Produção Central da Rede Vida
(61)8167-2004
sábado, 29 de janeiro de 2011
Senador Randolf Rodrigues no “Tribuna Independente” da Rede Vida
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA
O GLOBO
DEPUTADO LIGADO A FURNAS AMEAÇA PT COM DENÚNCIAS
Cunha sugere ter coisas a revelar sobre o escândalo dos aloprados. Em guerra com o PT por causa de cargos de segundo escalão e pressionado por denúncias de ingerência em Furnas, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) fez ameaças claras a petistas ontem. No Twitter, lembrou o escândalo dos aloprados - no qual petistas foram presos com mais de R$ 1,6 milhão em dinheiro vivo para comprar um dossiê forjado contra tucanos, em 2006: "E impressionante o instinto suicida desses caras. Quem não se lembra dos aloprados? Quem com ferro fere com ferro será ferido." Cunha ainda fez referências a Valter Cardeal, diretor da Eletrobrás e homem de confiança da presidente Dilma. Ameaçou também seu ex-aliado Garotinho: "Vai ser multo proveitoso detalharmos todas as reuniões que tivemos juntos. Contribuiria e muito para o nosso país." Reunidos em jantar de apoio a Marco Maia (PT) para presidente da Câmara, ontem, no Rio, Cunha e Garotinho evitaram o assunto. (Págs. 1, 3,, 4 e Editorial "Falta luz em Furnas")
FOLHA DE S. PAULO
REEMBOLSO DE PLANOS DE SAÚDE AO SUS ENCOLHE
Agenda cobra valor 81% menor de empresas, que pagam 32% menos entre 2007 e 2009; lei fere Carta, afirmam operadoras. O já modesto reembolso que planos de saúde fazem ao SUS encolheu mais. Entre 2007 e 2009. O valor recuou de R$ 8,23 milhões para R$ 5,62 milhões, menos 32%, relata Claudia Colluci. O ressarcimento é determinado por lei de 1998, contestada pelas empresas. O valor cobrado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) teve queda maior (81%). de R$ 64,4 milhões a R$12,8 milhões. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União estima que a agenda tenha deixado de cobrar R$ 2,6 bilhões durante cinco anos. Para os planos, a lei é inconstitucional. A ANS diz que não recebeu dados dos atendimentos. Pesquisadora vê questão política: 3 dos 5 diretores da ANS são ligados a empresas. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
O ESTADO DE S. PAULO
DESEMPREGO É O MAIS BAIXO EM 8 ANOS, MAS INF1AÇÃO CORRÓI RENDA
Ganhos caíram 0,7% no fim de 2010 por conta da aceleração dos preços. Dados divulgados pelo IBGE mostram que a taxa de desemprego em 2010 ficou em 6,7%, contra 8,1% em 2009. O número de pessoas ocupadas no mercado de trabalho foi de 22 milhões, o maior patamar da série da Pesquisa Mensal de Emprego iniciada em 2002. Apesar disso, a renda media real do trabalhador caiu 0,7% em dezembro, ante novembro de 2010. O motivo foi a aceleração da inflação, com alta de 5,91% no IPCA, ante 4,31% em 2009. “A inflação, de certa forma, funciona como uma espécie de barreira ao crescimento do rendimento do trabalho", afirmou Cimar Azeredo, economista do IBGE. Mesmo assim, a renda fechou o ano com alta de 3,8%. (Págs. 1 e Economia B1)
JORNAL DO BRASIL
MEIO AMBIENTE VIRA CASO DE POLÍCIA
Ministério Público apura gastos do fundo ambiental do estado, do qual sairiam R$ 24 milhões para construção do Museu do Amanhã. (Págs. 1, 3 e 4)
CORREIO BRAZILIENSE
PRESA, DE NOVO
A Justiça brasiliense decretou pela segunda vez a prisão de Adriana Villela, 46 anos, por entender que a arquiteta atrapalha as investigações do triplo homicídio cometido na 113 Sul em 2009. A decisão do Tribunal do Júri atende ao pedido do Ministério Público. O Núcleo de Investigação e Controle Externo da Atividade Policial (NCAP) concluiu que agentes da 8ª DP ignoraram deliberadamente uma testemunha que apontava Adriana como mandante do crime. O relato da testemunha foi publicado pelo Correio em novembro do ano passado. O Ministério Público também tem informação de que uma empresa do SIA, área coberta pela 8ª DP, bancou as despesas da investigação paralela em Minas Gerais. (Págs. 1 e 21 a 23)
VALOR ECONÔMICO
ROMBO NO PANAMERICANO VAI A R$ 4 BI E BTG FAZ OFERTA
A nova administração do banco PanAmericano informou ao empresário Silvio Santos nos últimos dias a existência de um novo rombo de R$ 1,5 bilhão nas contas da instituição que se soma aqueles R$ 2,5 bilhões apontados em novembro e que motivaram uma operação de salvamento com recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Na esteira dessa descoberta, o BTG Pactual, do banqueiro André Esteves, fez ontem uma proposta firme de compra do controle do PanAmericano, segundo apurou o Valor. A notícia desse novo rombo, que veio à tona depois de passar pelo crivo da fiscalização do Banco Central e da megaoperação de salvamento que impediu a quebra da instituição no ano passado, criou um clima de desconforto entre o empresário e a nova administração do PanAmericano. Esta foi apontada em novembro pela Caixa Econômica Federal com forte influência do FGC, depois que a antiga diretoria foi destituída. (Págs. 1 e C1)

Veja também
ARTIGOS
Caminhos para pequenos produtores rurais (O Estado de S. Paulo)
O Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura (Fida), vinculado ao sistema das Nações Unidas, organizou a conferência Novas Diretrizes para a Pequena Agricultura, em Roma , para discutir os desafios e opções para quase 2 bilhões de pessoas, pequenos agricultores e seus dependentes, espalhadas no mundo e que têm suas vidas vinculadas à exploração de um pequeno pedaço de terra (de até 2 hectares). Segundo o Fida, a maioria vive em condições de pobreza, fragmentados econômica e socialmente e com capacidade limitada para vincular-se às oportunidades do mercado. Quais as perspectivas e opções para essa população, como apoiá-la, que políticas públicas adotar, que compromissos podem ser assumidos pela comunidade internacional para reverter a situação? A experiência brasileira de redução da pobreza rural e de valorização da agricultura familiar interessa ao mundo, e esse debate interessa ao Brasil, que, em 2006, registrava quase 900 mil estabelecimentos com menos de 2 hectares e 2,5 milhões com até 10 hectares. As novas evidências das dificuldades enfrentadas pelos assentados, recentemente confirmadas em documento oficial, e o objetivo anunciado pelo governo Dilma de erradicar a miséria - muito significativa no meio rural - reforçam a importância dessa reflexão para o aprimoramento das políticas domésticas de desenvolvimento rural.
Dilma chancela o atraso (O Globo)
Hora do aperto (Correio Braziliense)
Lula x FHC (O Estado de S. Paulo)
O Ibama virou um negócio insustentável (O Globo)
Pequeno, bonito e mais barato (O Estado de S. Paulo)
COLUNAS
A porta que não será trancada (Valor Econômico – Política)
A presidente Dilma Rousseff tem um encontro marcado com uma crise no próximo mês, quando deve comparecer à cúpula dos países do mundo árabe e da América do Sul, em Lima, no dia 16. Será a estreia da presidente em um cenário global, uma vez que Dilma não quis circular por Davos. A cúpula de Lima, talvez o mais abrangente encontro intercontinental de chefes de Estado do que outrora se convencionava chamar de "Terceiro Mundo", vai reunir o grupo de 34 países pela terceira vez, agora mais do que nunca marcados pelo contraste institucional: do lado sul-americano, não é possível caracterizar governo algum, nem mesmo o mais controverso, de Hugo Chávez na Venezuela, como uma ditadura. No mundo árabe, a dificuldade é a oposta. Os fatos dos últimos dias, envolvendo Tunísia e Egito, falam por si. Essa assimetria institucional jamais foi um problema para o antecessor de Dilma e nem para a aproximação entre os dois blocos, que vem sendo bem-sucedida. Economicamente, o movimento comercial entre o Brasil e o mundo árabe quadruplicou nos últimos oito anos; o Egito assinou um acordo de livre comércio com o Mercosul e a Jordânia deve ser o próximo a fazê-lo. No plano político, o encontro está sendo precedido por uma onda de países latino-americanos que reconheceram o direito da Palestina ser estabelecida com as fronteiras anteriores a 1967.
Acordo com PMDB pode deixar tucanos com segundo cargo da Mesa da Câmara (Valor Econômico)
Acumulação de reservas está chegando ao fim (Valor Econômico - Brasil)
Agenda positiva (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Ata segue "script", mas inflação é perturbadora (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Do tempo do vinil (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Jogo de amarelinha (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Mercado tenso tem medo até da sombra (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
O velho Senado (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Selvagem é obediente (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Trabalho aquecido (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Trem de Goiás para Brasília (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Um estado de espírito (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)

ECONOMIA
''Nunca vamos abandonar o euro'', diz líder francês (O Estado de S. Paulo)
Em sua apresentação no Fórum de Davos, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, fez uma apaixonada defesa do euro, ameaçado pela crise nos países periféricos da Europa. Para ele, a moeda comum não é apenas um assunto monetário e financeiro, mas também político, e está ligada à identidade europeia e a 60 anos de paz no continente. "Nunca - ouçam-me com atenção -, nunca vamos voltar as costas ao euro, nunca vamos abandoná-lo", disse Sarkozy, afirmando que falava também pela chanceler alemã, Angela Merkel. Ele garantiu que a Europa já está passando por duras reformas e por novos arranjos que vão garantir a sobrevivência do euro. No debate sobre regulação bancária, Sarkozy atacou a falta de regras e controles que esteve na origem da crise financeira global e James Dimon, chairman e principal executivo do JP Morgan, um dos maiores bancos do mundo, defendeu o papel das instituições financeiras. Sarkozy lembrou que a falência do Lehman Brothers em setembro de 2008 deflagrou uma crise que levou dezenas de milhões de pessoas ao desemprego em diversos países, e isso "causou muita raiva". "O mundo ficou estupefato de ver um dos maiores bancos desabar como um castelo de cartas", criticou.
'O que será construído pode ser desinstalado' (O Globo)
Abal alerta para o risco do país passar a ser importador (Valor Econômico)
Acordo entre Oi e PT pode ser desestímulo a minoritários (O Estado de S. Paulo)
Agência mantém multa à usina de Furnas por apagão (Valor Econômico)
Alerta fiscal para o Brasil (O Globo)
Anatel quer criar licença única para facilitar convergência digital no país (O Globo)
Ações do Panamericano caem mais de 9% com notícia de novo rombo (O Estado de S. Paulo)
Banco Central reforça aposta em novo aumento da taxa Selic (Valor Econômico)
Bancos retomam crédito e fluxo beneficia o Brasil (O Estado de S. Paulo)
BB DVTM espera maior procura por fundos no varejo (Valor Econômico)
BC e FMI alertam governo para gastos (O Globo)
BC reconhece piora no controle da inflação (O Estado de S. Paulo)
Construção terá crescimento menor de vendas em 2011 (Valor Econômico)
Corrida de obstáculos (Correio Braziliense)
Crédito externo ao Brasil aumenta 1.447% em 2010 (Valor Econômico)
CSN aumenta fatia acionária na Usiminas (O Estado de S. Paulo)
CSN quer mais ações da Usiminas (Valor Econômico)
CSN quer participação relevante na Usiminas (Valor Econômico)
Desemprego em 2010 é o menor em 8 anos: 6,7% (O Globo)
DESEMPREGO É O MAIS BAIXO EM 8 ANOS, MAS INF1AÇÃO CORRÓI RENDA (O Estado de S. Paulo)
Desemprego é o menor em 8 anos, mas inflação já corrói renda do trabalhador (O Estado de S. Paulo)
Desocupação no país é uma das mais baixas (O Globo)
Dilma nega corte no PAC sugerido por ministros (O Estado de S. Paulo)
Emissão de emergente sobe 75% em 5 anos (Valor Econômico)
Emprego recorde em 2010 (Correio Braziliense)
Estudo aponta prejuízo de até US$7 bi (O Globo)
EUA querem câmbio chinês na pauta do G-20 (O Estado de S. Paulo)
Exposição de bancos atinge US$ 71 bilhões (Valor Econômico)
FMI critica contas públicas do Brasil (Correio Braziliense)
Incêndio paralisa plataforma da Petrobras (O Globo)
Inflação implícita em títulos vai a 6,5% (Valor Econômico)
Invisibilidade verde-amarela (O Globo)
Juro longo sobe com temor sobre inflação após ata do Copom (O Estado de S. Paulo)
Lucro 40% maior (Valor Econômico)
Mantega nega, mas tabela do IR deve mudar (O Estado de S. Paulo)
Mercado de trabalho precisa de avanços (O Estado de S. Paulo)
MP do Pará entra com ação contra Belo Monte (O Globo)
MPF quer cassar licença ambiental (Correio Braziliense)
Os royalties da mineração e a balança comercial (Valor Econômico)
Para analistas, renda deve subir menos neste ano (O Estado de S. Paulo)
Países devem evitar restringir exportações (O Globo)
Portugueses podem reforçar negócios da Oi em TV (Valor Econômico)
Presidente francês dá recado ao Brasil sobre futura queda nas 'commodities' (O Globo)
Qual a vantagem de comprar 33% da Galp? (Valor Econômico)
Regulação divide autoridades em Davos (O Estado de S. Paulo)
Relatório do BC aponta detalhes da fraude no PanAmericano (Valor Econômico)
ROMBO NO PANAMERICANO VAI A R$ 4 BI E BTG FAZ OFERTA (Valor Econômico)
Sarkozy quer ação do G-20 para baixar preços agrícolas e petróleo (O Estado de S. Paulo)
TABELA DO IR EXPÕE FALTA DE SINTONIA (Correio Braziliense)
POLÍTICA
AGU 'engorda' nos últimos oito anos (O Globo)
Braço que defende os interesses do governo federal na Justiça, a Advocacia Geral da União (AGU) triplicou de tamanho nos últimos oito anos. No fim de 2002, havia no órgão 3,2 mil funcionários, número que saltou para mais de 10,2 mil de lá para cá. A nova estrutura custou ao contribuinte cerca de R$2,3 bilhões no ano passado, dos quais R$2 bilhões com pessoal e encargos. Os valores foram inscritos no Orçamento da União e constam do relatório de gestão do órgão. O advogado geral da União, Luís Inácio de Lucena Adams, explica que o crescimento da folha se deve a uma reestruturação. Em 2003, os procuradores federais, antes remunerados em diversas fundações e órgãos, foram incorporados à AGU. Só não entraram os procuradores da Fazenda e do Banco Central. - Esse suposto inchaço, na verdade, é uma migração de folha. Mudou o patrão - resume Adams, dizendo que, atualmente, há oito mil procuradores sob o guarda-chuva da AGU. Se você me perguntar se esse esforço rendeu frutos, eu acho que rendeu. Hoje conhecemos a realidade do contencioso jurídico da União, nós não conhecíamos. Temos uma base de informação, temos capacidade de levantar, de inclusive indicar riscos fiscais para o Estado. A capacidade de resposta da AGU nesse processo se multiplicou muito - avalia.
Alckmin ajuda, e serristas rechaçam moção pró-Guerra (O Estado de S. Paulo)
Ana de Hollanda critica Lei Rouanet (O Globo)
Ativistas contestam governo sobre lista de desaparecidos políticos (O Estado de S. Paulo)
Ativistas no Rio contestam lista da ‘Casa da Morte’ (O Estado de S. Paulo)
Auditorias contra os ‘ex’ já são praxe na política brasileira (O Estado de S. Paulo)
Comando do Senado está quase fechado (Correio Braziliense)
Conselho de ''estatal fantasma'' já faz até reunião (O Estado de S. Paulo)
Cunha ameaça petistas (O Globo)
DEPUTADO LIGADO A FURNAS AMEAÇA PT COM DENÚNCIAS (O Globo)
Dilma anuncia construção de seis mil casas (O Globo)
Dilma descarta cortes no PAC (Correio Braziliense)
Dilma desmente ministra (Jornal de Brasília)
Eduardo Cunha, Funaro e Lutero negam envolvimento em operação (O Globo)
Em Goiás, mais de R$ 1 milhão para bebidas (O Estado de S. Paulo)
Em Minas, investigação sobre benefício (O Globo)
Empresa foi montada duas semanas antes de fechar negócio com Furnas (O Globo)
Estados do Nordeste se unem no questionamento ao ICMS de Rio e SP (Valor Econômico)
Extra para cargo em comissão vai a 50% (Correio Braziliense)
Extradição de Battisti foi negada por suposição (O Globo)
FH será estrela do programa do PSDB no dia 2 (O Globo)
Longe do poder, R$200 mil por palestra (O Globo)
Mantega nega o que Planalto discutia (O Globo)
Marco Maia recebe apoio de Alckmin e Kassab (Valor Econômico)
Minas agora estuda lei para acabar com pensões (O Estado de S. Paulo)
No AM, até ventríloquo tem pensão vitalícia (O Globo)
No AM, pensão especial até para ventríloquo (O Globo)
Novos governadores levantam fichas de antecessores por autopreservação (O Estado de S. Paulo)
O troféu (Folha de S. Paulo)
OAB contesta aposentadoria em 2 Estados (O Estado de S. Paulo)
OAB entra com ação no Supremo (O Globo)
Parecer de 2010 vê ilegalidade em gestão de aliado de Alckmin (O Estado de S. Paulo)
PT dá cargo na Mesa Diretora a dois senadores (O Globo)
PT mantém site de Dilma ativo (O Globo)
PT rejeita mudança de regras no Senado (Valor Econômico)
R$ 13 mil do PT e mais um instituto (Correio Braziliense)
Salário de Lula como dirigente do PT pode chegar a R$ 21 mil (O Estado de S. Paulo)
Serristas reagem à manobra da bancada (Valor Econômico)
TCU condena Correios e filho de Prestes por suposto desvio de verbas (O Globo)
TCU condena filho de Prestes por desvio de R$ 1 milhão (O Estado de S. Paulo)
José Sarney
Com o término da 2ª Guerra Mundial, o mundo passou por uma fase de grandes transformações, das maiores da História, com a descolonização da África. Começou com a Líbia e o Egito e foi até à década de 70, com as colônias portuguesas. Mas os grupos de libertação viraram ditaduras. De democracia, nem falar. Agora as coisas começam a mudar. No momento o continente se contorce sacudindo fora as ditaduras e buscando a democracia. Na Tunísia, no Norte da África, antiga colônia francesa e um dos primeiros países a proclamar sua independência, uma revolta popular expulsou o ditador Zine el Abidine Ben-Ali, que derrubara Habib Bourguiba em 1987. Ali fora Cartago, com seus 15 séculos de glória. O homem da independência, Bourguiba, que iniciara a luta pela independência em 1932, era considerado um dos grandes heróis da descolonização antes de, perpetuado no poder, ter o que Jean Daniel, o grande jornalista do Nouvel Observateur, chamou de “caprichos caligulianos”. Pois bem, Ben-Ali era considerado um bom aliado do Ocidente, sobretudo da França, um homem modernizador que transformara o país num paraíso turístico. De repente um vendedor ambulante, Mohamed Bouazizi, a quem a polícia tomou sua mercadoria, se imola numa cidade do interior. É o estopim para — em parte movida pelas redes sociais, Facebook, Twitter, YouTube — uma revolta exigir a mudança de governo. Em um mês, depois da polícia se mostrar impotente para deter as multidões e o exército não tomar partido, Ben-Ali abandona o país, com o avião, segundo os populares, carregado de ouro. Começa agora o trabalho de criar ali um regime democrático. As forças que derrubaram o governo não aceitam o governo de transição com membros do regime ditatorial, e querem eleições já, inclusive com a participação dos islamistas. Os analistas previram que estes ventos contaminariam o Norte da África. Começaram as manifestações, difíceis de conter apesar da interferência dos governos na internet e nos celulares, na Argélia e no Egito. Há esperança — e temor — no ar. Na Costa do Marfim, o presidente derrotado nas eleições, Gbagbo, resiste a entregar o poder ao vencedor reconhecido pelas organizações internacionais, Ouattara. Há ameaças, mas, se Gbagbo resistir, deve haver intervenção da ONU e da CEDEAO — Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental. Do outro lado do continente forma-se um novo país, o Sudão do Sul, que se chamará provavelmente Kush, e começará como um dos mais pobres do mundo, mas onde há petróleo.A democracia chega à África. É uma hora importante para o continente e para o mundo.
José Sarney foi governador, deputado e senador pelo Maranhão, presidente da República, senador do Amapá por três mandatos consecutivos, presidente do Senado Federal por três vezes. Tudo isso, sempre eleito. São 55 anos de vida pública. É também acadêmico da Academia Brasileira de Letras (desde 1981) e da Academia das Ciências de Lisboa.
Marco Maia ganha apoio de mais 11 partidos e soma 21 legendas aliadas
De todos os partidos com representação na Câmara, o candidato só não acertou o apoio do Psol, que vai definir posição na próxima segunda-feira.

A candidatura do deputado Marco Maia (PT-RS) à Presidência da Câmara ganhou, nesta quarta-feira, o apoio oficial de 11 partidos: PMN, PTB, PSC, PV, PRB, PHS, PRTB, PTC, PSL, PTdoB e PRP. Outras 10 legendas já tinham declarado apoio ao candidato, que agora tem a seu favor 21 dos 22 partidos com representação na Câmara. Apenas o Psol ainda não anunciou o apoio a qualquer candidato, mas Marco Maia disse que vai conversar com a Executiva do partido em busca desse último aliado. O Psol realiza reunião na próxima segunda-feira (31) para definir a posição da legenda.
Maia minimizou o impacto da candidatura avulsa do deputado Sandro Mabel (PR-GO) sobre a sua campanha. Segundo o petista, candidaturas avulsas são legítimas e regimentais. Ele pediu, no entanto, que deputados respeitem, em seus votos, o princípio da proporcionalidade partidária, segundo o qual os cargos da Mesa Diretora são divididos de acordo com o tamanho das bancadas. “A proporcionalidade na divisão dos cargos é a afirmação do processo de valorização do Congresso Nacional e a materialização do resultado dos partidos nas urnas”, argumentou.
O combate à pobreza e as reformas tributária e política serão, segundo o candidato, os temas mais relevantes da agenda legislativa dos próximos anos, além de outros projetos que possam fazer parte de uma “agenda positiva” do Congresso. “Podemos construir acordos e consensos que promovam o avanço desses grandes temas”, avaliou.
Maia não se comprometeu, no entanto, com a construção de um novo anexo, que acomodaria novos gabinetes e órgãos administrativos. Segundo ele, o projeto da licitação do novo prédio está em andamento, mas a definição sobre a execução da obra deve ser feita em um outro momento, fora do contexto eleitoral. “É uma questão administrativa da Casa que será discutida no devido tempo com os líderes e com os parlamentares sobre a conveniência de se realizar ou não um projeto desta magnitude”, disse Maia.
Pauta do Senado será dominada por temas ambientais, segurança e reforma política
O presidente José Sarney (PMDB-AP) afirmou que a pauta do Senado em 2011 será dominada por propostas para resolver problemas como as enchentes, a segurança pública e a reforma política. A eleição dos suplentes, tema de Proposta de Emenda Constitucional já aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deverá ser incluída na reforma política que, segundo Sarney, será uma das prioridades do Congresso. Sarney declarou que aceitou a indicação, pelo PMDB, de sua candidatura à Presidência do Senado para ajudar o País, a Casa, e manter a unidade do partido. "Para mim é um sacrifício pessoal, pois já fui presidente algumas vezes, tenho uma certa idade e é uma carga de trabalho muito grande dirigir uma casa política com colegiado de 81 senadores e ao mesmo tempo com grandes problemas na área administrativa", declarou.Ele disse também que não falou com a presidente Dilma sobre esse assunto. "A Constituição diz que os Poderes são harmônicos e independentes, de maneira que não temos que tratar sobre essas questões internas do Legislativo com o Executivo", esclareceu.Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado
Deputada federal Janete Capiberibe tem reuniões na Polícia Federal e FUNAI
A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) reuniu-se nesta semana com o superintendente da Polícia Federal no Amapá, Roberto Maia, e com o administrador regional da FUNAI-Macapá Frederico de Miranda Oliveira. A deputada Janete reforçou com a Polícia Federal seu compromisso de buscar a liberação dos R$ 25 milhões que servirão para construir a nova sede da Superintendência da PF no Amapá. Os recursos foram retidos pelo Governo Federal. O projeto executivo já está pronto ao custo de R$ 269 mil e a obra já foi licitada pela PF sendo vencedora a CR Almeida Engenharia e Obras com o valor de R$ 21,4 milhões. Os desembolsos já haviam sido autorizados em 4 parcelas, mas foram retidos por conta dos cortes orçamentários. A deputada socialista pedirá a li-beração dos R$ 21,4 milhões em audiência com o Ministro da Justiça José Eduardo Cardoso. Ela quer que a nova sede da PF no Amapá comece a ser construída ainda no primeiro trimestre deste ano. "A Polícia Federal tem se mostrado fundamental para garantir o exercício dos direitos democráticos no Amapá e combater a corrupção. Por isso, é bom que tenha infraestrutura adequada ao seu trabalho". Na administração executiva da FUNAI - Macapá, Janete tratou das políticas para os povos indígenas, junto com a Secretaria Estadual de Inclusão e Mobilização Social, na sequência da reunião tida pelo governador Camilo Capiberibe com o diretor presidente da FUNAI Márcio Meira, dia 20 passado. A iniciativa visa incluir as populações indígenas nas políticas públicas do governo do estado do Amapá. Sarney confirma que será candidato à presidência do Senado
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), confirmou, nesta sexta-feira (28), que aceitou a indicação do seu partido e será candidato à presidência da Casa para o biênio 2011/12, como havia afirmado ontem à Folha de S. Paulo.Sarney afirmou que aceitar a indicação de seu nome pelo PMDB para dirigir a Casa pela quarta vez será um sacrifício.
- Já fui presidente algumas vezes e hoje eu já tenho certa idade. Para mim, é uma carga de trabalho muito grande dirigir uma casa política, colegiada e, ao mesmo tempo, com grandes problemas na área administrativa - disse ele.
De acordo com o presidente, apesar das dificuldades, a sua expectativa é de poder ajudar o Senado e o país à frente da presidência da Casa. Segundo Sarney, o Senado deve se dedicar em 2011 à discussão de problemas que aguardam a decisão do Congresso Nacional e que foram prejudicados em 2010 por se tratar de um ano eleitoral.
- Ano passado foi um ano político, um ano atípico, um ano de reeleição. A predominância da pauta política dominou os trabalhos do Congresso. Este ano, estamos começando o governo com um trabalho novo. Acho que o grande enfoque será a discussão de problemas que estão esperando uma decisão do Congresso Nacional - afirmou Sarney.
Dentre os temas que devem merecer atenção do Senado este ano, Sarney destacou a busca de soluções para as enchentes que atingiram as regiões Sul e Sudeste do país e a reforma política.
Eu acho que se não faz [a reforma política] no primeiro ano de cada legislatura, não se faz mais – assinalou.

Os parlamentares do Psol na Câmara e no Senado anunciaram, nesta quinta-feira, que o seu partido manterá uma postura de independência na próxima legislatura. De acordo com o deputado Ivan Valente (SP), apesar de ser oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff o partido também não se filia ao que chama de “oposição de direita”. O Psol vai decidir na segunda-feira (31) se lança candidatos independentes às Mesas DiretorasA Mesa Diretora é a responsável pela direção dos trabalhos legislativos e dos serviços administrativos da Câmara. Ela é composta pelo presidente da Casa, por dois vice-presidentes e por quatro secretários, além dos suplentes de secretários. Cada secretário tem atribuições específicas, como administrar o pessoal da Câmara (1º secretário), providenciar passaportes diplomáticos para os deputados (2º), controlar o fornecimento de passagens aéreas (3º) e administrar os imóveis funcionais (4º). da Câmara e do Senado. Em relação à disputa pelas Presidências das duas Casas, Valente afirmou que o partido não apoia nem a candidatura do senador José Sarney (PMDB-AP) nem a do deputado Marco Maia (PT-RS), tampouco a do deputado Sandro Mabel (PR-GO). Segundo o deputado eleito Jean Willys (RJ), o fato de o Psol não apoiar nenhuma das candidaturas não significa deixar de reconhecer que há diferenças muito grandes entre os parlamentares e o que eles simbolizam. Os parlamentares afirmaram que o partido não discute nomes, e sim um programa que pretende recuperar a austeridade e o papel de protagonista do Congresso e resgatar o “papel ético do Legislativo na República”.
O senador eleito Randolfe Rodrigues (AP) explicou que o partido vai procurar parlamentares com os quais o Psol acredita ter identidade ideológica e que também foram aliados da legenda em lutas consideradas fundamentais, como o resgate da ética no Senado. A esses parlamentares, será apresentado o programa de oito pontos considerados relevantes pelo Psol. Na Câmara dos Deputados, o Psol propõe, entre outros pontos, a votação de propostas de autoria parlamentar em detrimento das medidas provisórias; a adoção do orçamento impositivo; a votação da reforma política com financiamento público de campanhas; e a democratização dos meios de comunicação. Valente afirmou que, apesar de o partido não votar em nenhum dos candidatos oficiais, o Psol não vai deixar de exigir as mesmas condições e prerrogativas concedidas no Parlamento aos outros partidos para o exercício dos mandatos. “Não vamos aceitar retaliação”, afirmou. “A questão é política, não é pessoal; é uma questão de demarcação de espaço político”, explicou.
Reportagem – Vania Alves Edição – João Pitella Junior
O PMDB vai oficializar a candidatura de Sarney na segunda-feira. O PT quer ocupar a vice-presidência do Senado em sistema de rodízio. A escolha para a presidência das comissões também mobiliza os partidos, mas não há consenso sobre o critério de proporcionalidade a ser adotado. Confira matéria da TV Senado sobre o assunto.
Fique de olho...

Nomeado novo presidente da Finep
Seleções e concursos
O Amapá no DOU
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Opinião, Notícia e Humor
Boa Notícia: Para especialistas, desafio é avançar na melhoria da qualidade do arO Estado de SP adotará padrão mais rígido para classificar a qualidade do ar; o assunto será tratado hoje pelo conselho ambiental. O parâmetro atual foi estabelecido em 1990 e está defasado em relação ao definido em 2005 pela Organização Mundial da Saúde. Se o novo padrão estivesse em vigor, a Grande SP teria tido, em 2008, o ar inadequado 1.265 vezes para o poluente poeira. Foram duas. A adoção do padrão da OMS será gradual, relatam Eduardo Geraque e Cristina Moreno de Castro. Grupos sensíveis - crianças, idosos e pessoas com doenças cardíacas e respiratórias - poderão ter mais controle da exposição a riscos e se preparar melhor para dias de poluição crítica. Para especialistas, há avanço; o desafio será criar política de melhoria da qualidade do ar. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Avaliação é de que avanço da convergência de mídias tornou obsoleto plano de proibir propriedade cruzadaO governo vai abandonar o debate sobre a proibição da propriedade cruzada nos meios de comunicação por estar convencido de que a tecnologia tornou a discussão obsoleta, informam Cida Damasco, João Bosco Rabello e Ricardo Gandour. O conceito de convergência das mídias, que consolidou o tráfego simultâneo de dados e noticiários em todas as plataformas - da impressa à digital -, pôs na mesa do ministro Paulo Bernardo (Comunicações) um projeto de concessão única. A inversão do processo partiu da constatação de que os veículos de comunicação hoje têm num só portal seus noticiários de jornal, rádio e TV. O conselheiro da Anatel João Resende considera a concessão única “inevitável" para ser discutida e implementada num prazo de cinco anos. Isso imporia, na sua avaliação, uma reforma na própria Anatel, que hoje trata os diferentes meios de comunicação de forma isolada. (Págs. 1 e Nacional A4)

Pesquisa comprova os efeitos da propaganda de TV sobre os hábitos alimentares do público infantil, mas os pais não se convencem do perigo e a legislação brasileira ignora o problema. No mundo, a OMS conta 43 milhões de crianças obesas. (Págs. 1, 3 e 4)
Os partidos que compõem a Câmara dos Deputados travam uma intensa disputa para o loteamento dos 1.168 cargos de natureza especial (CNEs). Preenchidos sem concurso público e usualmente ocupados por apadrinhados políticos, os CNEs custam R$ 95 milhões por ano aos cofres públicos. Segundo uma resolução interna da Câmara, de 2007, a distribuição dos CNEs deve obedecer ao tamanho das bancadas: partidos com maior número de integrantes têm direito a uma fatia maior de comissionados. Ocorre que legendas influentes na Casa, como PMDB e DEM, tiveram o tamanho reduzido com as eleições do ano passado e não estão dispostas a ceder o quinhão de assessores. No outro lado do ringue, PDT e PR pressionam por mais espaço, após aumentarem o número de parlamentares eleitos em 2010. (Págs. 1 e 2)
Focada no pré-sal brasileiro, a Petrobras reduz gradualmente suas operações na Argentina, as maiores que ainda detém no exterior. Nos últimos cinco anos, a produção de petróleo da estatal brasileira no país vizinho caiu 34%. Os números acompanham o declínio da indústria petrolífera Argentina, que vive o pior momento em duas décadas, mas são mais acentuados no caso da Petrobras. No mesmo período, de 2006 a 2010, a produção total de petróleo caiu 6,1%.Esses dados fazem parte de levantamento feito, a pedido do Valor, peta consultoria Investigações Econômicas Setoriais (IES), dirigida pelo economista Alejandro Ovando. O estudo se baseia em estatísticas publicadas pela Secretaria Nacional de Energia. Ilustram ainda a perda de participação da empresa no mercado de revenda de combustíveis. Sua fatia nas vendas totais de óleo diesel caiu, em apenas dois anos, de 14% para os atuais 10,8%. O diesel e o combustível mais consumido no país, usado também por parte da frota de automóveis de passeio. Esse mercado e dominado pela ex-estatal YPF, atualmente Repsol. (Págs. 1 e B9)

ARTIGOS
(In)eficiência no mercado de trabalho (O Estado de S. Paulo)
A economia ideal deveria ter pleno emprego e não inflação. Infelizmente, essa economia não existe. Há sempre uma proporção da população economicamente ativa que não consegue emprego, quer por falta de qualificação, quer por falta de informação, quer, ainda, por algum tipo de rigidez no mercado de trabalho. Taxas de desemprego muito baixas estão quase sempre associadas ao aumento de demanda e, eventualmente, à pressão sobre os preços. Os indicadores mais recentes do mercado de trabalho sugerem que o País pode estar próximo da situação de pleno emprego. Os dados do Caged, apesar de recentes manipulações desnecessárias e indevidas, mostram crescimento acentuado do número de trabalhadores no segmento formal do mercado de trabalho. As taxas de desemprego das seis maiores regiões metropolitanas do País atingiram, em novembro de 2010, o nível mais baixo da série, desde a mudança de metodologia no início da década passada. A taxa média de desemprego - 5,7% - é expressivamente baixa considerando-se que a PEA inclui pessoas com 10 anos de idade e mais; isso é, estão computados tanto crianças e jovens de 10 a 19 anos quanto idosos com mais de 64, cuja propensão para estarem empregados é muito baixa. Para indicar o aquecimento da demanda no mercado de trabalho, a medida da extensão de tempo de procura por emprego é tão relevante quanto a taxa de desemprego. No total das pessoas desempregadas, entre novembro de 2009 e de 2010, a proporção dos à procura de emprego por mais de sete meses caiu de 21,6% para 16,1%; vale dizer: as pessoas hoje gastam menos tempo para conseguir emprego. É também comum ouvir falar que há falta de mão de obra, inclusive, para empregos que exigem menor qualificação, o que pode ser considerado outra evidência da aproximação à situação de pleno emprego. Nessas circunstâncias, aumentam-se os salários nominais e, por consequência, a pressão inflacionária.
.. e eles ainda acreditam que a ética atrapalha (O Estado de S. Paulo)
A desindustrialização e o aumento da inovação (Valor Econômico)
Ações para uma nova realidade (Valor Econômico)
Brasil inacabado (Correio Braziliense)
Cuidem das crianças! (O Globo)
Código Florestal: homens x natureza (Correio Braziliense)
Investimento, poupança e emprego (Valor Econômico)
Leis anticorrupção: hora de ousar (Correio Braziliense)
O futuro em jogo (O Globo)
Tempo esgotado (O Globo)
O governo pretende começar o corte nos gastos públicos centralizando o controle das despesas de custeio dos ministérios. Não somente dos gastos com passagens, diárias e eventos, que crescem como unha e precisam ser aparados semanalmente, mas também com os serviços de segurança, limpeza, papelaria, compra de água mineral etc. São despesas que deseducam a burocracia por causa dos desperdícios e das eventuais fraudes nas compras e na contratação de serviços.O Ministério da Fazenda está concluindo um sistema para aumentar o controle sobre esse fluxo de gastos. E o Ministério de Planejamento prepara-se para centralizar a contratação de serviços e a compra de materiais na Esplanada. O objetivo é levar adiante a política do “mais com menos”, preconizada pela presidente Dilma Rousseff como um choque de austeridade no funcionamento dos ministérios. A ordem é dar o exemplo na Esplanada para ter autoridade perante a máquina administrativa na hora de efetuar cortes de despesas de custeio e até mesmo em investimentos do PAC. Tudo isso sem paralisar a execução dos serviços prestados ao público e as obras públicas. Arrastão// Com apoio de mais 11 pequenos partidos, a candidatura de Marco Maia (PT-RS) à Presidência da Câmara dos Deputados já soma a adesão de 21 legendas (das 22 que possuem representação na Casa). Se o petista perder a eleição, será a maior “trairagem” da história da Casa.
BC vence 1º round, mas crédito público inquieta (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Construção cai à espera de mais aperto do crédito (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Deliberação nacional (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Líder surgirá mesmo do PT (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Momento Sputnik (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Nem tão iguais assim (Valor Econômico - Política)
O primeiro erro do governo Dilma (Valor Econômico - Brasil)
Parabéns, São Paulo (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Um ""case"" na serra (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)

Endividamento cresceu ante janeiro de 2010, quando 44% das famílias estavam nessa condição, aponta a Fecomércio-SP. O paulistano começou este ano mais endividado que no início de 2010. Mais da metade das famílias (51,2%) tem dívidas a pagar neste mês. Em dezembro do ano passado, a fatia de famílias endividadas estava em 45,7% e em janeiro de 2010 era de 44%, revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP). O aumento da parcela de famílias com dívidas reflete, segundo o assessor econômico da entidade, Altamiro Carvalho, o desempenho excepcional das vendas do Natal, feitas especialmente com uso do crédito. Além disso, há despesas obrigatórias de início de ano, como o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), que ampliam os gastos com pagamento de contas. A pesquisa mostra que, de janeiro de 2010 para janeiro de 2011, houve um aumento de quase 250 mil no número de famílias que assumiram dívidas no período. E a maior parte das famílias endividadas (55%) tem renda de até dez salários mínimos (R$ 5.400). A maioria das dívidas é no cartão de crédito (70,8%), seguida por carnês (24,7%), crédito pessoal (10,8%), financiamento de carro (9,4%) e cheque especial (6%).
ALL transportará produção da ETH em MS (Valor Econômico)
Anatel: TV por assinatura chega a 16,7% das residências do país (O Globo)
Após aperto do BC, bancos elevam juros e crédito cai (O Globo)
Bancos privados retomam a liderança no crédito (O Estado de S. Paulo)
BB prepara atendimento especial para empresa VIP (Valor Econômico)
Brasil avisa que câmbio dificulta concessão da indústria em acordo do Mercosul com UE (Valor Econômico)
Brasil tem de fazer aperto fiscal, dizem economistas (O Estado de S. Paulo)
Consumo de biodiesel cresce no país (Valor Econômico)
Crise financeira de 2008 poderia ter sido evitada (O Estado de S. Paulo)
Crédito a veículos cai em janeiro (Valor Econômico)
Crédito ainda deve crescer, mas ritmo mudou (O Estado de S. Paulo)
Crédito trilionário em suaves parcelas (Correio Braziliense)
Câmbio e balança da indústria atrapalham acordo UE-Mercosul (O Estado de S. Paulo)
Depois de 20 anos, balança do país tem novo déficit (Valor Econômico)
Desaceleração do crédito se amplia, diz BC (Valor Econômico)
Edemar não acreditou que teria de sair da mansão (O Estado de S. Paulo)
Estrutura de controle da Oi concentrou debate (Valor Econômico)
Fórum de Davos reflete angústia com riscos que ameaçam retomada global (O Estado de S. Paulo)
Governo estuda elevar tarifa de mais itens importados (O Globo)
GOVERNO VAI PROPOR CONCESSÃO ÚNICA PARA TODAS AS MÍDIAS (O Estado de S. Paulo)
GVT sugere parceria entre teles e governo (Valor Econômico)
Ibama libera canteiro de obras para usina de Belo Monte (O Estado de S. Paulo)
Ibama libera instalação de canteiro de obra de Belo Monte (Valor Econômico)
Impostos turbinam captação em fundos (Valor Econômico)
Juro alto é inimigo do bolso em 2011 (Correio Braziliense)
Juros médios para pessoa física sobem 4,5 pontos em 2 semanas (O Estado de S. Paulo)
Licitações de Dilma este ano vão a R$ 68 bi (Valor Econômico)
Lula ensina Dilma a negociar com os sindicalistas (O Estado de S. Paulo)
Mercado de TV por assinatura cresceu 30% em 2010 (O Estado de S. Paulo)
Mesmo com nova medida do BC, fluxo se mantém e dólar cai (O Estado de S. Paulo)
Negociação concluída (Correio Braziliense)
Nos debates, otimismo latino-americano ficou evidente (O Estado de S. Paulo)
Novas regras de qualidade de serviços (O Globo)
Não se pode resolver a inflação só com juros (O Globo)
Número de calotes despenca (Correio Braziliense)
Oi assina acordo com PT e prevê aquisições (O Globo)
Panamericano tem rombo maior que o anunciado (O Estado de S. Paulo)
Panamericano tem rombo maior que R$ 2,5 bilhões e negocia novo socorro (O Estado de S. Paulo)
Para analistas, acerto deve dar novo fôlego para ações da Oi (O Estado de S. Paulo)
Para Bachelet, Dilma é distante e formal (O Globo)
Plano da Rússia inclui integração com Europa (O Estado de S. Paulo)
Procurador-geral prepara ações contra pensão ilegal (O Globo)
Roubini faz alerta sobre 'commodities' (O Globo)
Sai licença para obra de Belo Monte começar (O Globo)
Salário em alta, inflação também (O Globo)
Tabela do IR poderá ser corrigida em 4,5% (O Estado de S. Paulo)
Tarifas cobradas nos aeroportos vão aumentar (O Globo)
Taxa de juros ao consumidor dispara (O Estado de S. Paulo)
Voar vai ficar mais caro (Correio Braziliense)

POLÍTICA
Alencar tem alta e será tratado em casa, em SP (O Globo)
Depois de permanecer três meses internado no Hospital Sírio-Libanês, o ex-vice-presidente José Alencar recebeu alta anteontem à noite. Ele continuará sob tratamento em casa, acompanhado por enfermeiros. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o cardiologista Roberto Kalil decidiu pela alta definitiva apenas na terça à noite. Ontem à noite, não havia sido divulgado o boletim de alta. Além de Kalil, Alencar é acompanhado por outros oito médicos - Paulo Hoff, Raul Cutait, Ademar Lopes, Paulo Ayroza Galvão, Yana Novis, David Uip, Miguel Srougi e Francisco César Carnevale - que ainda estavam sendo consultados sobre os termos da liberação. Segundo a última informação oficial, do dia 10 de janeiro, Alencar tinha "quadro clínico estável". No dia anterior, tinha sido transferido da unidade de terapia semi-intensiva para um quarto, após avaliação de que o sangramento intestinal estava controlado. Nos últimos três meses, Alencar só deixou o hospital duas vezes. Ele está sob tratamento contra um câncer.
Aliado de Alckmin toma posse e ataca promotoria (O Estado de S. Paulo)
Anatel volta a fiscalizar áreas da radiodifusão (O Estado de S. Paulo)
Aumento sim, mas não tanto (Jornal de Brasília)
Bancada tucana ignora Serra e defende Guerra na presidência (O Estado de S. Paulo)
Caixa preta de pensões será investigada em MG (O Estado de S. Paulo)
Cargo no Senado divide PT (O Globo)
Convergência de mídias leva governo a desistir de veto à propriedade cruzada (O Estado de S. Paulo)
Corte de gastos só sai após eleição no Congresso (O Globo)
DEM ameaça guerra jurídica se Kassab sair (O Estado de S. Paulo)
DEM ensaia o próprio futuro (Correio Braziliense)
Depois dos erros, MEC vai reformular o Enem (O Globo)
Desemprego em queda livre (Correio Braziliense)
Dilma promete a Colombo ajuda de R$ 40 milhões (Valor Econômico)
Discussão sobre mínimo terá 2ª rodada (O Globo)
Duarte Nogueira é novo líder tucano na Câmara (O Globo)
Eduardo Cunha e 'aquilo rosado' (O Globo)
Ex-deputada assume mandato por 19 dias no Rio (O Estado de S. Paulo)
Força federal sustenta Maia (Correio Braziliense)
Fundação Sarney à espera do TCU (Correio Braziliense)
FURNAS FEZ NEGÓCIOS COM FIRMA LIGADA A DEPUTADO (O Globo)
Gastos com o funcionalismo dobram (Correio Braziliense)
Governo mantém mínimo de R$ 545 (Valor Econômico)
Imóveis do Minha Casa, Minha Vida são revendidos na BA (O Globo)
Kassab tenta se cacifar para disputar governo (O Globo)
Mabel estica a corda, PR ameaça expulsão (Correio Braziliense)
Mabel promete até prédio a deputados (O Globo)
Mabel segue candidato e diz que não é Severino (O Estado de S. Paulo)
Morte por dengue deve ser notificada em 24h (O Globo)
MP prorroga apuração sobre procurador no DF (O Estado de S. Paulo)
Mudança de Lula fica 22% mais cara (O Globo)
Nova titular da Senad é acusada de improbidade (O Globo)
Orientação de Dilma é menos ideologia e mais Constituição (O Estado de S. Paulo)
Os negócios de amigos de Cunha (O Globo)
PAC 2 está na lista dos cortes (Jornal de Brasília)
Planalto não precisa mais hastear bandeira (O Globo)
PR decide fechar questão no apoio a Maia (Valor Econômico)
Presidente estadual será eleito em maio (O Estado de S. Paulo)
Pressão sindical não vinga (Correio Braziliense)
Primeira reunião entre centrais e governo Dilma termina sem avanços (O Globo)
Procurador-geral também prepara ações contra pensões de ex-governadores (O Globo)
PSDB vive risco de novo racha em 2012 (O Estado de S. Paulo)
Quem manda na Oi (Valor Econômico)
Reforço para fiscalizar a Abin (Correio Braziliense)
TCU aceita denúncia de desvio de recursos da Fundação Sarney (O Estado de S. Paulo)
Testemunha de mensalão mineiro confirma desvios (O Estado de S. Paulo)
TJ terá eleição extraordinária após morte de presidente (O Estado de S. Paulo)
Um novo líder para pacificar o ninho tucano (Correio Braziliense)
Alencar tem alta e será tratado em casa, em SP (O Globo)
Aliado de Alckmin toma posse e ataca promotoria (O Estado de S. Paulo)
Anatel volta a fiscalizar áreas da radiodifusão (O Estado de S. Paulo)
Aumento sim, mas não tanto (Jornal de Brasília)
Bancada tucana ignora Serra e defende Guerra na presidência (O Estado de S. Paulo)
Caixa preta de pensões será investigada em MG (O Estado de S. Paulo)
Cargo no Senado divide PT (O Globo)
Convergência de mídias leva governo a desistir de veto à propriedade cruzada (O Estado de S. Paulo)
Corte de gastos só sai após eleição no Congresso (O Globo)
DEM ameaça guerra jurídica se Kassab sair (O Estado de S. Paulo)
DEM ensaia o próprio futuro (Correio Braziliense)
Depois dos erros, MEC vai reformular o Enem (O Globo)
Desemprego em queda livre (Correio Braziliense)
Dilma promete a Colombo ajuda de R$ 40 milhões (Valor Econômico)
Discussão sobre mínimo terá 2ª rodada (O Globo)
DISPUTA DE CARGOS NA CÂMARA VALE R$ 95 MI (Correio Braziliense)
Duarte Nogueira é novo líder tucano na Câmara (O Globo)
Eduardo Cunha e 'aquilo rosado' (O Globo)
Ex-deputada assume mandato por 19 dias no Rio (O Estado de S. Paulo)
Força federal sustenta Maia (Correio Braziliense)
Fundação Sarney à espera do TCU (Correio Braziliense)
FURNAS FEZ NEGÓCIOS COM FIRMA LIGADA A DEPUTADO (O Globo)
Gastos com o funcionalismo dobram (Correio Braziliense)
Governo mantém mínimo de R$ 545 (Valor Econômico)
Kassab tenta se cacifar para disputar governo (O Globo)
Mabel estica a corda, PR ameaça expulsão (Correio Braziliense)
Mabel promete até prédio a deputados (O Globo)
Mabel segue candidato e diz que não é Severino (O Estado de S. Paulo)
Morte por dengue deve ser notificada em 24h (O Globo)
MP prorroga apuração sobre procurador no DF (O Estado de S. Paulo)
Mudança de Lula fica 22% mais cara (O Globo)
Nova titular da Senad é acusada de improbidade (O Globo)
Orientação de Dilma é menos ideologia e mais Constituição (O Estado de S. Paulo)
Os negócios de amigos de Cunha (O Globo)
PAC 2 está na lista dos cortes (Jornal de Brasília)
Planalto não precisa mais hastear bandeira (O Globo)
PR decide fechar questão no apoio a Maia (Valor Econômico)
Presidente estadual será eleito em maio (O Estado de S. Paulo)
Pressão sindical não vinga (Correio Braziliense)
Primeira reunião entre centrais e governo Dilma termina sem avanços (O Globo)
Procurador-geral também prepara ações contra pensões de ex-governadores (O Globo)
PSDB vive risco de novo racha em 2012 (O Estado de S. Paulo)
Quem manda na Oi (Valor Econômico)
Reforço para fiscalizar a Abin (Correio Braziliense)
TCU aceita denúncia de desvio de recursos da Fundação Sarney (O Estado de S. Paulo)
Testemunha de mensalão mineiro confirma desvios (O Estado de S. Paulo)
TJ terá eleição extraordinária após morte de presidente (O Estado de S. Paulo)
Um novo líder para pacificar o ninho tucano (Correio Braziliense)