quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Presidência do Senado

Sarney: reforma administrativa deve ser votada este ano

O presidente do Senado, José Sarney, afirmou, na manhã desta quarta-feira (18), que encerra-se nesta quinta-feira (19), o prazo dado aos senadores para que apresentem sugestões para a reforma administrativa que ele realiza na Casa.
- Estamos chegando ao final. Amanhã, encerra-se o prazo para sugestões. Sexta-feira (20), tenho um encontro com a Fundação Getúlio Vargas e acredito que, até o fim do ano, votamos no plenário a reforma administrativa.
Destinada a enxugar o excesso de cargos e modernizar a instituição, essa reforma administrativa foi anunciada por Sarney logo que assumiu a presidência do Senado, em fevereiro. Ele disse que seu propósito é desengordurar em 40% a estrutura administrativa do Senado. Sarney afirmou que o protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul entra na pauta do Plenário ainda hoje (18), havendo acordo de lideranças para a matéria ser votada ainda nesta semana.
Teresa Cardoso / Agência Senado

Para Sarney, apagão não é fato político

"Acho que está havendo um alargamento da discussão para que ela chegue ao terreno político". A afirmação é do presidente do Senado, José Sarney, ao referir-se, na manhã desta quarta-feira (18), ao apagão que, na semana passada, deixou 18 estados brasileiros sem luz. Para Sarney, o blecaute se encerra no fato em si.
- Tratou-se de um acidente meteorológico. Ocorre aqui e em qualquer lugar do mundo. Todo sistema é vulnerável, depende da intensidade do fenômeno. A nossa convicção é de que o fato se esgota em si.
Sobre a politização desse assunto, Sarney disse ainda que a disputa política é inevitável, pois faz parte do jogo democrático.
Indagado pelos jornalistas sobre a existência de laudos técnicos em poder de funcionários do governo que poderiam esclarecer o apagão, Sarney posicionou-se no entendimento de que eles devem vir a público.
- Acho que o governo deve disponibilizar os laudos técnicos que recebeu, para que possam ser do conhecimento público.
Teresa Cardoso / Agência Senado

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