sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Opinião, Notícia e Humor


MANCHETES DO DIA

O presidente do Banco do Brasil (BB), Aldemir Bendine, comprou em abril passado, à vista e por R$ 150 mil em dinheiro vivo, um apartamento localizado no interior de São Paulo. O imóvel tem 160 metros quadrados e duas vagas na garagem, como revelou ontem reportagem do jornal Folha de S.Paulo. Por meio de nota, também divulgada ontem, Bendine confirmou o pagamento à vista e argumentou que os recursos eram próprios, mantidos em espécie e declarados em seu Imposto de Renda (IR). Ao todo, o executivo mantinha guardado R$ 200 mil em espécie em casa. Ele afirmou ainda que a operação é compatível com seus rendimentos e com o preço do imóvel, à época do fechamento do negócio, no início de 2010. De acordo com o jornal, o imóvel foi comprado da Construtora Eugenio Garcia. Hoje, um apartamento vizinho ao do presidente do BB estaria à venda por R$ 310 mil, mais do que o dobro do que foi desembolsado pelo executivo.

Empresário relatou tráfico de influência com suposta cobrança de propina para gastos eleitorais. Após cinco dias de denúncias, uma nova acusação de tráfico de influência na Casa Civil, respingando agora na candidatura da petista Dilma Rousseff, levou o presidente Lula a demitir a ministra Erenice Guerra. Um empresário de Campinas, Rubnei Quícoli, acusou o filho de Erenice, Israel Guerra, de cobrar R$ 240 mil mais 5% de comissão para facilitar um empréstimo de R$ 9 bilhões do BNDES. O empresário diz que foi recebido na Casa Civil em novembro de 2009, quando Erenice era secretária-executiva da então ministra Dilma. Ele relatou ainda que, diante da negativa na liberação do empréstimo, recebeu proposta dos sócios da Capital Assessoria, empresa de Israel, de desembolsar R$ 5 milhões para pagar dívidas de campanha de Dilma Rousseff e Hélio Costa (PMDB), hoje candidato ao governo de Minas. Na carta de demissão, Erenice negou as acusações. Um filho e um irmão de Erenice, ainda empregados no governo do Distrito Federal, também foram demitidos ontem. No Rio, Dilma negou envolvimento no caso e disse que Erenice agiu corretamente ao sair, porque o episódio exige investigações. Hélio Costa refutou a acusação. O presidente Lula afirmou que Erenice prestou um serviço inestimável, mas que, na máquina pública não se pode errar. (Págs. 1, 3 a 16, Merval Pereira, Miriam Leitão e editorial "Caso Erenice tem de ser passado a limpo")


Erenice Guerra será substituída interinamente por seu secretário-executivo. Demitida atribui denúncias a ‘sórdida campanha’ movida por ‘paixões eleitorais’. Candidata do PT apoia saída Erenice Guerra perdeu o cargo de ministra da Casa Civil após revelação, feita ontem pela Folha, de mais um caso de tráfico de influência envolvendo seu filho Israel e o ministério. O substituto interino será o secretário-executivo, Carlos Eduardo Lima. A solução definitiva pode ficar para depois das eleições. Na valiação de Lula, a denúncia contra Israel Guerra tinha maior potencial de trazer danos eleitorais do que o escândalo da quebra de sigilos na Receita. A empresa EDRB, de Campinas, acusa o filho de Eerenice e um assessor dela de pedir R$ 240 mil mais 5% de comissão para intermediar empréstimo no BNDES. Em carta, Erenice disse precisar de “paz e tempo” para se defender das acusações, que ela atribui a uma “sórdida campanha” movida por “paixões eleitorais”. Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil à época da negociação, apoiou a saída para que a investigação da denúncia transcorra “da melhor forma”. (Págs. 1 e Eleições 2010)

Boa notícia: Criação de vagas em 2010 já é o maior da série histórica. Com as 289 mil vagas criadas em agosto o mercado formal acumulou 1,95 milhão de novos postos de trabalho em 2010, informa o governo.O total supera o de igual período de 2008, que era recorde da série histórica, iniciada em 91. Analistas veem escassez de mão de obra em alguns setores. (Págs. 1 e B7)


O Brasil terá, pela primeira vez, um programa de Estado para o combate das ameaças virtuais. O Exército anunciou ontem a assinatura de um convênio para a defesa do País em uma eventual guerra cibernética. A principal ameaça contra os militares é a mesma que infecta bancos e pessoas comuns: ladrões de senhas. Segundo o general Antônio dos Santos Guerra Neto, comandante do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (CCOMGEX), os militares vão defender diretamente apenas seus computadores. Mas participarão do desenvolvimento de antivírus que serão usados por computadores no mundo todo. De acordo com o general, o Exército vai trabalhar ainda para desativar os IPs (endereço na internet) de onde saem os vírus. Os números sobre crimes na internet no Brasil impressionam: 11% de todos os spams do planeta partem do País, segundo a Symantec (maior fabricante de antivírus do mundo). Em 2009, as fraudes virtuais causaram prejuízo de R$ 900 milhões aos bancos, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).


Expansão. Vendas de automóveis importados cresceram 150% de janeiro a agosto em relação a 2009, enquanto o número de marcas presentes no País dobrou em um ano; montadoras chinesas já respondem por 12% da comercialização de importados. Dólar baixo e consumo interno em alta fizeram a importação de veículos no Brasil alcançar, de janeiro a agosto, o melhor desempenho desde 1995. O salto foi de 150% em relação ao ano passado, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva). O crescimento foi impulsionado pela chegada de dezenas de montadoras estrangeiras, especialmente chinesas, que passaram a apostar no mercado brasileiro. Em um ano, o número de empresas que exporta seus modelos para o Brasil dobrou. Até o início de 2009, eram menos de 16 montadoras. Agora, são 30 - oito delas chinesas. Embora tenham pouco tempo de mercado e uma rede de revendas incipiente, essas empresas, juntas, já representam 12% dos 60,2 mil veículos importados entre janeiro e agosto.





Governador respondeu a perguntas do JB. Em entrevista exclusiva ao Jornal do Brasil, o governador do Rio de Janeiro e candidato à reeleição, Sérgio Cabral, afirmou que, até 2014, nenhuma comunidade do estado estará submetida ao domínio de traficantes armados. O governador disse ainda que suspendeu os pagamentos e o contrato suspeito de superfaturamento com a empresa Toesa, responsável pela manutenção de veículos usados no combate à dengue no estado. E prometeu que, se for reeleito, o transporte por barcas chegará a São Gonçalo. (Págs. 1 e País, 2)


As agências reguladoras de atividades econômicas já são quase duas dezenas no país, mas não estão imunes às críticas. Segundo especialistas de diversos setores ouvidos pelo JB, Anac, Anatel, Aneel, Antaq, ANTT etc assemelham-se a cabides de emprego em que a competência técnica é preterida para favorecimento de aliados políticos dos governantes. O prejudicado, claro, é o contribuinte, que recebe das agências menos atenção que muitas empresas. (Págs. 1 e Economia, 12 e 13)


Chefe da Casa Civil sai em meio a suspeitas de tráfico de influência. GDF demite o filho e o irmão da ex-ministra. Sucessora de Dilma Rousseff na Casa Civil da Presidência da República, Erenice Guerra teve que pedir demissão ontem, após mais denúncias de que seu filho Israel Guerra intermediou negócios entre o governo e empresas privadas. Braço direito de Dilma no governo, Erenice deixa o Planalto para evitar que a repercussão do caso contamine a campanha da petista. A saída da ministra foi decidida pelo presidente Lula na madrugada desta quinta-feira e comunicada à candidata do PT, no Palácio da Alvorada. O secretário executivo da pasta, Carlos Eduardo Esteves Lima, assume interinamente o cargo. E Erenice não perdeu o emprego sozinha. Israel e José Euricélio, irmão da ministra, que ocupavam cargos comissionados no Governo do Distrito Federal, foram exonerados.


A Previdência Social gastará cerca de R$ 468,2 milhões por ano para acertar as contas com os aposentados que tiveram seus benefícios limitados ao teto mais baixo que vigorava antes da reforma do sistema. Os problemas começaram em 1998, com a edição da Emenda Constitucional nº 20, que elevou para R$ 1,2 mil o valor máximo das aposentadorias a serem pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e voltou a ocorrer em 2003, com a Emenda Constitucional nº 41, quando o teto foi mais uma vez reajustado para R$ 2,4 mil. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu não apenas que os valores estavam errados como que a correção deveria retroagir pelo período de cinco anos, obrigando a Previdência a pagar os atrasados. Nesse caso, apenas multiplicando o valor anual por cinco, chega-se a R$ 2,341 bilhões. Os cálculos, preliminares e sujeitos a revisões, foram feitos pelo economista Marcelo Abi-Ramia Caetano, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O economista explicou que fez a estimativa com os dados disponíveis, retirados do Boletim Estatístico de Previdência Social (BEPS). Dados individualizados mais apurados são de acesso restrito. Apenas o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Dataprev, a empresa de processamento de dados da Previdência Social, terão condições de fornecer.



O salário médio real de admissão nos primeiros seis meses deste ano ficou em R$ 821,13 - 4,8% maior que em igual período de 2009, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho. O crescimento foi maior no Sul e no Nordeste, onde alcançou quase 6%, e menor nas demais regiões, mas em todas elas a tendência é de aumento da remuneração inicial. Além do efeito salário mínimo, também o crescimento da economia, o peso da indústria na recuperação e a redução das taxas de desemprego explicam esse bom dinamismo do mercado de trabalho. Para a professora de economia do Insper, Regina Carla Madalozzo, o aumento do salário médio (geral ou de admissão) está diretamente relacionado à redução da taxa de desemprego. De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego médio do primeiro semestre foi de 7,33%, abaixo do registrado em igual período de 2008 (8,27%), outro ano de economia forte, observa Regina. "Quando a taxa de desemprego está em queda, a tendência é de aumento do salário médio", diz ela.


Algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo estão em negociações avançadas com o Departamento de Justiça dos EUA para evitar uma batalha judicial envolvendo suspeitas de que se uniram para manter os salários baixos quando concordaram em não tirar empregados umas das outras. As empresas - entre elas Google, Apple, Intel, Adobe Systems e Pixar, da Walt Disney - estão nos estágios finais das negociações com o governo. Se fracassarem, os dois lados podem iniciar um processo que ajudaria a decidir a legalidade de acordos como esses na economia americana como um todo. Há interesses poderosos em ambos os lados para se encerrar o caso antes que ele chegue a esse estágio. Várias das maiores empresas de tecnologia do mundo estão em negociações avançadas com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para evitar uma batalha judicial envolvendo suspeitas de que se uniram para manter os salários baixos quando concordaram em não tirar os empregados umas das outras. As empresas - entre elas Google, Apple, Intel, Adobe Systems, Intuit e a Pixar Animation, da Walt Disney - estão nos estágios finais das negociações com o governo.


Veja também

POLÍTICA


Há quatro semanas, o ministro da Fazenda e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fizeram uma exposição conjunta para justificar os empréstimos subsidiados de R$ 180 bilhões do Tesouro ao banco. Há que se louvar a iniciativa. Como fui um dos muitos que haviam clamado por tais explicações, gostaria de comentar a apresentação que foi feita sob o título "Benefícios dos empréstimos do Tesouro ao BNDES". Não se pode dizer que o título é impreciso. De fato, a apresentação trata apenas dos benefícios dos empréstimos. Como não estima seus custos, não pode ser considerada uma avaliação séria dos empréstimos subsidiados. O que foi alegado na imprensa é que a estimativa dos custos exigiria a "advinhação" da taxa Selic em anos futuros. Estranha justificativa, pois é praxe em análises custo-benefício, nas quais o BNDES tem grande expertise, realizar estimativas do comportamento futuro de variáveis econômicas e financeiras, levando em conta diferentes cenários.

Diálogo em decomposição (O Estado de S. Paulo)
Europa e as potências em ascensão (Valor Econômico)
Juros futuros disparam com dados fortes do emprego (O Estado de S. Paulo)
Lula e o adeus ao poder (O Estado de S. Paulo)
O Acta e os direitos de propriedade intelectual (Valor Econômico)
O presidente da assembleia-geral de acionistas (Valor Econômico)
571 empresários e dois torneiros mecânicos (Valor Econômico - Política)
Artilharia pesada em curso (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Comércio melado (Correio Braziliense - Brasil S.A)
FSB sem limite para comprar dólar (Valor Econômico - Brasil)
Juros sobem com a melhora do emprego (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Mais de quase nada (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)
Morreu (Correio Braziliense - Brasília-DF)
Mudança de hábito (Correio Braziliense - Nas Entrelinhas)
Nova Diretoria (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Oferta pode ter impacto limitado para Bovespa (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)
Provisório? (O Estado de S. Paulo - Direto da Fonte)
Se errar, a gente tem de pagar. (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Troca da guarda (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
À deriva (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)


ECONOMIA


Mais da metade dos investidores pessoas físicas que são acionistas da Petrobras fizeram reservas para participar da capitalização da empresa, segundo avaliação de gerentes de corretoras de valores. A maior parte dos pedidos foi feito ontem, último dia do prazo para participar da oferta prioritária destinada aos atuais acionistas e cotistas do FGTS-Petrobras. A BM&FBovespa chegou a ampliar em uma hora de 20h30m para 21h30m o prazo para o envio dos dados dos investidores pelas corretoras. Para os investidores em geral, o prazo de adesão vai até o dia 22. Em uma corretora, um executivo informou que alguns acionistas chegaram a pedir mais que os 34% a que teriam direito de participar na oferta prioritária percentual necessário para manter a fatia atual na companhia. O objetivo, segundo ele, é tentar garantir alguma participação na oferta ao varejo. O analista de sistemas Carlos Simões foi um dos cotistas do FGTS-Petrobras que garantiu ontem o direito de comprar mais ações.

Agosto tem recorde de contratações puxado por serviços e comércio (Valor Econômico)
Apesar do câmbio, Lanxess vê no Brasil base de exportação (Valor Econômico)
Aprovados revoltados (Jornal de Brasília)
Arrecadação sobe 15,3% e bate recorde (O Globo)
Bancos veem empréstimos em alta (Valor Econômico)
BC compra mais US$ 1,2 bi e dólar volta a cair (O Globo)
Brasil lidera luta antipobreza, diz economista dos EUA (Valor Econômico)
Brasil é alvo de programa americano de exportação (Valor Econômico)
Brasil é prioridade em pacote dos EUA para exportação (O Estado de S. Paulo)
Caso Erenice tem de ser passado a limpo (O Globo)
China é parceira ou saqueadora do País, questiona jornal (O Estado de S. Paulo)
Companhias ainda ignoram redes sociais (Valor Econômico)
Consultas mostram crescimento de vendas do varejo (Valor Econômico)
Conta milionária (Correio Braziliense)
Cresce a participação de petroleiras privadas (Valor Econômico)
Cresce disputa por empresas médias (Valor Econômico)
Cresce procura por ações da Petrobrás (O Estado de S. Paulo)
Curtas - Brasil (Valor Econômico)
Câmbio e déficit ainda não devem preocupar o Brasil, diz Krugman (Valor Econômico)
Câmbio valorizado amplia ganhos com Imposto de Importação (O Estado de S. Paulo)
Dólar volta a cair (Correio Braziliense)
Em cúpula tensa, UE decide investigar deportação de ciganos por Sarkozy (O Estado de S. Paulo)
Embraer planeja entrar em novos negócios (Valor Econômico)
Emprego tem maior alta desde 1992 (O Globo)
Estatal chinesa desiste do trem-bala por temer prejuízo (O Estado de S. Paulo)
Governo libera Fundo Soberano para investir 100% da carteira em estatais (O Globo)
Governo pode usar Fundo Soberano para investir no exterior (O Estado de S. Paulo)
Governo pretende investir R$ 17 bi em rodovias em 2011 (Valor Econômico)
Grandes da TI na mira da Justiça (Valor Econômico)
Importação ajuda e arrecadação é recorde (Valor Econômico)
Importação de veículos cresce 150% até agosto (O Estado de S. Paulo)
iPhone 4 chega hoje ao Brasil (Correio Braziliense)
Justiça determina nova licitação para Correios (O Globo)
Krugman não crê que câmbio seja um problema (O Estado de S. Paulo)
Krugman vê Brasil longe da "síndrome das capas de revistas" (Valor Econômico)
Krugman: real forte não é problema sério (O Globo)
Leilão de telefonia celular tem preço mínimo de R$ 1,8 bi (O Globo)
Licitacão para o novo porto de Manaus sai ainda este ano (Valor Econômico)
Maersk prevê produzir no Brasil em até quatro anos (Valor Econômico)
Mercado de carro importado cresce e abre espaço para grupos 'emergentes' (O Estado de S. Paulo)
Metalúrgicos de Toyota e Mercedes fazem greve (O Globo)
Metalúrgicos rejeitam reajuste de 10,5% (O Estado de S. Paulo)
Novo presidente poderá contratar 25.334 pessoas (O Estado de S. Paulo)
O lado bom do dólar fraco (O Globo)
Papéis preferenciais da companhia caíram mais 0,34% (O Estado de S. Paulo)
País cria 1,9 milhão de vagas até agosto e bate recorde (O Estado de S. Paulo)
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País perdeu R$ 248 bi com crise, estima CNI (Valor Econômico)
Período de silêncio deixa investidor no escuro (Valor Econômico)
Petrobrás vai abrir 3 portos e 3 aeroportos até 2016 (O Estado de S. Paulo)
Petrolíferas reduzirão queima de gás (O Globo)
Procuradoria do Trabalho processa Sadia (O Globo)
Produção de petróleo aumenta 6% e bate recorde em agosto (O Estado de S. Paulo)
Público do "hiper" migra para as lojas de atacado (Valor Econômico)
Receita bate recordes e já cresce 12,6% este ano (O Estado de S. Paulo)
Receitas crescem 15,32% (Correio Braziliense)
Salário de admissão sobe 4,8% acima da inflação (Valor Econômico)
Sem novas licenças, teles temem não cumprir metas (Valor Econômico)
Senado aprova plano de ajuda à pequena empresa (O Estado de S. Paulo)
Servidores garantem URP (Jornal de Brasília)
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