quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Fátima Pelaes participa do 1º Encontro de Pesca do Amapá

Segundo informações da Agência de Pesca do Amapá, o estado possui o maior potencial pesqueiro do Brasil. Esse dado mostra o potencial da região e as milhares de possibilidades e famílias que poderão ser beneficiadas através da pesca. Foi realizado no dia 26 de janeiro o 1º Encontro de Pesca do Amapá para formação do sindicato de classe e, contou com a presença da deputada Fátima Pelaes, representantes do senador Randolfe,  Governo do Estado através da Secretaria de Pesca e do Trabalho e Empreendedorismo (Sete) , a Assembleia Legislativa através do Deputado Manuel Brasil, líderes do setor pesqueiro e a comunidade. “Esse encontro conta com a participação de homens e mulheres que valorizam a pesca e lutam por melhores condições. Faço parte da Comissão de Trabalho em Brasília, e o setor pesqueiro pode contar com a minha luta para garantir os direitos que vocês merecem.”, ressaltou Fátima Pelaes. No encontro depoimentos emocionados de profissionais que trabalham para o setor, reforçaram a urgência em capacitar e apoiar a pesca no Amapá. O Sr. Julio Texeira, começou a pescar aos 12 anos de idade. Hoje ele é o Presidente da Federação dos Pescadores do Amapá (Fepap) e Presidente da Colônia de Pesca do Oiapoque.“Nós pescadores, muitas vezes não temos a cultura de sala de aula, mas temos muitos conhecimentos importantes e precisamos ter direitos trabalhistas iguais a de qualquer trabalhador. Construí uma família e eduquei os meus filhos. Hoje a minha filha é engenheira de pesca. Trabalha para ajudar o nosso setor e ama o que faz. Eu ensino aos meus netos a sabedoria de um pescador.”, disse o Sr. Julio. João Bosco é o presidente da Agência de Pesca do Amapá. Ele informou que o Estado do Pará exportou em 2011, 90 mil toneladas de pescada amarela. Desse valor, 54 mil toneladas foram pescadas em território Amapaense e que o nosso Estado possui a maior diversidade de peixe do Brasil.

Conheças mais a respeito da Lei 11.699:

Art. 1o As Colônias de Pescadores, as Federações Estaduais e a Confederação Nacional dos Pescadores ficam reconhecidas como órgãos de classe dos trabalhadores do setor artesanal da pesca, com forma e natureza jurídica próprias, obedecendo ao princípio da livre organização previsto no art. 8o da Constituição Federal.
Art. 2o  Cabe às Colônias, às Federações Estaduais e à Confederação Nacional dos Pescadores a defesa dos direitos e interesses da categoria, em juízo ou fora dele, dentro de sua jurisdição.
Art. 3o  Às Colônias de Pescadores regularmente constituídas serão assegurados os seguintes direitos:
I – plena autonomia e soberania de suas Assembléias Gerais;
IV – representar, perante os órgãos públicos, contra quaisquer ações de pesca predatória e de degradação do meio ambiente;
VII – faculdade de montagem de bens e serviços para o desenvolvimento profissional, econômico e social das comunidades pesqueiras.
Art. 4o É livre a associação dos trabalhadores no setor artesanal da pesca no seu órgão de classe, comprovando os interessados sua condição no ato da admissão.
Art. 5o As Colônias de Pescadores são autônomas, sendo expressamente vedado ao Poder Público, bem como às Federações e à Confederação a interferência e a intervenção na sua organização.
Parágrafo único.  São vedadas à Confederação Nacional dos Pescadores a interferência e a intervenção na organização das Federações Estaduais de Pescadores.
Art. 6o As Colônias de Pescadores são criadas em assembléias de fundação convocadas para esse fim pelos trabalhadores do setor pesqueiro artesanal da sua base territorial.
Art. 7o As Colônias de Pescadores, constituídas na forma da legislação vigente após feita a respectiva publicação e registrados os documentos no cartório de títulos e documentos, adquirem personalidade jurídica, tornando-se aptas a funcionar.
Art. 8o As Federações têm por atribuição representar os trabalhadores no setor artesanal de pesca, em âmbito estadual, e a Confederação, em âmbito nacional.
Art. 9o As Colônias de Pescadores, as Federações Estaduais e a Confederação Nacional dos Pescadores providenciarão e aprovarão os estatutos, nos termos desta Lei.
Art. 10.  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 11.  Revoga-se o art. 94 do Decreto-Lei no 221, de 28 de fevereiro de 1967.

Lideranças se reúnem para discutir projetos prioritários para 2012

A convite do líder do PTB, senador Gim Argello (PTB-DF), a bancada do partido se reuniu hoje, as 9h30, com os líderes do Senado para debater a pauta de projetos prioritários para o Congresso em 2012. Também foi convidado o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP).  Durante café da manhã, alguns dos líderes partidários da Casa decidiram realizar um nova reunião na próxima semana com todas as lideranças do Senado destinada a estabelecer uma agenda de projetos prioritários para exame neste ano. De acordo com o líder do PTB, Gim Argello (PTB-DF), a reunião deverá ser convocada para terça-feira (7) pelo presidente José Sarney. Ele também acredita que a partir dessa data os senadores deverão votar em Plenário alguns dos projetos em tramitação na Casa. Segundo o líder do PMDB, Renan Calheiros (PMDB-AL), dentre os projetos que deverão ser incluídos na pauta está a chamada "PEC do CNJ" - a proposta de emenda à Constituição 97/2011, que trata das competências do Conselho Nacional de Justiça e da Corregedoria Nacional de Justiça. Outros projetos que merecerão atenção dos senadores, de acordo com Renan Calheiros, são o Estatuto da Juventude (PLC 98/2011), que está na CCJ, e projetos que estão na Câmara dos Deputados como o Código Florestal, a Lei Geral da Copa de 2014 e o projeto de lei que institui a previdência complementar dos servidores públicos (PL 1992/2007).
- É importante construir uma agenda e unificar todos os partidos em torno dela para que o Senado efetivamente funcione - disse o senador.
Além desses projetos citados por Renan, Gim Argello mencionou ainda a necessidade de os parlamentares examinarem temas polêmicos como a partilha dos royalties do petróleo e a fixação de um novo modelo para o ICMS. Participaram do café da manhã nesta quinta-feira o presidente José Sarney; alguns líderes partidários no Senado; senadores do PTB e o presidente do partido, Roberto Jefferson; além do líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vacarezza (PT-SP).

Rodrigo Baptista / Agência Senado

Presidente da Democracia é torcedor apaixonado pelo Flamengo

Apreciador do bom futebol, José Sarney sempre torceu pelo Flamengo. Desde jovem, acompanha o time em conquistas e derrotas. Animado com a proximidade da Copa do Mundo 2014, Sarney relembra um pouco de sua relação com o futebol. Veja o vídeo.


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Segurança está associada à justiça social e desenvolvimento, diz presidenta no Haiti



Na cerimônia de apresentação do contingente brasileiro da Minustah, em Porto Príncipe, a presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (1) que a segurança coletiva está associada à justiça social, ao desenvolvimento e ao respeito à soberania dos países. O governo brasileiro, segundo ela, defende o diálogo e a diplomacia como instrumentos de manutenção da paz e de promoção da estabilidade. “Precisamos perseverar em nosso apoio à reconstrução, ao desenvolvimento socioeconômico e ao fortalecimento do Estado haitiano, mas cabe ao Haiti definir as prioridades de seu povo e a melhor maneira de canalizar a ajuda internacional. Isso é indispensável para garantir que o trabalho da Minustah se sustente e possa gerar o ambiente de segurança necessário à futura substituição das forças da ONU por instituições solidamente constituídas no próprio país. Nesse processo, o Haiti encontrará a via da consolidação democrática e do desenvolvimento social e econômico”, disse. No discurso aos militares brasileiros que atuam na força de paz das Nações Unidas no Haiti, a presidenta ressaltou o serviço inestimável à estabilidade e à segurança do país e lembrou as vítimas do terremoto de janeiro de 2010. “Estou certa de que o trabalho do atual contingente se beneficia muito da dedicação, da coragem e do patriotismo dos milhares de militares que os antecederam. O Brasil é grato a todos eles e lembra com pesar, com orgulho e com especial apreço dos militares e civis que perderam suas vidas no Haiti, inclusive no trágico terremoto de 2010. A eles, nossas homenagens.”

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38ª Reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social

Estatuto da Juventude aguarda votação no primeiro semestre

Neste primeiro semestre de 2012, o Senado deverá concluir a votação do Estatuto da Juventude (PLC 98/11 ou PL 4529/04, na Casa de origem), cujo substitutivo foi aprovado em outubro de 2011 pela Câmara dos Deputados, após sete anos de tramitação naquela Casa. De autoria da Comissão Especial de Políticas Públicas para Juventude, o PLC 98/11 (ou PL 4529/04, na Casa de origem) estabelece princípios e diretrizes a serem adotados pelo Poder Público em relação aos jovens, assim considerados pelo projeto quem tem entre 15 e 29 anos de idade. A votação do projeto foi adiada várias vezes nos últimos tres meses no Senado, onde tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), tendo como relator o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), com voto favorável à sua aprovação. Em novembro de 2011, por iniciativa do relator, foi realizada audiência pública pra instruir o projeto, ao qual já foram apresentadas emendas pelos senadores Aloysio Nunes Ferrreira (PSDB-SP), Clésio Andrade (PR-MG), Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Álvaro Dias (PSDB-PR), além de voto em separado do senador Demóstenes Torres (DEM-DO). Em 22 de dezembro, o presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), foi obrigado a encerrar a reunião do colegiado sem votar o projeto, devido ao andamento de sessão deliberativa do Congresso Nacional para votação de créditos orçamentários. O Regimento Interno do Senado prevê que as comissões não podem funcionar ao mesmo tempo de uma sessão deliberativa do Plenário do Senado ou do Plenário do Congresso.

Diretrizes

Na Câmara, o Estatuto da Juventude teve como relatora a deputada Manoela D'Ávila (PCdoB-RS), que adaptou o texto à inclusão de temas relacionados à sexualidade nos currículos escolares, mantendo o combate a todas as formas de discriminação e o respeito às crenças. O texto aprovado na Câmara garante meia-entrada em eventos artísticos e culturais, de entretenimento e de lazer em todo o território nacional. Estabelece que um mínimo de 30% dos recursos do Fundo Nacional de Cultura serão destinados preferencialmente a programas e projetos culturais voltados aos jovens. Também proíbe a participação de menores de 18 anos em propaganda de bebidas com qualquer teor alcoólico. Prevê ainda que nas escolas os professores deverão abordar questões como o consumo de álcool e drogas; doenças sexualmente transmissíveis; planejamento familiar e o impacto da gravidez, planejada ou não, na vida dos jovens. Já o beneficio de 50% de desconto nas passagens intermunicipais e interestaduais deverá obedecer às leis federal, estaduais e municipais sobre o tema.

Paulo Sérgio Vasco / Agência Senado

Congresso retoma hoje seus trabalhos

O Poder Legislativo recebe a segunda mensagem da presidente Dilma Rousseff, que este ano deverá ser entregue pela chefe da Casa Civil da Presidência, Gleisi Hoffmann

Em sessão solene no plenário da Câmara dos Deputados, às 16h, o Congresso Nacional inicia hoje o ano legislativo. Senadores e deputados instalam a segunda sessão legislativa ordinária da 54ª legislatura, ouvindo a leitura de mensagem da presidente Dilma Rousseff. É a segunda mensagem que ela envia ao Congresso e a expectativa é que aborde iniciativas para atacar os problemas mais prementes do país. No ano passado, trazida pela própria Dilma, a mensagem presidencial abordava a tragédia que acabava de vitimar famílias soterradas por deslizamentos na Região Serrana do Rio de Janeiro. No texto, ela prometeu um pacto para evitar novas tragédias e firmou o compromisso de lutar pela erradicação da miséria e por uma política de longo prazo para o reajuste do salário mínimo. "A manutenção de regras estáveis, que permitam ao salário mínimo recuperar o seu poder de compra, é um pacto deste governo com os trabalhadores", afirmou Dilma. A presidente também defendeu as reformas tributária e política, assuntos recorrentes no discurso parlamentar, que podem voltar na mensagem deste ano. Entre governo e oposição, não há parlamentar que não se preocupe com essas reformas e com a alta da inflação, o baixo crescimento do produto interno bruto (PIB) e a crise educacional.

Pesquisas

A segunda mensagem do governo Dilma chega em plena "lua de mel" com a opinião pública. As pesquisas indicam que 59% dos brasileiros consideram sua gestão ótima ou boa — um recorde de aprovação, à frente dos 50% registrados no primeiro ano do último governo Lula. De acordo com a praxe estabelecida, a partir do segundo ano de mandato presidencial, a chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, deverá trazer a mensagem de 2012. Ela estará sendo aguardada às 15h50, na Chapelaria do Congresso, pela diretora da Secretaria de Relações Públicas do Senado, Andréa Valente, e dali será levada até o plenário. O presidente do Senado, José Sarney, conduzirá a solenidade, depois de cumprir um rito: chegará ao Congresso conduzido por batedores, ouvirá o Hino Nacional executado pela Banda do Batalhão da Guarda Presidencial, assistirá à execução de salva de 21 tiros de canhão pelo 32º Grupo de Artilharia de Campanha e passará a tropa em revista. Dali, Sarney, parlamentares e convidados seguirão para o plenário da Câmara, onde será lida a segunda mensagem dirigida por Dilma ao Congresso.

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Presidente da comissão responsável pelo concurso do Senado esclarece dúvidas sobre o edital

No primeiro mês após o lançamento do edital para o concurso público do Senado Federal, pessoas de todo o país se manifestaram por meio do serviço Alô Senado, canal de comunicação da Casa com o cidadão. A maior parte das 155 mensagens sobre o concurso recebidas pelo serviço é de candidatos com dúvidas sobre o certame. A orientação em caso de dúvida é para que os candidatos entrem em contato com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), organizadora do concurso. As informações podem ser obtidas no site da FGV, pelo telefone             0800-2834628       e pelo email senado11@fgv.br. Para esclarecer as dúvidas mais recorrentes, a Agência Senado entrevistou o presidente da comissão responsável pelo concurso público, Davi Anjos Paiva. Ele falou sobre as alterações no edital, as provas, os requisitos dos cargos e o ingresso no Senado. Leia a entrevista.

Fique de olho...

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO
Quinta-feira, 02 de fevereiro de 2012

Destaques nacionais

MINISTÉRIO DA SAÚDE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINC

MFZ

MJ

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Concursos e seleções




O Amapá no Diário Oficial da União

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Presidência do Senado

Quinta-feira – 02/02/2012
 
09:30 - Café da manhã com a bancada do PTB e líderes do Senado Federal - Gabinete da Liderança do PTB

15:30 - Saída da residência em direção ao Palácio do Congresso Nacional

15:40 - Execução do Hino Nacional e revista à Tropa - Ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal e o Presidente Marco Maia, da Câmara dos Deputados - Salão Negro do Congresso Nacional

16:00 - Sessão Solene destinada a inaugurar a 2ª Sessão Legislativa Ordinária da 54° Legislatura - Plenário da Câmara dos Deputados

Câmara retoma trabalhos com previdência dos servidores e 5 MPs trancando a pauta

Sessão solene nesta quinta-feira (2), às 16 horas, dá início ao ano legislativo; votações na Câmara dos Deputados serão retomadas na próxima terça-feira (7), em sessão ordinária marcada para as 14 horas.
O segundo ano de trabalhos da Câmara na 54ª legislatura começa com a análise de matérias pendentes de 2011, entre as quais destacam-se as mudanças feitas pelo Senado no projeto do Código Florestal (PL 1876/99) e novas regras para distribuição deroyalties do petróleo (PL 2565/11). Entretanto, essas matérias ainda serão debatidas antes de irem ao Plenário, cuja pauta estará trancada por cinco medidas provisórias (544/11, 545/11, 546/11, 547/11 e 548/11) e pelo Projeto de Lei 1992/07, que cria o regime de previdência complementar do servidor público federal. Este projeto é prioridade do governo, mas a oposição não concorda com a mudança. Osubstitutivo do deputado Rogério Carvalho (PT-SE) deve continuar a ser discutido na próxima sessão extraordinária. De acordo com o texto, serão criados fundos de previdência complementar com participação do servidor e do governo, que cedeu nas negociações e aceitou aumentar de 7,5% para 8,5% a alíquota máxima que pagará enquanto patrocinadora dos fundos.
Áreas de risco
Entre as MPs que trancam a pauta, uma das mais importantes é a 547/11. Ela permite ao governo federal criar um cadastro nacional com informações sobre áreas sujeitas a deslizamentos de grande impacto ou a outros acidentes geológicos graves, como desmoronamento de rochas. Os municípios incluídos no cadastro terão de mapear essas áreas, elaborar planos de contingência e obras para reduzir os riscos, além de instituir núcleos de defesa civil segundo as normas do Sistema Nacional de Defesa Civil (Sindec), criado pela Lei12.340/10As prefeituras também terão de monitorar a ocupação urbana das áreas de risco.
Benefício para o café
Devido a dúvidas de interpretação das regras tributárias, a MP 545/11 especifica que a venda de café não torrado contará com suspensão da incidência da Cofins e doPIS/PasepA empresa que for tributada no regime não cumulativo desses tributos contará também com um crédito presumido dessas contribuições se exportar o café. A MP define ainda os objetivos do Programa Cinema Perto de Você, aponta critérios para suas linhas financeiras e cria um regime tributário especial para investimentos na implantação e modernização de salas. Segundo o governo, o estímulo tornará viável a instalação de salas de exibição em todos os municípios com mais de 100 mil habitantes, inclusive nas periferias das grandes cidades.
Exportações
Outra MP que tranca a pauta das sessões ordinárias é a 546/11. Ela destina aos estados exportadores auxílio financeiro de R$ 1,95 bilhão para complementar os recursos definidos pela Lei Kandir (Lei Complementar 87/96) a título de ressarcimento pela isenção do ICMS nos produtos exportados. Os recursos foram divididos com base em percentuais definidos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Como a MP foi editada em setembro do ano passado, os repasses já foram feitos até dezembro de 2011 em três parcelas de R$ 650 milhões.
Ensino técnico e Defesa
Já a MP 548/11 abre crédito extraordinário de R$ 460,5 milhões para o financiamento da educação profissional tecnológica por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), previsto na Lei 12.513/11Também tranca a pauta a MP 544/11, que estabelece normas específicas para compras e contratações na área de defesa e cria um regime especial tributário e de financiamentos para o setor de Defesa.
Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Marcos Rossi

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

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A presidente Dilma Rousseff disse ontem, diante do Memorial José Martí, um dos heróis cubanos, que a questão dos direitos humanos deve ser tratada de forma abrangente e não apenas de forma localizada. Dilma, que chegou anteontem à ilha, afirmou que não se pode fazer do tema uma arma para combate ideológico. Ela lembrou que os Estados Unidos mantêm a base naval de Guantánamo na ilha, com diversos presos que não foram julgados ainda, embora estejam detidos há quase 10 anos.A presidente não falou se tratou do assunto com o presidente Raúl Castro, com quem se reuniu para a assinatura de uma série de tratados entre os dois países. No almoço, segundo a Presidência, os dois falaram sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de visitar, à tarde, o ex-líder cubano Fidel Castro, ela disse que teria muito orgulho de encontrar-se com ele.


Para presidente, em direitos humanos quem joga pedra tem "telhado de vidro". Na primeira visita oficial a Cuba, a presidente Dilma Rousseff se recusou a falar sobre direitos humanos no país e criticou os EUA ao citar a prisão de Guantánamo, alvo de críticas por supostos maus-tratos a detidos. "Vamos falar de direitos humanos no mundo? Vamos ter de falar deles no Brasil, nos EUA, sobre uma base aqui que se chama Guantánamo", disse. (Págs. 1 e Mundo A9)


Em sua primeira visita oficial a Cuba, a presidente Dilma Rousseff, assim como o antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, esquivou-se de criticar a ditadura comandada pelos irmãos Castro e as violações contra os direitos humanos na ilha. Atacou os contrários ao regime comunista, principalmente os Estados Unidos: "Quem atira a primeira pedra tem telhado de vidro". E complementou: "Nós, no Brasil, temos os nossos". "Se vamos falar de direitos humanos, nós começaremos a falar de direitos humanos no Brasil, nos Estados Unidos, a respeito de uma base aqui chamada Guantánamo. Vamos falar de direitos humanos em todos os lugares", disse a presidente pouco antes do encontro com o presidente Raúl Castro.


O ministro das Cidades, Mário Negromonte, terá seu futuro definido ainda nesta semana, assim que a presidente Dilma Rousseff retornar da viagem a Cuba e ao Haiti. O próprio ministro, que chegou a dar uma entrevista dizendo estar "mais firme que as pirâmides do Egito", jogou a toalha nos últimos dias. Ontem, faltou a uma reunião do Grupo de Monitoramento do PAC, comandada pela chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Ligou para a ministra , alegando "estar preso em uma agenda interna". Gleisi disse que tudo bem. Curiosamente, aos correligionários, afirmou que não tinha compromissos no ministério ao longo de todo o dia. Na quinta-feira passada, durante reunião com parlamentares de Minas Gerais em busca de mais recursos para o estado, demonstrou mais uma vez seu grau de desânimo com o próprio futuro. "Negociem a liberação desses recursos com o próximo ministro."


O Tribunal de Contas da União (TCU) deve dar hoje sinal verde para o leilão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília. A aprovação do órgão era o último obstáculo para a disputa, marcada para segunda-feira. Ontem, a Agência Nacional de Aviação Civil considerou improcedentes cinco pedidos de impugnação de itens do edital. A análise do TCU não obriga o governo a fazer mudanças no edital que exijam a reabertura dos prazos legais. Na questão mais polêmica - a participação acionária de 49% que a Infraero terá nas futuras concessionárias -, o tribunal abrandou sua cobrança. Agora sugere apenas que o governo avalie a "real necessidade" dessa participação em futuras concessões

Em entrevista à TV Brasil, Sarney lembra os 25 anos da instalação da Assembleia Constituinte

A Assembléia Nacional Constituinte, cuja instalação completa 25 anos nesta quarta-feira (1º), é o tema da entrevista concedida pelo presidente do Senado, José Sarney, para o programa Repórter Brasil, da TV Brasil, que deverá ser transmitido logo mais, às 21h. Na entrevista, Sarney comenta os desafios de governar o país ao mesmo tempo em que uma nova Constituição era elaborada, em pleno processo de redemocratização. Sarney foi presidente da República de 1985 a 1990. A Assembléia Constituinte foi instalada no dia 1º de fevereiro de 1987 e atuou por 20 meses, contando com o trabalho de 487 deputados federais e 72 senadores. Destes últimos, 24 não foram eleitos especificamente para fazer a Constituição, mas, como tinham mandato, também colaboraram. Muitos grupos - como representantes do governo, empresários e movimentos sociais - contribuíram para chegar ao texto final da Constituição. No dia 5 outubro de 1988, os parlamentares entregaram ao país uma nova Constituição, que passou a ser conhecida como a "Constituição Cidadã". Na manhã desta quarta-feira, Sarney participou da abertura do Ano Judiciário, no Supremo Tribunal Federal (STF). No discurso, Sarney informou que tramitam no Legislativo cerca de 1,5 mil emendas de reforma da Constituição, o que mostraria "a dinâmica da sociedade em favor de uma Constituição viva". Para Sarney, a Constituição deve ser "viva, adaptada às necessidades do tempo em que vivemos".

Tércio Ribas Torres / Agência Senado

“Confira depoimento de Sarney em documentário da TV Senado sobre os 20 Anos da Constituição”

Zona de Exportação trará benefícios às empresas instaladas

A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Macapá e Santana, criada pelo presidente do Senado José Sarney, mediante Projeto de Lei nº 306, trará grandes benefícios para o Estado do Amapá. São distritos industriais, cujas empresas são beneficiadas com incentivos tributários, cambiais e administrativos para exportar pelo menos 80% da produção. A implantação da ZPE, segundo o senador Sarney, vem atender exatamente a função de criar as condições de aperfeiçoamento da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana (ALCMS), permitindo a passagem da fase comercial para a industrial, através da atração de investimentos. A ALCMS produziu desenvolvimento como área de livre comércio. Esta foi sua primeira fase. Mas, desde o início, o senador Sarney tinha consciência de que ela precisaria ser aperfeiçoada.
Há necessidade das principais instituições voltadas ao setor produtivo, como a Associação Comercial e industrial do Amapá (Acia), iniciem uma série de discussões sobre o assunto visando discutir as barreiras encontradas pelo caminho para se concretizar a implantação da ZPE. O decreto regulamentando a Lei 11.508/07, que disciplina o regime tributário, cambial e administrativo das ZPEs no Brasil, estabelece requisitos para a criação e administração das mesmas, normas para instalação de empresas e procedimentos de fiscalização, vigilância e controle aduaneiro. Um desses requisitos está na necessidade das terras do Amapá estarem documentadas, seja urbana ou rural. Não se pode esquecer que a maioria dos empresários tem empreendimento rural. Os benefícios são garantidos por 20 anos, e podem ser prorrogados por igual período. Além da isenção de tributos, as Zonas de Exportação gozam de liberdade cambial, ou seja, as empresas instaladas nela não têm de converter em reais o produto de suas exportações. Há necessidade do Governo do Estado constituir uma empresa administradora da ZPE, que ficará responsável por implantar e administrar o empreendimento. Além disso, a empresa deverá formatar um plano diretor, elaborar um projeto de alfandegamento, que será submetido à Receita Federal, e produzir os estudos de impacto ambiental e relatório de impacto ambiental (EIA/Rima) da área onde deverá ser implantada.

Jorge Cesar – A Gazeta

História e Verdade

Você sabia?

Que as ZPEs - Zonas de Processamento de Exportações foram criadas pelo Presidente José Sarney, em 1988. Houve, na época, uma tremenda resistência contra o mecanismo, especialmente da indústria e políticos paulistas. Apesar disso, o Presidente Sarney manteve a decisão de implantar as ZPEs, e assinou 13 decretos criando unidades em diferentes estados. O Presidente Itamar Franco criou mais quatro. Durante os governos Collor e FHC houve tentativas de extinção do programa, que não chegaram a se concretizar em razão da mobilização de vários estados, que viam, no mecanismo, o que ele é: um poderoso instrumento de desenvolvimento. Sarney percebeu que era necessário utilizar mecanismos diferentes do utilizado na época em que o desenvolvimento industrial se confundia com substituição de importações. A primeira legislação das ZPEs era um reflexo do Brasil da época: uma economia altamente protegida contra a concorrência estrangeira, onde qualquer movimento que pudesse ser interpretado como ameaça, real ou imaginária, era vigorosamente combatido. Isso ocorreu com as ZPEs. A legislação só foi editada em razão da determinação do Presidente Sarney e do seu ministro da Indústria, o Ministro José Hugo. Mesmo com uma legislação restritiva (por padrões internacionais) o programa somente não deslanchou porque foi boicotado pelo governo que se seguiu ao do Presidente Itamar Franco, que não entendeu o potencial desenvolvimentista das ZPEs. Amapá tem sorte por ter o presidente Sarney como um de seus senadores. Tanto a ALC de Macapá e Santana como a ZPE do Amapá são projetos que o Amapá conseguiu como resultado direto do empenho e da influência do presidente Sarney. A ALCMS produziu desenvolvimento como área de livre comércio. Esta foi sua primeira fase. Mas, desde o início, o senador Sarney tinha consciência de que ela precisaria ser aperfeiçoada. Precisaria passar da fase comercial para a industrial. E a implantação da ZPE viria atender exatamente esta função: criar as condições de aperfeiçoamento da ALCMS, permitindo a passagem da fase comercial para a industrial, através da atração de investimentos.

Doutor Helson Braga, presidente da Abrazpe

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