quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

CORREIO BRAZILIENSE
CRACK A PRAGA QUE CONSOME O PAÍS

A “pedra da morte” custa R$ 5. Atrai, indistintamente, ricos e pobres, crianças e adultos, desempregados e trabalhadores. Há registros de índios que usam o entorpecente. Repórteres do Correio Braziliense, do Estado de Minas e do Diário de Pernambuco percorreram 6.729 km por todas as regiões do Brasil. Eles mostram que o crack, surgido há pouco mais de 20 anos nas ruas de São Paulo, invadiu as cidades do interior e as fazendas, espalhando-se pelos grotões do país. Subproduto da cocaína, a droga virou uma epidemia nacional, que causa dependência e morte aos usuários. (págs. 1, 7 a 10 e QR Code com galeria de fotos da série)

FOLHA DE S. PAULO
CARRO FLEX TERÁ IPI MAIS BAIXO ATÉ FIM DE MARÇO

Incentivo acabaria em janeiro; governo se diz preocupado com o ambiente. O governo federal anunciou incentivos à venda de carros "verdes" a duas semanas da cúpula da ONU sobre clima, na Dinamarca. Até 31 de março de 2010, veículos flex (que funcionam com álcool ou gasolina) ou a álcool ficarão com as atuais alíquotas reduzidas de IPI, que iriam até janeiro. A prorrogação inclui a venda de caminhões, que terão alíquotas zeradas até junho. (págs. 1 e B1)

Para Marco Aurélio Garcia, posição dos EUA sobre Honduras é 'equivocada'. O governo Lula considera "equivocada" a posição dos EUA sobre a crise em Honduras, disse o assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia. A irritação manifestada por Garcia refere-se à decisão de Washington de considerar legítima a eleição deste domingo em Honduras, mesmo sem a restituição do presidente deposto, Manuel Zelaya - como quer o Brasil. "Achamos lamentável que se queira limpar um golpe de Estado com um processo de eleição num país que vive sob estado de sítio há meses, com repressão diária e manifestações", afirmou Garcia. Ao fazer um balanço dos dez meses do governo de Barack Obama e da relação dos EUA com a América Latina, Garcia disse que há "certa decepção" e "certa frustração" com a política externa do presidente americano. (págs. 1 e A11)

JORNAL DO BRASIL
“QUEREM ROUBAR O RIO”

Pressão do Nordeste por fatia maior dos royalties do pré-sal enfurece Sérgio Cabral. A proposta de Pernambuco de mudar a divisão dos royalties do pré-sal das áreas já licitadas, prejudicando o Rio, fez o governo estadual reagir. Para Sérgio Cabral, a tentativa do colega Eduardo Campos (PSB), com apoio da bancada nordestina na Câmara, é "um roubo" e contraria acordo feito com o Planalto. O governador do Rio ameaça discutir a continuidade da Zona Franca de Manaus e dos fundos para o Norte e o Noroeste. A União promete compensar a mordida com parte do que lhe couber. (págs. 1 e País A6 e Informe JB A4)

O GLOBO
LIGHT JÁ TEM TRÊS VERSÕES, MAS NÃO EXPLICA NOVO APAGÃO

Aneel dá 48 horas para empresa descobrir causas e tomar medidas contra novas panes. Apesar de deixar 40 mil cariocas sem luz durante quase 24 horas, a Light ainda não tem uma explicação convincente para o apagão, que atingiu principalmente Ipanema, Leblon e Lagoa. A empresa já apresentou três versões: excesso de calor, apesar de o fenômeno se repetir todo ano; maior consumo por causa do aumento de eletrodomésticos, embora o efeito da redução do IPI venha do início do ano e os novos aparelhos serem mais econômicos; e o roubo de equipamentos - fato já corriqueiro na cidade que teria causado o alagamento de uma galeria. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deu 48 horas para a Light explicar o apagão e tomar medidas. (págs. 1 e 15 a 17)

VALOR ECONÔMICO

CARTÕES REGIONAIS CRESCEM COM AVANÇO DA BAIXA RENDA

A Unik, bandeira de cartões comprada em 2004 pela Rio Bravo Investimentos, gestora de recursos do ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco, acaba de atingir a marca de 1,3 milhão de cartões emitidos. Focada na baixa renda e com atuação restrita a algumas regiões, a bandeira fez duas aquisições para entrar nos Estados de Minas Gerais e Bahia. A Unik é uma bandeira regional e projeta crescimento de 50% para este ano. Bandeiras como essa, de atuação restrita a alguns Estados ou cidades, estão conseguindo conquistar clientes de baixa renda e veem crescendo mais que o mercado de cartões de crédito tradicional, que se expande na casa dos 20%. O país já conta com cerca de 70 bandeiras do tipo. São 23 milhões de cartões, segundo levantamento da consultoria Boanerges & Cia, excluindo as bandeiras Visa, American Express, MasterCard, Diners e Hipercard (que nasceu regional, no Nordeste, mas hoje já pode ser considerada nacional).

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