quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Supremo julga aplicação da Ficha Limpa nas eleições de 2010

O Supremo Tribunal Federal (STF) está julgando neste momento o recurso (RE 631102) do deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral que negou o registro de sua candidatura ao Senado. Jader recebeu 1,8 milhão de votos, mas a Justiça Eleitoral o considerou inelegível. Em seu recurso, o candidato alega que a aplicação da Lei da Ficha Limpa nas eleições de 2010 fere o princípio da anualidade, segundo o qual leis que interferem no processo eleitoral só podem ser aplicadas um ano depois de entrar em vigor - a Ficha Limpa foi sancionada no primeiro semestre deste ano. Jader Barbalho teve o registro da candidatura impugnado porque renunciou ao cargo de senador em 2001, quando era acusado de quebra de decoro parlamentar. O deputado fundamentou o recurso no qual critica a aplicação da Lei da Ficha Limpa nos princípios de presunção da inocência, anualidade (necessidade de a lei eleitoral entrar em vigor um ano antes do pleito), irretroatividade e anterioridade da lei. Ele também alegou ofensa ao ato jurídico perfeito (a renúncia) e à segurança jurídica. No entendimento do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que apresentou parecer contrário ao recurso de Jader Barbalho, contudo, a lei da Ficha Limpa é plenamente aplicável às eleições de 2010. Para ele, são válidas as hipóteses de inelegibilidade criadas pela LC 135/2010 porque, apesar dos novos requisitos para tornar os candidatos elegíveis, essas regras não interferiram no processo eleitoral nem fizeram distinção entre candidatos ou partidos. Na visão do representante do Ministério Público, não se pode sequer argumentar que a lei não deveria retroagir para prejudicar os réus, uma vez que os candidatos não seriam réus, nem a inelegibilidade seria pena por se tratar de Direito Eleitoral, e não de Direito Penal. Ao afirmar que a nova lei se harmoniza com o interesse público, o procurador-geral opinou pela rejeição ao recurso, ou seja, pediu que seja mantida a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que considerou Jader Barbalho inelegível em 2010.

Roriz

O primeiro recurso ao STF contra decisão favorável da Justiça Eleitoral à validade do Ficha Limpa para as eleições de 2010 foi encaminhado pelo então candidato ao Governo do Distrito Federal Joaquim Roriz. Como Jader, Roriz foi barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por renunciado ao cargo de senador a fim de evitar sua cassação, em 2007. Composto por 11 ministros, mas com desfalque de um - o ministro Eros Grau se aposentou em agosto -, o STF não conseguiu concluir o julgamento de Roriz devido a um empate por cinco a cinco. Naquele julgamento, o presidente da Casa, ministro Cezar Peluso, recusou-se a votar novamente para desempatar, uma prerrogativa existente no Regimento Interno do tribunal.

Da Redação / Agência Senado

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Direto do Plenário: suspenso julgamento do recurso de Jader Barbalho

ADPF questiona decisões judiciais que mandam União calcular o valor devido nos processos em que é ré

Pauta de julgamentos previstos para a sessão plenária desta quarta-feira (27)

Furto de munição com baixo valor exclusiva do Exército não é considerada insignificante

Direto do Plenário: relator vota pelo desprovimento do recurso de Jader Barbalho

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DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Quarta-feira, 27 de outubro de 2010


Destaques nacional

ATOS DO PODER EXECUTIVO
Governo publica decreto que cria cadastro de identificação de atingidos por barragens

APE
Decreto regulamenta o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima - FNMC

MINC
Homologado o tombamento da Floresta Fóssil do Rio Poti em Teresina - PI

MINC
Iphan fixa medidas para a preservação do Conjunto Arquitetônico e Urbanístico de Ouro Preto (MG)

MEC
Educação institui Programa de Apoio à Educação Superior a Distância em Moçambique

MS
Saúde publica lista de medicamentos para atendimento ao sistema penitenciário

MME
ANP autoriza o parcelamento de débitos com a agência

Mais destaques


Seleções e concursos

UFPI oferece 615 vagas em seleção para Colégios Agrícolas do Estado

ESAF libera resultado do Prêmio CARF de Monografias em Direito Tributário

Projeto da Petrobras seleciona biólogo, geólogo e assistente administrativo

Mais concursos


O Amapá no DOU

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Calendário para o 2º Turno das Eleições

O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, TRE-AP, divulga calendário eleitoral para acompanhamento desta reta final, antes do segundo turno das eleições 2010:

Terça-feira - 26/10/2010 (5 dias antes)

1.Data a partir da qual e até 48 horas depois do encerramento da eleição nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante delito, ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto (Código Eleitoral, art. 236, caput).

Quinta-feira - 28/10/2010 (3 dias antes)

1.Início do prazo de validade do salvo-conduto expedido pelo juiz eleitoral ou presidente da mesa receptora (Código Eleitoral, art. 235, parágrafo único).

2.Último dia para propaganda política mediante reuniões públicas ou promoção de comícios e utilização de aparelhagem de sonorização fixa, entre as 8 horas e as 24 horas (Código Eleitoral, art. 240, p. único e Lei no 9.504/97, art. 39, § 4º e § 5º, I).

3.Último dia para o juiz eleitoral remeter ao presidente da mesa receptora o material destinado à votação (Código Eleitoral, art. 133).

Sexta-feira – 29/10/2010 (2 dias antes)

1.Último dia para a divulgação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão (Lei nº 9.504/97, art. 49, caput).

2.Último dia para a divulgação paga, na imprensa escrita, de propaganda eleitoral, no espaço máximo, por edição, para cada candidato, partido político ou coligação, de um oitavo de página de jornal padrão e um quarto de página de revista ou tablóide (Lei nº 9.504/97, art. 43, caput).

3.Último dia para a realização de debates (Resolução nº 22.452/2006).

4.Último dia para propaganda eleitoral em páginas institucionais na Internet (Resolução nº 22.460/2006).

5.Data em que o presidente da mesa receptora que não tiver recebido o material destinado à votação deverá diligenciar para o seu recebimento (Código Eleitoral, art. 133, § 2º).

Sábado – 30/10/2010 (1 dia antes)

1.Último dia para a propaganda eleitoral mediante alto-falantes ou amplificadores de som, entre as 8 horas e as 22 horas (Lei nº 9.504/97, art. 39, § 3º e § 5º, I).

2.Último dia para a promoção de carreata e distribuição de material de propaganda política (Lei nº 9.504/97, art. 39, § 5º, I e III).

Domingo – 31/10/2010 DIA DA ELEIÇÃO - (Lei nº 9.504/97, art. 2°, § 1°)

Às 7 horas- Instalação da seção eleitoral (Código Eleitoral, art. 142).

Às 8 horas – Início da votação (Código Eleitoral, art. 144).

Às 17 horas – Encerramento da votação (Código Eleitoral, arts. 144 e 153).

Depois das 17 horas – Emissão do boletim de urna e início da apuração e da totalização dos resultados.

LOGÍSTICA

De forma idêntica ao 1º turno, O TRE-AP contará com aproximadamente 6.300 profissionais para atender de forma igualitária todos os eleitores que votarão no Estado do Amapá. Serão 4.940 Mesários (fora o quadro de reserva); 365 Coordenadores de Local de Votação; 245 Seguranças; 27 Bombeiros; 530 Motoristas para 300 veículos; 3 Totalizadores; 11 Recepcionistas de disquetes; 2 Depositários de Urna; 4 Recepcionistas de Urna Eletrônica; 42 Técnicos de Urna; 32 Núcleos de Apoio Técnico; 8 Grupos de Transmissão Discado; 35 Grupos de Transmissão via Satélite, mais a equipe de Juízes, Promotores, Assessoria de Imprensa, alimentação e apoio logístico. No dia 31, domingo, será montada uma estrutura para o Centro de Divulgação dos Resultados, na Casa da Cidadania, onde mais de 100 pessoas, entre repórteres, cinegrafistas, técnicos e outros profissionais acompanharão os números que sairão das urnas, após as 17 horas, para divulgá-los, corretamente e o mais rápido possível, para todo o país. Um telão em frente ao prédio do TRE-AP permitirá que os eleitores acompanhem os resultados.



Fonte: TRE-AP


CNT/Sensus: Dilma dispara e tem 51,9%. Dos válidos, atinge 58,6%. Serra afunda e tem 36,7%.

Na contagem dos votos válidos, a candidata de Lula tem 58,6% e o tucanóide aparece com 41,4%. A quatro dias do segundo turno, candidata de Lula dispara.

A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) divulgou hoje pesquisa realizada pelo instituto Sensus que revela ampla dianteira de Dilma Rousseff em relação ao tucano. A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, tem 51,9% das intenções de voto, diante dos 36,7% de seu adversário, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta manhã. A vantagem de Dilma para Serra aumentou de cinco pontos porcentuais da pesquisa anterior, na semana passada, para 15,2 pontos agora. No levantamento anterior, Dilma tinha 46,8% e Serra, 41,8%. Na pesquisa divulgada hoje, votos brancos e nulos somaram 4,7% e indecisos ficaram com 6,8%. Ao se considerar somente os votos válidos - que exclui nulos e brancos e se redistribui os indecisos proporcionalmente, Dilma tem 58,6% e Serra, 41,4%. A rejeição à candidata petista caiu de 35,2% da pesquisa anterior para 32,5%. Já a rejeição a Serra subiu de 39,8% para 43%. O levantamento, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, foi feito com dois mil eleitores, entre os dias 23 e 25 de outubro, em 136 municípios. Foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 37609/2010.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Convênios do Amapá com a União

Mais de 1,5 milhão de reais liberados para o Amapá no último mês

O gabinete do senador José Sarney (PMDB-AP) informa que, entre os dias 26/09 a 26/10/2010 , o total liberado pela União, em convênios para o Amapá, foi de R$ 1.501.894,88 (um milhão, quinhentos e um reais, oitocentos e noventa e quatro reais e oitenta e oito centavos). Os recursos foram para Macapá e vieram de diversos ministérios para ações em áreas como sistema de abastecimento de água, de fiscalização do INMETRO e de estágio de estudantes. Detalhes podem ser conferidos ao se clicar no nome do município acima.

Transferências federais para o Amapá no exercício 2010 (até hoje, 26/10)


Total destinado ao Estado: R$1.496.755.203,55

Total destinado aos municípios do Estado:R$321.730.239,15

Para mais detalhes, clique aqui

Atenção!

Prezado amapaense, mais do que nunca, fiscalize. Acompanhe os recursos que são liberados pela União para o seu município. Clique na foto com a logomarca e o link para o "Portal da Transparência", na coluna direita no blog, para conferir as liberações de convênios no último mês. Disponibilizaremos, também, o total de transferências federais diretas para o estado. No exercício 2010, até hoje, foram quase R$1,5 bi para o Amapá. Estes serviços estarão sempre disponíveis e atualizados para você.

Sobre o "Portal da Transparência"

O Portal da Transparência do Governo Federal é uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU), lançada em novembro de 2004, para assegurar a boa e correta aplicação dos recursos públicos. O objetivo é aumentar a transparência da gestão pública, permitindo que o cidadão acompanhe como o dinheiro público está sendo utilizado e ajude a fiscalizar. O Governo brasileiro acredita que a transparência é o melhor antídoto contra corrupção, dado que ela é mais um mecanismo indutor de que os gestores públicos ajam com responsabilidade e permite que a sociedade, com informações, colabore com o controle das ações de seus governantes, no intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam.

Presidência do Senado

Sarney divulga nota de pesar pelo falecimento de Tuma

A assessoria de imprensa do presidente do Senado, José Sarney, divulgou há pouco uma nota de pesar assinada por ele em razão do falecimento do senador Romeu Tuma (PTB-SP), ocorrido nesta terça-feira (26). Veja abaixo a íntegra do texto:

Foi com profunda comoção que recebi a notícia do falecimento do Senador Romeu Tuma, um político exemplar, uma pessoa admirável, um grande amigo.Ao longo de sua longa e rica trajetória na vida pública, o Senador Romeu Tuma logrou, por suas excepcionais qualidades, converter-se em ponto de referência para muitas gerações.Entre essas qualidades merecem destaque sua dignidade, o caráter íntegro, a simplicidade em tratar com as pessoas, um reflexo de sua profunda sensibilidade social.Isso tudo dele fazia não apenas um homem respeitado, mas, em particular, querido. Era uma pessoa de bem, que tinha o gosto da convivência e da amizade. No Senado, seu desempenho foi exemplar, sua dedicação foi absoluta. Estudava a fundo as questões, sobretudo as relacionadas à segurança nacional, às relações exteriores, e às questões sociais. Demonstrou suas grandes competência e habilidade na década de oitenta, como Diretor do Departamento de Polícia Federal, quando me ajudou a conduzir a sensível questão da segurança no difícil trânsito entre um ambiente marcado pela exceção para outro, plenamente democrático e de respeito aos direitos humanos.A admiração pessoal há longa data converteu-se em amizade, e essa extrapolou também para nossas esposas e filhos. No Senado e na vida pessoal Romeu Tuma fará falta.

José Sarney

Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

O GLOBO
DEU A LOUCA NOS PREÇOS

Queijo francês mais em conta do que o nacional. Doce de leite argentino mais barato que o artesanal brasileiro. Na ceia de Natal, o peru sairá mais caro que o bacalhau — que, por sua vez, está mais barato que o filé mignon. São distorções nos preços como essas que o consumidor passou a encontrar no varejo nas últimas semanas, especialmente por causa da baixa cotação do dólar — que, este ano, acumula queda de 2,29%. Com isso, as vendas de importados nos supermercado subiram em outubro até 15%, frente a igual período de 2009. Dólar baixo combinado com alimentos em alta no mercado nacional fizeram a receita de preços díspares à mesa. Exemplos não faltam no varejo. Pelo delivery do Pão de Açúcar, é possível comprar meio quilo de lascas de bacalhau por R$ 10,35 — preço menor do que 500g de contra filé (R$ 12,99). Já no site do Zona Sul, queijo brie francês President sai por R$ 11,96; já a mesma quantidade da Campo Lindo custa 32,9% a mais. Na Lidador, o vinho português Monte Velho sai por R$ 23,98; já o nacional Dom Laurino sai 104% a mais, por R$ 49.

FOLHA DE S. PAULO
FOLHA CONHECIA VENCEDORES DE LICITAÇÃO DO METRÔ DE SP SEIS MESES ANTES

A Folha soube há seis meses quais seriam os vencedores da licitação dos lotes 3 a 8 da linha 5-lilás do metrô. O anúncio das empreiteiras ocorreu apenas na última quinta. O jornal já havia registrado o nome dos ganhadores em vídeo - disponível na Folha.com - e no 2º Cartório de Notas nos dias 20 e 23 de abril deste ano, respectivamente. O valor da concorrência ultrapassa os R$ 4 bilhões. O Metrô disse que vai investigar o caso, Os consórcios negaram irregularidades. A licitação foi aberta quando José Serra (PSDB) era governador do Estado e concluída por seu sucessor, Alberto Goldman. (Págs. 1 e Eleições, 7)

A Ordem dos Advogados do Brasil repudiou ontem iniciativas, debatidas em ao menos quatro Estados, que visam a criar conselhos estaduais para fiscalizar e monitorar a mídia. Para a entidade, medidas desse gênero são inconstitucionais. A OAB se disse preocupada com os males que esses órgãos possam causar "à livre manifestação de expressão e a liberdade de imprensa, fundamentais para a normalidade do Estado de Direito". 0 presidente da entidade, Ophir Cavalcante, assinalou que a OAB poderá questionar judicialmente a criação dos conselhos.


JORNAL DO BRASIL
DEBATE SE RESUMIU A TROCA DE ACUSAÇÕES

Os candidatos a Presidência da República, Dilma Rousseff d (PT) e José Serra (PSDB) protagonizaram, ontem à noite, na TV Record, mais um debate com críticas mútuas e muitos ataques.

CORREIO BRAZILIENSE
BRASILEIROS SBANJA DÓLARES

A febre das viagens internacionais tomou conta do Brasil. Com o país caminhando para o pleno emprego e a renda em expansão, os brasileiros estão esbanjando no exterior. Entre janeiro e setembro deste ano, os gastos dos turistas somaram US$ 11,4 bilhões — o equivalente a um desembolso de US$ 42,4 milhões por dia, quantia 53,6% superior à registrada em igual período de 2009, quando o desembolso diário somou US$ 27,6 milhões. O avanço das despesas segue em um ritmo tão acelerado que, no mês passado, a despeito de ser baixa temporada nos principais destinos turísticos, os brasileiros deixaram lá fora um volume recorde: US$ 1,5 bilhão, o maior já registrado em um único mês desde 1947. (Págs. 1, 13 e 14)

VALOR ECONÔMICO
'ESTARRECIDO'COM BAIXARIAS, TSE QUER MUDAR CAMPANHAS

Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral(TSE) estão "estarrecidos" com o baixo nível da campanha presidencial no segundo turno. Para eles, as coligações de Dilma Rousseff e de José Serra promovem um "show de horrores", com troca de acusações constantes em vez de discussão sobre propostas de governo. "O que estamos vendo não é mais horário eleitoral, é um tiroteio eleitoral", disse o ministro Aldyr Passarinho Junior. Ele cogitou até mudanças para eleições futuras, como tornar responsáveis os marqueteiros nos casos de propagandas destinadas apenas a ofender adversários. (Págs. 1 e A5)



Veja também

A relação comercial China-A. Latina (Valor Econômico)

Na última década, duas economias que pouco negociavam entre si tornaram-se grandes principais parceiras comerciais. O comércio entre a América Latina e a China passou de apenas US$ 10 bilhões por ano em 2000 para mais de US$ 100 bilhões hoje. Muito do debate atual sobre a relação entre a China e a América Latina tem se focado sobre os níveis da taxa de câmbio. A preocupação é legítima no curto prazo, mas não devemos deixar essa polêmica obscurecer as oportunidades econômicas e sociais que podem ser criadas por meio de uma maior integração. Graças à maior integração econômica, tanto a China como a América Latina e o Caribe se tornaram dois motores importantes de crescimento, que podem contribuir para a recuperação da economia mundial, especialmente depois da crise financeira global. Hoje, a produção econômica combinada da América Latina e Caribe (cerca de US$ 2,6 trilhões em 2009) está próxima do PIB chinês de US$ 2,7 trilhões. Na última década, duas economias que pouco negociavam entre si, tornaram-se grandes principais parceiras comerciais: o comércio entre a América Latina e a China passou de apenas US$ 10 bilhões por ano em 2000 para mais de US$ 100 bilhões hoje.

Ainda sobre as reservas internacionais do Brasil (O Estado de S. Paulo)
As empresas e a proteção aos direitos humanos (Valor Econômico)
Europa quer atuação do G-20 na retirada de barreiras comerciais (O Estado de S. Paulo)
O poder e a liberdade (O Globo)
Prêmio Nobel, emprego e desemprego (O Estado de S. Paulo)
Anac estuda flexibilizar peso de bagagem em voo (O Estado de S. Paulo)
Entre grandes empresas, 70% fizeram inovações no 2º tri, mostra pesquisa (Valor Econômico)
Governo revê para US$ 195 bi meta de exportação no ano (Valor Econômico)
Indústria leva incentivo à importação ao STF (Valor Econômico)
Luz no fim do túnel para os precatórios (Valor Econômico)
Para mim, política não é um emprego. É uma missão" (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
A novidade está do outro lado (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
A reação do eleitor (O Globo - Panorama Político)
Compromisso: aliados também no governo (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Exceção à regra (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Fundamentos também explicam alta nos juros (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Imprensa em foco (O Globo - Panorama Econômico)
O dono da bola (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Oposição unida (O Globo - Merval Pereira)
Petrobras atrai compra; será uma tendência? (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Programação Variada (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)

Sem energia, o país para (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)

Dilma Rousseff começou a vida civil depois dos tempos revolucionários sendo ministra do setor elétrico. Organizou a vida administrativa que o ministério usa a todo instante. A movimentação do mundo exige funcionamento da eletricidade. São milhões de computadores, no comércio, no transporte, na indústria e na administração. Necessidade diária move todas as operações de bancos e comunicações. Ainda hoje, depois de tantos anos, uma chuva mais forte continua capaz de derrubar torres e atrapalhar a vida do brasileiro, que paga preço alto pela energia elétrica. Bancos, comércio e escritórios, sem a presença de luz, não funcionam. O Brasil cresce, desenvolve-se. Ainda dependemos da energia, como muitas famílias dependem das chuvas para colher o sustento.

Thriller eleitoral (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Um novo paradigma de campanha (Valor Econômico - Política)
Uma luz no fim do túnel (Valor Econômico - Política)
Viva a cacilda becker! (Correio Braziliense)
Estivadores iniciam operação padrão no Porto de Santos (O Estado de S. Paulo)
Estudo alerta para análise de inflação futura (Valor Econômico)
Etanol: Petrobras e Guarani fecham acordo de R$ 2,1 bi (O Globo)
Ex-presidente do BC de FH e elogio de Serra (O Globo)
Incertezas travam giro de títulos públicos (Valor Econômico)
Investimento direto avança e surpreende BC (Valor Econômico)
Investimento direto estrangeiro sobe e volta a cobrir déficit externo (O Globo)
Investimento estrangeiro acelera e cobre déficit das contas externas (O Estado de S. Paulo)
IOF maior é insuficiente (Correio Braziliense)


JP Morgan compra controle da Gávea Investimentos, de Armínio Fraga (O Estado de S. Paulo)

Acordo. Pelos termos do acerto, o ex-presidente do Banco Central continuará à frente da empresa por cinco anos e fará parte da direção e do conselho de administração da Highbridge, que administra US$ 21 bilhões em ativos e tem sede em Nova York. O banco americano JP Morgan deve anunciar hoje a compra do controle da Gávea Investimentos, a empresa de gestão de recursos do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga. O JP Morgan está comprando 55% da Gávea - que será integrada à Highbridge, a empresa de investimentos do banco americano. Pelo acordo, a fatia do JP Morgan na gestora brasileira ainda poderá aumentar ao longo do tempo. Armínio continuará à frente da nova empresa e também fará parte do conselho de administração e da direção da Highbridge, que administra US$ 21 bilhões em ativos e tem sede em Nova York. Pelo acordo com os americanos, o ex-presidente do BC precisará permanecer na empresa durante os próximos cinco anos, pelo menos. Procurado, Armínio Fraga não se pronunciou sobre a operação. Mas o fechamento do negócio afasta qualquer possibilidade de sua volta ao serviço público antes de 2015. Seu nome era cogitado para integrar um eventual governo do candidato tucano à presidência, José Serra. Festa. O anúncio do acordo, programado para ser feito em Nova York e no Rio de Janeiro, será animado no Brasil pela presença do comitê internacional do JP Morgan, que se reúne pela primeira vez no País. Com encontros marcados para quinta-feira e sexta-feira, o conselho tem a presença de nomes de peso no cenário internacional, como o ex-primeiro ministro britânico Tony Blair e o ex-secretário-geral da Organização das Nações Unidas Kofi Annan.

Mantega alivia dólar e juros ao negar estudo de IR a estrangeiros (O Estado de S. Paulo)
Mantega diz não querer 'afugentar investidor' (O Estado de S. Paulo)
Mantega diz que tem arma para conter a alta do real (O Globo)
Mantega evita G-20, mas festeja a vitória (Correio Braziliense)
Mantega nega cobrança de IR de estrangeiro (Valor Econômico)
Mantega vê avanços nos compromissos do G-20 (O Globo)
Medidas põem em risco o alongamento da dívida pública (O Estado de S. Paulo)
Mesmo com alta do IOF, entrada de dólar cresce no País (O Estado de S. Paulo)
Ministros que reveem subsídios são ligados ao lobby agrícola (O Estado de S. Paulo)
ONU teme que cólera se espalhe por todo Haiti (O Globo)
Período de silêncio em xeque (Valor Econômico)
Petrobrás fecha acordo de R$ 2 bi com Guarani (O Estado de S. Paulo)
PNBL obtém preços 50% inferiores aos do mercado (Valor Econômico)
Projeto-piloto de Tupi produzirá 14 mil barris (O Estado de S. Paulo)
Renovação de contratos portuários cria conflito (O Estado de S. Paulo)
Rombo com exterior registra salto de 191% (Correio Braziliense)
Superbactéria: Hospitais privados também estão em alerta (Correio Braziliense)
Só 14% têm o hábito de poupar (Correio Braziliense)
TCU: Lei do SAC vale para as agências reguladoras (O Globo)
Turistas brasileiros têm o maior gasto no exterior desde 1947 (O Estado de S. Paulo)

Este blog lamenta o falecimento do valoroso senador Romeu Tuma


O senador Romeu Tuma (PTB-SP) faleceu às 13h, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em decorrência de uma hemorragia. O corpo será velado na Assembléia Legislativa de São Paulo, conforme informações da assessoria do parlamentar. O senador foi submetido, no último dia 2, a uma cirurgia cardíaca, para colocação de um dispositivo de assistência ventricular que auxilia o coração, chamado Berlin Heart. Desde então, seguia internado.

Carreira

Romeu Tuma nasceu em 4 de outubro de 1931, na cidade de São Paulo. Casado com Zilda Dirane, Tuma teve quatro filhos e nove netos. Descendente de imigrantes libaneses, ingressou na carreira policial aos 20 anos de idade. Tornou-se investigador por concurso público e, em 1967, delegado de polícia, após formar-se em Direito. Chegou então a Diretor de Polícia Especializada, na Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Entre 1977 e 1983, dedicou-se a esclarecer casos de seqüestros. Em 1983, assumiu a Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Exerceu, em seguida, a função de diretor-geral da Polícia Federal. Durante o governo de Fernando Collor (1990-1992), acumulou os cargos de superintendente da Receita Federal e diretor-geral da Polícia Federal. Em 1991, passou a ocupar uma Vice-Presidência da Organização Internacional de Polícia Criminal (OIPC-Interpol), que congrega as polícias de 186 nações. Em 1995, afastou-se do Poder Executivo para cumprir, pelo PFL, seu primeiro mandato de senador por São Paulo, com mais de 5,5 milhões de votos. Em 2002, reelegeu-se pelo PTB, com 7.278.185 votos, para o mandato até com fim em 2011. Em 2003, foi eleito 1.° Secretário da Mesa Diretora do Senado, o quarto cargo em importância na hierarquia parlamentar. No Senado, foi Corregedor - cargo até hoje somente exercido por ele - e focou sua atuação em questões ligadas à segurança pública.

Sarney fala a TV Brasil sobre o Mercosul

Não tenho dúvida que a América do Sul, totalmente integrada, será uma grande área econômica no mundo". Assim, em entrevista a TV Brasil, o presidente José Sarney fez profissão de fé na grandeza futura das economias do Brasil e da América do Sul. Depois de observar que a China vive hoje seu grande momento econômico, como já viveram também Europa e os Estados Unidos, arriscou profecia: o próximo ciclo dourado será da América do Sul. A entrevista é parte de um especial sobre os 20 anos de criação do Mercosul, no programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, que deve ir ao ar no final de novembro. A parceria de Sarney, então presidente do Brasil, com os presidentes Raul Alfonsín, da Argentina, e Julio Sanguinetti, do Uruguai, foi embrião do Mercosul.Na década de 80, os três presidentes, responsáveis pela redemocratização de seus países, iniciaram um processo de integração da América do Sul. Nesse projeto, que não seria apenas comercial, mas também cultural, militar e política, haveria inclusive um banco sul-americano e uma moeda comum – o gaucho. Na entrevista, Sarney relata dificuldades e vitórias desse início da integração e explica porque o Paraguai ficou fora daquele projeto: ainda era uma ditadura, enquanto os outros já haviam reencontrado a democracia.

Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado


Sobre o assunto, veja também:

A política externa da Nova República na visão do embaixador Paulo Tarso

Sarney: uma vida dedicada ao Brasil

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DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO
Terça-feira, 26 de outubro de 2010

Destaques nacionais

MINISTÉRIO DA SAÚDE
Anvisa torna obrigatória a higienização das mãos com álcool gel nos hospitais do País

MD
Anac fixa novas regras para o registro das tarifas comercializadas no transporte aéreo

MS
Anvisa define composição das vacinas contra a gripe a serem utilizadas no País em 2011

MDA
Autorizado o pagamento aos beneficiários do Garantia-Safra 2009-2010

PJ
CJF divulga alteração dos anexos de resolução que trata da localização das varas federais

Mais destaques


Seleções e concursos

Exército libera resultado de exame para ingresso nos CFO/S Sau/2011

UFRO realiza seleção para Curso de Bacharelado em Segurança Pública

ECT de Manaus/AM oferece 28 vagas em seleção para Programa de Estágio - NS

Mais concursos


O Amapá no DOU

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Eleições 2010: Debate na Record

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

O GLOBO
SERRA SOBE O TOM;DILMA E LULA ADOTAM O SILÊNCIO

Tucano fala em 'mentira permanente'; petistas evitam discursos e polêmicas. No último domingo de campanha, os presidenciáveis adotaram estratégias diferentes em eventos no Rio. José Serra, em Copacabana, subiu o tom dos ataques ao governo Lula e ao PT: "Precisamos de um governo que tenha caráter. Não podemos viver situação de mentira permanente". Para ele, o PT tem critérios diferentes contra a corrupção: "A justiça dos companheiros é mais lenta, não anda." Em carreata na Zona Oeste, Dilma Rousseff e Lula não discursaram nem deram entrevista, fugindo de polêmicas. Dilma fez uma declaração breve: "Foi maravilhoso. Um final de campanha para cima." (Págs. 1 e 3)

FOLHA DE S. PAULO
APÓS CEARÁ, TRÊS ESTADOS PLANEJAM VIGIR MÍDIA

Bahia, Alagoas e Piauí se preparam para implantar órgãos de controle. Pelo menos mais três Estados se preparam para criar conselhos de comunicação com o objetivo de monitorar a mídia, a exemplo do já ocorrido no Ceará, informa Elvira Lobato. O governo de Alagoas, do PSDB, estuda transformar um conselho consultivo em deliberativo, com poder semelhante ao cearense. No Piauí, um grupo de trabalho nomeado pelo ex-governador Wellington Dias (PT) propôs a criação de órgão para, entre outras funções, vigiar o cumprimento das regras de radiodifusão. Na Bahia, governada pelo PT, o conselho seria vinculado à Secretaria de Comunicação Social do Estado. Nos três casos, há envolvimento do Executivo. Em São Paulo, tramita projeto similar ao do Ceará. (Págs. 1 e A4)

O ESTADO DE S. PAULO
O ESTADO NA RETA FINAL, PF OUVE ERENICE E JORNALISTA

Pivô de escândalos de tráfico de influência na Casa Civil e de violação de sigilo do IR depõem hoje. A seis dias da eleição presidencial, os pivôs de escândalos que desgastaram a campanha de Dilma Rousseff (PT) prestarão hoje depoimento, em inquéritos separados, à Polícia Federal em Brasília. Braço direito de Dilma na Casa Civil, a ex-ministra Erenice Guerra terá de explicar se sabia das irregularidades praticadas por seus filhos Israel e Saulo Guerra na intermediação de negócios entre empresas privadas e estatais. As denúncias de tráfico de influência fizeram Erenice deixar o cargo, em 16 de setembro. O jornalista Amaury Ribeiro Jr. será ouvido sobre a violação do sigilo fiscal de tucanos. Suspeito de ter encomendado e pago a invasão dos dados fiscais, ele poderá sair do depoimento indiciado por corrupção ativa e violação de sigilo. (Págs. 1 e A4)



O avanço da economia e a proximidade da Olimpíada e da Copa no Rio têm seus preços. Um deles é o aumento descontrolado do valor dos imóveis na capital fluminense. Dependendo do bem, a alta em um ano passa dos 80%. Situação é parecida no país e governo prepara índice específico para o setor. (Págs. 1, 10 e 11. Economia)

Os presidenciáveis se preparam para cumprir uma maratona até a véspera da eleição, quando encerram o segundo turno da campanha em Minas Gerais. De hoje a sexta-feira, Dilma Rousseff e José Serra terão no total duas horas de programa eleitoral, dois debates e compromissos políticos em sete estados. Mudanças radicais na estratégia de campanha estão descartadas, mas o confronto, não. A candidata do PT apostará na comparação entre os governos Lula e FHC. No embate local, Agnelo Queiróz reforçará a proximidade com o presidente Lula e com Dilma, enquanto Weslian Roriz continuará fazendo promessas de impacto eleitoral. (Págs. 1, 3, 4, 19 e 21)

O crescimento do setor de serviços, do crédito e da construção civil está ajudando mais o caixa das prefeituras que o de outras esferas de governo. Dez das 14 maiores capitais do país superararam os respectivos Estados em receita tributária própria entre janeiro e agosto em comparação com o mesmo período de 2008, em que as contas públicas ainda não tinham sido contaminadas pela crise internacional. As dez capitais são São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Salvador, Maceió, Vitória, Goiânia, Campo Grande e Cuiabá. Nos oito primeiros meses do ano, a arrecadação própria do município de São Paulo, por exemplo, aumentou 27,3% em termos nominais na comparação com o mesmo período de 2008. Enquanto isso, a receita tributária do governo paulista cresceu 20,9%. "O setor financeiro e a construção civil puxam a arrecadação de São Paulo", diz o secretário de Finanças do município, Walter Aluisio Morais Rodrigues. (Págs. 1 e A4)

Veja também

A Amazônia chinesa (Correio Braziliense)

O ex-ministro Delfim Netto voltou a falar, em fins de setembro último, no Perfil Econômico, da ação do Estado chinês, que comprou, na Amazônia, recursos naturais do Brasil - propriedades agrícolas, minas de ferro, de cobre ou manganês -, sob o disfarce de empresas estatais. Segundo o ex-ministro, a China pretende crescer 9% ao ano, após os 11% de crescimento nas três últimas décadas. Mas, como não tem terra cultivável, ela só alcançará esse objetivo se comprar outra China. O país não tem água abundante, disponibilidade energética, nem matéria-prima e está longe de ter autonomia alimentar. O normal, diz Delfim, seria as empresas chinesas comprarem no mercado o que precisam. O Estado chinês adotou a estratégia de comprar diretamente recursos num país soberano e ser o proprietário deles. Então - prossegue Delfim - o próprio crescimento chinês faz explodir os preços dessas matérias-primas. Como proprietária de minas no Brasil, ela exportará o minério pelo preço que lhe convém. Teremos de introduzir sistema de preço mínimo para exportação do minério. Mas, se fizermos isso, o governo chinês reclamará: não é possível o Brasil tributar um governo soberano. É inadmissível um Estado soberano comprar os recursos naturais do Brasil, que pertencem à sociedade brasileira, não a nenhum governo de plantão. Se quiserem comprar minérios, que uma empresa privada se instale aqui, extraia e exporte minérios. O inadmissível é o Estado chinês, disfarçado em estatal, comprar mina de ferro ou de cobre e enormes terras para produzir soja. Nada de pegar minério aqui, enviá-lo a uma indústria de bens de capital lá, a preços políticos, em vantagem sobre qualquer economia. Tão grave quanto isso foi a jactância de Lula, segundo a qual "nunca os banqueiros ganharam mais no Brasil" do que em seu governo. Delfim vê desnacionalizar-se a Amazônia, sob Lula, um anti-Artur Bernardes (digam-lhe quem foi) e teme o Estado chinês, não os chineses. Não se quer expulsá-los, mas uma Amazônia em segurança e nossa, mais nada. É o que se pede a quem eleger-se presidente dia 31, eleitores.

A próxima onda (O Estado de S. Paulo)
Guerra global de moedas: quem é o inimigo? (Valor Econômico)
Medicamento: você sabe o que está tomando? (Correio Braziliense)
Não é um negócio (O Globo)
O andor da procissão da bonança pode desabar (O Estado de S. Paulo)
Regulação e a livre conversibilidade do real (O Estado de S. Paulo)
Um palhaço no circo federal (Correio Braziliense)
"Canetadas" e eleições no foco dos investidores (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
"Eu não sou mulher de assumir compromisso e não cumprir" (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Consumo continua na crista da onda do Brasil (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Corrida às vagas temporárias (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
E o eleitor ó... (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Encontros com o Estadão (O Estado de S. Paulo - Direto da Fonte)
Escárnio eleitoral (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Hora extra (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Os céus por testemunha (Valor Econômico - Política)


A rede inteligente vem aí (Correio Braziliense)

Com o objetivo de tornar mais eficiente o consumo de eletricidade e o uso das redes de transmissão, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deu o primeiro passo para implementar as redes inteligentes, conhecidas como smart grids. O órgão regulador vai obrigar as distribuidoras a trocar os atuais medidores mecânicos de energia por novos marcadores eletrônicos. A proposta, que está em audiência pública até dezembro, deve fazer com que 63 milhões de aparelhos sejam substituídos nos lares e comércios de todo o país nos próximos anos. Tanto os usuários como as concessionárias do setor vão se beneficiar da iniciativa, pois terão acesso a informações em tempo sobre o consumo de energia. Será possível estabelecer uma comunicação entre a central de distribuição de eletricidade e a residência do usuário, nos dois sentidos. “Dessa maneira, quando houver um problema na oferta de energia na casa do usuário, uma informação é transmitida automaticamente para a empresa, sem que seja necessário que se solicite o reparo por telefone”, explica Carlos Ramon, gerente geral de novos negócios da Silver Spring, empresa especializada no desenvolvimento de redes inteligentes.

Após fusão, Vivo prepara expansão com Telefônica (Valor Econômico)
Bolsa ao alcance de quem quiser (Correio Braziliense)
Capitalização da Petrobras ajuda a sustentar superávit primário recorde (Valor Econômico)
Classe C compra mais bilhetes aéreos (O Estado de S. Paulo)
CMN começa a preparar regras para cartões (O Estado de S. Paulo)
Evolução trimestral do PIB mostra perda de fôlego (O Estado de S. Paulo)
Importação em alta muda rotina nos portos (Valor Econômico)
Mantega consulta OMC sobre ''guerra cambial'' (O Estado de S. Paulo)
Melhora da economia inclui todos os setores (O Estado de S. Paulo)
Mesmo com IOF, investidor externo aplica no país (Valor Econômico)
Montadoras mostram sua força e preparam pedidos ao governo (Valor Econômico)
Nova empresa de proteção ao crédito é avaliada em R$ 1 bi (Valor Econômico)
Papéis do Bric podem dobrar de preço com ação do Fed (Valor Econômico)
Petrobras está barata? (Valor Econômico)
Poupador tem até janeiro para pedir correção da caderneta do Plano Collor II (O Estado de S. Paulo)
Volume de cheques sem fundos tem quarta queda mensal (O Estado de S. Paulo)

Vox Populi: Dilma tem 49%, Serra 38%, indecisos 7%

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Candidata do PT ao Palácio do Planalto recuou dois pontos, enquanto tucano oscilou um ponto para baixo; indecisos antes eram 4%
Matheus Pichonelli, iG São Paulo

Pesquisa Vox Populi/iG publicada nesta segunda-feira mostra que, a menos de uma semana das eleições, a candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, mantém a dianteira sobre o tucano José Serra na corrida presidencial. A ex-ministra da Casa Civil oscilou dois pontos para baixo em relação ao levantamento realizado pelo instituto entre os dias 15 e 17 de outubro e agora conta com 49% das intenções de voto. Com isso, ela tem uma vantagem de 11 pontos sobre Serra, que perdeu um ponto e aparece com 38%. O número de eleitores que pretendem votar nulo ou em branco ainda é de 6% - mesmo índice contabilizado na última pesquisa. O Vox Populi apontou, no entanto, aumento do número de eleitores indecisos ou que não responderam ao questionário: de 4% para 7%. Considerando-se apenas os votos válidos, Dilma seria eleita com 57% contra 43% de Serra. De acordo com esse critério, a distância entre os dois candidatos é de 14 pontos, igual à apontada pelo último levantamento. Ainda assim, 88% dos eleitores ainda afirma, porém, que já tem certeza da decisão tomada. O Vox Populi ouviu 3.000 pessoas em 214 municípios, entre os dias 23 e 24 deste mês e, portanto, já refletem a repercussão de episódios que marcaram o debate presidencial na semana passada, como o tumulto em um compromisso de Serra no Rio de Janeiro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob número 37059/10 em 20 de outubro.

Vantagem

A região onde a candidata do PT tem a maior vantagem em relação ao adversário tucano é o Nordeste: 64%, contra 27%. O Sul é a única região em que Serra tem vantagem sobre a petista: 47% a 39%. No Sudeste, onde está concentrada a maior fatia do eleitorado, ela venceria por 44% a 40%. Entre os homens, 53% votam em Dilma e 36% em Serra. Estão indecisos ou votam branco e nulo 10% dos eleitores masculinos. A diferença diminui entre as mulheres. Dilma tem 46% e Serra 40% do voto feminino. Indecisas e votos brancos e nulos somam 14%.Num momento em que temas religiosos ganharam destaques na campanha, a pesquisa aponta também que Dilma venceria o rival entre eleitores católicos (51% a 39%), católicos não praticantes (53% a 35%) e evangélicos (44% a 41%). Entre os eleitores que não têm religião, a vantagem da petista é de 46% a 38%.

Partidos de médio porte ganharão força na próxima legislatura

Partidos intermediários, que tenham de 6 a 51 deputados, somarão na próxima legislatura 275 eleitos, ou 53,6% da Câmara. Foi o grupo partidário que mais cresceu das últimas eleições para cá. Hoje, eles ocupam 197 vagas.

O resultado das eleições deste ano para a Câmara evidencia a tendência, já apontada por especialistas, de crescimento dos partidos médios e também do número de legendas.

Em 2006, os partidos grandes, que conquistaram pelo menos 10% das vagas na Câmara cada (PMDB, PT, PSDB e DEM), somaram 303 cadeiras, ou seja, 59% do total. Em 2011, esse grupo (PT, PMDB, PSDB) caiu para 220 vagas (42,9% do total).

Os partidos médios, por sua vez, ganharam força. As legendas intermediárias – com menos de 10% das vagas, mas com direito a terem líderes de bancadas (entre 6 e 51 deputados) –, elegeram 197 deputados em 2006 (38,4% do total). Neste ano, o grupo subiu para 275 eleitos, ou 53,6% da Câmara.

Já os partidos pequenos, com menos de 1% da Câmara, conquistaram 13 parlamentares em 2006 e 14 neste ano. Há quatro anos, 19 partidos tinham pelo menos um representante na Câmara. Em 2011, serão 22.

Esse quadro pode sofrer alterações até o fim do ano, já que a Justiça ainda deve julgar os casos de candidaturas indeferidas com base na Lei da Ficha Limpa. Após essa definição, contudo, a distribuição das vagas ficará estável ao longo do próximo mandato, em razão da regra da fidelidade partidária, que estabelece que o mandato do parlamentar pertence ao partido e que o deputado que mudar de legenda pode perder o cargo.

Partidos médios em destaque

Segundo o analista político do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) Antônio Augusto de Queiroz, o crescimento dos partidos médios nos últimos anos é resultado natural do cenário político brasileiro: “Os partidos intermediários, ao contrário dos grandes, têm conseguido se oxigenar, criar novos quadros, com novas lideranças. Além disso, a sociedade tem ficado cada vez mais exigente e procurado alternativas em razão das denúncias contra os caciques do grandes partidos”.

Já para o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), o voto dos eleitores pouco influi na “pulverização de partidos”. De acordo com ele, a possibilidade de formação de coligações para a disputa das eleições é a principal causa para o aumento da quantidade de partidos na Câmara: “Nas eleições, o número de correntes ideológicas é relativamente pequeno, de três a cinco. Cada corrente reúne diversas pequenas e médias legendas”.


Blocos partidários

Queiroz aponta que a tendência natural para os pequenos e médios partidos é formar blocos partidários na Câmara, após a posse dos deputados. Os partidos se reúnem em grupos porque as vagas da Mesa Diretora da Câmara e das presidências das comissões são proporcionais ao número de deputados dos blocos ou partidos.

Segundo Queiroz, contudo, a possibilidade de formar blocos partidários não refreia o aumento de partidos individuais: “A manutenção das legendas é uma questão de vaidade, de os líderes preservarem sua identidade, terem a prerrogativa de negociar em nome de um grupo, ou seja, de manter uma fatia de poder que seria perdida caso as legendas se fundissem”.

Reportagem - Carolina Pompeu
Edição – Patricia Roedel

Presidente do STF acredita em solução para impasse da Ficha Limpa

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, disse nesta sexta-feira (22) acreditar que os ministros daquela corte poderão sair do impasse em relação à aplicabilidade da Lei da Ficha Limpa nas eleições deste ano. O assunto será apreciado em sessão do STF na próxima quarta-feira (27), no julgamento de recurso interposto por Jader Barbalho (PMDB), candidato ao Senado pelo Pará, que teve o registro de sua candidatura negado pela Justiça Eleitoral.
- Possibilidade teórica sempre tem [de continuar empatado]. Eu não saberia fazer uma avaliação hoje. Se ninguém mudar de posição, fica tudo como estava, mas pode ser até que o tribunal encontre uma solução não alvitrada até agora - disse Peluso à Agência Brasil, durante visita à Central do Cidadão do STF.
Em setembro, no primeiro julgamento relativo à Lei da Ficha Limpa, envolvendo o então candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz, a votação no STF terminou num empate em cinco a cinco, depois de 11 horas de discussão. O caso de Roriz é semelhante ao de Jader Barbalho: ambos tiveram os registros negados por terem renunciado a mandato eletivo para escapar de processo de cassação.
Cezar Peluso, que no recurso de Roriz manifestou-se contra a aplicabilidade imediata da Lei da Ficha Limpa, não quis comentar se poderia mudar seu voto desta vez. Segundo a Agência Brasil, ele considera a possibilidade de os ministros do STF se reunirem para discutir o caso, antes da sessão de quarta-feira.
Apesar de ter o registro negado, Jader Barbalho foi o segundo candidato mais votado para o Senado no Pará. Caso o STF reverta a decisão da Justiça Eleitoral, ele ocupará a vaga atualmente da senadora eleita Marinor Brito (PSOL). O relator do recurso de Jader é o ministro Joaquim Barbosa, que, na ação de Roriz, votou pela aplicação da Ficha Limpa neste ano.
Redação / Agência Senado

Futuro governador do Amapá vai trabalhar com orçamento de R$ 2,7 bilhões em 2011


Em números absolutos são pouco mais de R$ 214 milhões em relação ao orçamento deste ano.

O próximo governador do Amapá, que assume o mandato no dia 1º de janeiro de 2011, terá um orçamento de R$ 2.706.227.637,00 para administrar o Estado durante o ano, com o detalhe de que a divisão dos recursos não será feita por sua equipe de governo, mas pela do governador que está deixando o mandato, no caso Pedro Paulo Dias de Carvalho (PP). Em números absolutos são pouco mais de R$ 214 milhões em relação ao orçamento deste ano, estimado em R$ 2.491.455.988,00. A receita total estimada está no Projeto de Lei 014, de 30 de setembro, que foi encaminhado pelo governador Pedro Paulo à Assembleia Legislativa. Os deputados têm até 31 de dezembro para a votação do orçamento. Pelo menos dez deputados que votarão o orçamento estarão sem mandato no próximo ano. De acordo com o projeto, R$ 2.009.132.606,00 vão compor o Orçamento Fiscal, ficando R$ 697.095.031,00 para o Orçamento da Seguridade Social. Do bolo orçamentário, estão previstos R$ 366.883.707 para os Poderes Legislativo (Assembleia e Tribunal de Contas), Judiciário e Ministério Público, restando R$ 2.339.343.930 para o Poder Executivo. Caso não haja aumento de valores durante a votação do projeto, a Assembleia Legislativa do Amapá terá recursos da ordem de R$ 96.210,072 no próximo ano, ficando o Tribunal de Contas com R$ 48.298.229, o Ministério Público com R$ 75.546,011 e o Judiciário com R$ 146.829,395.

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Segunda-feira, 25 de outubro de 2010


Destaques nacionais

ATOS DO PODER EXECUTIVO
Decreto regulamenta a regularização de áreas urbanas em terras da União na Amazônia Legal

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Designados os membros do GT do Plano Nacional de Saneamento Básico

MAPA
Quatro estados nordestinos têm zoneamento aprovado para o maracujá, amendoim e mamão

MEC
Capes fixa os valores das bolsas de estudo concedidas a alunos estrangeiros no país

MFZ
Receita altera norma da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte

MS
Saúde destina recursos a municípios e DF para enfrentamento da H1N1

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Seleções e concursos

Divulgados prêmios procultura de estímulo a várias atividades artísticas

SNEED faz chamada pública para execução do Projeto Recreio nas Férias

IFG promove seleção para cargos de técnico-administrativo e professor

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