quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Opinião, Notícia e Humor


MANCHETES DO DIA

Se você não teve tempo de ler os jornalões de hoje, leia-os agora.



Ações da Petrobras têm alta de até 4,66% e viram alvo de estrangeiros. Praticamente metade da produção de petróleo na Líbia foi suspensa ontem diante do agravamento dos conflitos no país. Até agora, nove petrolíferas, entre elas Shell, BP, a italiana Eni, a francesa Total e a espanhola Repsol, interromperam suas operações. Com a crise, o barril do petróleo em Londres ultrapassou os US$ 111, com alta de 5,6%, Em Nova York, subiu 2,8%, atingindo o maior patamar desde setembro de 2008, quando estourou a crise financeira mundial. A alta do petróleo provocou forte valorização das ações da Petrobras, de até 4,66%. O papel foi muito procurado por investidores estrangeiros, inclusive da China. (Págs. 1, 25 e 26, editorial “O alerta que vem do petróleo”, Miriam Leitão, Verissimo e Thomas Friedman)


Líbia tem 1,5 milhão de imigrantes ilegais; Gaddafi arcará com consequências da violência, diz Obama. Forças antigoverno fecharam o cerco contra Muammar Gaddafi. Além do leste da Líbia, já tomado, opositores dizem ter dominado cidades do oeste, como Misratah (a terceira maior do país), outras duas no golfo de Sirt e localidades a 50 km de Tripoli. Difusa, a oposição a Gaddafi atrai da classe média líbia a dissidentes de tribos. Entre as reivindicações, estão uma assembleia nacional para definir o governo interino e uma Constituição. (pág. 1 e Mundo)



O ESTADO DE S. PAULO
MILITARES ADEREM À OPOSIÇÃO; KADAFI APELA A MERCENÁRIOS

Parte do Exército se junta aos insurgentes no leste da Líbia; comunidade internacional isola ditador. O regime sustentado pelo coronel Muamar Kadafi ao longo dos últimos 42 anos na Líbia está desmoronando. Ontem, parte das Forças Armadas se juntou aos insurgentes em grandes cidades do leste do país. Militares e mercenários estariam concentrados em um raio de 40 km de Trípoli, onde tentam garantir a sobrevida da ditadura. Entidades de direitos humanos dizem que os mortos já chegaram a 640. A ferocidade da reação de Kadafi aos opositores fez a comunidade internacional se mobilizar para isolar a Líbia. Ontem, a Europa estabeleceu sanções econômicas, e os EUA caminhavam para fazer o mesmo. A Liga Árabe afastou Kadafi de suas reuniões. (Págs. 1 e Internacional A12 a A16)


Pela segunda vez, a base aliada de Dilma Rousseff demonstrou que tem força para atender aos interesses do Planalto no Congresso Nacional. O Senado aprovou ontem, por votação simbólica, o salário mínimo de R$ 545 e consumou a disputa no Legislativo. A oposição tentará anular a vitória do governo no Supremo Tribunal Federal. PSDB, DEM e PPS vão alegar a inconstitucionalidade do artigo que prevê o reajuste do mínimo por decreto presidencial a partir de 2012. Mas o Planalto já considera a possibilidade de vetar tal artigo, encerrando a contenda. O novo piso salarial deve entrar em vigor em 1º de março. No Distrito Federal, a Secretaria de Fazenda confirmou o que surpreendeu a todos: o IPVA de 2011 será o mesmo do ano passado para cerca de 700 mil proprietários de veículos, apesar da depreciação dos carros no período. “O contribuinte está sendo prejudicado. Isso está claro. Como pagar imposto sobre um valor que não existe?”, questiona Hélio Aveiro, do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos Automotores (Sincodiv-DF). (Págs. 1, 2 e 68)


O Norte do Brasil vai garantir a maior parte do crescimento da Vale na produção de minério de ferro nos próximos cinco anos. Para escoar a produção, a empresa vai enfrentar grandes desafios logísticos e terá de investir pesado na ampliação da infraestrutura existente, incluindo mina, ferrovia e porto. O aumento da capacidade de movimentação do minério de ferro, das 115 milhões de toneladas previstas em 2011 para 150 milhões de toneladas no ano que vem, vai exigir investimentos de US$ 3 bilhões, mas o desembolso total, na ampliação da logística do sistema norte, poderá chegar a US$ 7 bilhões a longo prazo. No fim de 2014 a previsão é de que o sistema norte da Vale movimente 230 milhões de toneladas. Pura garantir o crescimento e evitar gargalos que possam surgir com o aumento da demanda, em especial da China, como já ocorreu no passado, a Vale iniciou obras de duplicação da Estrada de Ferro de Carajás, de 892 quilômetros, que leva o minério das minas no Pará até o terminal marítimo de Ponta da Madeira, que a empresa tem em São Luís (MA), onde as obras para construção de um quarto píer estão bastante adiantadas. (págs. 1 e B8)


Operação contra a venda de medicamentos sem receita interditou 23 farmácias, em cinco cidades do Sertão e uma do Agreste. Houve dez prisões, entre elas a do secretário de Saúde de Araripina. Cerca de 12 mil caixas de produtos foram apreendidas. (pág. 1)


Justiça Militar decreta a prisão preventiva com base em indícios de que os militares assassinaram dois inocentes. Polícia Civil também investiga o caso. Mais testemunhas depõem e negam a versão dos policiais de que foram recebidos a bala. Sete armas de agentes do Rotam que agiram no morro são recolhidas. Segundo promotores, perícia reforça suspeita de os tiros terem sido dados de cima para baixo. (págs. 1 e 29 a 31)


Projeto a ser encaminhado à Assembleia prevê reajuste de 11,6% para as quatro faixas do piso. (págs. 1, 8, 10 e 14)



Veja também

ARTIGOS

Cresce o rombo externo (O Estado de S. Paulo - Celso Ming)

O déficit nas contas externas (déficit em Conta Corrente) vai se alargando e poucos analistas apostam em que vá parar nos US$ 64 bilhões, ou 35% acima do registrado ao final do ano passado, como está nas projeções do Banco Central. Por enquanto, esse rombo está sendo coberto com certa facilidade. Mas ele reflete distorções que precisam de correção para não criarem problema depois. Saldo em Conta Corrente é o resumo de todas as operações com o exterior (com exceção dos fluxos de capital). É o total de receitas e pagamentos no comércio (exportações e importações), serviços (juros, transportes, turismo, etc.) e as transferências unilaterais (o dinheiro recebido ou mandado pelas famílias a parentes do/no exterior). Se o saldo é negativo (déficit) tem de ser coberto ou com entradas de capitais ou com reservas. Os levantamentos da Pesquisa Focus feitos semanalmente apontam para um déficit em Conta Corrente em 2011 de US$ 67,5 bilhões, ou 5,5% maior do que as projeções do Banco Central. Mas esta é uma avaliação que sobe todas as semanas. O déficit crescente em Conta Corrente reflete dois problemas. O primeiro deles, mais citado, é o câmbio baixo, ou seja, a forte valorização da moeda brasileira ante o dólar, que barateia em reais os produtos importados e encarece em dólares a mercadoria nacional.

Crescem as apostas de aumento maior na Selic (Valor Econômico - Por dentro do mercado)
Em nome da lei (Jornal de Brasília - Ponto do Servidor)
Falso parâmetro (O Estado de S. Paulo - Dora Kramer)
Gesto de prudência (Correio Braziliense – Brasília-DF)
Apoio de Dilma faz Meirelles continuar na APO (Jornal de Brasília - Cláudio Humberto)
Inovação no altar (Correio Braziliense - Brasil S.A)
Mais rapidez para concluir PDOT (Jornal de Brasília - Do Alto da Torre)
Muita briga e pouco debate dentro do PT (Valor Econômico - Política)
O problema central é o subfinanciamento (Valor Econômico - Brasil)
Petróleo: dá para absorver alta (O Estado de S. Paulo - Alberto Tamer)
Projeto de Lei nº 1.234, do ano 1956 (Correio Braziliense - Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido)
Reflexos das tensões vão além da Petrobras (Valor Econômico - De Olho na Bolsa)

A escalada das cotações internacionais do petróleo deverá elevar os preços de produtos químicos e petroquímicos no mercado brasileiro, aumentando a pressão sobre os custos dos alimentos e produtos de limpeza doméstica e higiene pessoal, entre outros. No entanto, o impacto disso deverá a ser amortecido ao longo da cadeia produtiva, além de não ser sentido de forma imediata no bolso do consumidor. "Até chegar ao consumidor, o caminho é longo", diz Otávio Carvalho, diretor da consultoria petroquímica Maxiquim, "O petróleo precisa ser transformado em nafta, que vira eteno e depois polietileno, até poder ser transformado, por exemplo, em embalagens plásticas flexíveis." São muitos os produtos que embutem nos preços o custo de produção de matérias-primas e insumos petroquímicos. Vão desde alimentos (embalagens, fertilizantes e combustível para colheita e transporte da safra) até automóveis e eletroeletrônicos (componentes plásticos). Os especialistas dizem que em pouco mais de um mês os preços da nafta deverão aumentar 6% no mercado global e ultrapassar a marca dos US$ 900 por tonelada, algo que não ocorria desde meados de 2008, quando o barril do petróleo chegou a bater em US$ 140. Nas últimas semanas, o preço médio da tonelada de nafta ficou em torno de US$ 750. O Brasil importa cerca de 35% da nafta que as indústrias consomem. A compra da matéria-prima é feita pela Braskem, que domina o mercado no País. Os 65% restantes são adquiridos pela petroquímica nacional da Petrobrás. "A alta das cotações internacionais acaba chegando no Brasil com alguma defasagem", diz o diretor da Maxiquim.

Arrecadação bate recorde (Correio Braziliense)
Arrecadação de janeiro é a 2ª maior da história (O Estado de S. Paulo)
Ações da Petrobras puxam alta da Bovespa (O Globo)
Ações da Petrobrás sobem 6,7% em 3 dias (O Estado de S. Paulo)
Balança comercial pode ser prejudicada (O Estado de S. Paulo)
Banco do Brasil quer abrir agência na China (O Estado de S. Paulo)
BC pode subir Selic em 0,75 ponto em março (Valor Econômico)
BC vê descompasso entre demanda e oferta, afirma Altamir Lopes (Valor Econômico)
Cade aprova compra da Quattor pela Braskem mas impõe restrições (Valor Econômico)
Cade aprova compra da Quattor pela Braskem, mas impõe restrições (O Estado de S. Paulo)
Cade aprova formação de monopólio no setor de resinas (O Globo)
Comissão do Senado aprova diretores do BC (O Globo)
Conflitos provocaram descolamento no preço dos barris (O Estado de S. Paulo)
Construção sem fôlego (Correio Braziliense)
Contas públicas de 2012 já preocupam (O Estado de S. Paulo)
Crise na Líbia leva petróleo a subir 6% (O Estado de S. Paulo)
Crise provoca queda no preço de commodities (O Estado de S. Paulo)
De olho em medidas, aposta ainda é de alta de 0,5 ponto (Valor Econômico)
Depois de Angra 2, foi a vez de Angra 1 parar por equipamento ruim (O Globo)
Desligadas Angra 1 e Angra 2 no mesmo dia (O Globo)
Déficit externo em janeiro é o maior da História (O Globo)
Déficit externo é o 2º maior desde 1947 (O Estado de S. Paulo)
Em fevereiro, US$ 3,6 bilhões entram no país (Valor Econômico)
Em grãos, projeto não atinge a meta (Valor Econômico)
Expansão da Vale no Norte terá US$ 3 bi em porto e ferrovia (Valor Econômico)
Filiais de múltis brasileiras trazem US$ 7 bi ao Brasil (Valor Econômico)
FMI pede queda da cotação do dólar (Correio Braziliense)
Foco no mercado externo deu aval a monopólio (O Estado de S. Paulo)
Gasto explode lá fora (Correio Braziliense)
Gol terá que readmitir empregados demitidos (Correio Braziliense)
Governo arrecadou R$91 bilhões no mês passado (O Globo)
Governo e Norte Energia escolhem até amanhã novo sócio para Belo Monte (O Globo)
Governo já admite alta de 0,75 na Selic (Valor Econômico)
Governo tenta reconstruir credibilidade na economia (O Estado de S. Paulo)
IGP-M pode atingir 1% (Correio Braziliense)
Impasse sobre remédio para emagrecer (O Globo)
Mineradora analisa várias opções para depois de 2015 (Valor Econômico)
Múltis brasileiras surpreendem e trazem US$ 7,3 bi (O Estado de S. Paulo)
Múltis do país trazem US$ 7 bi em janeiro (Valor Econômico)
O 2º pior déficit externo (O Estado de S. Paulo)
País recebe US$3,6 bi em fevereiro (O Globo)

A escalada das cotações internacionais do petróleo deverá elevar os preços de produtos químicos e petroquímicos no mercado brasileiro, aumentando a pressão sobre os custos dos alimentos e produtos de limpeza doméstica e higiene pessoal, entre outros. No entanto, o impacto disso deverá a ser amortecido ao longo da cadeia produtiva, além de não ser sentido de forma imediata no bolso do consumidor. "Até chegar ao consumidor, o caminho é longo", diz Otávio Carvalho, diretor da consultoria petroquímica Maxiquim, "O petróleo precisa ser transformado em nafta, que vira eteno e depois polietileno, até poder ser transformado, por exemplo, em embalagens plásticas flexíveis." São muitos os produtos que embutem nos preços o custo de produção de matérias-primas e insumos petroquímicos. Vão desde alimentos (embalagens, fertilizantes e combustível para colheita e transporte da safra) até automóveis e eletroeletrônicos (componentes plásticos). Os especialistas dizem que em pouco mais de um mês os preços da nafta deverão aumentar 6% no mercado global e ultrapassar a marca dos US$ 900 por tonelada, algo que não ocorria desde meados de 2008, quando o barril do petróleo chegou a bater em US$ 140. Nas últimas semanas, o preço médio da tonelada de nafta ficou em torno de US$ 750.

Arrecadação bate recorde (Correio Braziliense)
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Depois de Angra 2, foi a vez de Angra 1 parar por equipamento ruim (O Globo)
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Em fevereiro, US$ 3,6 bilhões entram no país (Valor Econômico)
Em grãos, projeto não atinge a meta (Valor Econômico)
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PETRÓLEO LÍBIO CAI À METADE E PREÇO DISPARA NO MUNDO (O Globo)
Petróleo é pressão a mais (Correio Braziliense)
Pior janeiro da história (Correio Braziliense)
Previ entrará na Sete Sondas, criada pela Petrobras (Valor Econômico)
Rodoanel terá a outorga depositada, garante Contern (Valor Econômico)
Selic é mais eficaz contra inflação, dizem diretores do BC (O Estado de S. Paulo)
Usiminas deve elevar preço do aço em até 10% (O Estado de S. Paulo)
Venda desacelera e expansão em 2011 deve ser moderada (Valor Econômico)
Wärtsilä produzirá motores no Brasil (Valor Econômico)


POLÍTICA

Alckmin quer comprar produção de assentados (O Estado de S. Paulo)

Inspirado no Programa de Aquisição de Alimentos do governo federal, projeto de agricultura familiar terá a região do Pontal, reduto do PT, como alvo inicial. Encontra-se em fase final de costura no governo tucano de São Paulo um projeto de fortalecimento da agricultura familiar, especialmente nos assentamentos da reforma agrária. Na mesma linha de ações já existentes na esfera federal, como a Merenda Escolar e o Programa de Aquisição de Alimentos, o governo paulista comprará produtos agrícolas dos assentamentos para destiná-los a presídios, escolas, creches e outras instituições públicas. O alvo inicial será o Pontal do Paranapanema, região no sudoeste do Estado que se caracteriza pela concentração, em áreas próximas, de assentamentos da reforma e de presídios. A região também é conhecida por ser um dos principais focos de conflitos por terra no País e tradicional reduto político do PT. O programa está sendo montado pela Secretaria da Justiça, responsável pela condução de assuntos relacionados à reforma agrária no Estado e à mediação dos conflitos. Segundo a titular da pasta, Eloísa de Souza Arruda, a ideia surgiu após se constatar que uma das principais reclamações dos assentados é a falta de compradores para seus produtos. "O Estado é um grande comprador de comida, para abastecer, entre outras instituições, presídios e escolas", diz a secretária. "O que nós estamos montando é um programa que atenda aos interesses do Estado e ao mesmo tempo favoreça e estimule a produção familiar."

Alterações na MP que cria Autoridade Olímpica irritam oposição (Valor Econômico)
Arquivo Nacional só abre dados de Vlado com ordem de ministro (O Estado de S. Paulo)
Aumento sem ganho acima da inflação (O Globo)
Collor presidirá Comissão de Relações Exteriores (O Estado de S. Paulo)
Câmara aprova APO esvaziada e Meirelles pode sair (O Estado de S. Paulo)
Desaparecidos políticos terão casos investigados (O Estado de S. Paulo)
Dilma chama Paim ao Palácio e reverte voto contrário ao governo (Valor Econômico)
Dilma protela pagamento de precatórios e alivia caixa (O Estado de S. Paulo)
Documentos dos EUA citam crises do PT (O Estado de S. Paulo)
Em clima de revanche, PT defende piso regional de R$660 e R$720 em SP (O Globo)
Embates entre PT e PMDB reduzem chance de aprovar reforma política (O Estado de S. Paulo)
Escolha para TSE causa polêmica no Supremo (O Estado de S. Paulo)
Ex-presidentes, Itamar e Sarney trocam farpas (O Estado de S. Paulo)
Exército pagará pensão a parceiro de capitão gay (O Globo)
Governo repete vitória no Senado e mínimo de R$ 545 valerá em março (O Estado de S. Paulo)
Governo vence também no Senado (O Globo)
Guerra aberta pelos emagrecedores (Correio Braziliense)
Hillary evita apoiar pleito do Brasil na ONU (O Estado de S. Paulo)
Indefinição de Kassab abre crise na bancada municipal do PSDB em SP (Valor Econômico)
Itamar constrange Sarney (O Globo)
Juízes já se articulam para pedir aumento (O Estado de S. Paulo)
Lula pode virar embaixador para a África (O Globo)
MEC anuncia piso de R$1,1 mil para professores (O Globo)
Mello contesta indicação de primeira advogada ao TSE (Valor Econômico)
Mensalão mineiro (O Globo)
MTE: a culpa é do GDF (Correio Braziliense)
Mulher de Zymler já tinha cargo no Senado (O Estado de S. Paulo)
Na falta de votos, oposição vai ao STF contra mínimo (Valor Econômico)
No Senado, Collor vence disputa pela Comissão de Relações Exteriores (O Globo)
Obras fora do corte (Correio Braziliense)
Pacote para melhorar benefícios (Correio Braziliense)
Paim é enquadrado no Planalto (Correio Braziliense)
Para Alckmin, decreto é assunto para o Supremo (O Estado de S. Paulo)
PMDB com receio de ser deixado de lado (Correio Braziliense)
Portas fechadas ao trabalhador (Correio Braziliense)
Presidência corrige biografia de Dilma (O Globo)
Protesto esvaziado (Correio Braziliense)
Punição no TCU (Correio Braziliense)
Reajuste também no RS (O Globo)
Senado custa a referendar plebiscito sobre fuso no Acre (Valor Econômico)
SP terá de pagar R$ 2 bi de precatório (O Estado de S. Paulo)
Supremacia dos governistas (Correio Braziliense)
Vencido debate do mínimo, cobrança é para definir cargos (O Estado de S. Paulo)
Vetos atingem pastas que mais investiram (O Globo)

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