terça-feira, 16 de março de 2010

Opinião, Notícia e Humor

MANCHETES DO DIA

(Se você não teve tempo hoje de ler os principais jornais do País, leia-os agora)

Para Nuzman, seria quebra do contrato assinado por Lula. O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de 2016 divulgou nota, assinada pelo presidente Carlos Arthur Nuzman, dizendo que, se o Estado do Rio perder recursos dos royalties do petróleo, com a aprovação da emenda Ibsen, ficará "sem condições de fazer as obras necessárias para os Jogos", e, se a situação "não for remediada, representará uma quebra de contrato". Com a emenda, o Rio deixará de receber cerca de R$ 7 bilhões por ano. O dossiê Rio 2016 estipula que "os três níveis de governo apresentaram ao Comitê Olímpico Internacional cartas de garantia assinadas". Se a emenda Ibsen prevalecer, o Rio, que hoje é o estado que mais recebe royalties e participações especiais do petróleo, perderá o posto, caindo para 22º lugar. A liderança ficaria com a Bahia, já que os recursos seriam divididos de acordo com as regras fixadas para o Fundo de Participação dos Estados. Hoje, a Assembleia Legislativa do Rio lidera um protesto, em frente à sua sede, no Centro, Contra a emenda Ibsen, às 14h30m. Amanhã, está prevista uma passeata entre a Candelária e a Cinelândia. (págs. 1, 17 e 18, Flávia Oliveira e editorial "Perdem todos")


Brasil exigirá garantias sobre programa nuclear iraniano, diz Amorim Israel pediu ontem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que adira a uma "frente internacional" contra o armamentismo do Irã."Você [Lula] representa valores diferentes. Eles [o Irã] usam a crueldade, amam a morte; você ama a vida", afirmou o premiê israelense, Binyamin Netanyahu. O assunto prosseguiu em uma reunião reservada entre os chefes de governo.Ministro israelense boicotou a visita de Lula, que não foi ao túmulo do fundador do sionismo. Manifestações na Knesset, o Parlamento israelense, aludiram à visita que o brasileiro fará ao Irã. A viagem foi criticada pela líder da oposição, Tzipi Livni.Em maio, Lula cobrará do líder Mahmoud Ahmadinejad a garantia de que o programa nuclear do Irã terá só fins pacíficos, disse o ministro Celso Amorim. "O vírus da paz está comigo", afirmou o presidente. (págs. 1 e A12)


No Parlamento israelense, presidente pede desarmamento nuclear global. No primeiro dia da visita do presidente Lula a Israel, o governo e a oposição israelenses, em raro momento de coesão, se uniram para criticar a aproximação do Brasil com o Irã e para pedir ao País que apoie as sanções contra Teerã. "Eles (o governo iraniano) adoram a morte, e vocês (brasileiros) adoram a vida", discursou o presidente do Parlamento, Reuven Rivlin, que sugeriu ao Brasil "acordar da sonolência" sobre o Irã. Na sua vez de discursar, Lula defendeu o fim da produção de armas nucleares, referindo-se às suspeitas sobre o Irã, mas também ao fato de que Israel tem arsenal atômico. O chanceler brasileiro, Celso Amorim, disse que a pressão israelense já era esperada. "Não acho que houve rolo compressor", afirmou. (págs. 1 e Internacional A10 e A11)


JORNAL DO BRASIL
O RIO NÃO TROCA DIREITO POR ESMOLA

Para Francisco Dornelles, compensação não serve. Em discurso na tribuna, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ) atacou a manobra do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), que já admite alterar o texto da emenda que reduz o repasse dos royalties do petróleo ao estado, incluindo uma compensação para Rio de Espírito Santo, os dois maiores produtores e principais prejudicados. Dornelles disse que a Constituição protege direitos sobre o que já foi licitado e chamou a medida de “esmola”. Ontem, o Comitê Olímpico Brasileiro deixou claro, em nota, que sem o repasse no volume atual não haverá como realizar a Olimpíada de 2016. (págs. 1 e Tema do dia A2 a A6)


Distritais da comissão que investiga contratos da Codeplan vão colher depoimento do ex-secretário de Arruda e pivô do escândalo. Empresários também serão ouvidos (págs. 1 e 23) O dilema do TER. Tribunal examina hoje pedido de cassação contra o ex-democrata Arruda por infidelidade partidária. Julgamento pode ser técnico ou político (págs. 1 e 24)




VALOR ECONÔMICO
AVANÇAM NEGOCIAÇÕES PARA FUSÃO CITROSUCO-CITROVITA

Os grupos Fischer e Votorantim negociam unir suas operações no segmento de suco de laranja, no qual atuam por meio das empresas Citrosuco e Citrovita, duas das maiores companhias do setor. O Valor apurou que as discussões avançaram nos dois últimos meses. Em busca de escala em tempos de demanda estável, o plano envolve todo o negócio de suco das empresas, incluindo fábricas, estrutura logística e pomares de laranja em produção ou em desenvolvimento nas fazendas próprias de ambas. As terras pertencentes aos dois grupos não entrariam no negócio. A intenção é criar uma nova companhia cujo controle seria dividido em partes iguais por Fischer e Votorantim, ainda que, hoje, a Citrovita seja bem menor que a Citrosuco e tenha de ganhar musculatura para ter o mesmo peso na sociedade. (págs. 1 e B12)


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