente pediu que, antes de decidir, o senador aguardasse sua volta de viagem à África, o que ocorreria ontem à noite. Na Líbia, Lula disse que o PSDB quer "ganhar o Senado no tapetão". (págs. 1 e A4) Leia coluna de Janio de Freitas na pág. A7.Kennedy Alencar Crise tem raízes espalhadas pelo Senado A crise do Senado continuará grave com ou sem José Sarney à frente da Casa, pois atinge mais senadores e tem raízes podres em todas as esferas da instituição.Senadores de PMDB, PT, DEM e PSDB também usaram bens públicos como privados. Se Sarney ficar, eles terão de pagar seus pecados. Se sair, também. (págs. 1 e A6)
O ESTADO DE S. PAULO
SARNEY AMEAÇA SAIR E LULA ENQUADRA O PT
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), avisou ontem que só decidirá sobre sua permanência ou não no comando da Casa depois de uma conversa reservada com o presidente Lula. Esse encontro deverá ocorrer hoje. Ontem, na Líbia, o presidente Lula disse que DEM e PSDB querem a saída de Sarney para ganharem "no tapetão" a presidência do Senado. Mas, ontem mesmo, o PT propôs a Sarney deixar o cargo por 30 dias, reduzindo, assim, a sustentação política do parlamentar. A cúpula do PMDB no Senado insiste em manter Sarney na cadeira, mas sua situação parece cada vez mais insustentável. Nos bastidores, os partidos já discutem a sucessão e aparecem como prováveis ocupantes da presidência do Senado os nomes de Garibaldi A1ves (PMDB-RN) e Marco Maciel (DEM-PE). (págs. 1 e A4 a A7)Conselho poupa dono de castelo Por 9 votos a 4, Conselho de Ética da Câmara rejeita parecer pela cassação de Edmar Moreira. (págs. 1 e A9)
JORNAL DO BRASILA classe média brasileira ficou praticamente estável no ano passado, segundo pesquisa Cetelem/Instituto Ipsos. Dados mostram que, após crescer de 36% para 46% entre 2006 e 2007, a chamada classe C caiu para 45% em 2008. As classes A e B se mantiveram estáveis, enquanto D e E, que desde 2006 vinham migrando para a C, tiveram uma leve alta. A pesquisa informou, porém, que houve crescimento da renda em todas as classes sociais. Em números absolutos, a classe C perdeu quase 2 milhões de pessoas na passagem de 2007 para o ano passado. O vice-presidente do Cetelem, Marcos Etchegoyen, explica que o freio no crescimento não pode ser creditado diretamente à crise financeira internacional. "A palavra-chave é consolidação", afirma. (págs. 1 e Economia A19)
CORREIO BRAZILIENSE
BOICOTE A PLANOS DE SAÚDE GANHA FORÇA
CRM apoia movimento de pediatras e prevê adesão de mais médicos, como oftalmologistas. Outros dois hospitais particulares suspendem convênio com a caixa de assistência dos servidores do Banco do Brasil (págs. 1, 36 e 42)
VALOR ECONÔMICO
ACORDOS POUPAM MILHARES DE EMPREGOS NA INDÚSTRIA
Quase dez meses depois do pico da crise global, balanço feito por sindicatos e empresas indica que os acordos coletivos foram um importante instrumento para inibir demissões em massa no setor industrial. Nas empresas ligadas à cadeia automotiva, os acordos para redução de jornada conseguiram preservar os vínculos de emprego até que o governo reduzisse o IPI sobre os automóveis, em dezembro. A partir daí, a indústria automobilística retomou a produção e, recentemente, iniciou o processo de reincorporação dos profissionais dispensados no fim do ano passado. Na região do ABC paulista, o Sindicato dos Metalúrgicos fez acordo com 45 empresas para redução de jornada, férias coletivas, licença remunerada ou suspensão temporária dos contratos, envolvendo aproximadamente de 14 mil trabalhadores. Desse total, nove empresas já suspenderam a redução de jornada, a maioria do setor de autopeças. Em São Paulo e Mogi das Cruzes, foram fechados cerca de 40 acordos com empresas de autopeças, dos quais dez depois de abril. Ao todo, esses acordos garantiram estabilidade a 25 mil trabalhadores. (págs. 1 e A16)
VEJA TAMBÉM...ARTIGOS
15 anos de uma revolução (Folha de S. Paulo)
HÁ 15 anos, esta Folha publicava em manchete: "Real começa a circular; preços disparam na virada da moeda". Aquelas duas linhas exprimiam certo ceticismo então reinante, embora todos torcessem para que o país conquistasse, enfim, a tão sonhada estabilidade monetária. Deu certo. O Plano Real, que chega ao seu 15º aniversário, marcou o início de uma bem-sucedida nova era para o Brasil. Para as novas gerações, que, desde que se entendem por gente, manuseiam as mesmas cédulas e moedinhas, superinflação parece algo tão remoto quanto o telégrafo. Mas, apenas 15 anos atrás, nosso martírio era conviver com preços que mudavam todos os dias. Como sempre, quem mais perdia eram os mais pobres, sem meios para se defenderem do imposto inflacionário. O real foi o único dos 12 planos de estabilização tentados no Brasil -se consideradas as experiências ortodoxas do fim do regime militar- que obteve sucesso.
A luta pela alma do Paquistão (Valor Econômico)
Há muita esperança na vitalidade da mídia paquistanesa, assim como na força mostrada pela comunidade jurídica. Enquanto suas Forças Armadas enfrentam de forma cada vez mais sangrenta o Talibã no vale Swat, o Paquistão luta pela própria alma. Desta vez, as Forças Armadas parecem estar vencendo, em contraste gritante com os recentes confrontos hesitantes contra as forças do Talibã nas áreas tribais das proximidades. Por enquanto, o Talibã está em retirada, alguns com as barbas cortadas, alguns usando burcas para não serem reconhecidos e espancados. O motivo é simples: a população do Paquistão apoia cada vez mais as ações das Forças Armadas. O apoio persiste apesar do terrível custo humanitário: mais de 1,5 milhão de refugiados internos.
A política das quadrilhas (O Estado de S. Paulo)
Em toda parte, nos jornais, nos restaurantes, nas conversas de família, os escândalos no Legislativo suscitam protestos inflamados. É natural. Sem a capacidade de se indignar, o humano não existe. Mais que natural, é positivo que os cidadãos manifestem repúdio, revolta ou mesmo - a palavra é forte, mas é precisa - asco. A ira da sociedade é um bom combustível para a remoção de corruptos. Só isso, contudo, não basta. A gritaria revestida de sanha justiceira até ajuda, mas não explica nem resolve as coisas. Um pouco de razão serena é essencial. Isso não significa que nos devamos refugiar nas atitudes fáceis dos que dizem que tudo é culpa "do sistema", que se não mudarmos a legislação eleitoral ou o que quer que seja nada se vai transformar de fato. Essas teorias que isentam os indivíduos de qualquer responsabilidade beiram o cinismo e, no limite, vêm para abençoar a burla - desde que dissimulada - das regras democráticas e a apropriação privada - desde que às escondidas - dos recursos públicos. Isso também não significa que qualquer concessão moral possa ser feita em nome da "governabilidade", nem significa que serão perdoados os crimes cometidos em favor do partido que, lá na frente, vai redimir a sociedade de suas misérias. Isso significa, apenas, que, só na base do moralismo, na acusação desse ou daquele corrupto, não se pode compreender a terrível crise de valores éticos que se abateu sobre a política brasileira.
Além do nariz (O Globo)
Deus e o diabo na seleção de juízes (O Globo)
Deus e o diabo na seleção de juízes (O Estado de S. Paulo)
E o peronismo? (Correio Braziliense)
FHC e Lula (O Globo)
Juízes - por que só advogados? (O Estado de S. Paulo)
Madoff (Folha de S. Paulo)
O caminho da recuperação (Folha de S. Paulo)
O Congresso dos EUA e o Brasil (Folha de S. Paulo)
O IGP-M já era (Jornal do Brasil)
Os dois pesos da democracia na OEA (Jornal do Brasil)
Os limites da transparência (Correio Braziliense)
Paixão segundo Mateus (Folha de S. Paulo)
Pessimismos e pessimismos (Jornal do Brasil)
Pinotti: um ativista da saúde (Folha de S. Paulo)
Senadores de risco (Folha de S. Paulo)
Socialismo para ricos (O Globo)
Turismo da crise: Califórnia (Folha de S. Paulo)
É preciso salvar o "capital financeiro" (dele mesmo) (Valor Econômico)
COLUNAS"Brasil e Argentina perdem com barreiras" (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
Brasil e Argentina só têm a perder com a imposição de barreiras mútuas à importação de produtos. A grande vencedora dessa disputa é a China. Essa é a opinião de Alberto Alzueta, presidente da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo. A Câmara vai enviar uma carta aos governos argentino e brasileiro na próxima semana pedindo o fim das barreiras de entrada dos produtos na alfândega. "Somos contra qualquer restrição ao comércio, de um lado ou de outro", afirma Alzueta. Para ele, a retaliação da Argentina pelo Brasil com a imposição de barreiras à entrada de produtos argentinos no país não é uma solução inteligente neste momento de enfraquecimento político da presidente Cristina Kirchner. Ela perdeu a maioria no Congresso nas eleições legislativas do país no domingo passado.
A tragédia e a farsa (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
Elegante e moderado, enquanto viveu, o excelente médico e homem público José Aristodemo Pinotti contribuiu, com sua morte, para que arrefecessem os ânimos no Senado, na tarde de ontem. Presidindo a sessão de homenagem ao morto, o senador José Sarney pediu que os discursos se limitassem à sua memória, mas não teve êxito. O senador Arthur Virgílio quebrou o rito, ao anunciar que venderá propriedades da família, a fim de ressarcir o Tesouro do dinheiro que foi pago a um funcionário que, lotado em seu gabinete, viveu em Paris, durante mais de um ano. Essa crise no Senado está muito distante da versão shakespeareana do complô contra César: não conseguimos ver, sob a manga da túnica de Arthur Virgílio, nem sob as dos outros que a ele se unem, o punhal de Brutus e de seus companheiros de conjura. Os punhais de hoje são metafóricos, e o senador pelo Amazonas não tem as dimensões trágicas de Marcus Brutus. O que se passa no Senado está mais para uma pantomima da commedia dell"arte do Renascimento Italiano.
Auditor tem reajuste garantido (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Barraco capixaba (O Globo - Negócios & CIA)
Barreiras vieram para ficar (Valor Econômico - Brasil)
Contracheque vai mesmo para a internet (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Em busca de um nome (O Globo - Merval Pereira)
Excelente resultado (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Fora do governo Lula, Mangabeira avalia até concorrer com Dilma (Folha de S. Paulo - Eliane Cantanhede)
Indicadores externos ajudam o mercado (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Informação é a arma da burocracia (Valor Econômico - Política)
Lula liga e segura Sarney no cargo (Jornal do Brasil - Informe JB)
Nervos à flor da pele (Correio Braziliense - Brasília-DF)
O charme do humorismo (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
O PT na vanguarda. Do atraso (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
Os neogolpes (O Globo - Panorama Econômico)
PRECISOU A CORROSÃO (O Globo - Ancelmo Gois)
Progresso do espírito humano (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Recado do chefe (Jornal do Brasil)
Sabe com quem fala (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Samba do PT doido (O Globo - Panorama Político)
Santinho!!! (Folha de S. Paulo - Painel)
Sinais de retomada derrubam dólar (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Valorização do real é permanente (Valor Econômico)
ECONOMIA1,6 milhão de brasileiros volta às classes D e E (O Globo)
Após crescer dez pontos percentuais entre 2006 e 2007, período de forte expansão da economia brasileira, a classe C registrou, no ano passado, uma queda de 46% para 45% da população do país. Com isso, 1,6 milhão de brasileiros retornou para as classes D e E ao longo de 2008. Os dados fazem parte da quarta edição da pesquisa Observador, divulgada ontem pela financeira Cetelem (ligada ao banco francês BNP Paribas), em parceria com o Ipsos-Public Affairs. Eles vão na contramão do levantamento anterior (2006/2007), quando cerca de 20 milhões de pessoas haviam migrado para a classe média, elevando sua participação de 36% para 46%. O estudo mostra que, enquanto a classe média encolheu de 86,207 milhões para 84,621 milhões de pessoas, as camadas A e B, mais abastadas, e D e E, menos favorecidas, cresceram: A e B, de 28,078 milhões para 29,377 milhões; e D e E, de 72,941 milhões para 75,822 milhões. Segundo Marcos Etchegoyen, vice-presidente da Cetelem no Brasil, a redução da fatia da classe C na população não deve ser creditada aos efeitos crise, mas ao processo de consolidação dos números. Ele diz que “não dá para crescer indefinidamente” e que o desafio é fazer com que a consolidação da renda das famílias se mantenha.
Argentina não cumpre acordo com o Brasil (O Estado de S. Paulo)
A Argentina descumpriu promessa feita ao Brasil e não reduziu a burocracia para as importações de calçados e móveis, setores que selaram acordos de "restrição voluntária" de vendas um mês atrás. O sócio do Mercosul está demorando quase quatro meses para liberar uma licença de importação. Os exportadores relatam cancelamento de pedidos, estoques de produtos fora de moda, e receio de perder clientes de longa data no mercado vizinho. "A situação está degradando o ambiente de negócios entre Brasil e Argentina. Diante de um atraso tão grande, o importador argentino deixa de comprar o produto brasileiro", disse o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho.
Balança tem melhor resultado desde 2006 (Jornal do Brasil)
Bancos abrem mais espaço para linhas com créditos de carbono (Folha de S. Paulo)
Base de investidores pode triplicar e chegar a 550 mil (Valor Econômico)
BC divulga até 30 de setembro relatório final sobre setor de cartões de crédito e débito (Jornal de Brasília)
BNDES pune empresa acusada de "maquiar" equipamento chinês (Folha de S. Paulo)
Brasil tem déficit comercial de US$ 48 milhões com a Argentina no semestre (Valor Econômico)
Brasil tem mostrado recuperação no comércio exterior, de acordo com Welber Barral (Jornal de Brasília)
Brasil é citado pela isenção do IPI (O Estado de S. Paulo)
Centro-Oeste sofre menos (Correio Braziliense)
Cidade do Rio se prepara para receber siderúrgica chinesa (Valor Econômico)
Classe média parou de crescer no ano passado, aponta pesquisa (O Estado de S. Paulo)
Com vendas em alta, indústria automobilística volta a contratar (O Estado de S. Paulo)
Comissão apresenta projetos e pede rolagem de dívidas (Valor Econômico)
Comércio exterior tem queda de 25% (O Globo)
Consumidor não leva desconto total (Jornal do Brasil)
Crise global faz crescer procura pelos papéis do Tesouro Direto (O Estado de S. Paulo)
Crise global interrompe a expansão da classe C no país (Folha de S. Paulo)
Curta - Cheques pré-datados (Valor Econômico)
Curtas - Rastreamento no Pará I (Valor Econômico)
Curtas - Ônibus fica mais caro (Valor Econômico)
CVM americana pode pagar por informações (Folha de S. Paulo)
Dados mostram recuperação lenta nos EUA (Folha de S. Paulo)
Desemprego atinge 67% dos jovens brasileiros (Valor Econômico)
Desemprego entre jovens cresceu 51% (O Globo)
Desvalorização do dólar no 2º tri é a maior desde 1999 (O Estado de S. Paulo)
DSM quer ser conhecida no país (Valor Econômico)
Dólar inicia o mês em queda e fecha a R$ 1,929 (Folha de S. Paulo)
Dólar volta a ter fluxo negativo (Valor Econômico)
Economia em alta puxa bolsas nos EUA (Valor Econômico)
Em 2009, BB pode emprestar mais R$ 80 bi (O Estado de S. Paulo)
Emissão da Petrobras deixa mercado tenso (O Estado de S. Paulo)
Empresa afirma desconhecer ação para deixar índice (Folha de S. Paulo)
Enquanto isso, na Câmara... (O Globo)
Estatal pode deixar índice sustentável de Bolsa dos EUA (Folha de S. Paulo)
Exportação vai cair ainda mais, prevê OMC (O Estado de S. Paulo)
FH defende inflação de 4% e critica Lula por meta fixada para ano eleitoral (O Globo)
Fim do mês reverte tendência (O Estado de S. Paulo)
FMI vai emitir US$ 150 bi em títulos (Folha de S. Paulo)
Funcionários tentam parar a Embrapa hoje (Correio Braziliense)
Fundo de NY desiste de aplicar na Petrobras (Folha de S. Paulo)
Fundos de previdência de Estados e municípios terão regras flexibilizadas (O Estado de S. Paulo)
Governo abre processo contra a associação das TVs pagas (Folha de S. Paulo)
Governo estuda permitir preço diferente para pagamento à vista e com cartões (O Estado de S. Paulo)
Governo pode dar subsídios para desenvolver aviação regional (O Estado de S. Paulo)
Governo prepara mudança em regras de fundos de pensão (O Estado de S. Paulo)
Governo quer abertura maior (Valor Econômico)
Greenpeace não vai à audiência no Pará e alega falta de segurança (O Globo)
Grupo chinês se une à EBX em usina de US$ 4 bi (O Estado de S. Paulo)
Ibovespa fecha em leve alta de 0,15% (Jornal de Brasília)
Importações caem e Brasil tem recorde na balança (O Estado de S. Paulo)
Incentivos para voos à África (O Estado de S. Paulo)
IPC-S tem nova queda e chega a 0,12% (Valor Econômico)
IPCA sugere que substituição tributária não afeta o repasse da queda de IPI (Valor Econômico)
John Deere fecha acordo para avançar no mercado de cana (Valor Econômico)
Jovens encaram desemprego no Brasil (Jornal do Brasil)
Leite pressiona IPC-S (Correio Braziliense)
Lobão diz que leilão de Belo Monte sai este ano (Valor Econômico)
Líderes admitem dificuldade política para votar contra redução de jornada (O Globo)
Mabe adquire a BSH Continental por US$ 35 milhões (Folha de S. Paulo)
Mais de 90 vagas para professores (Correio Braziliense)
Manguinhos volta a produzir combustível (O Estado de S. Paulo)
Matrículas irregulares (O Dia)
Meirelles quer imposto baixo (Correio Braziliense)
Moagem de cana avança no Centro-Sul, apesar da chuva (Valor Econômico)
Montadoras batem recorde de vendas no 1º semestre (Folha de S. Paulo)
Nos EUA, montadoras têm o 20º mês seguido de retração (Folha de S. Paulo)
Notas - Melhora a percepção sobre o Brasil (Jornal do Brasil)
Para especialista, vizinhos deverão manter restrições (Valor Econômico)
Para Lula, G-8 perdeu a importância política (O Estado de S. Paulo)
País tem 1º déficit com Argentina em 6 anos (Folha de S. Paulo)
Perto do fracasso (Correio Braziliense)
Pessimismo embala o início da colheita de laranja em SP (Valor Econômico)
Petrobras obtém US$ 1,25 bi com papel no exterior (Valor Econômico)
Plano maior que os presidentes (Correio Braziliense)
Preços caem na segunda prévia de junho do IPC-S (Jornal do Brasil)
Procuradoria pede confisco de bens de Dantas (O Estado de S. Paulo)
Prosegur paga R$ 167,5 milhões pela Norsergel (Valor Econômico)
Queda mais forte nas importações leva a superávit de US$ 4,6 bi (Valor Econômico)
Redução da jornada deve sair, mas com desoneração da folha (Jornal do Brasil)
Relator da LDO vai propor corte de 30% no orçamento devido à queda na arrecadação (Jornal de Brasília)
Saldo com a China deve diminuir, dizem analistas (Folha de S. Paulo)
Saldo comercial cresce 25% no 1º semestre (Folha de S. Paulo)
Saldo comercial é o maior em 30 meses (O Estado de S. Paulo)
Saída de dólares do país é maior do que entrada em US$ 1,227 bilhão em junho (Jornal de Brasília)
SDE apura se ponto extra de TV está sendo cobrado (Valor Econômico)
Setor de usados ensaia volta à fase pré-crise (Folha de S. Paulo)
Stephanes discute com presidente do BNDES criação de fundo garantidor para agropecuária (Jornal de Brasília)
Superávit comercial brasileiro sobe 23,8% no 1º semestre (Jornal de Brasília)
Superávit comercial foi de US$ 4,625 bilhões em junho, o maior desde dezembro de 2006 (Jornal de Brasília)
Tesouro destina R$ 535 mi a cada um dos dois fundos garantidores (Valor Econômico)
Turismo internacional cai no Brasil com crise (Jornal de Brasília)
Vale vai demitir este mês de 200 a 300 empregados (O Estado de S. Paulo)
Venda de carros no Brasil é recorde em junho (O Globo)
Venda de veículos é recorde no semestre (Folha de S. Paulo)
Venda recorde (Correio Braziliense)
Vendas brasileiras só crescem para a Ásia (O Estado de S. Paulo)
Washington confirma que deixará de financiar GM em 10 dias (Jornal de Brasília)
Índice de Preços da quarta semana de junho tem a menor taxa do ano para o período (Jornal de Brasília)
POLÍTICA''Filtro'' diminui em 42% carga de trabalho no STF (O Estado de S. Paulo)
O filtro aplicado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de 2007 para barrar o julgamento de recursos sem relevância diminuiu em 42% a carga de trabalho dos ministros no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2008. Nos seis primeiros meses de 2009, 23.378 processos chegaram aos gabinetes dos ministros. No mesmo período do ano passado, foram 40.082 processos. Na comparação com 2007, a queda chegou a 63,6%. A redução permitiu, de acordo com o presidente do STF, Gilmar Mendes, que os ministros se concentrassem em temas de maior impacto social, como os julgamentos sobre a demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, a extinção da Lei de Imprensa e a proibição da importação de pneus usados pelo Brasil. Por conta disso, o volume de decisões também apresentou queda de 60 mil processos julgados em 2008 para 53 mil neste ano, incluindo as decisões das turmas, de plenário e de julgamento realizado por apenas um ministro.
Absolvição irrestrita (Correio Braziliense)
A absolvição do deputado Edmar Moreira (sem partido-MG) soou como um recado: a Câmara não pretende incomodar parlamentares que no passado usaram a verba indenizatória na própria empresa. A prática foi proibida em abril, após as denúncias contra Moreira. Mas, como antes não havia restrições, o Conselho de Ética chancelou ontem o entendimento da Mesa Diretora da Casa de que caberá uma anistia geral. Tanto que o deputado do castelo já saiu do julgamento com a sensação de que pode escapar ileso do processo por quebra de decoro, sem sequer uma pena alternativa.
Absolvição reforça possível candidatura ao governo de SC (Valor Econômico)
Agaciel vai depor sobre fraude em nomeação (O Globo)
Aos 74, Pinotti morre de câncer em São Paulo (Valor Econômico)
Começa na próxima semana busca por ossadas no Araguaia (O Estado de S. Paulo)
Conselho da Câmara rejeita a cassação de dono de castelo (Folha de S. Paulo)
Conselho de Ética rejeita cassação de dono de castelo (O Estado de S. Paulo)
Crime mira vácuo da anistia a estrangeiros (Jornal do Brasil)
Crise acirra briga com procuradores (O Estado de S. Paulo)
Crise no Senado continuará com ou sem Sarney (Folha de S. Paulo)
Crise no Senado paralisa o CNMP (Correio Braziliense)
Curtas - Emendas (Valor Econômico)
Deputado do castelo escapa de cassação (O Globo)
Deputado do castelo se livra de cassação (Folha de S. Paulo)
Deputado Hugo Leal é novo relator do caso Edmar Moreira (Jornal de Brasília)
Diploma de jornalista pode voltar via PEC (O Estado de S. Paulo)
Edmar Moreira é absolvido pelo Conselho de Ética (Valor Econômico)
Eleição terá intervalo de 28 dias entre os dois turnos (Valor Econômico)
Em pesquisa do Senado, parlamentares ganham nota 5,4 (Jornal do Brasil)
Entidades reagem à rejeição de procuradores (O Globo)
Escândalos derrubaram três presidentes desde 2001 (O Estado de S. Paulo)
Ex-ministro revela-se frustrado com ritmo de governo (Valor Econômico)
Executiva do PSDB aprova modelo de prévia presidencial (Folha de S. Paulo)
Garibaldi e Maciel já são cotados para chefiar Senado (O Estado de S. Paulo)
General faz relatório sobre tensões no MS (O Estado de S. Paulo)
Grevistas do INSS enfrentam PMs no Rio (O Globo)
Incapacidade de resolver crise no transporte público desgasta Dário (Valor Econômico)
Jobim se solidariza com presidente do Senado (O Estado de S. Paulo)
Lula acusa PSDB de tentar vencer no ''tapetão'' (O Estado de S. Paulo)
Lula arbitra disputa entre Vannuchi e Jobim (O Estado de S. Paulo)
Lula ataca mídia e chama Kadafi de ''amigo e irmão'' (O Estado de S. Paulo)
Lula quer reajuste do Bolsa-Família (O Estado de S. Paulo)
Lula sanciona amanhã ampla anistia a imigrantes (Jornal de Brasília)
Líder tucano promete devolver ao Senado verba usada para bancar funcionário no exterior (Jornal de Brasília)
Na internet, 'Fora Sarney' ganha espaço (O Globo)
Operação segura-Sarney (Correio Braziliense)
Oposição critica peemedebista e proposta do PT (Jornal do Brasil)
Oposição quer ganhar Senado 'no tapetão', diz Lula: 'Não faz parte do jogo democrático' (O Globo)
Paulo Bernardo autoriza nomeações na Marinha e volta de demitidos no governo Collor (Jornal de Brasília)
Pena alternativa mantém direito a voto e a verbas (O Globo)
Petistas afirmam que Sarney prefere renunciar a se afastar temporariamente (Jornal de Brasília)
PF conclui investigação sem identificar grampo no Supremo (Valor Econômico)
Planalto comanda operação fica Sarney (Correio Braziliense)
PMDB conta os votos (Correio Braziliense)
Primo do governador de PE será presidente da Embrapa (O Estado de S. Paulo)
Procuradoria questiona acordo sobre doação (Folha de S. Paulo)
Protestos contra Sarney custam a sair da internet (O Estado de S. Paulo)
Protestos organizados por meio do Twitter falham no mundo real (Folha de S. Paulo)
PSDB acolhe sugestões de Aécio para prévia (Valor Econômico)
PSDB quer ganhar no tapetão, diz Lula (Folha de S. Paulo)
PSDB quer levar Senado no 'tapetão', diz Lula (Valor Econômico)
PSDB regulamenta prévias para 2010 (O Estado de S. Paulo)
PT aguarda chegada de Lula para decidir se mantém apoio a Sarney (Jornal de Brasília)
PT aguarda Lula para dar apoio a Sarney (Valor Econômico)
PT mira em herança do DEM na Mesa Diretora (Correio Braziliense)
Redução da jornada divide base aliada (Valor Econômico)
Rejeição a nome de procurador pode ser revista (O Estado de S. Paulo)
Sarney ameaça sair e Lula aperta o PT (Jornal do Brasil)
Sarney e Renan podem atrasar instalação de conselho (Folha de S. Paulo)
Sarney já admite sair e Lula acusa oposição de golpismo (O Globo)
Secretários do PA têm bens bloqueados (Folha de S. Paulo)
Sem acordo, PSDB se prepara para prévias (O Globo)
Sob críticas, Sarney volta a presidir sessão (Folha de S. Paulo)
STF comemora redução da carga de processos (Jornal do Brasil)
STF muda perfil, mostra balanço (Valor Econômico)
Supremo tem queda de 42% no número de processos recebidos (Folha de S. Paulo)
Temer e Jobim se somam a Renan na defesa de aliado (Jornal do Brasil)
TSE define calendário das eleições de 2010 (Jornal de Brasília)
TSE marca 1º turno para 3 de outubro de 2010 (Folha de S. Paulo)
Tucanato prepara as prévias (Correio Braziliense)
Vice-presidente do Senado é investigado no STF (O Estado de S. Paulo)
Virgílio diz que devolverá dinheiro ao Senado (O Globo)