quinta-feira, 2 de julho de 2009

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

O GLOBO
SARNEY JÁ ADMITE SAIR E LULA ACUSA OPOSIÇÃO DE GOLPISMO

PT tira apoio, mas recua; se houver renúncia, Senado terá de fazer nova eleiçãoPerdendo apoio político a cada dia, o presidente do Senado, José 5amey, admitiu ontem renunciar ao comando da Casa, mas o presidente Lula mobilizou ministros e pressionou fortemente os senadores do PT para garantir a permanência do aliado. Da Líbia, Lula acusou a oposição de querer ganhar a direção do Senado "no tapetão": "Assim não é possível, isso não faz parte do jogo democrático." A bancada do PT chegou a pedir o afastamento por 30 dias, mas não oficializou a proposta, e, à noite, depois de telefonemas de Lula, já recuava. Hoje, o presidente se reúne com o PT e com Samey, separadamente. Se houver renúncia, nova eleição terá de ser feita em cinco dias. (págs. 1 e 3 a 8)

FOLHA DE S. PAULO
SARNEY AMEAÇA GOVERNO COM RENUNCIA

Presidente do Senado diz que não ficaria no cargo sem o PT e sinaliza que PMDB poderia se afastar da base aliada Após ter seu afastamento por 30 dias defendido pelo PT, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ameaçou renunciar ao cargo e fez o partido recuar da decisão de exigir a sua saída.Pela manhã, em conversa com os senadores Ideli Salvatti (PT-SC) e Aloizio Mercadante (PT-SP), o senador disse que, sem o apoio do DEM e do PT, não teria condições "aritméticas" de ficar no cargo. À noite, depois de reunião com Sarney, a bancada petista mudou o tom e se mostrou inclinada a defender a sua permanência. Sarney sinalizou aos petistas que sua saída poderia causar prejuízos ao governo, com perda do apoio de parte do PMDB no Senado e na eleição de 2010. A sigla poderia trocar a ministra Dilma Rousseff pelo governador José Serra (PSDB-SP).Dilma transmitiu recado de Lula a Sarney - o presidente pediu que, antes de decidir, o senador aguardasse sua volta de viagem à África, o que ocorreria ontem à noite. Na Líbia, Lula disse que o PSDB quer "ganhar o Senado no tapetão". (págs. 1 e A4) Leia coluna de Janio de Freitas na pág. A7.Kennedy Alencar Crise tem raízes espalhadas pelo Senado A crise do Senado continuará grave com ou sem José Sarney à frente da Casa, pois atinge mais senadores e tem raízes podres em todas as esferas da instituição.Senadores de PMDB, PT, DEM e PSDB também usaram bens públicos como privados. Se Sarney ficar, eles terão de pagar seus pecados. Se sair, também. (págs. 1 e A6)

O ESTADO DE S. PAULO
SARNEY AMEAÇA SAIR E LULA ENQUADRA O PT

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), avisou ontem que só decidirá sobre sua permanência ou não no comando da Casa depois de uma conversa reservada com o presidente Lula. Esse encontro deverá ocorrer hoje. Ontem, na Líbia, o presidente Lula disse que DEM e PSDB querem a saída de Sarney para ganharem "no tapetão" a presidência do Senado. Mas, ontem mesmo, o PT propôs a Sarney deixar o cargo por 30 dias, reduzindo, assim, a sustentação política do parlamentar. A cúpula do PMDB no Senado insiste em manter Sarney na cadeira, mas sua situação parece cada vez mais insustentável. Nos bastidores, os partidos já discutem a sucessão e aparecem como prováveis ocupantes da presidência do Senado os nomes de Garibaldi A1ves (PMDB-RN) e Marco Maciel (DEM-PE). (págs. 1 e A4 a A7)Conselho poupa dono de castelo Por 9 votos a 4, Conselho de Ética da Câmara rejeita parecer pela cassação de Edmar Moreira. (págs. 1 e A9)

JORNAL DO BRASIL
CLASSE MÉDIA PARA DE CRESCER

A classe média brasileira ficou praticamente estável no ano passado, segundo pesquisa Cetelem/Instituto Ipsos. Dados mostram que, após crescer de 36% para 46% entre 2006 e 2007, a chamada classe C caiu para 45% em 2008. As classes A e B se mantiveram estáveis, enquanto D e E, que desde 2006 vinham migrando para a C, tiveram uma leve alta. A pesquisa informou, porém, que houve crescimento da renda em todas as classes sociais. Em números absolutos, a classe C perdeu quase 2 milhões de pessoas na passagem de 2007 para o ano passado. O vice-presidente do Cetelem, Marcos Etchegoyen, explica que o freio no crescimento não pode ser creditado diretamente à crise financeira internacional. "A palavra-chave é consolidação", afirma. (págs. 1 e Economia A19)

CORREIO BRAZILIENSE
BOICOTE A PLANOS DE SAÚDE GANHA FORÇA

CRM apoia movimento de pediatras e prevê adesão de mais médicos, como oftalmologistas. Outros dois hospitais particulares suspendem convênio com a caixa de assistência dos servidores do Banco do Brasil (págs. 1, 36 e 42)

VALOR ECONÔMICO
ACORDOS POUPAM MILHARES DE EMPREGOS NA INDÚSTRIA

Quase dez meses depois do pico da crise global, balanço feito por sindicatos e empresas indica que os acordos coletivos foram um importante instrumento para inibir demissões em massa no setor industrial. Nas empresas ligadas à cadeia automotiva, os acordos para redução de jornada conseguiram preservar os vínculos de emprego até que o governo reduzisse o IPI sobre os automóveis, em dezembro. A partir daí, a indústria automobilística retomou a produção e, recentemente, iniciou o processo de reincorporação dos profissionais dispensados no fim do ano passado. Na região do ABC paulista, o Sindicato dos Metalúrgicos fez acordo com 45 empresas para redução de jornada, férias coletivas, licença remunerada ou suspensão temporária dos contratos, envolvendo aproximadamente de 14 mil trabalhadores. Desse total, nove empresas já suspenderam a redução de jornada, a maioria do setor de autopeças. Em São Paulo e Mogi das Cruzes, foram fechados cerca de 40 acordos com empresas de autopeças, dos quais dez depois de abril. Ao todo, esses acordos garantiram estabilidade a 25 mil trabalhadores. (págs. 1 e A16)
VEJA TAMBÉM...

ARTIGOS

15 anos de uma revolução (Folha de S. Paulo)

HÁ 15 anos, esta Folha publicava em manchete: "Real começa a circular; preços disparam na virada da moeda". Aquelas duas linhas exprimiam certo ceticismo então reinante, embora todos torcessem para que o país conquistasse, enfim, a tão sonhada estabilidade monetária. Deu certo. O Plano Real, que chega ao seu 15º aniversário, marcou o início de uma bem-sucedida nova era para o Brasil. Para as novas gerações, que, desde que se entendem por gente, manuseiam as mesmas cédulas e moedinhas, superinflação parece algo tão remoto quanto o telégrafo. Mas, apenas 15 anos atrás, nosso martírio era conviver com preços que mudavam todos os dias. Como sempre, quem mais perdia eram os mais pobres, sem meios para se defenderem do imposto inflacionário. O real foi o único dos 12 planos de estabilização tentados no Brasil -se consideradas as experiências ortodoxas do fim do regime militar- que obteve sucesso.

A luta pela alma do Paquistão (Valor Econômico)

Há muita esperança na vitalidade da mídia paquistanesa, assim como na força mostrada pela comunidade jurídica. Enquanto suas Forças Armadas enfrentam de forma cada vez mais sangrenta o Talibã no vale Swat, o Paquistão luta pela própria alma. Desta vez, as Forças Armadas parecem estar vencendo, em contraste gritante com os recentes confrontos hesitantes contra as forças do Talibã nas áreas tribais das proximidades. Por enquanto, o Talibã está em retirada, alguns com as barbas cortadas, alguns usando burcas para não serem reconhecidos e espancados. O motivo é simples: a população do Paquistão apoia cada vez mais as ações das Forças Armadas. O apoio persiste apesar do terrível custo humanitário: mais de 1,5 milhão de refugiados internos.

A política das quadrilhas (O Estado de S. Paulo)

Em toda parte, nos jornais, nos restaurantes, nas conversas de família, os escândalos no Legislativo suscitam protestos inflamados. É natural. Sem a capacidade de se indignar, o humano não existe. Mais que natural, é positivo que os cidadãos manifestem repúdio, revolta ou mesmo - a palavra é forte, mas é precisa - asco. A ira da sociedade é um bom combustível para a remoção de corruptos. Só isso, contudo, não basta. A gritaria revestida de sanha justiceira até ajuda, mas não explica nem resolve as coisas. Um pouco de razão serena é essencial. Isso não significa que nos devamos refugiar nas atitudes fáceis dos que dizem que tudo é culpa "do sistema", que se não mudarmos a legislação eleitoral ou o que quer que seja nada se vai transformar de fato. Essas teorias que isentam os indivíduos de qualquer responsabilidade beiram o cinismo e, no limite, vêm para abençoar a burla - desde que dissimulada - das regras democráticas e a apropriação privada - desde que às escondidas - dos recursos públicos. Isso também não significa que qualquer concessão moral possa ser feita em nome da "governabilidade", nem significa que serão perdoados os crimes cometidos em favor do partido que, lá na frente, vai redimir a sociedade de suas misérias. Isso significa, apenas, que, só na base do moralismo, na acusação desse ou daquele corrupto, não se pode compreender a terrível crise de valores éticos que se abateu sobre a política brasileira.

Além do nariz (O Globo)
Deus e o diabo na seleção de juízes (O Globo)
Deus e o diabo na seleção de juízes (O Estado de S. Paulo)
E o peronismo? (Correio Braziliense)
FHC e Lula (O Globo)
Juízes - por que só advogados? (O Estado de S. Paulo)
Madoff (Folha de S. Paulo)
O caminho da recuperação (Folha de S. Paulo)
O Congresso dos EUA e o Brasil (Folha de S. Paulo)
O IGP-M já era (Jornal do Brasil)
Os dois pesos da democracia na OEA (Jornal do Brasil)
Os limites da transparência (Correio Braziliense)
Paixão segundo Mateus (Folha de S. Paulo)
Pessimismos e pessimismos (Jornal do Brasil)
Pinotti: um ativista da saúde (Folha de S. Paulo)
Senadores de risco (Folha de S. Paulo)
Socialismo para ricos (O Globo)
Turismo da crise: Califórnia (Folha de S. Paulo)
É preciso salvar o "capital financeiro" (dele mesmo) (Valor Econômico)
COLUNAS

"Brasil e Argentina perdem com barreiras" (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)

Brasil e Argentina só têm a perder com a imposição de barreiras mútuas à importação de produtos. A grande vencedora dessa disputa é a China. Essa é a opinião de Alberto Alzueta, presidente da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo. A Câmara vai enviar uma carta aos governos argentino e brasileiro na próxima semana pedindo o fim das barreiras de entrada dos produtos na alfândega. "Somos contra qualquer restrição ao comércio, de um lado ou de outro", afirma Alzueta. Para ele, a retaliação da Argentina pelo Brasil com a imposição de barreiras à entrada de produtos argentinos no país não é uma solução inteligente neste momento de enfraquecimento político da presidente Cristina Kirchner. Ela perdeu a maioria no Congresso nas eleições legislativas do país no domingo passado.

A tragédia e a farsa (Jornal do Brasil - Coisas da Política)

Elegante e moderado, enquanto viveu, o excelente médico e homem público José Aristodemo Pinotti contribuiu, com sua morte, para que arrefecessem os ânimos no Senado, na tarde de ontem. Presidindo a sessão de homenagem ao morto, o senador José Sarney pediu que os discursos se limitassem à sua memória, mas não teve êxito. O senador Arthur Virgílio quebrou o rito, ao anunciar que venderá propriedades da família, a fim de ressarcir o Tesouro do dinheiro que foi pago a um funcionário que, lotado em seu gabinete, viveu em Paris, durante mais de um ano. Essa crise no Senado está muito distante da versão shakespeareana do complô contra César: não conseguimos ver, sob a manga da túnica de Arthur Virgílio, nem sob as dos outros que a ele se unem, o punhal de Brutus e de seus companheiros de conjura. Os punhais de hoje são metafóricos, e o senador pelo Amazonas não tem as dimensões trágicas de Marcus Brutus. O que se passa no Senado está mais para uma pantomima da commedia dell"arte do Renascimento Italiano.

Auditor tem reajuste garantido (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Barraco capixaba (O Globo - Negócios & CIA)
Barreiras vieram para ficar (Valor Econômico - Brasil)
Contracheque vai mesmo para a internet (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Em busca de um nome (O Globo - Merval Pereira)
Excelente resultado (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Fora do governo Lula, Mangabeira avalia até concorrer com Dilma (Folha de S. Paulo - Eliane Cantanhede)
Indicadores externos ajudam o mercado (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Informação é a arma da burocracia (Valor Econômico - Política)
Lula liga e segura Sarney no cargo (Jornal do Brasil - Informe JB)
Nervos à flor da pele (Correio Braziliense - Brasília-DF)
O charme do humorismo (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
O PT na vanguarda. Do atraso (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
Os neogolpes (O Globo - Panorama Econômico)
PRECISOU A CORROSÃO (O Globo - Ancelmo Gois)
Progresso do espírito humano (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Recado do chefe (Jornal do Brasil)
Sabe com quem fala (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Samba do PT doido (O Globo - Panorama Político)
Santinho!!! (Folha de S. Paulo - Painel)
Sinais de retomada derrubam dólar (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Valorização do real é permanente (Valor Econômico)
ECONOMIA

1,6 milhão de brasileiros volta às classes D e E (O Globo)

Após crescer dez pontos percentuais entre 2006 e 2007, período de forte expansão da economia brasileira, a classe C registrou, no ano passado, uma queda de 46% para 45% da população do país. Com isso, 1,6 milhão de brasileiros retornou para as classes D e E ao longo de 2008. Os dados fazem parte da quarta edição da pesquisa Observador, divulgada ontem pela financeira Cetelem (ligada ao banco francês BNP Paribas), em parceria com o Ipsos-Public Affairs. Eles vão na contramão do levantamento anterior (2006/2007), quando cerca de 20 milhões de pessoas haviam migrado para a classe média, elevando sua participação de 36% para 46%. O estudo mostra que, enquanto a classe média encolheu de 86,207 milhões para 84,621 milhões de pessoas, as camadas A e B, mais abastadas, e D e E, menos favorecidas, cresceram: A e B, de 28,078 milhões para 29,377 milhões; e D e E, de 72,941 milhões para 75,822 milhões. Segundo Marcos Etchegoyen, vice-presidente da Cetelem no Brasil, a redução da fatia da classe C na população não deve ser creditada aos efeitos crise, mas ao processo de consolidação dos números. Ele diz que “não dá para crescer indefinidamente” e que o desafio é fazer com que a consolidação da renda das famílias se mantenha.

Argentina não cumpre acordo com o Brasil (O Estado de S. Paulo)

A Argentina descumpriu promessa feita ao Brasil e não reduziu a burocracia para as importações de calçados e móveis, setores que selaram acordos de "restrição voluntária" de vendas um mês atrás. O sócio do Mercosul está demorando quase quatro meses para liberar uma licença de importação. Os exportadores relatam cancelamento de pedidos, estoques de produtos fora de moda, e receio de perder clientes de longa data no mercado vizinho. "A situação está degradando o ambiente de negócios entre Brasil e Argentina. Diante de um atraso tão grande, o importador argentino deixa de comprar o produto brasileiro", disse o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho.

Balança tem melhor resultado desde 2006 (Jornal do Brasil)
Bancos abrem mais espaço para linhas com créditos de carbono (Folha de S. Paulo)
Base de investidores pode triplicar e chegar a 550 mil (Valor Econômico)
BC divulga até 30 de setembro relatório final sobre setor de cartões de crédito e débito (Jornal de Brasília)
BNDES pune empresa acusada de "maquiar" equipamento chinês (Folha de S. Paulo)
Brasil tem déficit comercial de US$ 48 milhões com a Argentina no semestre (Valor Econômico)
Brasil tem mostrado recuperação no comércio exterior, de acordo com Welber Barral (Jornal de Brasília)
Brasil é citado pela isenção do IPI (O Estado de S. Paulo)
Centro-Oeste sofre menos (Correio Braziliense)
Cidade do Rio se prepara para receber siderúrgica chinesa (Valor Econômico)
Classe média parou de crescer no ano passado, aponta pesquisa (O Estado de S. Paulo)
Com vendas em alta, indústria automobilística volta a contratar (O Estado de S. Paulo)
Comissão apresenta projetos e pede rolagem de dívidas (Valor Econômico)
Comércio exterior tem queda de 25% (O Globo)
Consumidor não leva desconto total (Jornal do Brasil)
Crise global faz crescer procura pelos papéis do Tesouro Direto (O Estado de S. Paulo)
Crise global interrompe a expansão da classe C no país (Folha de S. Paulo)
Curta - Cheques pré-datados (Valor Econômico)
Curtas - Rastreamento no Pará I (Valor Econômico)
Curtas - Ônibus fica mais caro (Valor Econômico)
CVM americana pode pagar por informações (Folha de S. Paulo)
Dados mostram recuperação lenta nos EUA (Folha de S. Paulo)
Desemprego atinge 67% dos jovens brasileiros (Valor Econômico)
Desemprego entre jovens cresceu 51% (O Globo)
Desvalorização do dólar no 2º tri é a maior desde 1999 (O Estado de S. Paulo)
DSM quer ser conhecida no país (Valor Econômico)
Dólar inicia o mês em queda e fecha a R$ 1,929 (Folha de S. Paulo)
Dólar volta a ter fluxo negativo (Valor Econômico)
Economia em alta puxa bolsas nos EUA (Valor Econômico)
Em 2009, BB pode emprestar mais R$ 80 bi (O Estado de S. Paulo)
Emissão da Petrobras deixa mercado tenso (O Estado de S. Paulo)
Empresa afirma desconhecer ação para deixar índice (Folha de S. Paulo)
Enquanto isso, na Câmara... (O Globo)
Estatal pode deixar índice sustentável de Bolsa dos EUA (Folha de S. Paulo)
Exportação vai cair ainda mais, prevê OMC (O Estado de S. Paulo)
FH defende inflação de 4% e critica Lula por meta fixada para ano eleitoral (O Globo)
Fim do mês reverte tendência (O Estado de S. Paulo)
FMI vai emitir US$ 150 bi em títulos (Folha de S. Paulo)
Funcionários tentam parar a Embrapa hoje (Correio Braziliense)
Fundo de NY desiste de aplicar na Petrobras (Folha de S. Paulo)
Fundos de previdência de Estados e municípios terão regras flexibilizadas (O Estado de S. Paulo)
Governo abre processo contra a associação das TVs pagas (Folha de S. Paulo)
Governo estuda permitir preço diferente para pagamento à vista e com cartões (O Estado de S. Paulo)
Governo pode dar subsídios para desenvolver aviação regional (O Estado de S. Paulo)
Governo prepara mudança em regras de fundos de pensão (O Estado de S. Paulo)
Governo quer abertura maior (Valor Econômico)
Greenpeace não vai à audiência no Pará e alega falta de segurança (O Globo)
Grupo chinês se une à EBX em usina de US$ 4 bi (O Estado de S. Paulo)
Ibovespa fecha em leve alta de 0,15% (Jornal de Brasília)
Importações caem e Brasil tem recorde na balança (O Estado de S. Paulo)
Incentivos para voos à África (O Estado de S. Paulo)
IPC-S tem nova queda e chega a 0,12% (Valor Econômico)
IPCA sugere que substituição tributária não afeta o repasse da queda de IPI (Valor Econômico)
John Deere fecha acordo para avançar no mercado de cana (Valor Econômico)
Jovens encaram desemprego no Brasil (Jornal do Brasil)
Leite pressiona IPC-S (Correio Braziliense)
Lobão diz que leilão de Belo Monte sai este ano (Valor Econômico)
Líderes admitem dificuldade política para votar contra redução de jornada (O Globo)
Mabe adquire a BSH Continental por US$ 35 milhões (Folha de S. Paulo)
Mais de 90 vagas para professores (Correio Braziliense)
Manguinhos volta a produzir combustível (O Estado de S. Paulo)
Matrículas irregulares (O Dia)
Meirelles quer imposto baixo (Correio Braziliense)
Moagem de cana avança no Centro-Sul, apesar da chuva (Valor Econômico)
Montadoras batem recorde de vendas no 1º semestre (Folha de S. Paulo)
Nos EUA, montadoras têm o 20º mês seguido de retração (Folha de S. Paulo)
Notas - Melhora a percepção sobre o Brasil (Jornal do Brasil)
Para especialista, vizinhos deverão manter restrições (Valor Econômico)
Para Lula, G-8 perdeu a importância política (O Estado de S. Paulo)
País tem 1º déficit com Argentina em 6 anos (Folha de S. Paulo)
Perto do fracasso (Correio Braziliense)
Pessimismo embala o início da colheita de laranja em SP (Valor Econômico)
Petrobras obtém US$ 1,25 bi com papel no exterior (Valor Econômico)
Plano maior que os presidentes (Correio Braziliense)
Preços caem na segunda prévia de junho do IPC-S (Jornal do Brasil)
Procuradoria pede confisco de bens de Dantas (O Estado de S. Paulo)
Prosegur paga R$ 167,5 milhões pela Norsergel (Valor Econômico)
Queda mais forte nas importações leva a superávit de US$ 4,6 bi (Valor Econômico)
Redução da jornada deve sair, mas com desoneração da folha (Jornal do Brasil)
Relator da LDO vai propor corte de 30% no orçamento devido à queda na arrecadação (Jornal de Brasília)
Saldo com a China deve diminuir, dizem analistas (Folha de S. Paulo)
Saldo comercial cresce 25% no 1º semestre (Folha de S. Paulo)
Saldo comercial é o maior em 30 meses (O Estado de S. Paulo)
Saída de dólares do país é maior do que entrada em US$ 1,227 bilhão em junho (Jornal de Brasília)
SDE apura se ponto extra de TV está sendo cobrado (Valor Econômico)
Setor de usados ensaia volta à fase pré-crise (Folha de S. Paulo)
Stephanes discute com presidente do BNDES criação de fundo garantidor para agropecuária (Jornal de Brasília)
Superávit comercial brasileiro sobe 23,8% no 1º semestre (Jornal de Brasília)
Superávit comercial foi de US$ 4,625 bilhões em junho, o maior desde dezembro de 2006 (Jornal de Brasília)
Tesouro destina R$ 535 mi a cada um dos dois fundos garantidores (Valor Econômico)
Turismo internacional cai no Brasil com crise (Jornal de Brasília)
Vale vai demitir este mês de 200 a 300 empregados (O Estado de S. Paulo)
Venda de carros no Brasil é recorde em junho (O Globo)
Venda de veículos é recorde no semestre (Folha de S. Paulo)
Venda recorde (Correio Braziliense)
Vendas brasileiras só crescem para a Ásia (O Estado de S. Paulo)
Washington confirma que deixará de financiar GM em 10 dias (Jornal de Brasília)
Índice de Preços da quarta semana de junho tem a menor taxa do ano para o período (Jornal de Brasília)

POLÍTICA

''Filtro'' diminui em 42% carga de trabalho no STF (O Estado de S. Paulo)

O filtro aplicado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de 2007 para barrar o julgamento de recursos sem relevância diminuiu em 42% a carga de trabalho dos ministros no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2008. Nos seis primeiros meses de 2009, 23.378 processos chegaram aos gabinetes dos ministros. No mesmo período do ano passado, foram 40.082 processos. Na comparação com 2007, a queda chegou a 63,6%. A redução permitiu, de acordo com o presidente do STF, Gilmar Mendes, que os ministros se concentrassem em temas de maior impacto social, como os julgamentos sobre a demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, a extinção da Lei de Imprensa e a proibição da importação de pneus usados pelo Brasil. Por conta disso, o volume de decisões também apresentou queda de 60 mil processos julgados em 2008 para 53 mil neste ano, incluindo as decisões das turmas, de plenário e de julgamento realizado por apenas um ministro.


Absolvição irrestrita (Correio Braziliense)

A absolvição do deputado Edmar Moreira (sem partido-MG) soou como um recado: a Câmara não pretende incomodar parlamentares que no passado usaram a verba indenizatória na própria empresa. A prática foi proibida em abril, após as denúncias contra Moreira. Mas, como antes não havia restrições, o Conselho de Ética chancelou ontem o entendimento da Mesa Diretora da Casa de que caberá uma anistia geral. Tanto que o deputado do castelo já saiu do julgamento com a sensação de que pode escapar ileso do processo por quebra de decoro, sem sequer uma pena alternativa.

Absolvição reforça possível candidatura ao governo de SC (Valor Econômico)
Agaciel vai depor sobre fraude em nomeação (O Globo)
Aos 74, Pinotti morre de câncer em São Paulo (Valor Econômico)
Começa na próxima semana busca por ossadas no Araguaia (O Estado de S. Paulo)
Conselho da Câmara rejeita a cassação de dono de castelo (Folha de S. Paulo)
Conselho de Ética rejeita cassação de dono de castelo (O Estado de S. Paulo)
Crime mira vácuo da anistia a estrangeiros (Jornal do Brasil)
Crise acirra briga com procuradores (O Estado de S. Paulo)
Crise no Senado continuará com ou sem Sarney (Folha de S. Paulo)
Crise no Senado paralisa o CNMP (Correio Braziliense)
Curtas - Emendas (Valor Econômico)
Deputado do castelo escapa de cassação (O Globo)
Deputado do castelo se livra de cassação (Folha de S. Paulo)
Deputado Hugo Leal é novo relator do caso Edmar Moreira (Jornal de Brasília)
Diploma de jornalista pode voltar via PEC (O Estado de S. Paulo)
Edmar Moreira é absolvido pelo Conselho de Ética (Valor Econômico)
Eleição terá intervalo de 28 dias entre os dois turnos (Valor Econômico)
Em pesquisa do Senado, parlamentares ganham nota 5,4 (Jornal do Brasil)
Entidades reagem à rejeição de procuradores (O Globo)
Escândalos derrubaram três presidentes desde 2001 (O Estado de S. Paulo)
Ex-ministro revela-se frustrado com ritmo de governo (Valor Econômico)
Executiva do PSDB aprova modelo de prévia presidencial (Folha de S. Paulo)
Garibaldi e Maciel já são cotados para chefiar Senado (O Estado de S. Paulo)
General faz relatório sobre tensões no MS (O Estado de S. Paulo)
Grevistas do INSS enfrentam PMs no Rio (O Globo)
Incapacidade de resolver crise no transporte público desgasta Dário (Valor Econômico)
Jobim se solidariza com presidente do Senado (O Estado de S. Paulo)
Lula acusa PSDB de tentar vencer no ''tapetão'' (O Estado de S. Paulo)
Lula arbitra disputa entre Vannuchi e Jobim (O Estado de S. Paulo)
Lula ataca mídia e chama Kadafi de ''amigo e irmão'' (O Estado de S. Paulo)
Lula quer reajuste do Bolsa-Família (O Estado de S. Paulo)
Lula sanciona amanhã ampla anistia a imigrantes (Jornal de Brasília)
Líder tucano promete devolver ao Senado verba usada para bancar funcionário no exterior (Jornal de Brasília)
Na internet, 'Fora Sarney' ganha espaço (O Globo)
Operação segura-Sarney (Correio Braziliense)
Oposição critica peemedebista e proposta do PT (Jornal do Brasil)
Oposição quer ganhar Senado 'no tapetão', diz Lula: 'Não faz parte do jogo democrático' (O Globo)
Paulo Bernardo autoriza nomeações na Marinha e volta de demitidos no governo Collor (Jornal de Brasília)
Pena alternativa mantém direito a voto e a verbas (O Globo)
Petistas afirmam que Sarney prefere renunciar a se afastar temporariamente (Jornal de Brasília)
PF conclui investigação sem identificar grampo no Supremo (Valor Econômico)
Planalto comanda operação fica Sarney (Correio Braziliense)
PMDB conta os votos (Correio Braziliense)
Primo do governador de PE será presidente da Embrapa (O Estado de S. Paulo)
Procuradoria questiona acordo sobre doação (Folha de S. Paulo)
Protestos contra Sarney custam a sair da internet (O Estado de S. Paulo)
Protestos organizados por meio do Twitter falham no mundo real (Folha de S. Paulo)
PSDB acolhe sugestões de Aécio para prévia (Valor Econômico)
PSDB quer ganhar no tapetão, diz Lula (Folha de S. Paulo)
PSDB quer levar Senado no 'tapetão', diz Lula (Valor Econômico)
PSDB regulamenta prévias para 2010 (O Estado de S. Paulo)
PT aguarda chegada de Lula para decidir se mantém apoio a Sarney (Jornal de Brasília)
PT aguarda Lula para dar apoio a Sarney (Valor Econômico)
PT mira em herança do DEM na Mesa Diretora (Correio Braziliense)
Redução da jornada divide base aliada (Valor Econômico)
Rejeição a nome de procurador pode ser revista (O Estado de S. Paulo)
Sarney ameaça sair e Lula aperta o PT (Jornal do Brasil)
Sarney e Renan podem atrasar instalação de conselho (Folha de S. Paulo)
Sarney já admite sair e Lula acusa oposição de golpismo (O Globo)
Secretários do PA têm bens bloqueados (Folha de S. Paulo)
Sem acordo, PSDB se prepara para prévias (O Globo)
Sob críticas, Sarney volta a presidir sessão (Folha de S. Paulo)
STF comemora redução da carga de processos (Jornal do Brasil)
STF muda perfil, mostra balanço (Valor Econômico)
Supremo tem queda de 42% no número de processos recebidos (Folha de S. Paulo)
Temer e Jobim se somam a Renan na defesa de aliado (Jornal do Brasil)
TSE define calendário das eleições de 2010 (Jornal de Brasília)
TSE marca 1º turno para 3 de outubro de 2010 (Folha de S. Paulo)
Tucanato prepara as prévias (Correio Braziliense)
Vice-presidente do Senado é investigado no STF (O Estado de S. Paulo)
Virgílio diz que devolverá dinheiro ao Senado (O Globo)

Convênios do Amapá com a União

Pagos convênios da Saúde para o Amapá


O gabinete do senador José Sarney (PMDB-AP) informa que foram pagos convênios do Ministério da Saúde para o Amapá. A cidade de Santana recebeu seu último repasse no dia 23 de junho no valor R$54.000,00 (cinquenta e quatro mil reais, de um total previsto de R$270.000,00 (Duzentos e setenta mil reais. Os recursos são para melhorias sanitárias domiciliares. Para construção de unidade de saúde e aquisição de equipamento e material hospitalar, também para a cidade de Santana, foram pagos dia 22 de junho, R$97.500,00 (Noventa e sete mil reais e quinhentos reais, de um total previsto de R$500.000,00 (Quinhentos mil reais). Para a prefeitura de Porto Grande, o Ministério da Saúde pagou R$80.000,00 (Oitenta mil reais), de um total previsto de R$400.000,00 (Quatrocentos mil reais), para saneamento básico.


O que é?

O Portal da Transparência, lançado em novembro de 2004, é um canal pelo qual o cidadão pode acompanhar a execução financeira dos programas de governo, em âmbito federal. Estão disponíveis informações sobre os recursos públicos federais transferidos pelo Governo Federal a estados, municípios e Distrito Federal – para a realização descentralizada das ações do governo – e diretamente ao cidadão, bem como dados sobre os gastos realizados pelo próprio Governo Federal em compras ou contratação de obras e serviços, por exemplo. Ao acessar informações como essas, o cidadão fica sabendo como o dinheiro público está sendo utilizado e passa a ser um fiscal da correta aplicação do mesmo. O cidadão pode acompanhar os recursos públicos estão sendo usados no município onde mora, ampliando as condições de controle desse dinheiro, que, por sua vez, é gerado pelo pagamento de impostos. O Portal da Transparência é uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) para assegurar a boa e correta aplicação dos recursos públicos. Sem exigir senha de acesso, o objetivo é aumentar a transparência da gestão pública e o combate à corrupção no Brasil.

Veja também:

A seca não será culpa de Sarney?

Como a memória não é o forte no Brasil, gostaria de lembrar que o presidente José Sarney governou este país num dos momentos mais delicados de nossa História, com serenidade, ponderação e elegância, sem bravatas, sem prender ou arrebentar, sem matar ou torturar, fez a passagem para a Democracia, que permite inclusive que o acusem por tudo de ruim que acontece. Em tempo:a seca que parece que este ano vai ser implacável em Brasília, não será também culpa do Sarney?

José Carlos Werneck

Brasília (DF)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

O GLOBO

DEM, PSDB E PDT PEDEM SAÍDA E SÓ PT SALVA SARNEY

PSOL protocola processo; Dilma visita presidente do Senado em nome de Lula Em meio a uma crise que ameaça o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), DEM, PSDB e PDT pediram formalmente sua licença do cargo. O PSOL levou à Mesa Diretora representação pela abertura de processo contra Sarney, por quebra de decoro, por causa de seu envolvimento com os escândalos recentes. Depois do apelo do presidente Lula por empenho na defesa do aliado no Senado, o PT virou o maior fiador de Sarney. A líder do governo, Ideli Salvatti, disse que é um erro personalizar a crise. Pela primeira vez, a possibilidade de afastamento foi cogitada pela família Sarney. A ministra Dilma Rousseff visitou o senador para dar um recado de Lula, que está na Líbia: o presidente pede que Sarney nada decida até que ele volte ao Brasil. (págs. 1, 3 e 4 e Merval Pereira)

FOLHA DE S. PAULO

ONU CONDENA GOLPE EM HONDURAS

Em decisão unânime, países-membros exigem retorno de Zelaya, que promete voltar amanhã ao país. A Assembleia Geral da ONU aprovou por unanimidade uma resolução que repudia o golpe de Estado em Honduras, exige a restauração imediata de Manuel Zelaya, deposto domingo, e diz que seus 192 países não reconhecerão outro governo. Zelaya classificou o voto como "histórico" e disse não ter sido informado sobre acusações - os militares, o Congresso e a Corte Suprema de Honduras alegam que ele violou a Constituição. Ato público de apoio ao novo governo reuniu milhares em Tegucigalpa, relata Fabiano Maisonnave. Em discurso, o presidente interino, Roberto Micheletti, criticou o venezuelano Hugo Chávez e reiterou que seu governo é "transitório". Zelaya prometeu voltar amanhã e levar os líderes da Argentina, do Equador e da OEA. Segundo o procurador-geral de Honduras, ele será preso "imediatamente" caso o faça. (págs. 1. A12 e A13)

O ESTADO DE S. PAULO

DEM RETIRA APOIO E SARNEY FICA MAIS ISOLADO NO SENADO

Agora DEM e PDT pedem seu afastamento da presidência do Senado . Os 14 senadores do DEM, o maior aliado dos peemedebistas, fecharam posição ontem a favor do afastamento de José Sarney (PMDB-AP) da presidência do Senado. Além disso, PDT, PSDB e três peemedebistas tomaram decisão semelhante, fazendo chegar a 45 (44% do total) o número de senadores contrários à permanência de Sarney. O PSDB sugeriu que ele cedesse a presidência a uma comissão que investigue as denúncias de irregularidades que se acumulam sob sua gestão, entre elas as de que permitiu privilégios a parentes. Para evitar que o líder do DEM, José Agripino (RN), lhe comunicasse a decisão de abandoná-lo, Sarney recusou-se a recebê-lo em seu gabinete. A decisão do DEM foi classificada de "traição" por peemedebistas, que emitiram nota de apoio a Sarney. Ao final do dia, ele apegou-se à manifestação de solidariedade do governo, levada à tribuna pela líder governista no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), e reagiu com um comunicado: "A questão do afastamento nem sequer está em análise". (págs. 1, A4 e A6)

JORNAL DO BRASIL

POBRE TRABALHA MAIS QUE RICO PARA PAGAR IMPOSTOS

Estudo mostra que carga tributária é maior para quem ganha até dois salários mínimos . Receita pública: quem paga e como se gasta no Brasil, estudo divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Receita Federal, comprova que o peso dos impostos do país recai de maneira diferente e injusta sob ricos e pobres. Famílias com renda mensal de até dois salários mínimos trabalham 197 dias para pagar tributos, com uma carga tributária bruta de 53,9%. Por outro lado, aquelas com renda acima de R$ 13 mil mensais precisam de 106 dias, ou três meses a menos, com uma carga tributária estimada em 29%. O estudo engloba todos os impostos, inclusive os embutidos no preço final de mercadorias e serviços, como o IPI e o ICMS. "Ser rico no Brasil significa ser beneficiado pelo sistema tributário", afirma o economista Márcio Pochmann, presidente do Ipea. (págs. 1 e Economia A18)

CORREIO BRAZILIENSE

GUERRA ABERTA NA SAÚDE

Hospitais de Brasília suspendem convênio com a Cassi, do BB, o maior plano de saúde do DF, com 84 mil associados. Boicote dos pediatras hoje deve sobrecarregar rede pública, que enfrenta um déficit de 200 médicos para atender crianças. Gripe suína chega ao Congresso. Funcionária da presidência da Câmara contrai vírus H1N1 após viagem a Buenos Aires. Cinco hospitais particulares de Brasília estão de portas fechadas para a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, o maior plano de saúde do Distrito Federal. O impasse na negociação dos valores das consultas levou as unidades de saúde a suspender o atendimento a 84 mil beneficiados da Cassi. A guerra na saúde privada também atinge as crianças, com o boicote marcado para hoje dos pediatras. Rede pública não tem condições para atender a demanda de pacientes. No Congresso, uma servidora da Câmara teve o diagnóstico confirmado da influenza A. Ela foi medicada e passa bem. (págs. 1, 10, 27 e 33 Opine sobre o boicote dos pediatras no correiobraziliense.com.br)

VALOR ECONÔMICO

BRASIL ESTUDA RETALIAÇÃO COMERCIAL À ARGENTINA

Encerradas as eleições legislativas na Argentina, o governo brasileiro retomou a discussão para uma ofensiva contra o protecionismo do país vizinho, contrariado com a redução do comércio bilateral. Ao mesmo tempo em que vê a exportação brasileira para o parceiro diminuir 44% de janeiro a maio, o governo Lula constata um avanço dos chineses naquele mercado e prepara uma ação enérgica. A ideia é resgatar a desastrada tentativa de suspender as licenças automáticas de importação, mirando automóveis, autopeças, alimentos e laticínios. A suspensão da licença automática, anunciada pelo Ministério do Desenvolvimento em janeiro, havia sido acertada com o Ministério da Fazenda, mas foi desautorizada pelo presidente Lula na ocasião. (págs. 1 e A3)

VEJA TAMBÉM...

ARTIGOS

Geopolítica versus interesses de uma CPI (O Estado de S. Paulo)

Os Estados Unidos exploram petróleo desde 1859 e, valendo-se de suas grandes jazidas, transformaram essa fonte de energia em instrumento para sua consolidação como potência econômica. Tendo sido, por muito tempo, o maior produtor mundial, vislumbram um cenário de incertezas ao constatar o declínio acelerado de suas reservas, que durarão apenas mais 12 anos. Tal situação é acompanhada pelos governos americanos há muito tempo, e é o fator determinante no planejamento estratégico das ações externas daquele país. Muitas delas são apresentadas sob argumentos dissimulados, como a ocupação do território do Iraque - dono da terceira maior reserva mundial - ou a ocupação do Afeganistão, rota adequada para escoar a produção petrolífera de antigas repúblicas soviéticas.

Pré-sal: a pressa é inimiga da nação (Jornal do Brasil)

Qualquer estudante de segundo grau sabe que energia é essencial ao desenvolvimento. E que o petróleo está terminando em todo o mundo. Quem o tem, tem uma riqueza tão valiosa que é alvo da cobiça que chega, às vezes, até mesmo à guerra. Nem sempre foi assim. Nos anos 50, quando se criou a Petrobras, o petróleo era barato. Encontrá-lo, diante das pequenas quantidades localizadas, era caríssimo. Alguns idealistas, como Monteiro Lobato, sacrificaram seu patrimônio com a determinação de achá-lo. Os homens "práticos", destes que pensam com a cabeça de uma máquina de calcular, jamais teriam se lançado a pesquisar e produzir petróleo. Afinal, com um preço médio de US$ 3 dólares por barril até o início dos anos 70 e uma produção que mal passava de 100 mil barris diários seria fácil concluir que, nas contas na ponta do lápis, era prejuízo. Se quisermos sofisticar, era uma péssima relação custo-benefício.

Ainda há muito o que crescer (Jornal do Brasil)
Atrás das grades (Correio Braziliense)
Chávez e o golpe em Honduras (Folha de S. Paulo)
De JohnKennedy@com para Obama@gov (Folha de S. Paulo)
Depois do vendaval (O Estado de S. Paulo)
Fim das superestrelas (Folha de S. Paulo)
Gravidade do desalento industrial (Folha de S. Paulo)
Lula como avalista (Jornal do Brasil)
O Nordeste daqui (Correio Braziliense)
O peso da burocracia (Jornal do Brasil)
O PT, de ACM a Sarney, via Renan (Folha de S. Paulo)
OS: o pragmatismo do presidente (Folha de S. Paulo)
Por mais patentes brasileiras no exterior (Valor Econômico)
Previdência fechada: mais um tiro no pé? (Correio Braziliense)
Reflexões de um aprendiz de cozinheiro (Jornal do Brasil)
Teflon ao contrário (Folha de S. Paulo)
Um projeto incompleto (Jornal do Brasil)
Vai voltar a farra? (O Estado de S. Paulo)

COLUNAS

Honduras e a América Mangabeira Unger (Jornal do Brasil - Coisas da Política)

Pela primeira vez, desde que foi proclamada a Doutrina Monroe, em 1823, um presidente norte-americano condena golpe militar na América Latina. A pequena e economicamente inexpressiva Honduras passa à História como o recuado peão que faz mover o tabuleiro estratégico do continente. Como em velho programa humorístico do rádio brasileiro, vale a pena recorrer ao bordão: há sinceridade nisso? Provavelmente, sim. A Casa Branca se encontra ameaçada pela extrema direita norte-americana, ao mesmo tempo em que busca limpar sua imagem no mundo, e necessita do apoio dos liberais de seu país e do mundo. Nem mesmo durante o governo de Franklin Roosevelt, considerado de esquerda pelos conservadores, os Estados Unidos deixaram de financiar e apoiar – mesmo com soldados e armas – golpes militares em nossos países. Uma das piores tiranias na América Central – a da Nicarágua – foi concebida em Washington, com o assassinato do grande revolucionário Augusto César Sandino, em 1934. Sandino, depois de vitorioso, caiu em emboscada, preparada por Anastásio Somoza, chefe da Guarda Nacional nicaraguense, e assassinado, quando ia discutir acordo para a desmobilização de seus guerrilheiros. Roosevelt, ao mesmo tempo em que proclamava a famosa doutrina da boa vizinhança, prestigiou a ditadura de Somoza enquanto viveu, e o mesmo apoio cúmplice e criminoso de Washington com a família de usurpadores continuou até 1979, quando Anastásio Tachito Somoza, filho do primeiro, foi derrubado pela Frente Sandinista e executado em Assunção, no Paraguai, meses depois, por guerrilheiros argentinos. Roosevelt se referia ao primeiro Somoza como um "son of bitch, but our son of bitch".

Negócios com a China, mas não um "negócio da China" (Valor Econômico)

Com o desempenho espetacular da economia chinesa nas últimas duas décadas, apesar de ter sido atingida pela crise de seu principal parceiro, os EUA, a China logrou preservar em 2009 uma significativa taxa de investimento e um crescimento provável de 6% neste ano. O comércio exterior brasileiro com a China vem apresentando um ritmo expressivo de crescimento e, mantida essa tendência, o peso dos negócios com a China crescerá significativamente. Muitos registram com satisfação a perda de posição relativa do comércio Brasil-EUA. Em tese, é conveniente para o Brasil aumentar exportações para a China. Entretanto, podem ser "negócios da China". O Brasil é o grande supridor de minério de ferro da economia chinesa. No âmbito do Mercosul, as exportações siderúrgicas chinesas vêm deslocando o aço brasileiro. Não é um bom negócio comercial nem geopolítico estreitar laços de suprimento de exportações chinesas competitivas com manufaturados brasileiros. Um outro exemplo é, talvez, mais dramático: o Brasil dispõe de excelente couro verde bovino; a China (Hong Kong) e a Itália são grandes importadores desta matéria prima. Os chineses estão fabricando sapatos de couro brasileiro e deslocando o calçado brasileiro do mercado americano. A sofisticação chinesa é tal que têm sido contratados projetistas e especialistas brasileiros, desempregados nos pólos de Novo Hamburgo e Franca pela redução do mercado externo. Talvez venhamos a ver a espantosa venda de calçados "made in China" nos supermercados do Brasil. Equívoco deste tipo aconteceu com uma amiga, que comprou uma colcha em Tiradentes (MG), certa de estar levando para casa um artesanato regional, e descobriu a etiqueta "made in China". Suspeito que os chineses estão se inspirando na Inglaterra vitoriana que, no bojo da primeira Revolução Industrial, comprava alimentos e matérias primas para exportar manufaturados para o resto do mundo. No modelo chinês, não está London City; os tempos são outros e os EUA controlam - com sua dívida pública, com o dólar, com o Fed, com Wall Street - o coração estratégico do sistema financeiro globalizado. Os EUA dispõem de um sistema muito maior e mais sofisticado do que a City, porém não controlam os bancos e bolsas chinesas. A China tem, pelo tamanho ciclópico de sua reserva internacional em trilhões de títulos do Tesouro Americano, pelo menos a possibilidade de um tácito acordo bilateral, segundo o qual a China tenta ser uma Inglaterra renovada, que respeita a hegemonia financeira americana.

Acordo à mineira (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Ações tributárias não têm mérito julgado (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
"Não me preocupa, não me aflige e não me atemoriza" Governador Aécio Neves (PSDB), sobre a evolução de Dilma Rousseff em pesquisas eleitorais (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Bondades no atacado (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Contas do GDF vão para a internet, mas salários estão ainda em estudo (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Desoneração não instiga juro futuro (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Ganância dos hospitais (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Inflação cadente favorece juro menor (Valor Econômico - Brasil)
Instalada comissão da PEC 270/08 (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Medidas extremas (Folha de S. Paulo - Painel)
O mel de Picos (Valor Econômico - Política)
Pior é impossível (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Por CPI, oposição dá trégua a Sarney (Jornal do Brasil - Informe JB)
Serviço de bordo (Jornal do Brasil)
Um semestre para ficar na história (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)

ECONOMIA

20 vagas abertas (O Dia)

O Banco Central divulgou o edital do seu concurso para procurador. São 20 vagas para bacharéis em Direito com inscrição na OAB. O procurador tem salário inicial de R$ 14.549,53. Três das 20 vagas serão para lotação na Procuradoria Regional no Rio. As inscrições acontecem dos dias 13 deste mês a 4 de agosto no site www.cespe.unb.br/concursos. Candidatos sem acesso à Internet poderão utilizar computador disponibilizado pelo Cespe na loja Microlins Recreio (Avenida das Américas 16.691, sala 303, cobertura). A taxa de participação é de R$ 170. Pedidos de isenção poderão ser feitos dos dias 13 a15 deste mês no site do Cespe. O concurso terá duas etapas: provas objetiva, discursiva e oral, e avaliação de títulos. Os aprovados vão passar ainda por um curso de capacitação. A primeira prova está marcada para 30 de agosto e será aplicada no Rio, além de outros estados. O Banco Central aguarda ainda autorização do Ministério do Planejamento para realização de dois outros concursos, com oferta de 500 vagas: 150 para analista (Nível Superior, salário em torno de R$ 11 mil) e 350 para técnico (Nível Médio, R$4.500). Há também auxílio alimentação, vale-transporte, plano de saúde e auxílio-creche.

Abate de bovinos e frango cai no 1º tri (Valor Econômico)

Os abates de bovinos e frangos confirmaram as expectativas do mercado e registraram quedas significativas no país no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2008, conforme levantamento divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os abates de suínos, em contrapartida, cresceram, também em linha com as previsões. Em relação ao quarto trimestre do ano passado, os abates caíram nas três frentes. A explicação para a diferença de comportamento na comparação entre os primeiros trimestres está nas exportações. Enquanto os volumes de carnes bovina e de frango embarcados de janeiro a março diminuíram em decorrência da crise global aprofundada a partir de setembro, os de carne suína - a mais consumida do mundo - registraram aumento.

Ainda há fôlego (Valor Econômico)
Alta de preços pode ameaçar economia global (O Globo)
Aneel autoriza reajuste de 13% para Eletropaulo (Valor Econômico)
Aneel contesta substituição tributária (Valor Econômico)
Angra 3 mais próxima (O Globo)
Apesar de corte do IPI, preço do pão vai subir (O Globo)
Aposentadoria por invalidez (O Dia)
Atrasada, OHL começa a gerar receita nas rodovias federais (Valor Econômico)
BANCO CENTRAL ABRE 20 VAGAS PARA PROCURADOR, COM SALÁRIO DE R$ 14.500 (Jornal de Brasília)
Banco chinês de fomento terá escritório no Rio (Valor Econômico)
BB amplia oferta de crédito para micro e pequenas empresas (Jornal de Brasília)
BB antecipa crédito do BNDES (O Estado de S. Paulo)
BB DTVM terá um novo presidente (Valor Econômico)
BB tem maior valorização das Américas (O Estado de S. Paulo)
BC abre 20 vagas (Correio Braziliense)
BNDES capta US$ 1 bi fora do país para reforçar caixa (Folha de S. Paulo)
BNDES pune fabricante de máquinas (Valor Econômico)
BNDES sustenta mais de 20% do investimento em máquinas no país (Valor Econômico)
Bolsa brasileira é a 2ª mais rentável em ranking global (O Estado de S. Paulo)
Bolsa zera as perdas que teve na crise (O Globo)
Bradesco e BB lucram R$3 bi com VisaNet (O Globo)
BRASIL ESTUDA RETALIAÇÃO COMERCIAL À ARGENTINA (Valor Econômico)
Brenco busca R$ 530 milhões com debêntures e bancos (Valor Econômico)
Caderneta de poupança bate fundos DI e CDBs de pequenos investidores (O Estado de S. Paulo)
Celma ganha importância global em aviação na GE (Valor Econômico)
CMN amplia atuação das agências de fomento (O Estado de S. Paulo)
CMN amplia escopo de agências de fomento (Valor Econômico)
CMN contraria expectativa sobre classificação de risco (Valor Econômico)
Com arrefecimento da crise, CDBs perdem atratividade (O Estado de S. Paulo)
Com incentivos, indústria reduz estoques (O Globo)
Com valorização de 37%, Bolsa é destaque no 1º semestre (Folha de S. Paulo)
Comissão da Câmara aprova 40 horas semanais (O Estado de S. Paulo)
Confiança da indústria é a maior desde outubro, diz FGV (O Estado de S. Paulo)
Confiança de empresários aumenta pela 6ª vez seguida (Valor Econômico)
Conta de luz cai 2,82% para cliente residencial da Light a partir de hoje (O Globo)
Conta de luz vai subir 13% em SP em julho (O Estado de S. Paulo)
CSN registra vazamento em Volta Redonda (Valor Econômico)
Curtas - Títulos da dívida (Valor Econômico)
Demitidos por Collor voltam até outubro (Correio Braziliense)
Depois do comércio, Brasil e China devem reforçar investimento, dizem economistas (Valor Econômico)
Deputados aprovam jornada de 40 horas (O Globo)
Distribuidora pediu correção maior à agência reguladora (Folha de S. Paulo)
Em 15 anos de Real, aluguéis sobem 633,52% (O Estado de S. Paulo)
Em SP, tarifa de energia vai subir 13% para consumidores (Folha de S. Paulo)
Empregados ameaçam paralisar as operações da Vale no Canadá (Valor Econômico)
Empresa investirá R$ 1 bi em logística (Valor Econômico)
Empresas já se ajustam para demanda maior (Valor Econômico)
Estímulos fiscais devem aumentar crescimento do país ainda este ano (O Globo)
Experiências frustradas contribuíram para sucesso (Jornal do Brasil)
Exportações vão impedir recuperação da produção (Valor Econômico)
Farc matam 6 militares colombianos na fronteira com Venezuela (Jornal de Brasília)
Fazenda e BC têm de se alinhar (O Estado de S. Paulo)
Febraban defende atual modelo do INSS e nega recomendação de boicote (Valor Econômico)
Gestão da Copersucar já é 100% profissional (Valor Econômico)
Governo agora estuda desonerar folha (O Globo)
Governo está concedendo muitos subsídios (Folha de S. Paulo)
Governo ignora sugestões de área técnica e mantém meta de inflação de 2011 em 4,5% (Valor Econômico)
Governo mantém meta de inflação em 4,5% (O Globo)
Imigração cai ao menor nível desde a década de 80 (Jornal do Brasil)
Indústria ajusta estoques e começa a retomar fôlego (Folha de S. Paulo)
Indústria de SP cresce 0,9% (O Estado de S. Paulo)
Indústria paulista reduz estoques e aumenta vendas (Valor Econômico)
Inflação anual da OCDE desacelera fortemente em maio (Jornal de Brasília)
Juro de janeiro de 2011 cai com CMN (O Estado de S. Paulo)
Lei para autônomos entra em vigor: custo menor (O Globo)
Mabe compra a alemã BSH no Brasil (Valor Econômico)
Mais 10 podem ser acusados no caso Madoff (Folha de S. Paulo)
Meta de inflação para 2011 é fixada em 4,5% (Gazeta do Povo)
Meta de inflação é mantida em 4,5% (O Estado de S. Paulo)
Meta para turbinar candidatura de Dilma (Correio Braziliense)
MISTURA MAIOR DE BIODIESEL DEVE ENCARECER DIESEL (Folha de S. Paulo)
Município do interior de SP quer banda larga gratuita (Jornal do Brasil)
Máquina chinesa é vendida como produto nacional (O Estado de S. Paulo)
Notas - Supermercados vendem 4% mais (Jornal do Brasil)
Novas demissões na Vale podem chegar a 300, afirma sindicato (O Estado de S. Paulo)
Novas normas devem proteger investidores (Folha de S. Paulo)
Operadores dão adeus ao pregão viva-voz da BM&F (Valor Econômico)
Para evitar subir juro, governo mantém meta de inflação (Folha de S. Paulo)
Paulo Bernardo classifica de estapafúrdia ideia de zerar superávit primário em 2010 (Jornal de Brasília)
País estuda acordo com Paraguai (O Estado de S. Paulo)
Pobre gasta 53,9% da renda com imposto (O Estado de S. Paulo)
Pobre paga mais tributos que rico, diz Ipea (Folha de S. Paulo)
Pobres trabalham mais por imposto (O Globo)
Pregão viva-voz é extinto na Bolsa de São Paulo (Folha de S. Paulo)
Presidente desautoriza embaixadores hondurenhos na ONU e na OEA (Jornal de Brasília)
Projeto sobre pré-sal pode ir ao Congresso até o fim do mês (Valor Econômico)
Querosene de aviação sobe 12% (O Estado de S. Paulo)
Querosene de aviação terá reajuste de 12% (Valor Econômico)
Real flerta com a maturidade (Correio Braziliense)
Repasse da queda do diesel não chega a 50% do previsto (O Estado de S. Paulo)
Serra e Aécio reagem e dizem que Mantega errou (O Estado de S. Paulo)
Soluções mais ousadas (O Globo)
Tema do dia - Real: 15 anos de inflação domada (Jornal do Brasil)
Vale anuncia a demissão de até 300 funcionários no país (Folha de S. Paulo)
Venda da VisaNet reforça caixa de banco (Valor Econômico)
Venda de carros alcança melhor resultado mensal da história (O Estado de S. Paulo)
Vendas fecham semestre e mês batendo recordes (Valor Econômico)
Vendas à vista no comércio de SP crescem até 3% em junho (Folha de S. Paulo)
Zona do euro registra sua 1ª deflação (Folha de S. Paulo)


POLÍTICA

''Contrabando'' em lei prejudica quem espera por precatório (O Estado de S. Paulo)

Ao sancionar ontem, com três vetos, a Lei 11.960, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve um "contrabando" que muda o índice de correção dos precatórios, prejudicando aqueles que têm dinheiro a receber dos governos. A lei sancionada acaba com os juros de mora na correção de precatórios com pagamento atrasado - desde 2001, a lei estabelecia juros de 6% ao ano, mais atualização monetária pela inflação. Passa a vigorar apenas a correção pelo índice da caderneta de poupança. O "contrabando" é de autoria do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Com a sanção da lei, os municípios poderão parcelar em até 240 meses (20 anos) suas dívidas com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vencidas até 31 de janeiro, calculadas em cerca de R$ 20 bilhões. A sanção da lei beneficia 1.200 prefeituras. Antes, o parcelamento podia ser feito em até 60 meses.

Petista sobe à tribuna para defender Sarney (O Globo)

Pressionada pelo Palácio do Planalto a explicitar apoio ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a bancada de senadores do PT passou o dia tentando encontrar uma saída para não expor sua divisão.
Não conseguiu. À noite, após duas horas de reunião, a bancada, completamente rachada, adiou para hoje uma decisão sobre o assunto.
Depois que o DEM, que apoiara a eleição de Sarney, em fevereiro, pediu sua licença do cargo, a bancada do PT passou a ser a principal fiadora da permanência dele no comando da Casa. A senadora Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, foi a única petista a defender publicamente Sarney ontem.
Dos 12 senadores da bancada petista, pelo menos cinco manifestaram contrariedade no apoio a Sarney, porque isso causaria forte desgaste político individual. Mas a recomendação do próprio presidente Lula ao partido, no dia anterior, era de salvar Sarney para manter a governabilidade no Senado.
Diante do impasse, o líder da bancada, Aloizio Mercadante (SP), passou o dia em negociações com outros governistas, antes de reunir os petistas. À noite, depois do encontro, ele disse que os 12 senadores petistas terão uma reunião hoje de manhã com Sarney, e só depois decidirão se mantêm o apoio ao presidente do Senado.
— Foi uma decisão coletiva. Vamos procurar Sarney e externar nossa preocupação.

A trilha minada de Dilma (Correio Braziliense)

Para se firmar como candidata do PT à sucessão de Lula, a ministra da Casa Civil depende de barganhas partidárias, sucessos na economia e até de articulações religiosas. Ciente de sua importância no jogo sucessório de 2010, o PMDB cobra alto para apoiar a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Além dos já discutidos e ainda não acertados palanques regionais, a cúpula peemedebista incluiu no dote a indicação dos substitutos de seus ministros que deixarão os cargos para concorrer às eleições do ano que vem. “Temos consciência de que é uma atribuição do presidente da República, mas da mesma forma que nos ouviu para indicar os ministros da primeira vez, o PMDB quer essa audiência democrática e respeitosa quando houver as substituições”, diz o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).

Aconselhado a se licenciar, Sarney reúne a família para tomar decisão (O Globo)
Aqui sempre se vai para o exagero (O Globo)
Assembleia favorece aliado de governador (Folha de S. Paulo)
Bancada do PSDB decide pelo afastamento do presidente do Senado (Jornal de Brasília)
Bolsa Família terá aumento ainda neste ano' (Folha de S. Paulo)
Brasil poderá ter documento único de identidade (O Globo)
CCJ adia para a próxima semana votação da PEC do Terceiro Mandato (Jornal de Brasília)
Comissão aprova jornada de 40 horas por unanimidade (Valor Econômico)
Comissão da Câmara aprova jornada de 40 horas semanais (Folha de S. Paulo)
Comissão do Senado aprova projeto de lei destinado a incrementar o agronegócio (Jornal de Brasília)
Comissão irá propor estágio obrigatório (Folha de S. Paulo)
Comissão sugere processo contra Agaciel (O Globo)
CPI da Petrobrás é adiada outra vez (O Estado de S. Paulo)
Crescimento de Dilma não ''atemoriza'', diz Aécio (O Estado de S. Paulo)
Crime tributário não tem mérito julgado (O Estado de S. Paulo)
Crise até em sessão especial (O Estado de S. Paulo)
Câmara também passará por pente-fino (Correio Braziliense)
DEM decide pelo afastamento temporário de Sarney (Jornal de Brasília)
DEM e PSDB divergem sobre internet nas eleições (Valor Econômico)
Enrolação peemedebista (Correio Braziliense)
GUERRA ABERTA NA SAÚDE (Correio Braziliense)
Heloísa xinga vereadora de "trapaceira" e é processada (Folha de S. Paulo)
Hospitais privados vão atuar contra gripe suína (O Estado de S. Paulo)
Kassab dedica-se a cobrir perdas da crise e deixa grandes obras para Serra (Valor Econômico)
Lobby para reajustar salários (Correio Braziliense)
Lula avaliza negociar com Ciro em SP (O Estado de S. Paulo)
Lula defende parceria com países ricos para desenvolvimento de países africanos (Jornal de Brasília)
Lula nega incômodo com ditadores na África (O Estado de S. Paulo)
Líder do DEM defende afastamento de Sarney (Jornal de Brasília)
Líder do governo defende permanência de Sarney na presidência do Senado (Jornal de Brasília)
Líderes fecham acordo para votar mudanças para eleições de 2010 (O Globo)
Mangabeira afirma em carta de demissão que Brasil se levantará (Folha de S. Paulo)
Mangabeira pediu demissão há um mês (O Globo)
Ministério Público incomoda prefeito com ações (Valor Econômico)
No pior dia da crise, partidos pedem que Sarney se afaste (Folha de S. Paulo)
Núcleo de inteligência terá reforço da polícia (O Estado de S. Paulo)
Petistas entregam manifesto pró-Emídio (Valor Econômico)
PF busca acesso a documentos sobre a rede de empréstimos (Jornal do Brasil)
PF conclui caso sem achar grampo no STF (Folha de S. Paulo)
PF pressiona pelo fim da “terceira classe” (Correio Braziliense)
PMDB deve anunciar apoio a José Sarney depois de reunir bancada no Senado (Jornal de Brasília)
PRB negocia sucessão de Mangabeira (Valor Econômico)
PSOL formaliza pedido de investigação (O Estado de S. Paulo)
PSOL pede cassação de Sarney e Calheiros (Jornal de Brasília)
PSOL também quer Renan no Conselho de Ética (Jornal do Brasil)
Queda de arrecadação ofusca balanço de Yeda (Valor Econômico)
Redução da jornada de trabalho avança na Câmara (Jornal do Brasil)
Relatório do terceiro mandato tem pedido de vista na CCJ (Valor Econômico)
Ressarcimentos médicos inflados (Correio Braziliense)
Sarney e neto vão depor à PF sobre crédito consignado (O Estado de S. Paulo)
Senado não pode parar por causa de crise, diz Lula (Folha de S. Paulo)
Senado rejeita dois procuradores para o conselho do MP (O Globo)
Senado retalha Ministério Público (O Estado de S. Paulo)
Serra instala supercorregedoria contra corrupção (O Estado de S. Paulo)
Sindicância quer punição de mais servidores (O Estado de S. Paulo)
STJ manda trancar ação penal contra suíço (O Estado de S. Paulo)
Sugestão do PSDB para Mesa vira saia-justa (O Estado de S. Paulo)
Yeda faz balanço de governo e minimiza crise (Folha de S. Paulo)
Yeda faz balanço e tenta amenizar crise (O Estado de S. Paulo)

Eleições 2010: Campanha contra o Senado

Roseana: "Sarney fará o que for melhor para o Brasil"

Na opinião da governadora do Maranhão, Roseana Sarney, a responsabilidade pela crise enfrentada pelo Senado é de todos os senadores e não unicamente do seu pai, o presidente do Senado, José Sarney. Ao deixar a residência do pai, no momento em que Sarney recebia os senadores Aloizio Mercadante (PT-SP), líder do PT, Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do PMDB, e outros parlamentares, ela afirmou que Sarney fará o que for melhor para o Brasil.
A pergunta mais freqüente dos jornalistas era sobre a possibilidade de Sarney renunciar ainda hoje ao cargo do presidente do Senado. Roseana sublinhou que essa decisão será exclusiva do pai, que seguramente tomará a decisão correta, com o apoio de toda a família.
- Ele tem maturidade, experiência, sabe o que faz e é um homem importante para o Senado e para o Brasil. Acho que ele vai tomar a decisão correta. Vai fazer o que achar melhor para o Brasil Ele sempre teve em mente que a coisa maior é o Brasil, não ele. E a responsabilidade é de todos. Dizem no Maranhão que dance quem dance, quem dá pulo é o José. Está acontecendo mais uma vez isso. Quem dá pulo é o José, que é quem está sendo responsabilizado por tudo - frisou.
Ela também afirmou que seu pai está sendo bode expiatório na crise que atinge a imagem da instituição. No seu entender, a responsabilidade pelas irregularidades apontadas no Senado é de todos, inclusive dela, que foi senadora antes de afastar-se para assumir o governo do Maranhão.
Ao deixar a residência de Sarney, Renan Calheiros também foi indagado sobre a possibilidade de renúncia. Renan respondeu que não existe nenhum fato novo que justifique a saída do presidente do Senado. O líder peemedebista negou que Sarney esteja esperando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retorne da Líbia para anunciar sua decisão.
O líder Aloizio Mercadante anunciou que, ainda na tarde desta quarta-feira (1º), seu partido anunciará a decisão tomada depois da conversa com Sarney.
Teresa Cardoso / Agência Senado
Veja também:
Sarney está reunido com lideranças do PT

Acompanhe

Clique para ampliar