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O Amapá no DOU

Estado teve no ano passado 1.025 mortos a menos que em 2009. A Secretaria de Segurança anunciou ontem que o número de homicídios dolosos no Estado do Rio em 2010 foi de 4.768, o menor já registrado desde a série histórica iniciada em 1991, segundo estatística do Instituto de Segurança Pública (ISP). É a primeira vez em 20 anos que o número de homicídios ficou abaixo do patamar de 5.000 registros. Em relação a 2009, a queda foi de 17,7% - menos 1.025 casos. Com isso, a taxa de homicídios do Estado do Rio - que era de 40,6 em 2006 - fica em 29,8 por cem mil habitantes, abaixo da meta do governo, que era de 31. O estado de São Paulo também registrou no ano passado queda nos principais índices de criminalidade. Segundo dados da Secretaria de Segurança de SP, divulgados ontem, houve redução de homicídios, roubos, latrocínio (roubo seguido de morte), roubos de veículos, roubos de carga, roubos a banco e furtos. (Págs. 1 e 11)
FOLHA DE S. PAULO
CRIMINALIDADE CAI NOS ESTADOS DE SP E RJ
Boa notícia: Comandante da PM paulista atribui queda à melhora na economia e a invesdtimentos na segurança. Os Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro registraram quedas nos índices de violência no ano passado. Em São Paulo, puxado por forte queda na Grande SP, o número de homicídios dolosos (com a intenção de matar) foi o menor desde 1999. Também caíram os roubos (inclusive veículos), latrocínios (roubo seguido de morte) e sequestros. Com 4.543 assassinatos em 2010, a taxa paulista ficou em 10,48% casos para cada 100 mil habitantes. No Rio foram 4.768 homicídios - taxa de 29,8, a mais baixa desde 1991. A organização Mundial de Saúde chama de violência epidêmica acima de 10 casos. (Págs. 1 e Cotidiano, C1)
O ESTADO DE S. PAULO
PROTESTO É 'LEGÍTIMO' E NÃO SERÁ REPRIMIDO, DIZ EXÉRCITO EGÍPCIO
Anúncio é feito na véspera de ato que pode reunir 1 milhão; oposição faz acordo com militares para transição. Oposição e militares de média patente acertaram ontem uma aliança para as bases de um Egito laico e democrático, na expectativa da queda do ditador Hosni Mubarak. A cúpula do Exército anunciou que considera os protestos “legítimos” e que não abrirá fogo contra manifestantes, que prometem para hoje um ato com mais de 1 milhão de pessoas. Mubarak pediu que seu vice dialogasse com a oposição depois de uma semana de protestos e 150 mortos. A oferta foi recusada. O governo dos EUA outra vez defendeu a transição para a democracia no Egito, ao mesmo tempo que evitou mencionar a saída de Mubarak, seu aliado. (Págs. 1 e Internacional, A20, a A22)




POLÍTICA
Almoço com cardápio variado (O Globo)
Depois das reuniões de trabalho na Casa Rosada, as presidentes Dilma Rousseff e Cristina Kirchner foram as principais protagonistas de um almoço no Palácio San Martin, sede da chancelaria argentina. Em consequência do atraso na chegada de Dilma, provocado pelas fortes chuvas na capital argentina, o almoço começou por volta das 16h (17h de Brasília). O governo argentino convidou mais de 250 pessoas, entre elas sindicalistas, empresários, economistas, governadores e representantes de organizações de defesa dos direitos humanos. A lista dos participantes incluiu figuras de peso da política argentina como o líder sindicalista Hugo Moyano, secretário geral da Central Geral de Trabalhadores (CGT) e considerado um dos homens mais poderosos do país. Também compareceram governadores peronistas, congressistas aliados da Casa Rosada e publicitários que trabalham para o governo Kirchner. Na mesa principal, as presidentes do Brasil e da Argentina conversaram animadamente, com a ajuda de dois tradutores. O menu preparado foi muito sofisticado: torre de truta defumada com molho suave de oliva e limão (acompanhado com um Rutini Chardonnay), lomo (um dos tipos de carne mais nobres do país) ao Malbec com batatas, abóbora e tomate (neste caso, o vinho escolhido foi um Rutini Malbec) e de sobremesa um doce de amêndoas com peras em caramelo. Cristina pediu um prato especial já que, segundo um funcionário do cerimonial argentino, "a presidente gosta de coisas mais light". (Janaína Figueiredo, correspondente)
Assembleias dão posse a ''fichas-sujas'' (O Estado de S. Paulo)
Aula para aprender a ser deputado (O Globo)
Aécio defende recondução de Guerra no PSDB (Valor Econômico)
Aécio estreia com lista de reformas e quer atrair PMDB (O Estado de S. Paulo)
Aécio prega reação contra massacre da oposição (O Globo)
Bens apreendidos lotam depósitos (O Globo)
Brasil e Argentina assinam 15 acordos bilaterais (O Globo)
Cabral: Galeão é vergonha do povo do Rio (O Globo)
CGU aponta uso irregular de verbas federais (O Globo)
Chega um fevereiro atípico (O Globo)
Com viagem de Dilma, Temer assume Planalto e chama ministros (O Globo)
Cresce ameaça de conflito entre índios isolados na Amazônia (O Estado de S. Paulo)
Câmara reabre com pauta corporativa (O Estado de S. Paulo)
De azarão a favorito (O Estado de S. Paulo)
DEM elege ACM Neto líder e deixa saída de Kassab mais próxima (O Estado de S. Paulo)
Deputados por um mês, mas gastando... (O Globo)
Despedida: O lixo dos deputados (O Globo)
Dilma confirma até sexta-feira Luiz Fux no Supremo (Valor Econômico)
Dilma defenderá mínimo de R$ 545 no Congresso (O Estado de S. Paulo)
Dilma defenderá regras estáveis em discurso (O Globo)
Dilma honra palavra de Lula e dá vaga a Meirelles (O Estado de S. Paulo)
Do BC para o Rio 2016 (Correio Braziliense)
Emoção no encontro com Mães da Praça de Maio (O Globo)
Escolha de ACM Neto enfraquece Kassab (Valor Econômico)
Festa de boas-vindas por R$ 1 milhão (O Globo)
Tempo real:
21:48 - Deputados levam em média dois minutos e meio para votar
21:35 - Plenário: votação para presidente da Câmara completa duas horas
20:35 - Votação para presidente da Câmara prossegue em ritmo lento
19:31 - Plenário começa votação secreta para escolher presidente da Câmara
19:26 - Alencar defende financiamento público de campanhas eleitorais
19:24 - Alencar pede austeridade, ética e transparência
19:13 - Chico Alencar propõe ponte entre sociedade e Parlamento
19:12 - Maia pede respeito à regra da proporcionalidade partidária
18:58 - Marco Maia diz que vai lutar por emendas parlamentares
18:58 - Marco Maia ressalta a importância do Parlamento para a democracia
18:54 - Mabel diz que está disposto a ser expulso do PR
18:52 - Mabel aponta problemas de infraestrutura na Câmara
18:46 - Mabel critica falta de independência frente a outros poderes
18:45 - Bolsonaro promete independência do Congresso Nacional
18:42 - Bolsonaro diz que não tem cargos para oferecer em troca de votos
18:41 - Bolsonaro critica excesso de medidas provisórias
18:28 - Bolsonaro defende independência da Câmara em relação ao Executivo
18:23 - Bolsonaro fala no plenário como candidato à Presidência da Câmara
18:20 - Plenário abre sessão para escolher o novo presidente da Câmara

Em pronunciamento para defender sua candidatura à presidência do Senado, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) afirmou que seu programa enfatiza a crítica e a fiscalização. Ele defendeu a independência da instituição, transparência quanto à aplicação dos recursos públicos e ética na administração da Casa.
Ao deixar o plenário do Senado nesta terça-feira (1º), o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), eleito para mais dois anos no cargo, disse aos jornalistas que os 70 votos recebidos por ele são uma prova de confiança dos senadores. Sarney, de 80 anos, que venceu a disputa para a Presidência com o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), 38 anos, declarou também que a vitória no pleito de hoje foi a maior emoção de sua vida.
É a terceira vez que a tecnologia vai agilizar o processo eleitoral da Mesa. Até 2007, as votações eram realizadas com cédulas de papel, e o processo chegava a durar mais de um dia. Em 2005, o novo presidente só foi empossado no dia seguinte à votação, e a definição de todos os cargos da Mesa demorou dois dias.
As sete urnas utilizadas pelos parlamentares na eleição da Mesa foram desenvolvidas pelo Centro de Informática da Câmara e possuem vários dispositivos para garantir a segurança e o anonimato dos votos. Os parlamentares são identificados pela impressão digital antes de registrar os votos, que são criptografados para garantir o sigilo da informação. Além disso, os dados das urnas eletrônicas são isolados, ou seja, não podem ser acessados por outras redes da Casa.
Iniciado o processo, cada deputado registra todos os 11 seus votos de uma só vez na urna eletrônica, que traz a foto dos candidatos e tem tela sensível ao toque. Cada deputado demora, em média, entre um e dois minutos para votar, segundo a Cosev.
A apuração é realizada por cargo, iniciando-se pelo presidente. Só depois de eleito o novo presidente serão definidos os demais integrantes da Mesa, nesta ordem: dois vice-presidentes; quatro secretários; e quatro suplentes.
Para ganhar em primeiro turno, o candidato precisa da maioria absoluta (metade mais um) dos votos dos presentes. Se nenhum deles alcançar esse número, será realizado segundo turno entre os dois mais votados, em que será eleito o que tiver o maior número de votos.
Os partidos têm até as 17 horas (ou seja, uma hora antes do início da eleição) para registrar seus candidatos. As vagas são negociadas por acordo, seguindo a proporcionalidade partidária, mas isso não impede o registro de candidaturas avulsas. Por liberalidade da Mesa, qualquer deputado pode se candidatar à Presidência, independentemente do critério da proporcionalidade. No caso dos outros cargos, parlamentares do mesmo partido com direito à vaga podem ser candidatos, mesmo que não sejam indicados oficialmente pela legenda.
Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Marcos Rossi
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Com os votos de 70 senadores, José Sarney (PMBD-AP) foi reeleito à Presidência do Senado, para cumprir o quarto mandato no comando da Casa. O parlamentar foi escolhido em votação secreta concluída há pouco no Plenário, realizada após cerimônia de posse dos novos senadores.
Começou há pouco a cerimônia de abertura do Ano Judiciário no Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF). A solenidade é realizada desde 2004 com a participação dos presidentes dos Três Poderes da República, que apresentam as mensagens do Executivo, Legislativo e Judiciário. Neste ano, no entanto, em razão de compromissos no Congresso Nacional, os representantes da Câmara e do Senado Federal não puderam comparecer. A cerimônia foi aberta pelo presidente do STF, ministro Cezar Peluso, que neste momento faz o discurso em nome da Corte. Estão presentes a presidente da República, Dilma Rousseff, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, o presidente da OAB, Ophir Cavalcanti, parlamentares, ministros de tribunais superiores entre outras autoridades. A cerimônia está sendo transmitida ao vivo pela TV Justiça (canal 53-UHF, em Brasília; SKY, canal 117) e pela Rádio Justiça (104.7 FM, em Brasília). Veja como sintonizar a TV Justiça nos estados. O sinal da TV Justiça está liberado para as emissoras de TV interessadas. “Tomo a liberdade de lançar aqui, de modo formal, a ideia de firmarmos o 3º Pacto Republicano, para dar continuidade ao processo de aprimoramento da ordem jurídica e consolidar o processo de modernização da máquina judiciária”, declarou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso. Leia a íntegra do discurso do ministro Cezar Peluso.
Dilma faz de Luiz Fux ministro do STF
A presidente Dilma Rousseff, que participou do evento no Supremo Tribunal Federal, está a caminho do Palácio do Planalto para assinar a nomeação do 11º ministro do STF. O nome escolhido por é o do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luiz Fux. Ele vai ocupar a vaga deixada por Eros Grau.
O gabinete do senador José Sarney (PMDB-AP) informa que, entre os dias 15/01/2011 a 14/02/2011, o total liberado pela União, em convênios para o Amapá, foi de R$ 18.721.327,00 (dezoito milhões, setecentos e vinte e um mil, trezentos e vinte e sete reais). Os recursos foram para os municípios de Laranjal do Jari, Macapá, Santana e Vitória do Jari. Vieram de vários ministérios para ações diversas em áreas como:
Total destinado ao Estado: R$2.019.917.844,30
Total destinado ao Governo do Estado: R$1.600.662.643,15
Total destinado aos municípios do Estado: R$419.255.201,15
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Atenção!
O Portal da Transparência do Governo Federal é uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU), lançada em novembro de 2004, para assegurar a boa e correta aplicação dos recursos públicos. O objetivo é aumentar a transparência da gestão pública, permitindo que o cidadão acompanhe como o dinheiro público está sendo utilizado e ajude a fiscalizar. O Governo brasileiro acredita que a transparência é o melhor antídoto contra corrupção, dado que ela é mais um mecanismo indutor de que os gestores públicos ajam com responsabilidade e permite que a sociedade, com informações, colabore com o controle das ações de seus governantes, no intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam.

| Veja abaixo os deputados que tomam posse pelo estado do Amapá: |

Ele disse que colocou seu nome na disputa "para colocar em prática projetos grandiosos, que tragam frutos e uma vida digna para a população do Amapá".

Ao chegar ao Congresso na manhã desta terça-feira (1º), o presidente do Senado, José Sarney, disse aos jornalistas que, se for reeleito presidente da Casa, terá como principal bandeira a reforma política. Sobre as prioridades para a gestão do Senado, disse que a ênfase será para a reforma administrativa.
- Vou fazer todo o esforço para que esta seja a melhor administração que já fiz, até porque será a última - disse.Logo mais, Sarney dará posse aos senadores eleitos em outubro. Em seguida, os 81 parlamentares da nova legislatura elegerão o presidente e os demais cargos da Mesa. Sarney disputa a presidência da Casa com Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).
Da Redação / Agência Senado
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