quarta-feira, 5 de junho de 2013

Opinião, Notícia e Humor

Clipping de Hoje 

Primeira Página
Correio Braziliense
"Prostituta feliz" causa demissão
Feijão: Preço sobe 30% e Ministério da Agricultura aumenta importações com medo da inflação
VEM MAIS BRIGA AÍ
O Estado de S. Paulo
Cristina cassa concessão de empresa brasileira
OUTRO ÍNDIO É BALEADO; DILMA MANDA FORÇA NACIONAL A MS
Planalto promete liberar R$ 1,5 bi após rebelião da base
O Globo
Dilma veta renovação automática em porto
Imposto zero para atrair dólares
TENSÃO FUNDIÁRIA: GOVERNO PÕE FORÇA NACIONAL PARA CONTER CONFLITO INDÍGENA
Valor Econômico
INDECISÕES SOBRE ÁREAS INDÍGENAS ATRASAM USINAS
IOF cai para atrair capital
Sonegação de impostos é de R$ 349 bi
Notí­cias do Dia

Artigo

A questão indígena (Correio Braziliense)
As sequelas do Refis da Crise (Valor Econômico)
Assimetria no retrocesso econômico (O Estado de S. Paulo)
Basta à impunidade (Correio Braziliense)
Correção (Valor Econômico)
Dez anos de lulopetismo (O Estado de S. Paulo)
Dilma veta renovação automática em porto (O Globo)
EUA devem muito a Bernanke (Valor Econômico)
ICMS: a origem do problema e o destino da solução (Valor Econômico)
Imposto zero para atrair dólares (O Globo)
Mapa para a nova independência (Correio Braziliense)
O déficit externo é mais embaixo (Valor Econômico)
O labirinto das Medidas Provisórias (O Globo)
Um governo 'estratégico' (O Globo)
É terrorismo eleitoral, sim! (O Estado de S. Paulo)

Colunas

A batalha das expectativas (Valor Econômico)
Brasil S.A (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Cru e quente (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Dicas de Português (Correio Braziliense)
Isolamento (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Legítima defesa (O Estado de S. Paulo)
Lei de Murphy (Correio Braziliense - Brasília-DF - Luiz Carlos Azedo)
Na véspera das respostas certas (Valor Econômico)
No ar (O Estado de S. Paulo - Direto da Fonte)
O arraiá de Dilma (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
O desconforto (O Globo - Panorama Político)
Panorama Econômico (O Estado de S. Paulo)
Economia

Aeroportos terão que criar plano para informar os passageiros sobre atrasos (O Globo)
Argentina cassa concessão de ferrovia da ALL (Valor Econômico)
Argentina estatiza 8 mil km de ferrovias da brasileira ALL (O Globo)
Argentina tira a ALL do trilho (Correio Braziliense)
Barreiras no caminho da cota nacional na TV paga (O Globo)
BC só intervém se real descolar de pares, diz Aldo (Valor Econômico)
Cade deve exigir que Rede D'Or venda hospital em Brasília (Valor Econômico)
Cemig avalia aquisição da Brasil PCH da Petrobras (Valor Econômico)
Com Zeinal Bava na Oi, dúvida agora é quando virá novo plano estratégico (Valor Econômico)
Curtas (Valor Econômico)
Destaques (Valor Econômico)
Disputa na TV paga (Valor Econômico)
Doméstica: nova mudança em hora extra (O Globo)
Em meio à investigação, SAC Capital deve contabilizar resgates esta semana (Valor Econômico)
Emergente atrai menos (Correio Braziliense)
Expectativa é acionar primeira turbina neste mês (Valor Econômico)
Feijão: Preço sobe 30% e Ministério da Agricultura aumenta importações com medo da inflação (Correio Braziliense)
Furnas sofre na pequena Batalha os mesmos entraves das grandes usinas (Valor Econômico)
GM e sindicato seguem negociação (Valor Econômico)
Governo já perdeu neste ano R$ 135 bilhões com sonegação (O Globo)
Governo muda IOF para atrair capital (O Estado de S. Paulo)
Indicação de novo presidente provoca alta nas ações da Oi (Valor Econômico)
Indústria cresce 1,8% (Correio Braziliense)
Indústria surpreende: alta de 1,8% em abril (O Globo)
Injeção de dólar (O Globo)
IOF cai para atrair capital (Valor Econômico)
IOF zero para conter dólar (Correio Braziliense)
Justiça Federal autoriza inscrição no ProUni (Valor Econômico)
Lei dos Portos: Dilma deve vetar renovação automática após 1993 (O Globo)
Leilão de título cambial (Valor Econômico)
Mais fôlego para consumir? (Valor Econômico)
Malha do país é insuficiente (Correio Braziliense)
Marinha aprova novo calado para Santos (Valor Econômico)
Mau tempo atrasa 29,2% dos voos (Correio Braziliense)
Medida também deve atenuar a pressão cambial (Valor Econômico)
Minas-Rio obtém 96% das licenças (Valor Econômico)
Move Mais disputa espaço em pedágio (Valor Econômico)
Mudanças no Imposto de Renda (Correio Braziliense)
Para diretor do BC,valorizaçãodo dólar no mundo é inevitável (O Estado de S. Paulo)
Pessoa física traz liquidez a negócios com debêntures (Valor Econômico)
Promessa de R$ 136 bi (Correio Braziliense)
Pós-fixado garante o ganho na renda fixa (Valor Econômico)


Política

"Prostituta feliz" causa demissão (Correio Braziliense)
Afif, de Dilma, deve assumir SP, de Alckmin (O Globo)
Alckmin recua de viagem que levaria Afif a assumir (Valor Econômico)
Aliados cobram acordos feitos na aprovação da MP dos Portos (Valor Econômico)
Aprovadas novas regras de criação de municípios (Valor Econômico)
Associação de juízes paulistas crítica jornais (O Estado de S. Paulo)
Base espera R$ 1,5 bilhão para emendas (O Estado de S. Paulo)
CAE perdoa dívida de 150 mil agricultores (Valor Econômico)
Campanha dirigida a prostitutas derruba diretor de Aids (O Globo)
Conselho cobra presidente por não receber indígenas (O Estado de S. Paulo)
Câmara aprova regras que criam até 150 novos municípios (O Estado de S. Paulo)
Câmara permite novos municípios (O Globo)
Câmara vota projeto que limita poderes da Justiça Eleitoral (Valor Econômico)
Deputados querem punir 'denúncia falsa' nas eleições (O Estado de S. Paulo)
Dilma promete projeto de lei para setor de mineração (Valor Econômico)
Dilma sinaliza redução de MPs e promete mais reuniões com líderes (O Globo)
Disputa interna abre crise na AMB (Correio Braziliense)
Estado de índio que foi ferido nas costas é grave (O Globo)
Faxina ética no Itamaraty (Correio Braziliense)
FHC e Lula receberam grupos e ouviram queixas (O Estado de S. Paulo)
Flexibilização da Ficha Limpa fica na gaveta (Correio Braziliense)
Força Nacional intervém (O Globo)
Foto entregue à Comissão da Verdade revela 'Herzog gaúcho' (O Globo)
Geddel é tão conveniente ao PMDB quanto Eduardo Cunha (Valor Econômico)
Governo emenda MP para manter desoneração (Valor Econômico)
Governo se divide, enquanto Alckmin faz blitz sozinho (O Estado de S. Paulo)
Greve põe Agnelo em colisão com petistas (Valor Econômico)
Kassab atrai ex-cúpula de segurança tucana (O Estado de S. Paulo)
Ministro se desdiz sobre acatar ordem judicial (O Estado de S. Paulo)
Ministério Público acusa governo federal de omissão (O Estado de S. Paulo)
Novas regras para criação de municípios (Correio Braziliense)
Oposição vai ao STF contra manobra da MP de energia (O Globo)

Fontes:

Nota do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral


Em Defesa da Lei da Ficha Limpa 

1.       As redes e organizações da sociedade civil que lideraram o processo de conquista da Lei da Ficha Limpa vêm a público repudiar a decisão do Grupo de Trabalho constituído no âmbito da Câmara dos Deputados que acaba de aprovar proposta de drástica redução dos efeitos da Lei da Ficha Limpa.

2.       A Lei da Ficha Limpa é clara ao criar obstáculos à candidatura de políticos que tiveram suas contas públicas rejeitadas por malversação dos recursos públicos. Não é admissível que a Câmara afronte a vontade manifestada por toda a sociedade brasileira, amparada em projeto de lei de iniciativa popular.

3.       Esperamos que a Câmara reconheça a incorreção da iniciativa do Grupo de Trabalho e promova o imediato arquivamento da matéria. 

4.       Fatos como esse demonstram a urgência e a necessidade da luta por uma Reforma Política de iniciativa popular, próximo passo do nosso Movimento. 

Brasília, 04 de junho de 2013.

MOVIMENTO DE COMBATE À CORRUPÇÃO ELEITORAL 
www.mcce.org.br

PEC DA IMPUNIDADE - AJUDE-NOS A DERRUBÁ-LA


Amigos idealistas, a Agência Câmara de Notícias está realizando um enquete virtual sobre a PEC 37 e é importante que toda sociedade se manifeste, assim, convido-lhe a participar e nos ajudar a derrubar esta ofensiva proposta que fragiliza a sociedade e favorece os poderosos corruptos. A pergunta é: “Você concorda que investigações criminais sejam realizadas somente pela Polícia e não mais pelo Ministério Público (PEC 37/11)?”

Para participar, acesse o site da Agência Câmara: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/

A enquete está na página inicial, próxima à sessão “Mais Lidas” e “Nuvem de Assuntos”.
Vote e divulgue para seus contatos.

Movimento Mãos Limpas - Transparência Amapá - Amapá Contra a Corrupção

SANDRO MEIRELES
Assessoria de Comunicação - Comitê Nacional
Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - MCCE
(61) 2193-9646
www.mcce.org.br

EDINALDO BATISTA
Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - MCCE-AP

(960 9145 4717)

Olimpio Guarany

Leia a Coluna Olimpio Guarany de hoje, clicando aqui.

Senadores e entidades médicas pedem votação do Ato Médico

Tércio Ribas Torres

Renan Calheiros cumprimenta o presidente do CFM, Roberto D'Ávila
Depois de 12 anos de tramitação e 27 audiências públicas, o projeto do Ato Médico (PLS 268/2002) está maduro para ser votado no Plenário. A opinião foi manifestada pelo senador Paulo Davim (PV-RN), nesta terça-feira (4), após reunião com o presidente do Senado, Renan Calheiros. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto D’Ávila, e representantes de outras entidades de classe, além dos senadores Vital do Rêgo (PMDB-PB) e Lúcia Vânia (PSDB-GO), também participaram do encontro.
Davim, que é médico, disse que o projeto já foi debatido à exaustão. Para ele, os médicos e entidades médicas anseiam pela aprovação da matéria. Segundo Davim, Renan prometeu que o assunto estará na pauta da próxima reunião da Mesa do Senado.
O senador afirmou que o projeto regulamenta a atividade médica sem avançar sobre outras profissões. Ele admitiu que há pontos polêmicos, mas ponderou que é impossível garantir unanimidade em relação a uma proposta.
- Temos absoluta consciência de que a maioria dos profissionais da saúde aceita a votação do projeto – declarou Davim.
Para o coordenador da Comissão Nacional de Defesa da Regulamentação da Medicina, Salomão Rodrigues Filho, o projeto é importante tanto para a categoria dos médicos quanto para a sociedade brasileira. Ele disse que a medicina é a única entre 14 categorias relacionadas à saúde que ainda carece de regulamentação.
- Com certeza, essa medida vai colaborar para uma melhor estrutura da saúde pública e uma melhor assistência a toda a população brasileira – declarou.
Segundo Salomão Rodrigues, existem “muitos mitos” sobre o Ato Médico. Ele explicou que outras áreas da saúde, como a enfermagem, também são contempladas no projeto, mas a prescrição de medicamentos e o diagnóstico de doenças ficam privativos para os médicos. Para Salomão, o projeto é um avanço na legislação dos médicos e de outras profissões.
- O projeto deixa claro que o médico atuará em mútua colaboração com os demais profissionais da saúde. Estou confiante de que o projeto será pautado no momento oportuno e será democraticamente votado – disse.
Agência Senado

Câmara aprova projeto que regulamenta criação de municípios

Texto foi alterado pelos deputados e será enviado para nova análise no Senado. Com exceção do Psol, todos os partidos apoiaram a proposta. Manifestantes lotaram as galerias do Plenário.
Gustavo Lima / Câmara dos Deputados
Votação do PLP 416/2008
Plenário aprovou projeto que define critérios como viabilidade financeira, população mínima e plebiscito para a criação de municípios.
O Plenário aprovou, nesta terça-feira (4), o Projeto de Lei Complementar 416/08, do Senado, que regulamenta a criação de municípios, estabelecendo critérios como viabilidade financeira, população mínima e plebiscito do qual participará toda a população. O texto que será enviado ao Senado para nova votação é o substitutivo da deputada Flávia Morais (PDT-GO), relatora pela Comissão de Desenvolvimento Urbano. De acordo com o texto, aprovado por 319 votos a 32, qualquer procedimento deve ser realizado entre a data de posse do prefeito e o último dia do ano anterior às eleições seguintes. Se o tempo não for suficiente, apenas depois da posse do novo prefeito o processo poderá continuar. Esse procedimento terá início com requerimento dirigido à Assembleia Legislativa, assinado por, no mínimo, 20% dos eleitores residentes na área que pretende se emancipar ou se desmembrar. No caso da fusão ou da incorporação de municípios, as assinaturas devem ser de 10% dos eleitores em cada uma das cidades envolvidas. Para a relatora, a regulamentação permitirá a correção de injustiças em diversos municípios que não podem pleitear a emancipação pela ausência de regras. “Esse texto é fruto de um consenso possível depois de mais de quatro anos de discussão do tema nesta Casa”, afirmou.

Requisitos prévios

Tanto o município a ser criado quanto aquele que já existe devem atender a requisitos mínimos. Quanto à população, os novos municípios e os remanescentes deverão ter população ao menos igual ao mínimo regional, calculado segundo percentual incidente sobre a média nacional de habitantes dos municípios brasileiros. Para encontrar essa média, serão excluídos os 25% municípios mais populosos e os 25% menos populosos. O mínimo regional de habitantes será de 50% dessa média para as regiões Norte e Centro-Oeste; de 70% para o Nordeste; e de 100% para o Sul e o Sudeste. Outro requisito que antecede o início do estudo de viabilidade e o plebiscito é a existência de um núcleo urbano com um mínimo de edificações calculado com base em 20% da população da área que se pretende emancipar e no número médio de pessoas por família. Todos os dados populacionais deverão considerar os levantamentos censitários mais recentes realizados pelo IBGE.


Proibições

Segundo o texto, os estudos de viabilidade não poderão ser aprovados em algumas situações: se houver perda da continuidade territorial e da unidade histórico-cultural do ambiente urbano; se houver alteração das divisas territoriais dos estados; ou se a área do município estiver situada em reserva indígena ou em área de preservação ambiental. 

Gustavo Lima / Câmara dos Deputados
Votação do PLP 416/2008. Dep. Flávia Morais (PDT-GO)
Flávia Morais: texto aprovado permitirá a correção de injustiças.
Nesse quesito, um destaque do PSDB, aprovado pelo Plenário por 219 votos a 134, retirou a proibição de se instalar município em áreas pertencentes à União, suas autarquias e fundações. Antes da votação, o líder do governo, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), alertou que essa mudança afeta o acordo em torno do texto e, como a matéria retorna ao Senado, disse que “só Deus sabe quando vai a voto”.

Estudo de viabilidade

O estudo de viabilidade deverá ser realizado, preferencialmente, por instituições públicas “de comprovada capacidade técnica” e terá de abordar três vertentes: econômico-financeira; político-administrativa e socioambiental e urbana. Entre os itens de economia, devem ser analisadas informações como receitas de arrecadação própria (considerando os agentes econômicos já instalados na área), receitas de transferências federais e estaduais, despesas com pessoal, custeio e investimento. Esses dados deverão ser compilados em relação aos três anos anteriores à realização do estudo. Precisará ser indicado ainda se o município a ser criado e o remanescente conseguirão cumprir a aplicação dos percentuais mínimos exigidos pela Constituição em educação e saúde; assim como a possibilidade de cumprimento das regras da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/00). A viabilidade político-administrativa deverá analisar a proporção entre o número de servidores e a população estimada na área dos municípios envolvidos, fazendo projeção das necessidades. Uma das mais complexas partes do estudo é sobre o urbanismo e as características socioambientais. Precisará ser feito um diagnóstico da ocupação urbana e levantamentos das redes de abastecimento de água e esgoto e de águas pluviais, além da estimativa de crescimento da produção de resíduos sólidos e efluentes. Além disso, deve-se definir previamente qual município assumirá passivos ambientais, e os limites de cada cidade terão de ser descritos por acidentes físicos identificáveis no terreno usando-se o Sistema Cartográfico Nacional (SCN) ou o Sistema Geodésico Brasileiro (SGB), no caso de coordenadas geográficas. O estudo deve ser conclusivo sobre a viabilidade ou não da criação, fusão, incorporação e desmembramento de municípios.

Prazo para impugnar

O prazo para a realização do estudo será de 180 dias e qualquer pessoa poderá impugná-lo junto à Assembleia Legislativa, que decidirá sobre o recurso conforme seu regimento interno. Antes disso, o texto será divulgado e ficará à disposição de qualquer cidadão por 120 dias, inclusive pela internet. Durante esse período, deverá ser realizada ao menos uma audiência pública em cada um dos núcleos urbanos envolvidos. Caso aprovado pelos deputados estaduais, será providenciado o plebiscito por meio de solicitação ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com preferência para realização em conjunto com as eleições gerais seguintes. 
Gustavo Lima / Câmara dos Deputados
Votação do PLP 416/2008
Manifestantes pró-municípios lotaram as galerias do Plenário.
Se o resultado for a favor, uma lei estadual determinará a mudança. Se for desfavorável, somente depois de 10 anos poderá ocorrer novo plebiscito.

Leis vigentes

Enquanto não forem eleitos e empossados o prefeito, vice e vereadores, o novo município será regido e administrado pelas normas e autoridades do município de origem. Quando ocorrer a fusão (o território de dois ou mais municípios gera um outro com nova personalidade jurídica), os municípios envolvidos serão regidos pelas normas e autoridades do mais populoso, até a posse dos vereadores e a formação de leis próprias. Se ocorrer a incorporação (um município é incorporado totalmente a outro já existente), aquele que foi incorporado será regido pelas normas e autoridades da cidade que o incorporou. No caso do desmembramento (parte de um município se separa para se integrar a outro), prevalecem as leis e autoridades da cidade que recebe a nova área. Enquanto não ocorrer a posse dos representantes eleitos para o novo município, a Câmara do município atual fará uma lei orçamentária específica para a área a ser criada, considerando os resultados e as projeções do estudo de viabilidade.

Municípios antigos

Em vez da convalidação dos atos de criação ocorridos entre 1996 e 2007, como constava do texto do Senado, o substitutivo aprovado prevê a revisão dos limites dos municípios, de acordo com os levantamentos cartográficos e geodésicos.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

Dilma sinaliza redução de MPs e promete mais reuniões com líderes

Ações para melhorar relação com Congresso não tocam em Gleisi e Ideli

Fernanda Krakovics, Luiza Damé e Paulo Celso Pereira/ O Globo

As duas horas e meia de conversa entre a presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer e os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), na noite de segunda-feira, renderam alguns frutos. A presidente sinalizou que reduzirá o número de medidas provisórias (MPs) editadas pelo governo e assegurou que a proposta de um novo Código da Mineração, a ser enviado até o fim do mês ao Congresso, já irá em forma de projeto de lei. E que irá apresentá-lo antes à base governista. A presidente também se comprometeu a fazer reuniões periódicas com os dirigentes e líderes do Congresso para evitar novos desgastes, mas não tratou de mudanças no time da articulação política do governo, muito criticada pelos aliados. Apesar do evidente cansaço pela viagem ao Rio Grande do Norte, Dilma estava disposta a conversar sobre a relação. Os peemedebistas fizeram inicialmente um panorama dos percalços enfrentados pela base governista no Congresso nas últimas semanas, deixando claro que o grande fluxo de MPs passou a ter um significado negativo para o Executivo. A presidente disse que vai adotar, sempre que possível, projetos de lei, se necessário com urgência constitucional. Após a crise das últimas semanas, Renan e Henrique Alves avaliaram como positivo o encontro.
- Essa compreensão em relação ao tema de mineração por projeto de lei dá oportunidade ao Parlamento de mostrar que essa maneira pode ter melhor resultado. Esse é um avanço significativo, pois respeita um pleito dessa Casa para discutir um tema com tanta capilaridade - afirmou Henrique Alves.
Dilma, no entanto, não sinalizou com a possibilidade de recriar as reuniões de coordenação política que existiam no governo Lula, para debater a pauta do Congresso e a relação entre o governo e os parlamentares. A retomada das reuniões era um dos pleitos dos integrantes da base. Também não foram tratados diretamente os problemas de articulação política do governo e o desentendimento entre Renan e a ministra Gleisi Hoffamn (Casa Civil), por causa da queda da MP que reduzia a tarifa de energia.
- Não tratamos da atuação das ministras (Gleisi e Ideli Salvatti), porque não cabe ao Legislativo tratar dessa questão. Esse é um problema do governo - afirmou Renan.
Indagado se a articulação política melhorou, Henrique Alves também tergiversou:
- A conversa não interagiu nesse campo. Acho que aí é tarefa dos líderes partidários. Vamos esperar esta semana para saber se as conversas entre as lideranças produziram o resultado que eu espero.

Conversa institucional

Renan, Henrique e Temer disseram à presidente que conflitos na base estão contaminados também pela aproximação das eleições, mas todos concordaram que não era hora de iniciar as negociações de palanques e alianças. A crise entre PT e PMDB em diversos estados não entrou na conversa.
- Não foi uma conversa partidária, foi uma conversa institucional. O que estava em discussão era a necessidade de harmonizarmos cada vez mais as relações entre os Poderes da República. Está tudo em paz, porque nós não estávamos lá como representantes do PMDB. Nós estávamos lá como presidentes da Câmara, do Senado e do Congresso. Foi uma conversa muito boa - disse Renan.
De acordo com Renan, a presidente não ficou irritada com a perda de validade da MP que garantia a redução da tarifa de energia elétrica em até 20%, porque não ter sido votada a tempo pelo Senado:

- A presidente defendeu que o Senado tem sim que ter prazo para analisar as MPs. Disse que entendeu a posição do Senado, que a defendeu internamente (no governo), e concordou que a Câmara analise rapidamente proposta do senador José Sarney que redefine esses prazos (de tramitação de MPs).

Em coluna, Dilma fala sobre os subsídios do Minha Casa, Minha Vida

Conversa com a Presidenta
A presidenta Dilma Rousseff, na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (4), falou dos subsídios e dos juros cobrados para os usuários do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, que variam de acordo com a renda da família e com o município onde o imóvel vai ser comprado. Ela explicou que são três faixas de renda atendidas pelo programa – de R$ 1,6 mil a R$ 5 mil – e que, além de juros abaixo do cobrado pelo mercado, os seguros também têm preço reduzido. “Para você entender melhor, o MCMV considera três faixas de renda. A primeira é destinada a famílias com renda mensal inferior a R$ 1.600,00, que podem receber subsídios de até 96% do valor do imóvel, pois sem a ajuda do governo, não teriam acesso a uma moradia digna. Para a segunda faixa, para o segmento de renda familiar como a sua, acima de R$ 1.600 até R$ 3.275, os juros cobrados são menores que os de mercado e os subsídios podem chegar a R$ 25 mil por família, sendo que, quanto menor a renda familiar, maior o valor subsidiado. Na terceira faixa, a partir da renda familiar de R$ 3.275 até R$ 5.000, não existe subsídio no valor do imóvel, mas as taxas de juros também são menores que as de mercado. O valor dos seguros que cobrem os riscos de morte, invalidez permanente, danos físicos do imóvel, e perda temporária de emprego ou renda também são reduzidos”, explicou Dilma, em resposta a Ailton Emilio Gouvea, motorista em Barra Mansa (RJ).


Confira a íntegra

Fique de olho...

Diário Oficial da União
quarta-feira, 05 de junho de 2013

Destaques nacionais












Concursos e seleções






Destaques especiais



Decisão do Senado sobre tramitação de MPs tem apoio do Planalto

Em reunião nesta terça-feira (4) com o presidente do Senado, Renan Calheiros, a presidente Dilma Rousseff defendeu a decisão da Casa de não votar às pressas medidas provisórias aprovadas pela Câmara perto do prazo final validade. Após a votação da MP dos Portos, no dia 16 de maio, a Mesa do Senado deliberou por não analisar medidas que cheguem à Casa com menos de sete dias de validade.
De acordo com Renan, no encontro, Dilma negou qualquer mal estar com o Senado por não ter votado a medida provisória que viabilizava o desconto nas tarifas de energia.
- A presidente defendeu que o Senado tem o direito a um prazo para discutir as MPs. Ela disse que entendeu a decisão, e a defendeu internamente. Ela concordou que a Câmara apreciasse num curtíssimo espaço de tempo a proposta do presidente José Sarney que redefine esses prazos – disse Renan.
O presidente do Senado informou ainda que o governo vai encaminhar por projeto de lei, e não por medida provisória, o marco regulatório da mineração.
O vice-líder da minoria, senador Cyro Miranda, do PSDB de Goiás, elogiou a decisão do Palácio do Planalto de enviar projeto de lei e não MP ao Congresso. 
- Estamos pedindo isso há mais de três anos. Através de projeto de lei, temos a chance de discutir. Medida provisória não se discute, é imposta. Todas as matérias que o governo quiser mandar serão bem-vindas através de projeto de lei. Ele terá uma ampla discussão e a chance de acertarmos será muito maior – disse.
O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, também participou do encontro com Dilma.
As informações são da Rádio Senado.
Agência Senado

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