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sexta-feira, 4 de março de 2011
Imprensa em Foco
DataSenado: aumenta nível de informação das mulheres e disposição para denunciar violência
Jornal em papel reciclado integra Senado ao esforço em favor da natureza, diz Sarney
- Com a substituição do papel comum na impressão do Jornal do Senado, a Casa se integra ao esforço global de colaborar com a redução de gastos dos recursos da natureza - afirmou Sarney.
A mudança marca mais uma etapa da consolidação do programa Senado Verde, que desde 2007 auxilia a administração em projetos e ações para a boa gestão ambiental da Casa. Entre as vantagens do uso do papel reciclado, está a economia de energia e de água, além da redução do número de árvores derrubadas, do lixo e da poluição.
Não é a primeira vez que o Jornal do Senado circula em papel reciclado. Sua edição semanal foi publicada nesse papel entre setembro de 2008 e dezembro de 2009, quando deixou de circular.
Da Redação / Agência Senado
Sarney e Marco Maia reforçam disposição para trabalhar reforma política em conjunto
- A visita ao presidente Marco Maia é para reiterar a disposição de trabalharmos em parceria cada vez mais estreitamente, de modo que nós tenhamos mais proveito. Estamos absolutamente sintonizados e isso é muito bom para o Congresso Nacional - afirmou Sarney.
O deputado Marco Maia frisou a intenção de as comissões formadas para debater a reforma política nas duas Casas trabalharem em parceria e de maneira "conjunta e articulada". Ele informou que depois do Carnaval haverá uma reunião com os integrantes das comissões da Câmara e do Senado para "afinar o discurso" sobre os temas mais polêmicos, como financiamento público de campanha, voto em lista e voto distrital.
Marco Maia disse ainda que a ideia é a parceria se estender também a outros temas, como o combate à pobreza, a segurança pública e a luta contra as drogas, por exemplo, para que se avance nos grandes temas nacionais.
Salário mínimo
- O Congresso mostrou que estava certo, o Brasil cresceu ano passado a 7,5% - afirmou Sarney.
O anúncio da elevação do PIB foi feito nesta manhã. Marco Maia previu que em 2015 o valor do mínimo será superior a US$ 500, "uma coisa inimaginável", e que o crescimento da economia em 2010 permitirá um reajuste do salário mínimo, em 2012, de aproximadamente 15%. A previsão da presidente Dilma Rousseff é de que o mínimo chegue a R$ 616 no próximo ano.
Elina Rodrigues Pozzebom / Agência Senado
Convênios do Amapá com a União
O gabinete do senador José Sarney (PMDB-AP) informa que, entre os dias 29/01/2011 a 28/02/2011, o total liberado pela União, em convênios para o Amapá, foi de R$ 1.158.123,27 (um milhão, cento e cinquenta e oito mil, cento e vinte e três reais e vinte e sete centavos). Os recursos foram para os municípios de Laranjal do Jari e Macapá. Vieram de vários ministérios para ações diversas em áreas como:Detalhes podem ser conferidos ao se clicar nos nomes dos municípios acima.
Total destinado ao Estado: R$2.019.917.844,30
Total destinado ao Governo do Estado: R$1.600.662.643,15
Total destinado aos municípios do Estado: R$419.255.201,15
Para mais detalhes, clique aqui
Atenção!
O Portal da Transparência do Governo Federal é uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU), lançada em novembro de 2004, para assegurar a boa e correta aplicação dos recursos públicos. O objetivo é aumentar a transparência da gestão pública, permitindo que o cidadão acompanhe como o dinheiro público está sendo utilizado e ajude a fiscalizar. O Governo brasileiro acredita que a transparência é o melhor antídoto contra corrupção, dado que ela é mais um mecanismo indutor de que os gestores públicos ajam com responsabilidade e permite que a sociedade, com informações, colabore com o controle das ações de seus governantes, no intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam.Fique de olho...
DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃOGoverno libera 210 milhões para o Pronaf
Seleções e concursos
O Amapá no Diário Oficial da União
quinta-feira, 3 de março de 2011
Cooperação
O Deputado Federal Bala Rocha (PDT/AP) realizou uma visita de cortesia à secretária Janete Capiberibe, da representação do estado do Amapá em Brasília. Na pauta da reunião, a cooperação entre o parlamentar e o governo estadual e as emendas parlamentares de 2011 e 2012. Bala Rocha afirmou que, embora existam as diferenças partidárias entre os dois, este aspecto deve ficar reservado ao período eleitoral. “Estou disposto a trabalhar em conjunto com o governador, pois meu mandato é independente e não sou subordinado a ninguém”. A secretária Janete concordou em trabalhar em favor do estado. Além de manter a secretária a par das emendas que destinou para o Amapá, Bala Rocha tratou de uma específica. A construção do Silo e do Secador de Grãos, perto de Itaúbal, no valor de R$ 2,4 milhões. O terreno, onde será construída a obra, carece do termo de cessão de uso. Janete Capiberibe prometeu empenho e vai levar o assunto ao governador.
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Vídeos
Sarney participou da posse de Luiz Fux no Supremo

- É um magistrado de carreira com uma longa experiência, um jurista com muitos livros publicados. Vai com uma grande bagagem para o Supremo e deve fazer uma grande presença na casa - disse, em entrevista no Congresso após a cerimônia.
Fux assumirá a vaga deixada por Eros Grau, aposentado em agosto de 2010, e é o primeiro magistrado indicado pela presidente Dilma Rousseff para a Corte.
Luiz Fux foi conduzido ao Plenário pelos ministros Celso de Mello, o que está há mais tempo do STF, e José Antonio Dias Toffoli, o último a ser empossado. Na solenidade que durou pouco mais de 15 minutos, Fux leu o compromisso de posse prometendo "cumprir os deveres do cargo respeitando a Constituição e as leis da República".
Luiz Fux participará da votação, no STF, de temas polêmicos, como a aplicação da Lei da Ficha Limpa; a extradição ou permanência do ativista italiano Cesare Battisti no Brasil; e o caso do "mensalão", esquema de corrupção denunciado em 2005 pelo qual parlamentares receberiam dinheiro em troca de apoio político ao governo.
Entre os convidados presentes à solenidade, para a qual foram emitidos 4 mil convites, estiveram ainda o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS); os ministros da Defesa, Nelson Jobim, e da Justiça, José Eduardo Cardoso; os presidentes dos Tribunais Superiores (STJ, STM, TST e TSE); o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), estado de origem do ministro Fux; presidentes de Tribunais de Justiça; ministros aposentados da Suprema Corte; o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, e membros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), entre outros.
Carreira
Luiz Fux nasceu no Rio de Janeiro em 26 de abril de 1953, é casado, pai de dois filhos e formado em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 1976. Foi ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) nos últimos dez anos. Já foi juiz do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, juiz eleitoral e do Tribunal de Alçada do Rio de Janeiro, e desembargador do TJ-RJ. Também já atuou no Ministério Público.
Ele é o quarto ministro do STJ a ser indicado para a Suprema Corte, e foi antecedido pelos ministros Carlos Velloso, Ilmar Galvão e Carlos Alberto Menezes Direito.
Elina Rodrigues Pozzebom / Agência Senado
Imprensa em Foco
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Fátima Pelaes quer "Dia Nacional do Empreendedorismo"
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O Brasil já tem quase um milhão de microempreendedores individuais
Ministra Tereza Campelo fala sobre reajuste do Bolsa Família
Nesta quinta-feira (3), a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, participa do programa Bom Dia Ministro, onde falará do aumento de recursos e adequações ao Bolsa Família e a atualização cadastral do programa, além de mais investimentos em segurança alimentar e nutricional. A entrevista é transmitida ao vivo, via satélite, e também pela TV NBR, das 8h às 9h Nesta quinta-feira (3), a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, participa do programa Bom Dia Ministro, onde falará do aumento de recursos e adequações ao Bolsa Família e a atualização cadastral do programa. A ministra também fará um balanço das ações do ministério, como o Programa de Aquisição de Alimentos, que já beneficiou, em média, 14 milhões de pessoas por ano, e falará sobre a ampliação do número de Bancos de Alimentos, Cozinhas Comunitárias e Restaurantes Populares em todo o País. A entrevista, produzida e coordenada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, é transmitida ao vivo, via satélite, e também pela TV NBR, das 8h às 9h.Reajuste – O reajuste médio dos benefícios é de 19,4%, com aumento real de 8,7% sobre a inflação do período de setembro de 2009 a março de 2011. Além de recompor o poder de compra dos beneficiários, o governo concentrou o reajuste para os valores pagos na faixa etária de até 15 anos, que receberam aumento de 45,5%. O valor concedido aos jovens entre 16 e 17 anos teve reajuste de 15,2%.Hoje, 25% dos beneficiários do Bolsa Família têm até 9 anos e mais de 50% tem idade inferior a 20. Com o reajuste, o benefício médio atual, de R$ 96, subirá para R$ 115. Os novos valores do Bolsa Família vão variar de R$ 32 a R$ 242. Atualmente, são de R$ 22 a R$ 200.O impacto financeiro do reajuste é de R$ 2,1 bilhões e atenderá 12,9 milhões de famílias, cerca de 50 milhões de pessoas com renda mensal per capita de até R$ 140. O investimento no Programa Bolsa Família representa cerca de 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB).
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Presidente do Senado reage com bom humor à matéria sobre obituário
"Estou vindo do céu e lá eu fui muito bem recebido", brincou o presidente José Sarney com os jornalistas, quando chegava ao Senado, na manhã de hoje. Referia-se à publicação de matéria sobre seu obituário que a Rádio Senado teria pronta. O senhor está levando de bom humor? Indagou um jornalista mais tarde. Sorrindo Sarney emendou:"O fato é que estou tendo o privilégio de saber o que vão falar de mim depois de minha morte".Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado
Deputada fica presa em avião da TAM
A deputada Federal Mara Gabrilli (PSDB-SP), que é tetraplégica, ficou presa por mais de duas horas dentro de um avião da TAM no aeroporto de Cumbica, Guarulhos, na noite de ontem (2). Ao retornar de Brasília, o avião não parou no finger, equipamento que leva os passageiros diretamente do avião ao terminal. Além disso, o ambulifit, utilizado para o transporte de cadeirantes estava quebrado. “Queriam me carregar pelas escadas do avião, escorregadias, debaixo de muita chuva. Não aceitei e disse que não sairia do avião enquanto não houvesse segurança”, afirma. Segundo a Anac, as empresas aéreas devem assegurar o movimento de pessoas com deficiência entre as aeronaves e o terminal. Somente duas horas após o desembarque dos demais passageiros, um ambulift foi disponibilizado e Mara pôde deixar o avião. “Essa é a situação cotidiana do transporte aéreo brasileiro. Em três anos receberemos uma Copa do Mundo e, logo depois, as Olimpíadas. Nosso transporte está preparado para isso?”, questionou a deputada.
Do site do Claudio Humberto
Dalva quer ampliar serviços do Procon no Amapá
Amapá recebe 60 computadores e 60 impressoras doados pelo TST
O deputado Luiz Carlos, ao agradecer o gesto do presidente do TST, afirmou que esse é um exemplo a ser seguido por outras instituições, destacando a importância da doação desses equipamentos para comunidades carentes. Os equipamentos são: 60 microcomputadores processadores Pentium 3.2GHZ e 60 impressoras laser Lexmark. Sua doação tornou-se possível graças à renovação do parque de informática do Tribunal. Ao saber deste fato, o deputado Luiz Carlos encaminhou, no dia 02 de fevereiro de 2011, ofício ao presidente do TST, habilitando-se a receber os equipamentos, em nome do município de Macapá
O deputado federal Luiz Carlos (PSDB/AP), esteve no Rio de Janeiro, acompanhando o Senador Gilvan Borges (PMDB/AP) e a Presidente da Unimed/AP, Dra. Elza Rezende, em visita a Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, tendo como pauta a dilação de prazos para o cumprimento de metas pela Unimed/Amapá. O parlamentar amapaense ressaltou a importância dos relevantes serviços médicos prestados pelo Cooperativismo da UNIMED/AP, destacando também, que qualquer interrupção dos serviços, acarretaria enormes prejuízos a toda a sociedade amapaense, haja vista que a cooperativa desafoga relativamente à rede pública de saúde. O serviço é utilizado por mais de 30 mil usuários.
O PIB brasileiro de 7,5%, em 2010, é comemorado pelo presidente Sarney
O presidente do Senado, José Sarney, celebrou a divulgação pelo IBGE sobre crescimento de 7,5 do PIB – o maior desde 1986 – como uma "notícia muito boa para todos os brasileiros". Animado, também destacou que, no próximo ano, esse aumento do PIB será incorporado ao salário mínimo, como obriga a nova lei para o mínimo, aprovada recentemente pelo Congresso"Já era esperado um PIB acima de 7%" disse, lembrando que a possibilidade desse crescimento foi o que sustentou a aprovação da lei. "Argumentamos que teríamos um PIB alto e ele seria incorporado ao salário mínimo no próximo ano, como diz a lei".Sarney ainda acentuou que o crescimento do PIB, em taxa não alcançada há 24 anos, mostra que o Brasil está crescendo e atingindo a faixa dos países que mais se desenvolvem no mundo.Veja também:
Ministério promove agronegócio brasileiro no Japão
O Ministério da Agricultura vai promover o agronegócio brasileiro em países da Ásia, África, Europa, Estados Unidos e América do Sul. Considerados mercados com alto potencial de importação de produtos agrícolas, essas regiões são prioridade nas atividades comerciais em 2011. Como parte dessas ações, o Ministério realiza a primeira missão deste ano, com a participação na Feira de alimentos Foodex, que começou nesta terça-feira, 1º. de março, e segue até a próxima sexta-feira, na província de Chiba, no Japão. O estande do Brasil é coordenado pelos ministérios da Agricultura e Relações Exteriores.
A Foodex é a principal feira de alimentos e bebidas do continente asiático. O evento, realizado anualmente, tem a perspectiva de receber este ano 2,1 mil exibidores de 60 países diferentes. Espera-se, também, que mais de 80 mil visitantes circulem pela feira durante os quatro dias. O pavilhão brasileiro, com cerca de 270m², conta com a participação de empresas representantes dos setores de carnes, grãos, café, frutas, mel, vinho, achocolatados, biscoitos, lácteos e bebidas gasosas.
O diretor de Promoção Internacional do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Marcelo Junqueira, ressalta que o Japão é grande importador mundial de carne de frango, café, sucos e alimentos industrializados. “Pela importância desses setores naquele mercado, é de extrema relevância a nossa participação na feira, que certamente irá render bons negócios”, destaca. Junqueira informa, ainda, que o objetivo da missão comercial, além de promover a imagem do agronegócio brasileiro, é estimular as exportações de produtos para aquela região.
Exportações
Em 2010, o Japão ocupou a 5ª posição no ranking dos principais mercados importadores do agronegócio brasileiro. As vendas para aquele país somaram US$ 2,4 bilhões, apresentando um crescimento de 32,6% em relação ao ano anterior. Os principais produtos exportados foram carne de frango (US$ 908,4 milhões) e café (US$ 436,9 milhões), os quais obtiveram crescimento de 46,8% e 27,4% quando comparados a 2010.
Fonte: Ministério da Agricultura
Realizada a primeira reunião da Comissão Organizadora Nacional da 1ª Consocial
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OPERAÇÃO DONATÁRIO
CONTROLE SOCIAL
Pré-selecionados do ProUni têm até esta sexta-feira (4) para fazer matrícula
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Aprovada a Política de Mobilização Militar
Seleções e concursos
O Amapá no Diário Oficial da União
quarta-feira, 2 de março de 2011
Opinião, Notícia e Humor
Se você não teve tempo de ler os jornalões de hoje, leia-os agora.

O ESTADO DE S. PAULO
DESPESA DO GOVERNO COM PASSAGENS CRESCE 32%
Aumento no bimestre ocorre em meio ao discurso oficial de que o corte desse tipo gasto é prioritário. As despesas com passagens para deslocamento de servidores do governo federal foram 32% maiores nos dois primeiros meses deste ano ante igual período de 2010. Os gastos com diárias subiram 4%. Esses dois tipos de despesa foram eleitos como prioritários no ajuste das contas públicas anunciado anteontem pelo governo. Segundo a ministra Miriam Belchior (Planejamento), esses gastos serão reduzidos à metade neste ano. Mas, além dos R$ 80,4 milhões já pagos em passagens, há uma conta pendente deixada pelo governo Lula que supera o dobro desse valor: R$ 163,3 milhões. E há ainda R$ 130 milhões já comprometidos pelo governo Dilma até 28 de fevereiro e não pagos. Já as diárias de servidores civis e militares saltaram de R$ 75,2 milhões para R$ 78,2 milhões. Para tornar mais efetivo o controle, as autoridades de viagens de servidores serão transferidas ao alto escalão dos ministérios, ou, de preferência, aos próprios ministros. (Págs. 1 e Nacional A6)

Veja também
Gastar muito é apenas um dos pecados financeiros do governo central. A esse pecado se soma uma perversão - a incontrolável inclinação para gastar mal e desperdiçar bilhões e bilhões extraídos de um dos contribuintes mais esfolados do mundo. Será preciso muito mais que o ajuste recém-anunciado, para a administração federal entregar ao brasileiro serviços e investimentos compatíveis com o dinheiro recolhido. O PAC, o Programa de Aceleração doCrescimento, ficará livre dos cortes, disseram os ministros da Fazenda e do Planejamento, ao detalhar para a imprensa a arrumação do orçamento de 2011. Mas cortar verbas do PAC seria quase uma piada. Dos R$ 96,3 bilhões, em valores correntes, autorizados no orçamento federal em quatro anos, o Tesouro desembolsou pouco mais de R$ 57 bilhões até o fim de 2010 - apenas 59% do total. A conta inclui restos a pagar. Esses números correspondem apenas ao PAC orçamentário, financiado diretamente pelo Tesouro. Deixam clara, mais uma vez, a incapacidade do governo de administrar programas de investimento. O Executivo gasta muito, e com rapidez, quando se trata de custeio rotineiro, como a folha de salários e encargos sociais. Não é necessária muita competência administrativa para pagar o funcionalismo ou mesmo para conceder-lhe aumentos generosos e ajustar os valores da folha. Isso o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu fazer com eficiência nos dois mandatos, sem obter em troca maior produtividade e maior qualidade nos serviços prestados pelo setor público.
A liberdade árabe vale um choque (Valor Econômico)
Brasília da infância e da adolescência (Correio Braziliense)
Copa de 2014: crônica do mico anunciado (O Estado de S. Paulo)
De que lado está o Estado? (O Globo)
Energia menos cara, PIB mais robusto (Valor Econômico)
Entrando nos trilhos :: David Kupfer (Valor Econômico)
O grande perigo (O Globo)
O novo nome da política industrial (O Estado de S. Paulo)
O visitante Barack Obama (Correio Braziliense)
Policiais paulistas migram por salários (O Estado de S. Paulo)
Voto proporcional (Correio Braziliense)
O Comitê de Política Monetária (Copom) dá mais um passo hoje para tentar conquistar a credibilidade necessária ao sucesso da política de combate à inflação. Embora a cúpula do governo não veja problema num aumento maior da taxa básica de juros (Selic), a maioria dos participantes do mercado espera uma alta de 0,50 ponto percentual, amparada no fato de que o Banco Central (BC) não sinalizou antes uma elevação maior. O fato positivo é que o governo está claramente numa cruzada para conter a aceleração dos preços e reverter as expectativas de inflação, que seguem se deteriorando. Por enquanto, Brasília está perdendo a batalha. O mercado segue cético tanto em relação ao rigor fiscal prometido quanto à atuação do BC. No primeiro caso, as dúvidas dizem respeito à verdadeira dimensão dos cortes no Orçamento Geral da União de 2011 anunciados segunda-feira. Talvez, a desconfiança esteja mais relacionada ao mensageiro do que à mensagem. O importante no ajuste das contas do governo é a indicação de que, este ano, o gasto público crescerá abaixo da taxa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB). A contenção da sua própria demanda é a contribuição que o setor público pode dar agora, quando há um claro descompasso entre oferta e demanda na economia.
Demissão em São Paulo expõe briga de tucanos (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Depois da folia (Correio Braziliense - Brasil S.A)
DIs reforçam chance de Selic subir 0,5 ponto (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Força concentrada (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Insatisfação garantida (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Janela indiscreta (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Mais incertezas (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
O vácuo paulistano (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Síndrome de abstinência (Valor Econômico - Política)
Só votações dirão quem está dentro (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Água por todos os lados (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)

O economista-chefe do HSBC no Brasil, André Loes, acha que o detalhamento do pacote fiscal esta semana reforça a chance de aumento de 0,5 ponto porcentual da Selic hoje.
A gestão de investimentos pós-crise financeira global (Valor Econômico)
A repercussão geral e o Carf (Valor Econômico)
Anac aprova fusão da TAM com a Lan (O Globo)
Aneel dividida sobre atrasos do Bertin (O Globo)
Aneel mantém contratos dos grupos Bertin e Multiner (Valor Econômico)
Aon vai disputar pequenas e médias empresas com a Qualicorp (Valor Econômico)
Bancos reforçam linhas para investimento (Valor Econômico)
BHG prevê investir R$ 600 milhões para abrir 40 hotéis em cinco anos (Valor Econômico)
Bühler avalia montar uma fábrica no país (Valor Econômico)
CNJ adia julgamento contra Zveiter (Valor Econômico)
Conflitos tornam pré-sal mais atraente (O Globo)
Consumo diminui e contém crescimento (Correio Braziliense)
Conta da Ampla terá reajuste de 10,57% dia 15 (O Globo)
Contribuinte tem até 29 de abril para entregar IR (O Estado de S. Paulo)
Copom define hoje rumo da Selic com sete votos (Valor Econômico)
Cortes em habitação não assustam setor (O Globo)
Crescem os investimentos nas universidades corporativas (Valor Econômico)
Decisões locais colocam 'língua universal' em risco (Valor Econômico)
Destaques (Valor Econômico)
Empresas não formam sucessores (Valor Econômico)
Exportações crescem mais que importações (O Estado de S. Paulo)
Gerdau anuncia plano bilionário para dobrar Cosígua (Valor Econômico)
Gigantes unem-se para investir R$ 6 bilhões no transporte de etanol (Valor Econômico)
Governo prefere Vale em Belo Monte (Valor Econômico)
Indicações incluem OGX, AmBev e Pão de Açúcar (Valor Econômico)
Inflação faz fornecedor reajustar contrato (Valor Econômico)
IR - Tire suas dúvidas (Correio Braziliense)
Jirau x Santo Antônio (Valor Econômico)
Maior rigor para acusado de sonegação (Valor Econômico)
Maioria aposta em alta de 0,5 ponto (O Estado de S. Paulo)
Mercado prevê alta de 0,5 ponto na Selic (O Estado de S. Paulo)
Mercado vê juro a 11,75% e quer mais (O Estado de S. Paulo)
Minada por exterior,Bovespa recua 1,69%, aos 66.242,63 pontos (O Estado de S. Paulo)
Mudanças no Santander (Valor Econômico)
O 5° maior credor dos EUA (Correio Braziliense)
PanAmericano vira 'mina de ouro' para o BTG (O Globo)
Passagem aérea vai subir com alta do petróleo (O Globo)
Petrobras admite que investimentos podem ficar abaixo da meta de 2011 (Valor Econômico)
Petrobras cria empresa para transportar etanol (O Globo)
Petrobrás admite investimento menor (O Estado de S. Paulo)
Petrobrás cria empresa de logística para área de etanol (O Estado de S. Paulo)
Petróleo bate recorde e preocupa mercados (Correio Braziliense)
PIB menor não alivia a inflação (O Globo)
Prefeitos e governos estaduais dão apoio para acelerar trem-bala (O Estado de S. Paulo)
preço do petróleo volta a subir por Irã e Arábia Saudita, a US$115,42 (O Globo)
Preços do petróleo voltam a subir por temor da crise na Líbia (O Estado de S. Paulo)
Preços fazem exportação do país bater recorde (O Globo)
Private equity atrai gestora americana (Valor Econômico)
Restituições devem totalizar R$ 12,5 bi (Correio Braziliense)
Santander deverá pagar gratificações a aposentados (Valor Econômico)
Schincariol fatura R$ 5,7 bi e reduz investimentos (Valor Econômico)
Sem financiamento, vendas de máquinas param (O Estado de S. Paulo)
Senado aprova 2 novos diretores do BC (O Globo)
Tecnologia e atendimento para disputar no "middle" (Valor Econômico)
Terram foca no setor privado para crescer (Valor Econômico)
Trip compra quatro aviões da Embraer (O Estado de S. Paulo)
Térmicas querem mais prazo (Correio Braziliense)
UFMG faz parcerias e acelera pesquisas (Valor Econômico)
'Eu sabia que era eu. Foi muito natural' (O Globo)
A líderes, Dilma justificará cortes (O Globo)
Agências ficam sem 592 cargos (Correio Braziliense)
Alta menor do PIB este ano, de 5%, não freará inflação (O Globo)
APO passa no Senado (Correio Braziliense)
Após eleição, Câmara pune violação de sigilo (O Estado de S. Paulo)
Arrocho não assombra (Correio Braziliense)
Benefício (Correio Braziliense)
Briga pelo mínimo chega ao STF (O Globo)
Comissão tem Maluf e Valdemar (Correio Braziliense)
Cortes na Pasta do Turismo afetam planos eleitorais de deputados (Valor Econômico)
Câmara instala comissão da ''nova'' reforma política (O Estado de S. Paulo)
Depois dos cortes, Bolsa Família sobe (O Globo)
Deputados aprovam punição a servidor que viole sigilo fiscal (Valor Econômico)
Descompasso entre Câmara e Senado dificulta reforma (Valor Econômico)
Dilma: a "chef" e a chefe (Correio Braziliense)
Diretorias da PF à espera dos chefes (Correio Braziliense)
Em campo (Correio Braziliense)
Em evento popular, beijos e abraços (O Globo)
Empolgação só quando é citado recado de Lula (O Estado de S. Paulo)
Empresa sem expertise ganha contrato do Incra (O Estado de S. Paulo)
Esmolinha para o cidadão (Jornal de Brasília)
Governo corta de um lado e gasta de outro (O Globo)
Justiça condena doleiros que movimentaram R$ 1 bi (O Estado de S. Paulo)
Kassab busca sua própria ‘esquerda’ (O Estado de S. Paulo)
Mais 19% no Bolsa Família (Correio Braziliense)
Maquiagem de esquerda ao PDB de Kassab (O Estado de S. Paulo)
Ministério contrata empresa denunciada (Correio Braziliense)
Na Cultura, a primeira crise do Ministério de Dilma (O Globo)
Navalha nas obras (Correio Braziliense)
Oposição vê incoerência (Correio Braziliense)
Oposição: governo quer encobrir medidas negativas (O Globo)
Paulinho xinga petistas e Planalto exclui PDT de reunião (Valor Econômico)
Prefeitos temem paralisação de obras (Valor Econômico)
Programa mal saiu do papel (O Globo)
PSB quer bens coletivos e DEM defende mercado (O Estado de S. Paulo)
Saúde tem emendas preservadas (Valor Econômico)
Senado aprova criação da APO (O Estado de S. Paulo)
Senadores votam MP que cria Autoridade Olímpica (Valor Econômico)
Tesourada atinge o combate ao crime (Correio Braziliense)
Usado como vitrine na campanha eleitoral, PAC já perdeu R$ 8 bilhões (O Globo)

