quinta-feira, 30 de abril de 2009

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Mais uma vez Sarney inova na transparência do Senado

Novas etapas do processo legislativo serão digitalizadas

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), informou aos senadores, nesta quinta-feira (30), que está em fase de implantação na Casa um sistema de gestão do processo legislativo eletrônico, instituído pelo Ao da Mesa nº 1/2009.
A próxima etapa de informatização será a oferta em meio digital dos textos das emendas apresentadas aos projetos e dos pareceres das comissões sobre as matérias já votadas nesses colegiados. Nesse sentido, a partir do próximo dia 11 de maio todas as emendas dos senadores deverão ser recebidas também em meio eletrônico, além do impresso.
- O objetivo é promover o uso da informática para garantir acesso integral a todos os documentos e registros do processo legislativo - explicou o presidente.
Entre as ações já realizadas nesse processo de digitalização, Sarney destacou a oferta no sítio eletrônico do Senado Federal dos textos integrais dos projetos e dos relatórios oferecidos nos processo de instrução das matérias. Sarney informou que os senadores serão orientados pela Secretaria Geral da Mesa sobre como deverão agir para adequar-se aos novos procedimentos a serem adotados na Casa.

Senado Federal

Gilvam confirma presença do ministro da Previdência

Pimentel inaugura agência do INSS em Laranjal do Jari na segunda-feira

Nesta quinta-feira, às 8h da manhã, o senador Gilvam Borges, acompanhado da deputada Fátima Pelaes, já se encontrava no 8º andar do Bloco F da Esplanada dos Ministérios. Poucos minutos depois, os dois eram recebidos pelo ministro da Previdência Social, o advogado, bancário, sindicalista, ex-deputado federal e, desde 2008, ministro da Previdência Social José Pimentel. Gilvam foi rápido: queria conformar a presença do ministro no Amapá nesta segunda-feira, 04 de maio. E conseguiu: Pimentel estará no Estado nesse dia para inaugurar a agência do INSS em Laranjal do Jari. Mas o senador foi além: cobrou do ministro a liberação de uma emenda individual que apresentou para a construção da agência do INSS em Porto Grande e ainda conseguiu que o ministro da Previdência se comprometesse a inaugurar outra no Oiapoque. As duas deverão ser construídas no segundo semestre de 2009.
- Qual a importância da inauguração da agência do INSS em Laranjal do Jari?
- É o INSS quem concede auxílio acidente, doença e reclusão. Quer dizer, até se o sujeito for condenado e preso, o INSS ampara a família dele. Além disso, é o INSS quem paga pensão por morte, salário-família, salário-maternidade e aposentadorias especial, por invalidez, por idade e por tempo de contribuição.
- O senhor também conseguiu mais duas agências para o Amapá?
- Sim. Essa é a outra boa notícia. A parte sul do Estado está sendo contemplado com essa agência no Laranjal do Jari. Com a emenda individual que apresentei ao Orçamento da União, teremos uma outra em Porto Grande, que vai atender Serra do Navio, Ferreira Gomes, Cutias Iaubal e Pedra Grande. A terceira agência, no Oiapoque, vai transformar a vida dos habitantes daquela região.- E quando elas serão inauguradas?
- A do Laranjal do Jari já está pronta e será inaugurada nessa segunda-feira (dia 04), com a presença do ministro da Previdência, José Pimentel.
- Ele confirmou a presença?
- Sim, está confirmadíssima. Hoje, às 8h da manhã, eu e a deputada Fátima Pelaes estivemos lá, no ministério, acertando os detalhes da vinda dele.- E as agências de Porto Grande e Oiapoque?
- O ministro já deu início ao processo para licitação e me disse que já neste segundo semestre as agências serão construídas.
- Isso é um progresso ou uma benfeitoria?
- Digamos que é as duas coisas. Afinal, todas as benfeitorias conspiram pelo progresso. A Previdência Social é o seguro para a pessoa que contribui. É uma instituição pública que tem como objetivo reconhecer e conceder direitos aos seus segurados. A renda transferida pela Previdência Social é utilizada para substituir a renda do trabalhador contribuinte, quando ele perde a capacidade de trabalho, seja pela doença, invalidez, idade avançada, morte e desemprego involuntário, ou mesmo a maternidade e a reclusão. A Previdência Social brasileira já passou por várias mudanças conceituais e estruturais, envolvendo o grau de cobertura, o elenco de benefícios oferecidos e a forma de financiamento do sistema. E, hoje, está mais eficiente, mais ágil e melhor.
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Senado Federal trabalhando...

Aprovado Projeto de Álvaro Dias que dá prioridade a deficientes no Judiciário

O Senado aprovou, nesta quarta-feira (29/04), Projeto de Lei do senador Alvaro Dias (PSDB/PR) que estabelece prioridade aos portadores de deficiência na tramitação de todos os atos e diligências, em qualquer instância, nos procedimentos judiciais nos quais figurem como parte.A proposta foi votada por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça e agora vai passar pela última votação na Comissão de Direitos Humanos do Senado.O Projeto de Lei 216 altera a lei 7.853/1989 que, apesar de tratar do apoio aos portadores de deficiência, não considerava o tratamento diferenciado para deficientes, quando envolvidos em pendências judiciais.Na justificativa, Alvaro Dias citou como exemplo de situação que exigiria a prioridade o caso das 410 vítimas brasileiras do medicamento Talidomida, que passaram nove anos sem receber a pensão a que tinham direito. “Hoje as ações envolvendo acidentes de trabalho, erros médicos, demissões ilegais, acidentes de trânsito, entre outros, demoram anos para serem julgadas. Por isso há a necessidade de priorizar o atendimento dos portadores de deficiência para que lhes seja efetivamente assegurado o pleno exercício dos seus direitos individuais e sociais, bem como sua completa integração social”, disse.

Para mais informações, acompanhe o Blog do Álvaro Dias

Câmara dos Deputados

Bala Rocha assume presidência de Grupo Parlamentar Brasil-União Européia


Nada menos que 20 embai-xadores de paises europeus, embaixadores brasileiros, mais de 30 deputados e dez senadores presentes, entre eles o ex-vice presidente Marco Maciel e o presidente da Câmara, Michel Temer, prestigiaram o lançamento do Grupo Parlamentar Brasil-União Européia e a posse do deputado federal Sebastião Bala Rocha no cargo de presidente.Em seu pronunciamento, o deputado amapaense falou da importância do grupo, dando ênfase à necessidade de abertura do mercado europeu para o Brasil, através do Amapá, como também da imperiosidade de se criar le-gislação comum para flexibilizar e regularizar o processo de imigração. "Sou do Amapá, e quis Deus que o nosso Amapá constituísse a fronteira entre o Mercosul e a União Européia. De um lado, Oiapoque, Amapá, Brasil, Mercosul; do outro lado, a Guiana Francesa, Departamento de Ultramar da França, União Européia. No meio, unindo Mercosul e União Européia, o esplendoroso rio Oiapoque. Essa foi a principal fonte de inspiração para que pudéssemos estar aqui hoje para apresentar o Grupo Parlamentar Brasil-União Européia que te-nho a honra de presidir", enfatizou o parlamentar.Bala Rocha não se descuidou de aspectos históricos: “Lembro que foi a Competente Diplomacia Brasileira, através do Barão do Rio Branco, que assegurou os limites do Brasil até o Rio Oiapoque, num grande consenso, na Suíça, onde foi lavrado o Laudo Suíço, em primeiro de dezembro de 1900”.Apoio e congratulações – Também presente ao evento, o embaixador da União Européia no Brasil, João Pacheco, leu mensagem de apoio e congratulações do presidente do Parlamento europeu, Deputado Hans Potterer. O Ministro José Múcio parabenizou Bala Rocha dizendo que, pelo que ele viu, o Grupo Parlamentar foi criado em tempo, e que “já devia existir a muito tempo”.O Presidente da Câmara, Michel Temer, congratulou-se com Bala Rocha e ressaltou que hoje a diplomacia parlamentar é tão importante quanto a diplomacia oficial, e que o GPBUE passa a ser um excelente espaço de interlocução entre o Congresso Brasileiro e o Parlamento Europeu. Ao parabenizar o deputado amapaense, o presidente da CNI, deputado Armando Monteiro, destacou que do Grupo Parlamentar ajudará o Brasil, através do diálogo, a superar muitas barreiras existentes entre os setores produtivos do País e da União Européia.

Transporte

Ligação entre ponte binacional e BR-156 deverá ser desviada para beneficiar Oiapoque

A idéia de desvio ou reenquadramento de rodovia é do prefeito oiapoquense, Aguinaldo Rocha, e dos vereadores daquela unidade amapaenseComeça a entrar em discussão, nos âmbitos do governo federal e Congresso Nacional, a proposta de desviar o trajeto original da ligação entre a ponte binacional sobre o rio Oiapoque, ainda em projeto, e a BR-156, estrada que conduz à capital do Estado do Amapá, Macapá.A proposta estima que a estrada iniciada na cabeceira da ponte, no lado brasileiro, deve se dirigir na direção da cidade de Oiapoque que assim se beneficiaria com o fluxo motivado pela conexão entre o Brasil e o Platô das Guianas.A idéia do desvio ou reenquadramento da rodovia é do prefeito de Oiapoque, Aguinaldo Rocha, e dos vereadores daquela unidade amapaense. Eles veem o advento da ponte como uma redenção para o município que apesar da posição estratégica ainda carece praticamente de tudo.O prefeito Aguinaldo e os vereadores do Oiapoque temem que ocorra com o município o mesmo que aconteceu com Ferreira Gomes, cidade localizada à margem da BR-156, mas que não dispõe de nenhum benefício, quanto a esse posicionamento, uma vez que a estrada passa ao largo da área urbana. O deputado estadual Paulo José, presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa do Estado, foi quem primeiro ouviu o anseio das autoridades políticas do município de Oiapoque e encaminhou o pleito como indicação para a bancada parlamentar federal amapaense.Hoje, caso as autoridades federais envolvidas na construção da ponte binacional autorizem o desvio na ligação projetada entre a edificação e a BR-156, já estão disponíveis para a obra, R$ 22 milhões, oriundos de emendas da bancada.A ponte sobre o rio Oiapoque, projetada para ser concluida em 18 meses, deverá ter as obras iniciadas no segundo semestre do corrente ano ao custo de R$ 60 milhões.

Saúde Pública

Situação dos hospitais do Pará e do Amapá está alarmante

Uma calamidade. Foi esta a avaliação dos deputados da Comissão Externa da Câmara dos Deputados que inspecionou hospitais das redes públicas estadual e municipal do Pará nos dias 6 e 7 de abril. “Chega desse jogo de empurra. É hora de o Governo Federal intervir antes que mais vítimas inocentes sejam sacrificadas por este descaso que encontramos por aqui”, enfatizou a coordenadora da Comissão Externa, deputada Elcione Barbalho (PMDB-PA). O deputado Dr. Paulo César (PR-RJ) avalia que a estrutura física é totalmente inadequada para o funcionamento dos hospitais de pronto socorro do Guamá e Mário Pinotti, em Belém do Pará. “Encontramos problemas de vazamento, de mofo nas paredes, de infiltração por todos os lados. Do jeito que os hospitais estão funcionando são um ambiente absolutamente favorável à contaminação e ao surgimento de infecção hospitalar” alertou o deputado. No exame feito nos documentos recebidos do Ministério Público Estadual, os deputados puderam avaliar a gravidade da situação. “Ouvimos relatos, juntamos documentos, relatórios do Ministério Público, o que comprova o sério problema na saúde pública no Pará”, relatou o deputado Roberto Britto (PP-BA). Além do relatório do Ministério Público, a Comissão Externa recebeu também um relatório da Câmara Municipal de Belém e documentos com relatos feitos por prefeitos de municípios da região metropolitana da capital paraense. Esta documentação será usada na elaboração de um relatório sobre a inspeção, que será encaminhado, pela Comissão Externa, a órgãos como Ministério da Saúde, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União.

Breves

No município de Breves, também no Pará, o que mais chamou a atenção da comissão foi o problema da falta de água tratada - o que leva o Hospital Regional de Breves, construído com recursos federais e que já consumiu mais de R$ 40 milhões a continuar desativado. Em contrapartida, o hospital municipal sofre com a superlotação. Com apenas 80 leitos, a demanda por internações chega a mais de 200 pacientes por dia. Segundo o prefeito de Breves, construído com recursos federais e que já consumiu mais de R$ 40 milhões a continuar desativado. Em contrapartida, o hospital municipal sofre com a superlotação. Com apenas 80 leitos, a demanda por internações chega a mais de 200 pacientes por dia. Segundo o prefeito de Breves, José Antônio Leão, o município recebe a demanda de outros cinco municípios da região. “Não temos estrutura. Faltam médicos especialistas. Temos apenas um cirurgião. O ortopedista e o radiologista vêm a cada 15 dias. Nosso raio X é sucateado. É um desespero ver as pessoas morrerem sem serem atendidas”, lamentou o prefeito. Além de Elcione Barbalho, Dr. Paulo César e Fátima Pelaes, fazem parte da Comissão os deputados Bel Mesquita (PMDB-PA) e Roberto Britto (PP-BA).

Hospitais do Amapá

Na medida em que faltam recursos e médicos no Pará, a população recorre ao outro lado do Rio Amazonas. Atravessa em pequenos barcos, arrisca-se nas grandes embarcações superlotadas e busca atendimento no Amapá. Por essa razão, a comitiva de deputados encerrou sua visita ao Norte do Brasil em Macapá e no município de Santana, que fica a apenas 20 quilômetros da capital amapaense. “Foi por isso que solicitei a inclusão do meu estado na Comissão Externa. Precisamos fazer a repactuação interestadual do SUS. Não é mais possível ter o Amapá atendendo os pacientes não atendidos pelo governo do Pará e não recebermos nada por isso”, lembrou a deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP).

Comissão Externa inspeciona hospitais no Pará e no Amapá

A Comissão Externa criada pela Comissão de Seguridade Social e Família para apurar as condições de atendimento à população no sistema de saúde pública nos estados do Pará e Amapá realizaram inspeção nos hospitais públicos dos dois estados nos dias 6 e 7 de abril. Composta pelos deputados Elcione Barbalho (PMDB-PA), Fátima Pelaes (PMDB-AP), Bel Mesquita (PMDB-PA), Dr. Paulo César (PR-RJ) e Roberto Britto (PP-BA), a Comissão Externa averiguou as reais condições de atendimento à população paraense e do Amapá bem como verificou a aplicação dos recursos federais na área de saúde nos hospitais das redes estadual e municipal. A deputada federal Elcione Barbalho (PMDB-PA), autora do requerimento argumenta que não se trata de mais um caso político. “A situação é extremamente grave e ganhou repercussão nacional. Em minha última reunião com o ministro da Saúde (José Gomes Temporão) fui recomendada a acompanhar de perto a situação da saúde pública em meu estado”, alertou a presidente da Comissão de Seguridade, Elcione Barbalho.
A Comissão iniciou sua inspeção na segunda (6), pelo Hospital Pronto Socorro do Guamá em Belém. Em seguida os deputados visitaram o Hospital de Pronto Socorro Municipal Mario Pinotti. No final da tarde se reuniram com autoridades locais na Câmara Municipal. Na terça-feira, (7), os deputados inspecionaram o Hospital Regional de Breves, no Arquipélago do Marajó. Na parte da tarde seguiram para Macapá (Amapá) onde visitaram o Hospital Pronto Socorro Municipal. No Amapá os deputados também se reunirão com autoridades locais. A deputada recebeu na quinta-feira (1º) a visita de representantes Pronto Socorro do Guamá em Belém. Em seguida os deputados visitaram o Hospital de Pronto Socorro Municipal Mario Pinotti. No final da tarde se reuniram com autoridades locais na Câmara Municipal. Na terça-feira, (7), os deputados inspecionaram o Hospital Regional de Breves, no Arquipélago do Marajó. Na parte da tarde seguiram para Macapá (Amapá) onde visitaram o Hospital Pronto Socorro Municipal. No Amapá os deputados também se reunirão com autoridades locais. A deputada recebeu na quinta-feira (1º) a visita de representantes do Tribunal de Contas da União. Em audiência com o responsável pela 4ª Secretaria de Controle Externo (4ª Secex), Ismar Barbosa Cruz, Elcione Barbalho relatou o problema da aplicação de recursos no Pará. Na ocasião foi também instruída a fazer a verificação in loco e gerar documento relatando a real situação. A Comissão vai apresentar um relatório sobre a inspeção, que será encaminhado ao Ministério da Saúde, ao Ministério Público Federal, ao TCU entre outras autoridades competentes.


COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA DA CÂMARA FEDERAL
Assessoria de comunicação
Antonio Júnior e Luiza Emília

"Dia dos Cultos Afros" tem programação confirmada

Faltam sete dias para a celebração do Dia Nacional dos Culto-Afros, que será na próxima quinta-feira (8). Vários terreiros de Umbanda e Candomblé se mobilizam para celebrar a data, segundo os babalorixais ate a presente data não há nenhuma afirmação de que o Governo do Estado ou Prefeitura irão apoiar a extensiva programação elaborada pelos terreiros, palestra, debates, salva de fogos de artifício, oferendas e caminhada constam na programação. O secretario da Secult João Milhomem informou que iria conversar com a secretaria especial de desenvolvimento social Maria de Nazaré para buscar alguma solução. Em 2008 o poder publico investiu apenas a bagatela de oito mil reais para ser rateado entre mais de cem casas. O babalorixa Pai Jango de Oxum disse a nossa equipe que todos os anos, só recebe uma migalha “Você pega o diário oficial” seja do estado ou município e vê que para eventos de outras religiões os valores repassados são vultosos sempre acima de cem mil reais, e repassado com antecedência, já para nós do culto-afro, da umbanda e candomblé é sempre uma esmola e a custa de muitas idas e vindas à Secult , um verdadeiro teste de paciência, são oras de “Chá de banco” e na ora pedem pra voltamos de manhã, de tarde, noutra semana e por ai vai o desrespeito, e o que pedimos lá através de projeto é muito pouco não vai levar o estado ou município a falência, se outras religiões recebem dinheiro publico a rolo porque nós também não temos o mesmo tratamento, já que é tão irrisória nosso pedido, espero que o Secretario Milhomem de fato nos dê uma solução” desabafou Pai Jango. Ele informou que independente de vir ou não qualquer ajuda a programação será mantida. A movimentação na Secult de mães e pais de santo tem sido intensa devido a incerteza de receber ou não algum apoio. O Dia dedicado aos culto-afros é celebrado nacionalmente no dia 8 de maio,na capital baiana Salvador será feriado, e uma intensa programação ocorrerá para festejar o dia das religiões de matriz africana.

Informações: 8119-0462

Projeto transforma Amapá em capital simbólica do Estado

Por Joel Elias

Uma vez por ano a capital amapaense poderá ser transferida simbolicamente para o município de Amapá. É o que estabelece o Projeto de Lei (081/07-AL) de autoria do deputado estadual Camilo Capiberibe (PSB), aprovado esta semana por unanimidade na Assembleia Legislativa. Se transformado em lei pelo governador Waldez Góes, a transferência ocorrerá na data de criação do município (22 de outubro 1901), que fica distante cerca de 300 quilômetros da capital Macapá. Tramitando na Casa desde 2007, a proposta, de acordo com informações do deputado Capiberibe, foi idealizada para homenagear a população do município que foi a primeira capital do extinto Território Federal do Amapá, que liderados por Francisco Xavier da Veiga Cabral, o “Cabralzinho” conquistou as terras reivindicadas pelos franceses no século 19.
“É uma história rica marcada por acontecimentos ligados ao massacre de seu povo e submissão a Guiana Francesa, o que ocasionou, em primeiro de dezembro de mil novecentos, a assinatura do Laudo suíço, que determinou o rio Oiapoque como fronteira entre o Brasil e a França”, disse o parlamentar socialista.
Em seu Parecer favorável ao projeto, o relator, deputado estadual Edinho Duarte (PMDB), lembra que outros Estados já possuem leis sobre o assunto. “É o caso de Minas Gerais, que transfere simbolicamente sua capital para a cidade de Mariana, e Goiás que faz o mesmo com Goiás Velho”, frisou o peemedebista.
Capiberibe lembrou ainda que um projeto similar ao seu está em tramitação no Congresso Nacional. No caso, o objeto da proposta é a transferência simbólica da capital federal para Porto Seguro, na Bahia, local onde os portugueses desembarcaram, na viagem do “achamento” do Brasil.

Um pouco de História

O município de Amapá, a primeira capital do ex-Território, foi criado pela Lei n.º 798, de 22 de outubro de 1901. A história do município é farta em acontecimentos ligados à conquista da terra, cujos reflexos afetavam o povo da fronteira do extremo norte do Brasil.
Os conflitos acentuaram-se ainda mais a partir de 1894, quando se deu a descoberta de ouro em Calçoene. Este fato motivou ainda mais a presença de europeus e norte-americanos na região, que se instalavam às cabeceiras do rio. Esses estrangeiros, principalmente franceses da Guiana Francesa, passaram a dominar a região perseguindo índios e escravizando mulheres.
Por outro lado, a instalação da zona de garimpo teve como consequência a desordem e o descontrole geral na área. Nos episódios diplomáticos e de enfrentamentos militares que culminaram com a conquista brasileira desse território em 1900, destacou-se a figura de Francisco Xavier da Veiga Cabral, o “Cabralzinho”, que por seus atos de bravura tornou-se figura heróica do Estado. O município dispõe de diferentes vocações produtivas, todavia, devido a sua riqueza em pastagens naturais, a principal base econômica é representada pela pecuária extensiva que, em relação ao Estado, concentra o maior rebanho.

Câmara dos Deputados

Fátima Pelaes quer representação do Itamaraty no Amapá
Por Shyley Saissem

Será encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores a Indicação que reivindica a implantação de um Escritório Regional do Itamaraty em Macapá. Aprovado esta semana pela Câmara Federal, o documento é de autoria da deputada Fátima Pelaes (PMDB).
Para a parlamentar amapaense, a presença do Itamaraty no Norte do País é necessária para regularizar a situação dos brasileiros que se deslocam para os países que ficam na fronteira, como a Guiana Francesa, Guiana e Suriname. No documento, Fátima Pelaes lembra ainda que a proximidade do Amapá com esses países, provoca um grande fluxo de emigrantes na região por causa do atrativo de circulação de riquezas e serviços.
“Com o Escritório do Itamarati instalado no Estado, os brasileiros que tiverem necessidade de autorização legal para migrarem a territórios estrangeiros, passarão a obter a documentação necessária com maior agilidade e acessibilidade. Atualmente são inúmeras as pessoas que se deslocam até Brasília, para obter a referida autorização”, afirma a deputada.
A Indicação de Fátima Pelaes é resultado da aprovação pela Assembléia Legislativa do Amapá, de uma Indicação apresentada pelo deputado estadual do Amapá, Paulo José (PR), presidente da Comissão de Relações Exteriores da Assembléia Legislativa amapaense. No documento, Paulo José também solicita a implantação do Escritório Regional do Itamaraty no Amapá.
A Guiana Francesa é um departamento ultramarino pertencente à França localizado na América do Sul e faz fronteira com os estados do Amapá e do Pará, do lado brasileiro. Cerca 210 mil habitantes vivem no lado francês da fronteira, sendo que 40% são estrangeiros. Destes, cerca de 38 mil vivem ilegalmente no território francês, dentre eles, estima-se que 20 mil são brasileiros, e grande parte deles trabalhos em garimpos clandestinos
A deputada Fátima Pelaes lembra ainda no documento que Macapá tem uma importância estratégica para o Brasil, por se tratar de uma cidade com uma significante relevância para o estreitamento das relações internacionais do Brasil com as demais nações, em especial, com o governo francês.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Presidência do Senado Federal


Sarney apóia mais uma vez justiça para com os afro-descendentes

O deputado Vicentinho (PT-SP) e o representante da Coordenação Nacional de Entidades Negras, Marcos Cardoso, foram recebidos nesta quarta-feira (29) pelo presidente do Senado, José Sarney, a quem pediram apoio para os projetos que estabelecem cotas raciais nas universidades públicas (
PLC 180/08) e o que cria o Estatuto da Igualdade Racial (PLC 6264/05). À saída do encontro, Vicentinho disse que conversaram também sobre a exclusão que o Brasil faz contra as pessoas que não conseguem exercer o direito de voto.
- O presidente Sarney se mostrou muito sensível a essa causa. O que pretendemos é que o Legislativo mostre ao Brasil coisas boas, como a inclusão de todos; que o Congresso mostre que há gente aqui querendo que as pessoas se sentem à mesma mesa, independentemente da religião, origem e raça; que comam o mesmo pão, participem da mesma vida, definam os destinos do país de maneira fraterna e igualitária - disse o deputado Vicentinho.
O parlamentar e Marcos Cardoso assinalaram que os movimentos em defesa da inclusão sabem que Sarney não tem poderes para fazer a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovar logo o projeto das cotas. Observaram, no entanto, que Sarney tem poder para levar aos integrantes da comissão uma mensagem sobre a importância dessa iniciativa. De acordo com eles, Sarney disse que apoia as duas propostas.

Sarney, que criou a Fundação Palmares, já havia proposto cotas em 1999

O presidente do Senado, José Sarney, também foi autor de um projeto com objetivo de instituir cotas de ação afirmativa para a população negra do país. O projeto de Sarney, apresentado em 1999, previa cotas raciais no acesso a cargos e empregos públicos, à educação superior e ao financiamento estudantil. Aprovado pelo Senado em 2002, o texto (PLS 650/99) apresentado por Sarney foi enviado à Câmara dos Deputados, que acabou por arquivá-lo. Ao justificar a apresentação do projeto, o senador apontava para a rara presença de pessoas negras nas universidades brasileiras e em postos de maior status na sociedade. "Iniquidade flagrante que desmente o mito da democracia racial no país", disse na ocasião.

Teresa Cardoso / Agência Senado


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Gilvam pede liberação de emenda para que Tainá 3 sejarodado no Amapá e acompanha fiscais do ex-Território ao TRF

De volta a Brasília, nesta terça-feira, o
Senador Gilvam Borges (PMDB-AP) foi recebido em audiência, de manhã, pelo ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro. Gilvam foi tratar a respeito da liberação de recursos para a ponte sobre o Rio Jari e a pavimentação da BR-156 e AP-70. Homem ligado à cultura, pleiteou, também, a liberação de uma emenda da bancada para a cultura, no valor de 1milhão e 800 mil reais, destinada ao filme “Tainá 3”, que será todo rodado no Amapá. O deputado Evandro Milhomem o acompanhou e reforçou os pedidos.O senador explicou que “as soluções, em Brasília, dependem da intensa presença do parlamentar e da sua capacidade de cobrar a liberação de verba para obras importantes no Amapá”. No prazo de apenas duas semanas, foi a segunda vez que Gilvam foi recebido por José Múcio. O ministro elogiou a “obstinação do senador”, a quem considerou “incansável advogado das causas do Amapá”.À tarde, Gilvam Borges recebeu, em seu gabinete, representantes da Associação dos Fiscais do Ex-Território do Amapá (AFEAP). Eles vivem uma situação atípica, porque ingressaram na carreira em 1981, por meio de concurso público, e com a transformação do Território em Estado em 1988, viraram “fiscais cedidos pelo Estado”. A presidenta da AFEAP, Edy Pinheiro, diz que “a situação é sui-generis”, e explica: “Hoje fazemos parte de uma tabela em extinção e não temos nem mesmo como nos aposentar”.A questão foi parar na Justiça. O processo está no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. O senador, mais rápido do que imediatamente, lamentou “os entraves jurídicos que impedem uma solução mais ágil” e solicitou, de pronto, audiência com o desembargador Jirair Aram Meguerian, presidente do TRF, o que aconteceu ontem mesmo, às 17h. Solícito, Aram disse que, respeitados os prazos processuais, vai agilizar ao máximo a questão dos fiscais.Ainda nesta terça-feira, Gilvam e Milhomem reuniram-se com o Secretário Executivo do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy, para arrematar detalhes da confecção do terceiro filme sobre Tainá, uma indiazinha, que vive na Amazônia com seu velho e sábio avô Tigê, que lhe ensina as lendas e histórias de seu povo. Nessa nova fase a garota, já adolescente, vai prosseguir sua saga de defensora da floresta, num longa-metragem, todo filmado no Amapá, que promete muita emoção e aventura.

Opinião, Notícia e Humor


MANCHETES DO DIA

Quinze dias de investigações do Serviço de Inteligência da Polícia Civil de Santana resultaram na prisão de quatro pessoas que integravam uma quadrilha que aplicava golpes em lojas de eletroeletrônicos de Macapá e Santana. Para isso, utilizavam documentos e cheques do Caixa Escolar da Ilha de Santana. A denúncia foi feita ao delegado Júlio César pelo atual presidente do Caixa Escolar, Reginaldo Simas. Os presos são os seguintes: Arcângelo Brito Correa; Antonio Alexandre da Silva Júnior, o “Toinho”; José Serra Figueiredo, vulgo “Gordo”; e o ex-vereador de Vitória do Jari, Leonaldo Brito Pastana. Os prejuízos passam de R$ 60 mil. Os acusados responderão por cinco crimes: estelionato, falsidade ideológica, formação de quadrilha, falsificação de documentos públicos e apropriação indébita.


É tarde para barrar o avanço do vírus da gripe suína. O H1N1 já se espalhou por três continentes e a Organização Mundial de Saúde (OMS) pediu ontem ao mundo que se prepare para uma pandemia — uma doença epidêmica amplamente difundida. “Nós estamos lidando com uma situação muito séria. Consideramos extremamente séria a chance de uma pandemia”, afirmou Kenji Fukuda, diretor-geral adjunto para segurança sanitária e de meio ambiente, durante coletiva de imprensa realizada na sede da entidade, em Bruxelas. “Estamos realmente em um período em que os países deveriam se cuidar para a possibilidade de uma pandemia, especialmente aquelas nações que ainda não estão lidando com infecções em seu território”, acrescentou. O especialista explicou que a OMS tem procurado se antecipar ao impacto de um surto de grandes proporções nos países em desenvolvimento.

FOLHA DE S. PAULO
ENEM EXPÕE DESIGUALDADE ENTRE PÚBLICAS E PRIVADAS

Dados divulgados ontem pelo MEC apontam que apenas 8% das escolas "tops" do país no ensino médio são públicas. Ainda assim, são unidades de elite do sistema, que fazem seleção para escolher os alunos. A Folha analisou o resultado dos 1.917 melhores colégios no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o que representa 10% do total. Dessas, apenas 151 são públicas (83 federais). Considerando as escolas públicas "convencionais" (excluindo as profissionalizantes, as ligadas a universidades ou que fazem seleção para ingresso), a melhor unidade da rede ficou na posição 1.935 do ranking. O colégio é estadual do Rio Grande do Sul e sofre com falta de professores. As notas servem como parte da seleção para universidades e para que os alunos saibam sua condição ao fim da educação básica. Também é utilizada para selecionar bolsistas pelo ProUni (programa federal). A melhor escola do país é uma particular do Rio (São Bento), com média 33% acima da melhor pública "convencional" (a Frederico Benvegnu, em São Domingos do Sul, a 246 km de Porto Alegre).

GAZETA MERCANTIL

Na fábrica em Jundiaí, no interior de São Paulo, uma agitação pouco comum toma conta do lugar. Diversos seguranças se apressam e não desgrudam dos radiocomunicadores. Organizam a saída dos diversos carros pretos, de luxo, colocados em fila. Neles embarcam, dois a dois, os membros da alta cúpula da gigante alemã Siemens, que seguem o líder mundial da companhia em sua primeira visita ao Brasil. O movimento tem motivo: há 11 anos não se realizava um evento desse porte, com toda a diretoria mundial reunida no País. O encontro reforça o reposicionamento como uma empresa de infraestrutura, não apenas mundialmente mas também no País, aproveitando os investimentos anunciados pelo governo para este segmento nos próximos anos. Além disso, eleva o País dentro da estrutura global ao posto de um cluster, condição normalmente dada a um grupo de países. Apenas Alemanha, Canadá, Estados Unidos e Japão também são considerados, individualmente, cluster.


O Ministério da Saúde informou que 51 hospitais funcionarão como referência no atendimento contra a gripe suína. Três deles, no Rio: o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz; o Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião; e o Hospital Universitário Pedro Ernesto, da UREJ. Foi descartada a possibilidade de contaminação dos seis passageiros atendidos ao desembarcarem ontem no Galeão. Especialistas ouvidos pelo JB avaliam como satisfatórias as medidas adotadas até agora pelo governo. A gripe suína já matou 152 pessoas no México e contaminou pelo menos 100 pacientes nos cinco continentes. Vinte pessoas são monitoradas no Brasil por apresentarem algum sintoma, sendo duas no Rio de Janeiro. Mas em nenhum dos casos houve confirmação do vírus.

O ESTADO DE S. PAULO
CÂMARA LIMITA VIAGENS, MAS PREPARA AUMENTO DE SALÁRIO

Para encerrar ontem a discussão sobre a farra das passagens com um ato administrativo que tornou as regras mais rígidas, a Mesa Diretora da Câmara iniciou, ao mesmo tempo, o processo de uma reforma administrativa que abre caminho para aumento salarial dos deputados. A avaliação de líderes e de integrantes da Mesa é que haverá corte de benefícios, mas será inevitável a contrapartida de elevar a remuneração e equipará-la ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje de R$ 24.500. Para evitar maior desgaste político, a ideia é aprovar o pacote agora, mas pôr em prática neste ano apenas os cortes de gastos. O salário mais alto ficaria para depois, provavelmente 2011, quando assumirão os novos deputados.

O GLOBO
ENEM MOSTRA A FALÊNCIA DAS ESCOLAS PÚBLICAS NOS ESTADOS
O fracasso das redes públicas estaduais emerge dos resultados do último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): das mil escolas com piores notas no último exame, 965 são estaduais. Já entre as mil melhores, 36 são estaduais - apenas 3,6%, embora os colégios estaduais concentrem 85% dos estudantes de nível médio. O MEC quer usar o Enem, num novo modelo, como substituto do vestibular. O setor privado domina a lista do Enem, com 905 entre os mil estabelecimentos com notas mais altas. Foram avaliadas 20 mil escolas. Entre os cem melhores colégios do Brasil, 29 são do Rio de Janeiro, inclusive o primeiro da lista, o bicampeão Colégio de São Bento; 23 são de Minas Gerais e 20 de São Paulo. Doze estados não têm escolas entre as cem primeiras do ranking.

VALOR ECONÔMICO

Há três anos, quando inaugurou uma unidade em Camaçari (BA), a Continental Pneus planejava atender toda a América do Sul com a produção da nova fábrica, cujo investimento foi de US$ 270 milhões. O que não estava nos planos da empresa era a dificuldade de exportar para o segundo maior mercado da região, a Argentina, que hoje impõe licença não-automática para a entrada de pneus. "Achávamos que seria fácil por estarmos no Mercosul", lamentou Renato Sarzano, diretor-superintendente da companhia para a região. O executivo já conversou com o Ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, sobre o problema. "Desde o início, quando firmamos parceria com um distribuidor local, tivemos dificuldades em vender para a Argentina. Sempre foi muito burocrático. Mas com a abertura de um escritório comercial próprio em Buenos Aires, em outubro, achávamos que conseguiríamos um certo fluxo de mercadorias", contou Sarzano. Em média, todo o trâmite levava cerca de 60 dias para ser concluído. Segundo o executivo, a situação melhorou um pouco nos últimos dias, mas ainda assim o processo de exportação tem levado 45 dias.

VEJA TAMBÉM...

ARTIGOS

A inevitável reforma política (Correio Braziliense)

A reforma política entrou na pauta do Congresso Nacional na década de 80 do século passado e nele permanece até hoje. Duas questões envolvem esse tema. O primeiro é delimitar o que se entende por reforma política e quais as razões que nos levam a confundi-la com uma reforma eleitoral. O segundo é o que justifica uma reforma, seja política, seja eleitoral. A última reforma eleitoral no país ocorreu na década de 1990 e abrangeu três mudanças: 1. Uma nova lei de inelegibilidade (Lei Complementar nº 64, de 18/5/90); 2. Uma nova lei dos partidos políticos (Lei nº 9.096, de 19/9/95, alterada pela Lei nº 9.259, de 9/1/96); e 3. A denominada Lei das Eleições (Lei nº 9.504 de 30/9/97). Verifica-se, por consequência, que o âmbito das reformas eleitorais cinge-se a três aspectos do mesmo tempo: as eleições, os partidos políticos e as inelegibilidades. Esses três aspectos decorrem do nosso Direito Constitucional legislado. Por isso, as propostas de mudanças que a eles dizem respeito são, inquestionavelmente, consideradas reformas eleitorais.

Ainda o primeiro ano do resto das nossas vidas (Valor Econômico)

Com o título "O primeiro ano do resto das nossas vidas", a coluna anterior, publicada em 1º. de abril, buscou sugerir algumas condições de contorno para a análise das perspectivas da indústria brasileira após o crash de 2008. O centro do argumento desenvolvido estava baseado na convicção de que, para além da convergência das expectativas quanto à necessidade de dois a três anos para que os níveis de atividade pré-crise sejam retomados, o pós-crise vai se dar em um quadro estruturalmente distinto. Nesses novos fundamentos estruturais tenderão a prevalecer, pelo lado da demanda, mudança nos padrões de consumo de volta a uma ressegmentação baseada em diferenciação de produtos; pelo lado da oferta, forte processo de concentração do capital por meio de fusões e aquisições de empresas; e, pelo lado da regulação, não só mais ativismo do Estado como, principalmente, mais seletividade na sua atuação, o que significará mudança de orientação das políticas industriais adotadas pelos países mundo afora.

Antonio Delfim Netto (Folha de S. Paulo)
Apocalipse, não (Correio Braziliense)
Brasil, Mercosul e sistema internacional (Jornal do Brasil)
Celso Furtado - ''mau-desenvolvimento'' (O Estado de S. Paulo)
Com a crise, a redução do preço do óleo diesel é uma medida inadiável (Gazeta Mercantil)
Corrigir o sistema é apenas o começo (Valor Econômico)
Doença mina setores de carnes e turismo e valoriza o de saúde (Folha de S. Paulo)
Gangorra no setor sucroalcooleiro (Valor Econômico)
Ibovespa "engripa" e tem empate técnico (Valor Econômico)
Liberdade tarifária (Folha de S. Paulo)
Liberty Ovais (Folha de S. Paulo)
Morando no palanque (Folha de S. Paulo)
Os testes de estresse nos bancos americanos serão para valer? (Correio Braziliense)
Porcos no espaço, gente lunática (Folha de S. Paulo)
Primeiro teste de palanque (O Globo)
Prudência sim, pânico, não (Folha de S. Paulo)
Quando bate uma saudade (Folha de S. Paulo)
Um futuro para o Museu do Ipiranga (O Estado de S. Paulo)
Uma crise pior que a da economia mundial (O Estado de S. Paulo)


COLUNAS

"Com essas coisas a gente não brinca" (O Globo - Élio Gaspari)

Lula e Dilma Rousseff tornaram-se personagens de um dilema que poderá marcar a História do país. Ambos deverão decidir se o câncer linfático da ministra é ou não um impedimento para que ela se lance numa campanha presidencial, com o compromisso de governar o país por quatro anos. Se o Brasil tem 100 milhões de técnicos de futebol, daqui a pouco terá 100 milhões de oncologistas. A eles se juntam feiticeiros que pretendem transformar um câncer em anabolizante político. Quando o ministro da Educação, Fernando Haddad, diz que, com a doença, Dilma talvez "possa se fortalecer", subordina um problema real às fantasias da marquetagem. (O câncer de pele de John McCain, operado em 2000 e 2002, foi mantido longe de sua agenda.)

"SP antecede a estratégia do PT" (Jornal do Brasil - Informe JB)

Conforme o ano passa, e as revelações surgem, aparecem especulações no PT sobre possíveis candidatos à Presidência ou ao governo de São Paulo – tão cobiçado pelos petistas. Um deles é o do ministro Fernando Haddad (foto), da Educação, que soltou a boa ideia de unificar o vestibular. Mesmo sem mote eleitoral, isso o coloca sob os holofotes e como quadro propenso a disputar o Palácio dos Bandeirantes. Ou até o Planalto. Embora nada definido, o presidente do PT, Ricardo Berzoini (foto), não descartou Haddad. "São Paulo antecede a discussão de estratégia de governo para 2010. É uma questão precedente. É obvio que o Haddad é ministro de grande competência. Ele não tem experiência eleitoral ou partidária, mas não há restrição por conta disso, porque Dilma também não tem", disse Berzoini.

"É cedo para escolher. Não vamos especular" (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
A “transa” dos políticos (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Aécio no PP (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Ação da Petrobras revolta a indústria (Folha de S. Paulo - Mercado Aberto)
Banco descredencia empresa de Zoghbi (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Brasília em clima de Fla-Flu (Valor Econômico - Brasil)
Crise e gripe não mudam rumo do juro (Valor Econômico)
Diária de juizes são limitadas (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Doença e política (O Globo - Merval Pereira)
fila anda (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Franklin distensiona relação Lula-imprensa (Valor Econômico)
Gestão de crise (Folha de S. Paulo - Painel)
Gripe suína (O Globo - Ancelmo Gois)
Ibope já investiga alternativa a Dilma (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Lobby do mal (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Lula e o PMDB (O Globo - Panorama Político)
Novos juros (O Globo - Panorama Econômico)
Não é tão fácil (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
O Brasil e seu futuro (Jornal do Brasil - Coisas da Política)
O mistério Ronaldo (Folha de S. Paulo - Clóvis Rossi)
Obama e seus primeiros 100 dias (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Obsessão eleitoral (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Palocci no jogo (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Pegando leve (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Perguntar não contamina (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Perigo genético (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Perversão política (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Pizza no castelo (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Poder sem pudor O suicida com chifres (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Preços da saúde (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Primeiro mundo (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Profissional da saúde ganha dupla jornada (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Propostas são protocoladas (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Quando um recuo é só um recuo (Folha de S. Paulo - Fernando Rodrigues)
Remédio proibido na Justiça? (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Representações (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Sol e bronze (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Temer decide cortar excessos da Câmara (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Tititi na EBC (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Um dia perfeito (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Vexame do secretário (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
É para já (Folha de S. Paulo - Monica Bérgamo)
À prova de gripe (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
ECONOMIA

''Minha Casa, Minha Vida'' muda foco das construtoras (O Estado de S. Paulo)

O clima de pessimismo parece ter ficado para trás para o setor da construção civil, um dos primeiros a sentir os efeitos da crise. Sem crédito, algumas empresas ficaram sem caixa para tocar obras. Mas agora as construtoras estão eufóricas com o programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida", apesar das dúvidas que ainda restam. "O efeito do pacote em termos de criação de demanda é monstruoso", afirma o presidente da incorporadora PDG Realty, José Grabowsky. A Goldfarb, unidade da PDG especializada em imóveis de até R$ 130 mil, viu suas vendas triplicarem na última semana.

''O povo brasileiro não tem motivo para ter medo'' (O Estado de S. Paulo)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou ontem que os principais indicadores econômicos já servem de prova de que o País deverá se sair bem da crise econômica internacional. "Estou otimista. Continuo otimista, achando que o Brasil vai sair de forma extraordinária desta crise", disse o presidente, pouco antes de embarcar ontem pela manhã de Manaus (AM) para Rio Branco (AC).Lula disse que está atento às manifestações da crise no mercado internacional e admitiu que o Brasil ainda depende, em parte, da forma como outros países reagirão a este cenário. Mas a expectativa, segundo ele, continua sendo a de que o País chegue ao fim deste ano em uma situação mais confortável. Exemplo disso, ressaltou o presidente, é que as medidas adotadas em setores como o automobilístico e o da construção civil já começaram a surtir efeito. "Acho que o povo brasileiro não tem motivo para ter medo", declarou. "Olhando pelos números do Brasil, eu acredito que o pior já passou."

Acionistas aprovam venda para o BNP (O Estado de S. Paulo)
Argentina usa barreira para atrair investimento (Valor Econômico)
Arminio vê potencial de crescimento da Bolsa (O Globo)
Armínio assume conselho da BM&FBovespa (Folha de S. Paulo)
Atividade da indústria paulista cresceu 0,5% em março (O Estado de S. Paulo)
Atividade da indústria é a pior desde 2003 (Jornal do Brasil)
Atividade industrial cai 15% no trimestre em SP (Valor Econômico)
Ações de aéreas acumulam perdas de até 29% (O Globo)
Balança do setor têxtil fica negativa (Jornal do Brasil)
Banco do Brasil financia linha branca (Jornal do Brasil)
Banco do Brasil quer atrair mais clientes e expandir o portfólio (Gazeta Mercantil)
BB lança crédito com juro menor (O Globo)
BB tentará convencer Arruda a vender BRB (Correio Braziliense)
BB terá de baixar "spread" para ter recurso (Folha de S. Paulo)
Bendine reafirma meta de rentabilidade maior no BB (Valor Econômico)
BNDES libera R$ 7 milhões a catadores (Gazeta Mercantil)
Bolsas na Europa caem com ações de bancos (O Estado de S. Paulo)
Bovespa fecha estável após vaivém (O Estado de S. Paulo)
Brasil e Peru podem construir usinas de US$4 bi (O Globo)
Brasileiros permanecem otimistas com o futuro (Gazeta Mercantil)
BRB desmente venda ao BB (O Estado de S. Paulo)
Central pede verba a empresa que demitiu (Folha de S. Paulo)
Chrysler nas mãos dos trabalhadores (Correio Braziliense)
Com queda no consumo, volta a autossuficiência (O Estado de S. Paulo)
Com redução da Selic hoje, Brasil perde a liderança do ranking dos juros reais (Folha de S. Paulo)
Comissão do Senado aprova projeto de isenção do IR para aposentados (O Globo)
Concursos as o portunida des são para aviadores , intendentes e infantaria (Jornal de Brasília)
Construtoras e trabalhadores definem reajuste (Folha de S. Paulo)
Construção civil fecha acordo salarial (O Estado de S. Paulo)
Consumo de gás cresce 3% em março e tem primeira alta do ano (Gazeta Mercantil)
Crise derruba produção de minério da Vale em 26% (Folha de S. Paulo)
Crise diminui venda de certificado de carbono (Valor Econômico)
Crise força Vale a diminuir produção de minério em 37% (Jornal do Brasil)
Crédito de US$ 2 bi para navios de óleo (Valor Econômico)
Dados da Fiesp derrubam juro futuro na BM&FBovespa (O Estado de S. Paulo)
Diferenciação de preços pode reduzir taxas, diz BC (Valor Econômico)
Eletrobrás briga por R$ 1,5 bilhão (O Estado de S. Paulo)
Empresas de TV desrespeitam norma (Jornal do Brasil)
Energia: Brasil e Peru anunciam plano de construir hidrelétricas (Folha de S. Paulo)
Faturamento da indústria de máquinas agrícolas do país recua 44% neste ano (Folha de S. Paulo)
FGTS teve rombo de meio bilhão em março (O Globo)
Funcionários da Caixa voltam a entrar em greve (Gazeta Mercantil)
Ganho da poupança deve cair, confirma Caixa Econômica (O Estado de S. Paulo)
Governo começa a cadastrar em junho ocupantes de terras da Amazônia (Valor Econômico)
Governo quer usar recursos de usinas em linha de transmissão (Folha de S. Paulo)
Greve afeta programa de habitação (O Estado de S. Paulo)
Guerra de R$ 1 bilhão (Correio Braziliense)
Importância do IPVA cresce para Estados (Valor Econômico)
Indústria paulista tem o pior primeiro trimestre desde 2003 (Gazeta Mercantil)
Indústria produz 14,9% a menos no 1º trimestre (Folha de S. Paulo)
Ipea prevê crescimento zero no PIB trimestral (Gazeta Mercantil)
Justiça manda elevar tarifa de energia em PE (Folha de S. Paulo)
Licença para instalar Jirau sai em 31 de julho (O Estado de S. Paulo)
Liminar faz Aneel rever tarifa da Celpe (O Estado de S. Paulo)
Lula diz que "pior da crise passou" e espera fim de ano "confortável" (Folha de S. Paulo)
Mais construtora na área de securitização (Gazeta Mercantil)
Mantega descarta novos cortes de impostos (O Estado de S. Paulo)
Mantega obtém maior controle sobre o BB (Folha de S. Paulo)
Metrô prorroga inscrições (Jornal de Brasília)
Nissan fará carro barato no BRASIL (Valor Econômico)
No 1º tri, indústria puxa retração nas finanças estaduais (Valor Econômico)
Nordeste e Centro-Oeste estão mais protegidos da crise, aponta estudo (Valor Econômico)
Para analistas, retomada do crédito não é definitiva (O Estado de S. Paulo)
Peru pode ter acesso a crédito do FMI (O Estado de S. Paulo)
Petrobras decide voltar ao setor de mineração (Folha de S. Paulo)
Petrobras sobe combustível de avião em 6,2% (O Globo)
Petrobras vai aumentar preço do querosene (Gazeta Mercantil)
Polícia apreende CDs e DVDs (Correio Braziliense)
Prefeitura de SP recolhe R$ 560 milhões a menos (Valor Econômico)
Produção da Vale cai até 37% no ano (O Globo)
Proibição de ofertas entra em vigor dia 1.º (O Estado de S. Paulo)
Proposta do Tesouro poderá impedir concordata (Gazeta Mercantil)
R$500 milhões para habitação (O Globo)
Receita amplia horário de entrega (Correio Braziliense)
Receita amplia operação na internet de madrugada (O Estado de S. Paulo)
Safra da laranja cai 20% com cartel, diz associação (Folha de S. Paulo)
Selic em queda deverá elevar procura por papel (Gazeta Mercantil)
Senado aprova isenção do IR a aposentado a partir de 66 anos (Folha de S. Paulo)
Setor de máquinas admite demitir 50 mil (Jornal do Brasil)
Sky aplica R$ 150 milhões em serviço de alta definição (Gazeta Mercantil)
Sob nova direção, BB expande o crédito (O Estado de S. Paulo)
Sob nova direção, BB muda perfil e financia habitação e geladeira (O Estado de S. Paulo)
Suape terá estaleiro de US$ 350 milhões (Gazeta Mercantil)
Sul, Sudeste e Norte são mais afetados pela crise econômica (Gazeta Mercantil)
TAM e Sadia perdem (Correio Braziliense)
Taxa para microempreendedor será de até R$ 57 mensais (Valor Econômico)
Tira-dúvidas IR 2009 (O Estado de S. Paulo)
TVs pagam "embutem" ponto extra em pacotes (Folha de S. Paulo)
Uso político do banco preocupa economistas (O Estado de S. Paulo)
Vale produz 37% menos minério de ferro no trimestre (Gazeta Mercantil)
Venda e preço de suínos devem cair (O Globo)
Vendas fracas no Dia das Mães (Correio Braziliense)
Área do Minha Casa, Minha Vida é invadida (Folha de S. Paulo)



POLÍTICA

"Reforma não resolve corrupção", diz analista (Folha de S. Paulo)

Estudioso do comportamento do Legislativo, o cientista político Carlos Ranulfo de Melo, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que a reforma política, apontada como solução por muitos especialistas para os desvios do Congresso, nunca irá resolver o problema da corrupção. "Não há nenhum caso de país que tenha acabado com a corrupção fazendo reforma política", diz. Segundo ele, somente o aumento da transparência e a punição aos políticos poderiam "diminuir" os escândalos. Sobre o mais recente, o uso das passagens aéreas, porém, Ranulfo de Melo avalia que não é dos piores na história recente do Legislativo e que pode estar ocorrendo um viés moralista na análise da opinião pública.

''A voz das ruas levou à condenação de Cristo'' (O Estado de S. Paulo)

"A voz das ruas levou à condenação de Cristo, às fogueiras da inquisição, ao nazismo, ao circo romano", declarou Dório Ferman, 64 anos - presidente do Banco Opportunity -, à saída da Polícia Federal. Há 29 anos no comando da instituição, engenheiro eletricista formado pela Universidade Federal de Pernambuco, pós-graduado em matemática pela Universidade Federal da Paraíba, com mestrado em economia pela FGV/RJ, administrador de clubes de investimentos, Ferman afirma não ter praticado os crimes que a Polícia Federal lhe imputa.

94% preferem suspensão de desmate a maior produção (Folha de S. Paulo)
A crise bumerangue (Correio Braziliense)
Acerto em BH sobre prévias sela permanência de Aécio no PSDB (Valor Econômico)
Acordo para as prévias (Correio Braziliense)
Adiada a sessão sobre vetos (Gazeta Mercantil)
AGU entra com ações para reaver R$ 55 milhões ao INSS (Gazeta Mercantil)
Análise de vetos tranca a pauta (Correio Braziliense)
Apetite do PMDB nos Estados preocupa PT (Valor Econômico)
Aposentado ganha extra no tribunal de Amazonas, diz CNJ (O Estado de S. Paulo)
Após início discreto, avisos em três línguas (Jornal do Brasil)
Barbosa evita comentar confronto com Mendes (O Estado de S. Paulo)
Brasil ainda sem casos da doença (Jornal do Brasil)
Brasil cede vagas ao Paraguai no Parlamento do Mercosul (Folha de S. Paulo)
CGU contesta estudo da oposição (O Estado de S. Paulo)
Cidadão pode controlar cada centavo gasto (O Estado de S. Paulo)
CNJ disciplina as diárias de juízes (O Globo)
CNJ fixa teto para diárias de magistrados (Folha de S. Paulo)
Com 10 leitos, estado cria gabinete (Jornal do Brasil)
Comissão vai investigar outras irregularidades (Jornal do Brasil)
Controle no Judiciário (Correio Braziliense)
Câmara aprova regra para uso de passagens (Gazeta Mercantil)
Câmara aprova restrição a uso de passagens aéreas (Folha de S. Paulo)
Câmara corta regalias aéreas (Jornal do Brasil)
Câmara moraliza passagens (O Globo)
Câmara pagou passagens para 117 ex-parlamentares (O Estado de S. Paulo)
Doleiro quer anular Castelo de Areia (O Estado de S. Paulo)
EPTG de cara nova em 2010 (Correio Braziliense)
Especialistas aprovam as medidas adotadas (Jornal do Brasil)
Ex-deputado usa ''sobra'' para dar viagens a eleitores (O Estado de S. Paulo)
Filha de FH pede demissão (O Globo)
Filha de FHC pede demissão de cargo no Senado (Folha de S. Paulo)
Governo descarta brasileiros para posto na Unesco (Folha de S. Paulo)
Guiana bloqueia nova ponte na fronteira e quer presidentes na reabertura (Folha de S. Paulo)
Guiana mantém ponte interditada (O Estado de S. Paulo)
Indústria nacional teme desinformação (Jornal do Brasil)
Instituições retomam empréstimos interbancários e as taxas recuam (Valor Econômico)
Joaquim Barbosa recebe apoio de procuradores de GO (Valor Econômico)
Lula: "Fofão está comendo a bola" (Jornal do Brasil)
Lula: ninguém se fortalece com câncer (O Globo)
Ministro critica o Supremo e oposição (Jornal do Brasil)
Ministro reconhece no Senado que polícia errou (O Estado de S. Paulo)
Num dia, Rio descarta seis casos suspeitos (Jornal do Brasil)
Não há pressa para escolher vice, afirma Lula (O Estado de S. Paulo)
O Brasil de Obama (Jornal do Brasil)
Onze comissões debatem o novo Código Florestal (Gazeta Mercantil)
Oposição discute o uso da palavra câncer (Folha de S. Paulo)
PAC vira ato de apoio a Dilma (O Globo)
Para Anvisa, não é preciso distribuir máscaras (Jornal do Brasil)
Para Lula, doença não fortalece Dilma (Gazeta Mercantil)
Para Serra, BC de Lula faz história como Ponzi (Valor Econômico)
Para Serra, estados estão de mãos atadas diante da crise (Gazeta Mercantil)
Pasta centraliza projetos estratégicos (Valor Econômico)
País vizinho amarga falta de transparência (O Estado de S. Paulo)
Pesquisa medirá efeito eleitoral da doença (Folha de S. Paulo)
PF indicia mais 4 executivos ligados ao grupo Opportunity (Folha de S. Paulo)
PF indicia mais quatro por Satiagraha (Valor Econômico)
PF indicia quatro executivos (Gazeta Mercantil)
PIB mexicano pode encolher até 1% por causa de vírus (Jornal do Brasil)
Planalto aposta em trégua de cinco meses (Valor Econômico)
Pode sobrar para os que denunciam farra (Correio Braziliense)
Presidente nega que câncer de ministra seja explorado politicamente por aliados (Folha de S. Paulo)
Presidente rechaça uso eleitoral (Correio Braziliense)
Presidente rejeita uso político da doença de Dilma (Valor Econômico)
Professores encerram greve (Correio Braziliense)
PT vai reafirmar apoio a Dilma (O Estado de S. Paulo)
Radiografia dos abrigos brasileiros (Jornal do Brasil)
Região não deixou brechas para abusos (O Estado de S. Paulo)
Satiagraha: PF exclui Greenhalgh de indiciamento (O Globo)
Saída de Erenice da Casa Civil é questionada (Valor Econômico)
Serra diz que estados estão de mãos atadas (Gazeta Mercantil)
Serra e Aécio acertam detalhes sobre as prévias do PSDB (O Estado de S. Paulo)
Serra e Aécio acertam prévia para fevereiro, caso não haja consenso sobre candidatura (Folha de S. Paulo)
Sete países confirmam novos casos (Jornal do Brasil)
Sobe saque em dinheiro com cartão (O Estado de S. Paulo)
STF mantém prazo para desocupação (Gazeta Mercantil)
Tarso admite que País vive ''síndrome do grampo'' (O Estado de S. Paulo)
Tarso Genro nega ação política da PF (Correio Braziliense)
Tarso nega viés político em operação da PF (Folha de S. Paulo)
Temer deve ir à TV defender a Casa (O Estado de S. Paulo)
Temer e líderes enfrentam baixo clero e aprovam restrições ao uso de passagens (Valor Econômico)
Tom eleitoral marca encontro de ministra com prefeitos do AM (O Estado de S. Paulo)
TV Brasil demite mais 3 diretores (O Estado de S. Paulo)
Um abuso a menos (Correio Braziliense)
Um passeio em Dubai (Correio Braziliense)
Vellozo Lucas garante palanque a Serra no ES (Valor Econômico)

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